O que é Podcast…

Via Mundo Podcast: Por Thiago Miro

Podcast: O que é?

Assim como a TV, o rádio e o jornal, o podcast é uma mídia de transmissão de informações, porém a origem da mídia podcast é muito recente e ainda está em seu processo de crescimento, principalmente no Brasil, onde atinge poucas pessoas.

Explicação simples: O podcast é como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem primordial é o conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Basta acessar e clicar no play ou baixar o episódio.

Explicação mais completa: O podcast é um conteúdo de mídia (geralmente áudio) transmitido via RSS. Você pode usar agregadores como iTunes ou Ziepod para PCs, BeyondPod ou PodStore para Android, Wecast ou o nativo Podcasts para iOS e mais uma infinidade de aplicativos para todas as plataformas (Agregadores de Podcasts).

Temas: Os temas são os mais abrangentes possíveis. Cinema, TV, Literatura, Ciências, Profissionais, Política, Notícias, Games, Culturais, Religiosos, Educacionais, Humorísticos, Musicais, Esportivos… Ufa! E Tem muito mais.

Além dos podcasts publicados aqui mesmo, você pode encontrar quase 700 podcasts diferentes na TeiaCast.

Como Ouvir Podcast

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Tarantino fala de suas inspirações para criar ‘Bastardos Inglórios’


Ele comprou os direitos do filme de guerra “Assalto ao Trem Blindado” (“Inglorious Bastards”/”Quel Maledetto Treno Blindato”, Itália, 1978)Direção: Enzo G. Castellari. Elenco: Bo Svenson, Fred Williamson, Peter Hooten, Michael Pergolani, Ian Bannen, Debra Berger.
– exibido na TV brasileira sob o extenso e redundante título “Assalto ao Expresso Blindado da S.S. Nazista”
cabe falar um pouco sobre essa curiosa película:

Antes de mais nada, é preciso dizer que o cultuado diretor disse que não pretendeu fazer um remake da obra setentista, ao menos no sentido estrito da palavra.
A nova versão, segundo ele, deverá ser uma livre adaptação sobre idéias originais do primitivo, tão somente inspirada pelo mesmo.
O filme de 78, por sua vez, é brevemente inspirado no célebre “Os Doze Condenados” de Robert Aldrich. A história se passa na França de 1944, em plena II Guerra, e aborda um grupo de soldados americanos condenados pela corte marcial, aguardando serem transferidos para uma prisão militar. Quando o comboio que os leva para o cárcere é atacado por um avião do Eixo, eles têm a oportunidade de fugirem, tentando escapar não apenas da condenação, mas também do inferno da guerra: o objetivo deles a partir de então é alcançar o território suíço, neutro em meio ao conflito.
Ao longo do caminho, entanto, por força do destino não conseguem se distanciar totalmente do confronto em que estão envolvidos, precisando participar de uma missão militar, a saber, o roubo dos giroscópios de ogivas V2 transportadas por um trem nazista.
Achou a trama interessante? Sim, de fato ela é, embora sua execução não seja das melhores. Chegou a hora de dizer um segredinho: “Assalto ao Trem Blindado” é um filme B assumido. Tudo começa por seu diretor Enzo G. Castellari, com um histórico rico na área, o currículo embasado em spaghetti westerns e aventuras de gosto duvidoso (como o impagável “1990: Os Guerreiros do Bronx” (1982), com o saudoso Vic Morrow da série televisiva “Combate”). Com um orçamento apertado, ele faz o que pode, mas não consegue disfarçar problemas vindos da falta de grana. Dispondo um número de figurantes baixo para um body count elevado (priscand aquele de “Fervura Máxima”, grande matadouro orquestrado por John Woo), várias cenas de mortes são
repetidas – uma delas passa TRÊS vezes, pasmem -,apenas mudando o ângulo das tomadas. Cenários são reutilizados ao longo da fita. Fios para suspender soldados arremessados pelo efeito de explosões são vistos pelo espectador sem precisar dar slow ou zoom na imagem.
Tem mais.
As atuações são risíveis, e pipocam situações cômicas. A comicidade, quando pretendida, não funciona. Por exemplo, Michael Pergolani interpreta Nick, um soldado de bigodón que mais parece uma mistura (indigestíssima) de Groucho Marx, Cantinflas e o personagem Esqualidus da Disney (o que o sujeito tira dos bolsos não está no mapa); ele consegue ser tudo,menos engraçado. Já quando o filme se leva a sério,fica involuntariamente divertido, protótipo disto é a cena do castelo, um inesperado show de humor.
Mas vamos equlibrar um pouco os pratos, agora. Se o roteiro tem fraquezas e não privilegia a trama e os diálogos, é porque cede terreno para uma ação quase ininterrupta,de um produto
programado unicamente para divertir – afinal, precisamos vê-lo assim. E a ação tem estilo, mesmo quando há baixas cifras na produção:
Castellari plageia/homenageia Peckinpah com cenas de violência em slow-motion, e faz inclusive alguns movimentos de câmera e foco inclusive surpreendentes para um filme desse nível.
Pena que agora é hora de contar mais um segredo, o tal não muito agradável…
Para assistir a “Assalto ao Trem Blindado”, você vai precisar garimpar a fita VHS por aí.
O DVD do filme só foi lançado até o momento (fevereiro de 2009) nos mercados americano e nórdico, num box de fazer inveja, com três discos. A outra opção é ver como Tarantino recontará a história, de sua maneira tão peculiar – mas isso, segundo as previsões mais otimistas, só acontecerá em junho próximo, quando “Inglourious Bastards” (assim mesmo, grafado estilizadamente), com Brad Pitt, Diane Kruger e Mike Myers (!) estreando hoje na terra do Tio Sam.

Tarantino lista seus filmes favoritos sobre a Segunda Guerra.

Confira abaixo a lista dos melhores filmes de Segunda Guerra por Quentin Tarantino.

‘Fugindo do inferno’ (1963)
Tem uma história de Segunda Guerra mais bacana do que a desse épico de John Sturges? O filme mostra uma fuga em massa de um campo de concentração nazista e traz um elenco com Steve McQueen, James Garner, Richard Attenborough, James Coburn, Charles Bronson e Donald Pleasence.

“É provavelmente meu favorito entre os filmes de guerra”, diz Tarantino. “É um dos longas-metragens mais divertidos de todos os tempos e para mim foi uma espécie de referência ao fazer ‘Bastardos inglórios’, de alguma forma. Queria fazer um filme sobre a Segunda Guerra assim, divertido, gostoso de assistir.”

‘Os doze condenados’ (1967)
A saga de Robert Aldrich é o maior exemplo do subgênero de guerra “um homem, uma missão”, que inspirou Tarantino em “Bastardos inglórios”. Lee Marvin, Ernest Borgnine, Charles Bronson, Jim Brown, John Cassevetes, Donald Sutherland e Telly Savalas atuam na história de um grupo de perdedores condenados que ganham uma segunda chance ao participar de um esquadrão em missão suicida contra os nazistas.

Tarantino diz que esse filme merece um lugar em sua lista dos “elencos mais icônicos da história”. Ele afirma: “Eu nunca a cartilha normal do gênero ou dos subgêneros com que lido. Geralmente é uma situação em que eu sento e penso: vou fazer o meu ‘Os doze condenados’. É difícil, mas sei que se tudo der certo, eu vou conseguir propiciar o prazer que eu encontrei nesses gêneros, mas entregando algo bem diferente. Acaba virando uma outra coisa. Eu gosto de transformar a história em algo maior e mais amplo do que um determinado subgênero.”

‘Cinco covas no Egito’ (1943)

Dez anos antes de “Inferno nº17”, Billy Wilder dirigiu essa trama de 1943, que gira em torno de um oficial britânico disfarçado (Franchot Tone) e uma mulher (anne Baxter) que ajuda a administrar um hotel no meio do deserto onde fica o quartel- general alemão.
“É um dos meus filmes favoritos, com certeza”, diz Tarantino. “Billy Wilder e o co-roteirista Charles Brackett escreveram algo original, já que não segue a história clássica. Eles criaram de um modo próprio. Não é muito verossímil, mas é fantástico.”

‘Tonight we raid Calais’ (1943)
Essa aventura de John Brahms traz no elenco John Sutton como um agente de inteligência britânico que trama destruir uma fábrica de munições nazista na França. Ele consegue abrigo com a família de um fazendeiro (Lee J. Cobb), cuja filha culpa os ingleses pela derrota da França. O roteiro é de Waldo Salt, que depois ganhou o Oscar por “Perdidos na noite” e “Amargo regresso”.
“É um dos filmes que descobri quando fazia uma pesquisa para ‘Bastardos inglórios’. É um filme fantástico pelo qual me apaixonei”, diz Tarantino. “Tem algumas sequências que realmente parecem narrativa moderna. Não têm um clima de narrativa clássica. Waldo Salt é considerado o pai da narrativa moderna, e nós podemos ver isso bem nesse filme. Parece que foi escrito hoje.”

‘Action in Arabia’ (1944)
O diretor russo Leonide Moguy fez alguns filmes em Hollywood durante a Segunda Guerra, incluindo esse suspense estrelado por George Sanders. Ele interpreta um repórter no Oriente Médio que é pego no meio da disputa entre nazistas e aliados pelo mundo árabe.
“Esse é outro filme que eu descobri e me apaixonei”, diz Tarantino. “Eu realmente amo esse filme, mas, como dá para perceber, o que me chama a atenção nesses filmes não é a coleção de tanques nem as grandes batalhas. Embora eu goste desse tipo de coisa, sou mais ligado nas versões da guerra centradas na história.”

Masmorracast 01 – # Cinema Asiático

 masmorra cast 1

Ontem gravamos o primeiro podcast do nosso blog.O assunto foi Cinema Asiático.Quero agradecer à todos que participaram:

Daniel Deathscythe, Marcelo Tavares do Blog MarceloTavares.wordpress.com, Cafeína do site http://www.bebendo.com e do podcast Pauta Livre News, e Noriega companheiro de sempre.

Obrigado à todos!
Façam comentários ou mandem sugestões de pauta pra gente pelo email contato.cinemasmorra@gmail.com
Corrigido.

Alguns problemas no audio.
Abraços!

ESSE CONTEÚDO NÃO É ADEQUADO À MENORES DE 18 ANOS

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