Masmorracast Especial Ronnie James Dio – Playlist

Neste podcast Angélica HellishAldre Lima vocalista da banda Wicked Motor BandTouroman dos podcasts Pauta Livre News e FCL e Flávio Vieira do site Vortex Cultural/Podcast Agenda Cultural prestaram suas homenagens ao ícone do metal Ronnie James Dio.O lendário vocalista de bandas como ELF,RAINBOW,BLACK SABBATH e HEAVEN AND HELL.
Cantor excepcional,conhecido também por sua educação e cavalheirismo,gentileza com os fãs…
Enfim, faltam adjetivos suficientes para descrever esse grande artista que perdemos neste Domingo dia 16/05/2010 cuja personalidade única de insubstituível já nos deixa com muita saudade.
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Dio no South Park
Dio no filme Tenacius D – “Kickapoo”
Queensriche ao vivo com Dio
Dio no projeto Hear n’Aid We’re Stars LINDO!
Animação The Butterfly Ball and the Grasshopper’s Feast- “Love is All” com música cantada por Dio,muito legal!

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Ronnie James Dio, nome artístico de Ronald James Padavona (Portsmouth, 10 de julho de 1942 — Houston, 16 de maio de 2010)

foi um vocalista de heavy metal. Ficou famoso por cantar em bandas como Rainbow e Black Sabbath.
Ronnie adotou o sobrenome “Dio” em homenagem a um mafioso italiano, Johhny Dio. Ainda na escola, formou com colegas a banda Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes (sendo chamada de Ronnie and the Rumbles, Ronnie and the Redcaps, Ronnie Dio and the Prophets, The Eletric Elves e The Elves), finalmente tornou-se conhecida como ELF.

Em meados dos anos 70 foi chamado para cantar no Rainbow de Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple), onde gravou quatro álbuns. Após deixar o Rainbow, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1983.

No mesmo ano, lança um álbum solo, Holy Diver. Nele estão Vinny Appice, que também tinha saído do Sabbath e acompanhou Dio, seu antigo companheiro de Rainbow Jimmy Bain e o guitarrista Vivian Campbell (atual Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa-título, “Stand Up and Shout”, “Don’t Talk to Strangers” e a mais famosa “Rainbow in the Dark”.

Embalado com o sucesso, Dio solta mais um álbum em 1984 chamado The Last in Line. Também muito bem aceito pelo público e pela crítica, trazia a mesma fórmula de Holy Diver. Foi este álbum que levou a banda a uma enorme turnê mundial seguida do seu primeiro vídeo oficial. Os músicos são os mesmos do trabalho anterior, com adição do tecladista chamado Claude Schenell.

Em 1985 lança Sacred Heart , cuja turnê rendeu um vídeo ao vivo, Sacred Heart Live.

Em 1986 sai um EP ao vivo chamado Intermission com seis músicas onde as que se destacam são “King of Rock and Roll”, “We Rock” e “Rainbow in the Dark” e uma faixa inédita de estúdio “Time To Burn” apresentando o novo guitarrista Craig Goldie que substituiu Vivian Campbell durante a turnê de Sacred Heart.

Em 1987 é lançado Dream Evil, e Dio só volta a aparecer em 1990 com Lock up the Wolves. A formação da banda é totalmente diferente das passadas. Os músicos são Rowan Robertson (guitarra), Simon Wright (bateria), Teddy Cook (baixo) e Jens Johansson (teclados).

Em 1992 Dio volta ao Black Sabbath e grava mais um álbum chamado Dehumanizer. Neste mesmo ano sai uma coletânea intitulada Diamonds The Best Of com vários clássicos da banda Dio.

No ano seguinte, Dio lança Strange Highways, seguindo a mesma linha de Dehumanizer. Em 1996 sai Angry Machines, com uma banda composta por Tracy G (guitarra), Jeff Pilson (baixo) e Vinny Appice (bateria).

Vieram ao Brasil para tocar junto com Bruce Dickinson, Jason Bonham Band e Scorpions no final de 1997. Neste mesmo ano saiu uma coletânea chamada Anthology. Em 1998 sai um CD duplo ao vivo chamado Dio’s Inferno – The Last in Live, que traz clássicos como, “Holy Diver”, “Don’t Talk to Strangers”, “The Last in Line”, e “The Mob Rules” (homônima do disco do Black Sabbath), “Mistreated” (do Deep Purple) e “Catch the Rainbow” (do Rainbow) entre outras. Algo relativo à volta do Rainbow havia sido mencionado mas com a morte do baterista Cozy Powell, a notícia permaneceu apenas como boato.

Em 2000 lança Magica, um álbum conceitual que traz de volta o estilo clássico de Dio de compor, com letras sobre magia, dragões e bruxas. Sua banda contou com a volta do magnífico Craig Goldie (guitarra), o seu fiel escudeiro Jimmy Bain (baixo), Simon Wright (bateria) e Scott Waren (teclados). No final de 2001 Goldy decide deixar a banda alegando problemas familiares e para seu lugar é recrutado o guitarrista Doug Aldrich. Com novo line up, Dio entra em estúdio e em 2002 sai Killing the Dragon que procurou repetir a mesma forma do anterior porém com um pouco mais de rapidez e peso.

Em 2003 sai seu primeiro DVD oficial, Evil or Divine
e, em 2004, o último trabalho de estúdio, Master Of The Moon, que contou com o seguinte line-up: Ronnie James Dio no vocal, Craig Goldy na guitarra, Jeff Pilson no baixo, Simon Wright na bateria e Scott Warren nos teclados; porém, quem ocupou o posto de baixista na turnê foi Rudy Sarzo.

Em 15 de julho de 2006 Dio voltou ao Brasil, desta vez trazendo a tour Holy Diver Live em comemoração aos 23 anos de lançamento do clássico disco Holy Diver. U

Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção do álbum Black Sabbath – The Dio Years. Neste álbum estão grandes clássicos como “Neon Knights”, “Die Young”, “Falling Off The Edge Of The World”, “The Mob Rules” e três músicas novas compostas especialmente para este disco: “The Devil Cried”, “Ear in the Wall” e “Shadow of the Wind”.

Esse é o ingresso que a Angélica guardou do show do Black Sabbath com Dio no vocal

Dio também ajudou a criar uma das maiores tradições do heavy metal. No documentário Metal – A Headbanger’s Journey
ele é citado como um dos inventores do “chifrinho” feito com as mãos, imitado por fãs do gênero no mundo inteiro. Segundo ele, o símbolo era usado por sua avó italiana, e servia para afastar (ou provocar) o “mau olhado”.

Para promoverem a coletânea os quatro se reuniram sob o nome Heaven and Hell para uma turnê mundial de um ano. Um dos shows em Nova Iorque da turnê é gravado e lançado sob o nome de Live From Radio City Music Hall, dando uma “geral” em toda a discografia de Dio com o Black Sabbath. Em 2008, é lançado um box set com toda a discografia de Dio à frente do Black Sabbath, chamado The Rules Of Hell, e os músicos anunciam que entrariam em estúdio para gravarem um novo álbum, batizado de The Devil You Know, lançado em abril de 2009.

Doença e morte:
Em 25 de novembro de 2009, Wendy, sua esposa e empresária, anunciou que ele havia sido diagnosticado com câncer de estômago.
Dio iniciou o tratamento com a doença ainda no estágio inicial e havia diminuído o número de show nos últimos meses.

Em 4 de maio de 2010, o Heaven and Hell anunciou que eles estavam cancelando todas as apresentações que ocorreriam no verão por causa da condição de saúde de Dio.

Dio morreu às 7:45 da manhã (horário local) de 16 de maio de 2010, de acordo com as fontes oficiais.

Wendy disse no site oficial de Dio:

“Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e o apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos dêem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre”
—Wendy

Fonte: Wikipedia

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4 comentários Adicione o seu

  1. Rafaela Pietra disse:

    Salve o amado Dio…

  2. Amilton disse:

    Muito significativo o cast de vocês como homenagem ao Dio. Adorei a seleção musical que fizeram. Um dos melhores vocalistas de metal…vai deixar muitas saudades…

  3. Almighty disse:

    Caramba, quando ouvi Holy Diver, caiu a ficha: o mestre morreu. Nunca mais poderemos vê-lo ao vivo.Me emocionei muito ouvindo as músicas do nosso querido Dio, principalmente as do Heaven and Hell, meu disco preferido de todos os tempos. O cara é insubstituível, foi e sempre será o melhor vocalista.

  4. Glaucio disse:

    Ao ouvir Este podcast me deu vontade de chorar, achei que fosse apenas uma homenagem ou coisa do tipo mas receber isto me surpreendeu muito nao esperava mesmo.Isto me fez pensar nas oportunidades que eu perdi de presenciar algum de seus shows e que agora fazem parte do passado.A respeito de Dio prefiro imaginar que ele tenha alcançado o máximo que uma estrela de sua magnitude pode alcançar, pois agora ele não mais envelhecerá, se tornará eterno como aquele homenzinho com cara de mal que vemos no pôster na parede, muitos não se lembrarão dele velho, mas sim como na época do “The rainbow in the dark” ou do Sabbath em que ele mostrava toda a imponência de sua voz. Fará algo de certa maneira seria contraditório, despertará as saudades dos que virão após a sua partida, assim como Phil Lynott despertou em mim, ou Kurt Cobain, Hendrix, Lennon e Sid Vicious despertaram em vários outros

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