Batendo papo na Masmorra # 17 – O que assistimos ultimamente… O último do ano!

 

Nesse Bate Papo na Masmorra Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam Kio Caio César do Farrazine comentando Aparicoes (série da BBC ) e Assassinato por Morte, Carlos Tourinho falando do documentário Guidable – A Verdadeira História do Ratos de Porão, Edu Cosso nosso brother, do Destino Poltrona indicando o hilário Kung Fu Cyborg Metallic Attraction, Monik Freitas do All Days I Dream About Sex ( blog de contos eróticos )defendendo Sofia Coppola e recomendando Encontros e Desencontros, Shana Shanshada colunista do Blog Vaca Preta dando aquela força pro cinema clássico indicando Aconteceu Naquela Noite do Frank Capra e nosso amigo Pablo lopes do Histórica e do Bar do Nerd que juntou-se a nós para conversar sobre cinema extremo e o tenso A Serbian Film.
E mais: Ciúme do Clark Gable, O que Bill Murray falou para Scarlet Johansson no final do filme Encontros e Desencontros?, homenagem à uma estrela do riso, muito xaveco da Shana Shanshada, zueira com queridos amigos.
Alguns filmes citados off topic: Felicidade de Todd Solondz, Eu sou uma Ciborgue, mas tudo bem. de Park Chan Wook, Somewhere da Sofia Coppola, O Piano de Jane Campion, Felicidade Não Se Compra de Frank Capra, O Último Chá do General Yen de Frank Capra, O Homem que Matou o Facínora dirigido por John Ford, Secretária de Steven Shainberg, Série esquadrão de Polícia com Leslie Nielsen.

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Lista de músicas tocadas neste episódio:

Tom Petty – Free Falling
Mary’s scape – Ost House of 1000 Corpses
To The House “
The House of 1000 Corpses “
Satisfaction – Ottis Redding
Modern Jazz Quartet – Baden Baden
Crianças sem Futuro – Ratos de Porão
Problemão – Ratos de Porão
Symphony Of Destruction – Megadeth
Just Like Honey – Jesus and Mary Chain
My Blood Valentine – Sometimes
Too Young – Phoenix
The Mornig After – Maureen McGovern
The Night Before Christmas Song – Spike Jones
Spire State of Mind – Alicia Kays and Jay Z ( ost Sex and The City)
We are one – Buckethead feat Serj Takian
Rock on – (ost Rejeitados pelo Diabo)
It’s so easy – Willy Deville
Outshined – Soundgarden
You’re so Cool – Hans Zimmer
Loverly Spring – (ost Desventuras em Série)
PM’s Theme – (ost Simplesmente Amor)
God Only Knows – The Beach Boys

Nossos podcasts divididos por gênero:
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Especiais:
Ronnie James Dio ( Playlist )
Dia dos Namorados
O Cinema em 2009
Assistindo o Oscar na Masmorra!
Do que trata o Masmorra Cast?
Lobo Solitário – Mangá e Adaptações cinematográficas
Especial Halloween – A Festa é americana, mas o cinema é asiático!

Gênero:

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5 Bons Filmes
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Games que viraram filmes ( que viraram games! )
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Ouçam estes filmes!( Playlist )
Filmes de Macho com “M” maiúsculo ( ou não )
Cinema Apocalíptico e Distopias
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Quadro a Quadro – O Cinema apresenta as Artes


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Hilary e Jackie: é um dos mais complexos filmes biográficos dos últimos tempos



 

Hilary e Jackie du Pré são duas meninas inseparáveis, que compartilham um mundo especial repleto de alegrias e música. A princípio, Hilary, a irmã mais velha, é uma musicista de sucesso, mas quando Jackie chega à precoce idade de nove anos, seu extraordinário talento como celista arrebata platéias de todo o mundo. À medida que as irmãs crescem, suas vidas vão ficando cada vez mais distantes e diferentes. Quando Jackie sai pelo mundo em turnês internacionais, seu único contato com a família é a roupa suja que ela manda lavar em casa.

 

Hilary casa-se com Kiffer, um jovem e talentoso maestro. As duas irmãs perdem contato, até que um dia Jackie chega de surpresa à fazenda onde Hilary e Kiffer vivem com seus filhos. Precisando desesperadamente de amor e apoio, Jackie diz à Hilary que quer dormir com Kiffer. Hilary nunca fora capaz de dizer não a irmã. Jackie se torna parte da família até o dia que Kiffer decide que aquela situação precisa ter um fim. Jackie deixa a casa da irmã e vemos sua vida através dos seus olhos – a solidão das infindáveis turnês, onde não se pode explicar a infelicidade que se sente numa língua estrangeira e onde todos dizem que a amam, mas ela não tem amigos. Apenas um celo, que pouco a pouco ela passa a odiar mais que sua própria vida.

 

 

Até Jackie conhecer Daniel Barenboim numa festa. Ela pega seu odiado instrumento e usa-o para se comunicar com Daniel, agradecendo-o por, finalmente, lhe trazer felicidade. Mas enquanto o mundo celebra a história de amor deles, comparando-a a um conto de fadas, alguma coisa está acontecendo à Jackie. Constantemente cansada, ela teme estar enlouquecendo. Ela volta a procurar Hilary e Kiffer, porém, aos seus olhos, é rejeitada por eles. Até que uma noite, durante uma turnê, ela perde a sensibilidade nos dedos. Ela consegue ouvir a música, mas não consegue tocar. Por fim, acaba tendo um colapso.

 

 

Roteirizado por Frank Cottrell Boyce, com base no livro “A Genius in the Family”, de Hilary e Piers du Pré, o filme conta com a ótima direção de Anand Tucker e trata do relacionamento tempestuoso entre duas irmãs.
Um outro aspecto que dá mais substância ao filme é a forma como a história é estruturada. Ela é basicamente desenvolvida em três atos: o 1º cobre o período da infância das duas irmãs; o 2º, rotulado de “Hilary”, conta a história do ponto-de-vista de Hilary; o 3º, rotulado de “Jackie”, a conta do ponto-de-vista de Jackie.

O roteiro, adaptado por Frank Cottrell Boyce, é muito bem elaborado. A trilha sonora é ótima, apresentando algumas interpretações da própria Jackie.

No elenco, Emily Watson e Rachel Griffiths estão magníficas como as duas irmãs. Merecem ainda destaques as atuações de James Frain, David Morrissey, Charles Dance, Auriol Evans e Keeley Flanders.

Ficha Técnica:
Gênero: Drama
Direção: Anand Tucker
Roteiro: Frank Cottrell Boyce
Produção: Andy Paterson, Nicolas Kent
Design Produção:Alice Normington
Música Original:Barrington Pheloung, Ian Jones
Fotografia: David Johnson
Edição: Martin Walsh
Direção de Arte:Charmian Adams
Figurino: Sandy Powell
Efeitos Especiais: Steve Breheney, Evan Green-Hughes
Pais: Reino Unido
Nota: 7.4
Filme Assistido em: 1999

Batendo papo na Masmorra # 16 – O que assistimos ultimamente…


Convidados saindo pelo ladrão!
E neste bate papo Angélica Hellish recebe Ivan Motosserra do Jerimum Beta e Rock 30 que citou o Bonitinha, mas Ordinária da peça de Nelson Rodrigues, Wilson Nantes( vulgo Kallango ) que citou a série Through the Wormhole, Edu Cosso falando (mal) de A Aparição com Charlie Sheen, Monik Freitas comentando Virgens Suicidas, Hugo Soares que adorou o filme Estômago, Tourinho falando do filme A Rede Social, Barão que assistiu o excelente A Língua das Mariposas e Daniel, o Maldito  que citou ( de passagem ) O Hospedeiro,Livro de Sangue, Meat Grinder filme gore Tailandês.
E mais: Host de mau humor, os comentários absurdos de Arnaldo Jabor, repressão ao Ivan Motosserra.
E você ouvinte?
O que tem assistido ultimamente? Comenta aí!
Edição feita por Monik Freitas.

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Músicas tocadas no podcast:

Placebo- Brick Shithouse
Cranberries – Salvation
Daft Punk – Steam Machine
Playground Love (ost virgens suicidas)
Dead Bodies (ost virgens suicidas)
David Bowie – The Pretty Things are Going to Hell
Marilyn Manson – Long Hard road out of Hell
Nick Gilder – Scream of Angels ( ost The Wraith)
El Tilonorrinco – (ost Línguas das Mariposas)
La Plaza – (ost Línguas das Mariposas)
Tire Swing – (ost Juno)
Bad Religion – A Walk
In Motion – (ost The Social Network)
In the Hall of the Mounth – (ost The Social Network)
System of a down – She´s Like a Heroin
Juliette Lewis – Hardly Wait
Beck – Loser
B Negão e os Seletores de Frequencia – A verdadeira Dança do Patinho
Garotos Podres – Papai Noel Velho Batuta
Maskavo Roots – Zé Trindade
The Lemonheads – Mrs. Robinson

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Masmorra Cast # 29 – Satoshi Kon 今敏 Sayonara


Neste podcast Angélica Hellish,  Marcos Noriega e  Eduardo Cosso comentaram os espetaculares longas animados do mestre Satoshi Kon, falecido recentemente.
Satoshi foi um grande diretor de animação,talvez um dos melhores do Japão ao lado de Hayao Miyazaki e Katsuhiro Otomo foi também um roteirista brilhante que criou tramas tão intrigantes quanto bem resolvidas, enfim, um cineasta completo. Nesta postagem incluímos também a leitura da carta/testamento que Satoshi deixou para seus familiares, amigos e fãs.

Escute até o final, pois tem a nossa leitura da carta de despedida emocionante que Satoshi escreveu pouco antes de falecer.  Esteja em paz, mestre!

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Asterios Polyp


Asterios Polyp é uma graphic novel que podemos sem medo chamar de uma obra prima dos quadrinhos, sem sombra de dúvida, faz valer o nome de “nona arte” empregada ao gênero. Foi escrita e desenhada por David Mazzuchelli e é o típico exemplo de que a sua tradução para outras línguas também necessitaria de um trabalho incrível de artistas e não somente de tradutores e diagramadores, já que toda a parte escrita dialoga intimamente com os desenhos tornando-os uma coisa só.
Percebemos todo o tratamento e cuidado que Mazzuchelli teve quadro-a-quadro. É interessante identificar o tratamento único que cada personagem recebe, como por exemplo, uma tipografia diferente, criada pelo autor para expressar o jeito de falar, interagir, sentir; o que nos faz imaginar e acompanhar o desenvolvimento das personalidades de cada um. Impressionante também são as páginas em que o autor mostra para o leitor que cada pessoa é diferente da outra, como se cada um representasse um estilo de arte diferente. São usados inúmeros recursos para conduzir a história e revelar cada vez mais sobre as personagens, a forma de como cada um se expressa.

A obra ainda não foi trazida para o Brasil, por isso, só encontramos para comprar (ou baixar) em inglês, mas fiquem tranquilos, pois o inglês é de fácil entendimento e as muitas gírias que aparecem são facilmente entendidas com auxílio dos desenhos (que já dizem muito por si).


Batendo papo na Masmorra # 15 – O que assistimos ultimamente…

 

Neste episódio Angélica Hellish, Monik Freitas, Tourinho, Hugo Soares, Eduardo Cosso e Shana Shanshada.

Conversaram sobre: Flashes de uma psicose, Halloween o início, Scott Pilgrim, Kamikaze Girls, Junto e misturado, Lumiere & companhia e Superman Earth One

E mais: Admiração por lolitas, a polêmica sobre Scott Pilgrim pica grossa da DC, Ultimate Homem-aranha, Supremus Marvel vs DC, Enem e suas apostilas e muitos mais.

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Músicas tocadas no podcast:

Garotos Podres – Johnny
The Strokes – i´ll try anything once (ost Somewhere)
Frank Black – I heard Ramona sing (ost Scott Pilgrin)
Little Joy – Keep me in mind
Molotov – Chinga tu madre
Pearl Jam – RVM
Sepultura – Refused Resist
Teen Titans Theme
U2 – Hold me , thrill me, kiss me, kill me (ost Batman Forecer)
Dead Fish – Anarquia Corporation
Serj Tankian – Sky is over
Faith no more – Land of sunshine
Blink 182 – Man overboard
Beirut – Elephant Gun (ost Capitu)
Burzum – Die liebe nerphus
Edith Piaf – Millord
Cat Power – Inside of mobile with the Memphis blues again (ost I´m not there)

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Podcast The Walking Dead # 06 Season Finale cambada!

Masmorra Lotada!
E dessa vez juntaram-se a Angélica Hellish e Marcos Noriega a galera do Baú Pirata / Piratacast, Jabour Rio e Júnior, Toopera do Visão Histórica e Pablo lopes (Órfão) – também do Bar do Nerd, Mau Faccio do Radiofobia e do site do Mau e Eduardo Palhares ( visitem a página do Edu no DevianArt!).
Falamos, especulamos, e ( principalmente ) demos muita risada!
E esse papo vai ter continuação!

Agradecemos à todos que comentaram os podcasts ( e agradecemos verbalmente também! Escute até o final ) foi bem legal conversar com tantos fãs da temática zumbi!
Valeu galera! Até apróxima temporada.

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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Links interessantes:

Comentário em Frames de The Walking Dead por Ricardo Ferro Obrigada por mencionar Masmorra Cast querido!
Walkers Brasil – muito conteúdo sobre a série.Acesse!

Pablo Lopes em dois momentos:

Bebendo um pouco… (Ser o “Messias” não é mole não!)…

… E sorridente em sua carreira solo.Volte para o System of a Down rapá!

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Podcast The Walking Dead # 05 – Wilfire


E aí galera!
Temporada ( curtinha ) de The Walking Dead chegando ao fim.
E mais uma vez Angélica Hellish Marcos NoriegaMau Faccio do Site do Mau e do Radiofobia, Toopera do Visão Histórica se juntaram à Pablo Lopes do Bar do Nerd ( a grande estrela desse podcast – reparem o momento em que ele direciona os “holofotes” para ele…)
Conversamos sobre o episódio em si, sobre nossas espectativas em relação a série, demissão dos roteiristas, qual personagem deveria morrer ou não…
E você o que achou desse episódio? Comenta aí!
Um abraço e até a season finale!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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Links interessantes:

Imagens super legais, criadas pelo Ricardo Ferro.Valeu querido!
Tumblr Fuck Yeah – sobre a série
Walkers Brasil – todas as informações sobre a série, visitem!
Imagem final desse episódio ( que virou meu wallpaper…hehe )
Twitter do Robert Kirkman

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Batendo papo na Masmorra # 14 – O que assistimos ultimamente…

Demorou,mais saiu!!!
Dessa vez com direito a homens chorando e muito mais…
No bate papo informal Angélica Hellish e Marcos noriegamarcos recebem, Almightypro, eduardo_cosso, Touroman, Hugoels.
Falaram sobre os filmes: Arabian Nights, Toy Story 3, Arahan, Requiem for a dream, Os Vingadores, Mr. Vampires e Cidade da Violência.
Séries comentadas: A linda aparição de Stephen King, no episódio 3 da 3º temporada de Sons of Anarchy, O pai desbocado de Shit my dad says, as loucuras dos alunos em Community.
E mais: Homens chorando, merchan de supermercado, luta de nome estranho e agradecimentos aos ouvintes com Monik_freitas, e AngelicaHellish.

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Música tocadas no podcast:

Sweet – Love is like Oxygen
Sweet – Action!
Yo la tengo – Sugarcube
Omar Faruk Tekbilek – Last moments of love
Strokes – The Modern Age
Bush – The chemical between us
The Ramones – I bilieve in miracles
Soni Youth – Hey Johnny
garbage – Special
Korn – Blind (live)
Pixies – Gouge away
Requiem for a dream – Summer overture
Yeah Yeah Yeahs – Rich
Antsy Pants – Vampire
sepultura – O matador
Joy Division – Transmission (live Peel Sessions)
L7 – Scrap

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Peacock

Realmente tá ae um filme cuja sinopse engana muito, não sei se tenho o direito aqui de estragar a mesma surpresa que tive, vendo os minutos iniciais desse filme. Praser sincero peguei o filme por causa da Ellen Page, a menina sabe escolher os filmes em que ela atua, de modo a não ficar marcada com o mesmo tipo de papéis em todos os filmes. Por tanto lá fui eu assistir Peacock.
Peacock, no Nebraska, é uma daquelas típicas cidadezinhas americanas, bem interioranas, que se não fosse pelos carros e tecnologia vistas no cenário, você não saberia situar em que ano a história se passa. 

A trama nos apresenta John Skillpa (Cillian Murphy de Batman Begins), um bancário, que vive sua vida rotineira e pacata, mas com inúmeros traumas (preste muita atenção as fotografias da abertura do filme) e por conta disso tem uma personalidade acuada, praticamente vivendo enclausurado dentre de si mesmo, e embora a mãe já esteja morta, ele ainda compra doces escondido e guarda uma caixa com seus segredos particulares sob os degraus de uma escada velha, sempre atento a janela do quarto de sua mãe.

Impossível não ligar o personagem Skillpa à Norman Bates, de Psicose, pois o trauma do relacionamento com a mãe, o fez desenvolver uma dupla personalidade, Maggie Skillpa, John conseguia mantê-la dentro da casa, até que após o descarrilhamento de um trem, faz com que um vagão atinja a casa dos Skillpa, revelando assim Maggie à população de Peacock, que passa a acreditar que eles sejam na realidade um casal.

Agora Maggie tem a oportunidade de conhecer o mundo fora de sua casa, isso acaba seduzindo-a, e cada vez mais passa a dominar a personalidade de John.

A essa altura do filme, embora intrigado com a trama, eu estava me perguntando: – Afinal de contas, onde entra a personagem da Ellen Page nisso tudo?

Bom assim, do nada, em uma noite ela bate à porta de John, pedindo dinheiro para ir embora da cidade. Ela faz o papel de uma garota desafortunada que tem um filho com John (!!!). No entanto Maggie passa a querer ajudá-la, impedir que vá, talvez ali esteja uma fração de instinto materno e afinidade pela criança.

Assim inicia-se uma disputa entre as duas personalidades de Skillpa, particularmente achei bem ambíguo as intenções dos dois personagens, que foram muito bem interpretados por Cillian, que culmina então de uma forma pouco vista no cinema.

Fui então procurar algumas críticas na Internet à fora, e sinceramente, das que encontrei, as pessoas parecem não ter assistido mesmo filme que eu, alguns o classificaram como “suspense sobrenatural”, ou mesmo a sinopse oficial, que “após acidente, banqueiro passa a enfrentar problemas.”

A unica crítica interessante e condizente com o mesmo filme que vi, embora com algumas sutis diferenças na própria compreensãoda trama, o que é totalmente plausível e justificável, pois cada pessoa vê a trama e a absorve de uma maneira, condizente com toda sua bagagem.

Agora convido vocês leitores do Masmorra, a darem suas impressões sobre esse filme, que parece ter sido notado pelos amantes da sétima arte.

Exit Through the Gift Shop – A Banksy Film

O filme “Exit Through the Gift Shop” é o primeiro filme dirigido pelo artista de rua britânico e anônimo conhecido por “Banksy”. O filme inicia com Banksy, explicando do que irá tratar o filme. Nas suas próprias palavras: “O filme é a história do que aconteceu quando esse cara – Thierry Guetta – tentou fazer um documentário sobre mim. Mas agora ele é tão interessante quanto eu, portanto o filme será sobre ele”.


Thierry Guetta, um cidadão comum que t
em a estranha mania de filmar tudo o que acontece ao seu redor, mesmo que ninguém veja, tem a necessidade de sempre registrar a própria vida, até encontrar com o seu primo, o artista de rua conhecido por “Space invader”. O “documentário”, fictício ou não, se desenrola na construção de Thierry Guetta, uma pessoa comum, em Mr. Brainwash, um excêntrico artista. Trata-se de uma crítica feita de artistas sobre a própria arte e o mercado de arte, pois discute o quanto a arte está vendida atualmente, ou até os valores da nossa sociedade que cria um “hype” em cima de ideias recicladas.


Podemos perceber que o “artista” Mr. Brainwash faz composições aleatórias, como por exemplo aplicar fotos de celebridades em um papel de parede estampado que consegue ser vendido por altos preços para algum colecionador de “obras de arte contemporânea”. Banksy brinca com esse “hype” e nos mostra como alguém consegue se transformar da noite pro dia em alguém de alto reconhecimento popular e artístico, levando a sua “arte de rua” para exposições, perdendo a própria essência de contra-cultura. Banksy nos leva a discussão sobre esse mercado artístico atual, onde algo que já foi significativo, como uma crítica grafitada no muro perde o seu valor quando é encontrada na parede de algum colecionador ou, como aconteceu algumas vezes, o grafite ser retirado com o muro e leiloado (ler notícia aqui).



Para entender a motivação de Banksy em sua crítica social, precisamos observar suas obras e pesquisar um pouco sobre o seu passado.
Algumas obras postadas junto a esse texto exemplificam as críticas sociais que ele sempre grafitou. Uma das mais famosas, e pela qual ficou conhecido mundialmente, foram feitas no muro da Cisjordânia.

Banksy também dirigiu uma abertura polêmica de “Os Simpsons”:


Por fim, seria bom se cada um pudesse assistir e refletir sobre o valor crítico ou cultural da arte contemporânea, indo mais fundo do que apenas tentar saber se Mr. Brainwash é mais uma criação feita por Banksy.

Trailer: