Paradise Lost – A trilogia de documentários que salvaram vidas

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Documentário é um gênero cinematográfico cujo cerne é a exploração da realidade. O que não quer dizer que este tipo de mídia não tenha obras ficcionais. Nada muito diferente dos outros gêneros, apenas que quando retratam a realidade, normalmente o fazem de uma forma jornalística, muitas vezes didática, podendo ainda abordar o tema central de forma retórica e dialética. Em resumo, o objetivo principal de um documentário é informar e discutir o assunto do qual pretende transmitir, analisando mais de um aspecto relativo ao fato em questão.

Assim, é mais do que normal que um documentário possa influenciar a opinião pública através da forma como se propõe a tratar sobre o tema escolhido. Naturalmente, isso aconteceu com a trilogia de documentários da HBO, Paradise Lost, produzidos e dirigidos por Joe Berlinger e Bruce Sinofsky.

Em Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills (1996), o primeiro da trilogia, o objetivo era cobrir o julgamento de 3 jovens: Damien Echols, na época com 18 anos, Jason Baldwin, 16 anos, e Jessie Misskelley Jr., 17 anos.

Estavam sendo acusados pelo brutal assassinato de Stevie Branch, Michael Moore e Christopher Byers, 3 garotos de apenas 8 anos cada, em West Memphis, uma pequena cidade no Estado do Arkansas. Os investigadores concluíram que as crianças foram mortas em algum tipo de ritual satânico empreendido pelos adolescentes. O fato dos acusados terem um perfil de rebeldia, vestirem-se de preto, gostarem de Heavy Metal e bandas como Metallica, isso tudo numa cidade onde a religiosidade é aflorada, não ser “um bom cristão” é sinal suficiente para a culpabilidade.

Berlinger e Sinofsky já haviam trabalhado com algo parecido antes.Em 1992, os dois dirigiram o documentário Brother´s Keeper que detalhava o julgamento de um assassino. Porém, o criminoso, apesar do que havia feito, era defendido pelos moradores locais. Na verdade, o que os dois encontraram em West Memphis foi uma verdadeira “Caça às Bruxas” e um clima de ânimos totalmente diverso.

Os dois diretores acreditavam que fariam um filme sobre três jovens culpados. A pergunta principal era: “como poderia esses adolescentes serem tão podres e capazes de fazer algo tão horrível?” A mídia local estava tão parcial e apontando os 3 como culpados que não havia dúvidas que seria um caso facilmente encerrado. Todavia, no decorrer das filmagens, ao tomarem o primeiro contato com os acusados e com uma análise mais fria das provas, a visão deles começou a mudar. Algo estava errado.

Tanto que no início notamos um documentário imparcial, ouvindo as versões dos dois lados, dando-se espaço às famílias das vítimas, bem como dos réus. Porém, os indícios de uma confissão forçada de Jessie Misskelley, a ausência de provas consistentes que incriminassem os jovens, a não ser o fato de estarem sendo acusados implacavelmente, perseguidos pelos gostos musicais e por vestirem-se de preto, começa a levar os documentaristas para um outro rumo. O filme passa para uma parcialidade onde nota-se a tentativa de mostrar que os réus não são os monstros que a mídia e a população local estavam pintando.

Surgem também suspeitas sobre o padrasto da vítima Cristopher Byers, John Mark Byers. Um homem enorme, religioso ao extremo que durante as filmagens está sempre atuando como um pai amoroso mas vingativo. Ocorre que Byers dá como lembrança para os dois produtores do documentário uma pequena faca de caça que é entregue à polícia. Uma análise aponta resquícios de sangue humano no instrumento, compatível com o tipo sanguíneo de seu enteado, mas também com o do próprio Mark Byers. Todavia, a amostra é imprestável para um exame de DNA.

Apesar de tudo isso, Jessie Misskelley e Jason Baldwin são condenados à prisão perpétua, e Damien Echols é sentenciado à Pena de Morte. Paradise Lost, vai ao ar, mas não consegue evitar a condenação dos jovens. Mas serviu para abrir uma grande dúvida nos Estados Unidos a respeito da culpabilidade dos condenados.

Depois que Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills é transmitido pela HBO, começa a surgir pessoas que não acreditam na culpa dos jovens. Essas pessoas se unem e fundam um grupo de apoio aos condenados, chamado “Exonerate the West Memphis 3 Support Fund” (Fundo de Suporte para Exoneração dos 3 de West Memphis), que vai angariar doações para ajudar no pagamento de novos advogados e de criminalistas forenses capazes de analisarem melhor as evidências em busca de provas que possam, pelo menos, atestar que Echols, Baldwin e Misskelley são inocentes, ainda que não consigam descobrir o verdadeiro assassino.

Este é o tema do segundo documentário, Paradise Lost 2: Revelations (2000). Lançado quatro anos após o primeiro, a obra vem para apresentar novas provas que passaram despercebidas anteriormente e levantar mais desconfiança sobre Mark Byers. Dessa vez o padrasto de Cristopher Byers é fortemente apontado como o assassino das crianças, e as suspeitas aumentam após a morte sem explicações de Melissa Byers, sua esposa e mãe da vítima. Com a ajuda de um criminalista forense, se descobre marcas de mordida na face de Cristopher Byers, e incrivelmente seu padrasto extraíra todos os dentes pouco tempo antes dessa descoberta. Porém, nada tem consistência suficiente que possa incriminar Byers.

Berlinger e Sinofsky, mantêm o documentário firme, como o único bastião de defesa na mídia para os 3 jovens de West Memphis. Acompanham seus recursos de apelação, apresentam o grupo “Exonerate The WM3 Support Fund” e o trabalho que desenvolvem na ajuda dos acusados e, finalmente, deixam cada vez mais claro a injustiça da condenação e as falhas no Sistema Judiciário Americano. Mesmo com tudo isso, todos os recursos de apelação são indeferidos, os jovens continuam cumprindo suas penas e Echols aguardando o dia de sua morte.

Os documentaristas continuaram acompanhando os 3 condenados. Agora, depois do segundo filme, a nação americana dava amplas demonstrações de apoio a Echols, Baldwin e Misskelley. Artistas de renome, como o ator Johnny Depp, o vocalista da banda Pearl Jam, Eddie Vedder, entre outros, começam a dar declarações em favor dos jovens; o fundo de ajuda do grupo “Exonerate WM3” obtém mais e mais doações que vão ajudar na análise de novas provas.

Paradise Lost 3: Purgatory (2011), na medida em que era produzido, era idealizado como a ferramenta definitiva que iria conseguir colocar os jovens em liberdade. Este terceiro documentário traz reviravoltas impressionantes, como o fato de familiares das vítimas se declarando favoráveis a um novo julgamento dos condenados por acreditarem que possam ser inocentes. John Mark Byers, o padrasto de Cristopher Byers, implacável perseguidor e maior incentivador da condenação dos 3 de West Memphis, por incrível que possa parecer, se torna um defensor dos jovens, pedindo pela libertação dos mesmos. Tudo isso devido ao surgimento de uma prova irrefutável de que os apenados são inocentes: é encontrado fio de cabelo num dos cadarços utilizados para amarrar as vítimas. Exames de DNA executados na nova evidência demonstram que o fio de cabelo não é de nenhum dos 3 condenados. Ao invés disso, vemos agora um novo parente das vítimas implicado nos assassinatos.

O exame de DNA aponta que o fio de cabelo encontrado é do padrasto da vítima Stevie Branch, o Senhor Terry Hobbs. Os álibis apresentados por ele não se encaixam, pouco tempo depois dos assassinatos ele se separa de sua esposa e mãe da vítima, Pam Hobbs, com acusações de espancamento e testemunhas afirmam que o viram com as crianças no dia em que foram mortas.

Estas evidências somadas a pressão popular em favor da libertação dos apenados, agora homens com mais de 30 anos e a 18 cumprindo pena, forçam a Suprema Corte Americana a reconhecerem o direito de um novo julgamento.

Porém, em Agosto de 2011, numa manobra dos procuradores do Estado de Arkansas, é feita uma proposta de acordo na qual os condenados, mesmo afirmando inocência, se assumem culpados pelos crimes, e o Estado os concede uma diminuição de pena que compreende os 18 anos já cumpridos. Os 3 de West Memphis finalmente estão LIVRES, e Damien Echols com a vida salva pois se livrou da Pena de Morte.

A trilogia de documentários Paradise Lost, apesar de não ter se iniciado com este objetivo, conseguiu no decorrer de quase 2 décadas levantar o questionamento sobre a Justiça Americana e a Pena de Morte. Ficou clara a possibilidade de condenações capitais injustas em que inocentes podem ser condenados por crimes que nunca praticaram. O desfecho do caso dos 3 de West Memphis é um atestado da covardia e incompetência do Estado do Arkansas. Aquela altura dos fatos, talvez fosse mais difícil para o Estado reconhecer que errou. Na verdade, apesar de se declararem culpados, os 3 são libertados, numa prova cabal da inocência incontroversa deles. Talvez, a maior vantagem, mesmo continuando com a folha corrida suja, seja a liberdade e a vida.

A qualidade dos documentários é indiscutível. Todos eles têm como característica a ausência de narração. Tudo é contado através de depoimentos das pessoas envolvidas e trechos de reportagens jornalísticas. Notamos que Berlinger e Sinofsky são muito intuitivos em determinados momentos, e a maior afirmação disso é o fato deles terem sido os primeiros a acreditarem na inocência dos 3 de West Memphis depois dos familiares. Inclusive as tomadas de câmera são tão naturais que em alguns momentos nem parecem que estejam presentes gravando as cenas.

A notável parcialidade dos filmes não afasta o contraditório, ou a dialética. Todas as partes envolvidas são ouvidas e é dado espaço suficiente para cada um se expressar, ainda que sempre se direcione para proteção dos condenados. Percebemos isso quando vemos familiares das vítimas dando depoimentos cegos e vingativos, de justiça implacável, Fúria Divina, fazendo transparecer mais negatividade deles do que dos próprios acusados.

Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills foi premiado com o Emmy em 1997. Destaque-se também o fato de que foi o primeiro filme que a banda Metallica cedeu o direito de utilização de suas músicas, o que continuou nos outros documentários. O terceiro documentário, Paradise Lost 3: Purgatory, é de longe o melhor produzido. Além deste fazer um apanhado geral do que aconteceu nos 18 anos que se passaram desde a condenação, permitindo que qualquer um possa entender todo o caso assistindo apenas o último, é o mais impressionante por mostrar o amadurecimento dos 3 de West Memphis e mais forte que os 2 anteriores em apresentar provas da inocência deles, junto com as demonstrações de apoio da população.

A indicação ao Oscar de 2012 era natural. No entanto foi uma surpresa que o documentário tenha perdido. Isso talvez tenha acontecido por ser uma obra ácida, amplamente crítica do Sistema Judiciário Americano, bem como do fanatismo religioso, capaz de condenar, não pelas provas, mas pelo preconceito. Some-se o fato de que há ainda familiares das vítimas e pequena parte da população que não concordam com a libertação dos condenados.

Mas nada disso importa. Acredito que o prêmio maior para os documentaristas foi verem a liberdade conquistada pelos 3 de West Memphis e estarem presentes no dia em que aqueles jovens garotos, agora homens feitos pelo sofrimento, caminharam livres sob o sol, como resultado dos filmes que produziram.

A trilogia Paradise Lost é mais que documentários, são obras históricas e exemplo do poder que possui este gênero cinematográfico em informar e influenciar a opinião pública.

IMDB

Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills (1996)

Paradise Lost 2: Revelations (2000)

Paradise Lost 3: Purgatory (2011)

Iêdo Júnior

 

 

 

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13 comentários Adicione o seu

  1. Pablo Grilo disse:

    Sou contra dizer que documentário é um gênero, por mais que nas video-locadoras assim esteja. Eu vejo documentário como uma forma de narrativa diferente da ficção, com estética e sub-gêneros próprios.

    1. Pô Pablo e nada de falar do documentário (caso tenha visto), do tema, ou mesmo o trailer?
      Que deselegante vir aqui só pra corrigir (nem acho necessário) um dos escribas da equipe que gera conteúdo excelente pro site 😦

      1. Pablo Grilo disse:

        Não estou vindo corrigir ninguém, longe disso, apenas dei o meu ponto de vista. Acho esse debate válido até hoje: documentário é filme? Qual a sua estética? Se acharam deselegante, peço desculpas.

        Ainda não conheço o Paradise Lost, vou correr atrás e volto pra comentar.

      2. Pablo Grilo disse:

        Tardei, mas não falhei!

        Li o texto bem escrito pelo Iedo, e vou colocar pra baixar aqui os docs pra conferir. Desde já me interessei pelo tema, e, se ele permite o contraditório ouvindo ambas as partes, é assim que um documentário que aborde esses temas sociais devam fazer, e não a pieguice escrota do Michael Moore (até hoje não perdoo o que ele fez com o Charlton Heston).

        No mais, concordo com o Iedo de que não só documentário, mas o cinema tem um papel social muito importante. Só para lembrar que filmes também podem servir para colocar o dedo na ferida propondo um novo olhar, e principalmente para (re)abrir debates na sociedade, como temos diversos exemplos por ai.

        O fato de ele não ser panfletário me fez querer vê-lo com mais interesse, e, por mais que ele tenha ajudado de fato na liberação dos jovens, acredito que muito se deu devido a discussão em si.

        Quando vê-los, voltarei aqui.

    2. Iedo Junior disse:

      Pablo, respeito sua opinião, mas tenho um entendimento diverso do seu. Eu considero sim documentários um gênero cinematográfico. Documentários tanto podem ter uma narrativa voltada para a realidade, mas também podem haver documentários ficcionais. Além do mais, nos documentários há a presença de de direção, fotografia, maquiagem, edição, edição de som, até mesmo roteiro, como qualquer filme do cinema. Por fim, muitas vezes estão presentes como categoria em boa parte dos prêmios cinematográficos, como o Oscar, o Sundance, entre outros. Mas o fato de haver uma estética e sub-gêneros próprios não quer dizer que sejam exclusivos, afinal de contas já vimos muito filmes com estética de documentário que não o são, caso de REC, Bruxas de Blair e por aí vai. Todavia, não pretendo mudar sua opinião, apenas colocar a minha e pedir, como a amiga Angélica, para que vc assista os documentários Paradise Lost, vai mexer com vc e torço para que volte aqui para abrirmos outra discussão: E aí, o que vc achou? Culpados ou inocentes?

      Grande Abraço!!1

  2. Alessandro disse:

    Uma pergunta (pode até parecer inocente) e o desfecho mesmo? fiquei muito curioso e vou atrás (é fácil conseguir? de preferência dublado).

    Abraço e sucesso

    1. Iedo Junior disse:

      Caro Alessandro,

      Vc quer dizer o desfecho quanto a autoria dos assassinatos? Se for isso ainda não há desfecho. Todavia, fico com medo de que com a manobra da promotoria em dar a liberdade aos 3 de West Memphis em troca do reconhecimento da culpa, faça com que se encerrem as investigações. Na verdade, as investigações estão encerradas a pelo menos mais de 10 anos, todas as provas recentes foram conseguidas graças aos esforços do grupo de apoio aos condenados bem como de seus advogados e profissionais criminalistas contratados. Não houveram esforços do Estado no sentido de encontrar culpados. Para a Justiça Americana, os culpados estavam presos e era um caso encerado.

      Quanto a haver os filmes dublados, vc provavelmente não irá encontrar. Assisti os 3 filmes totalmente em inglês e sem legendas. Vc talvez encontre legenda dos dois primeiros, mas em Espanhol. Taí uma dica para solicitarmos aos desenvolvedores de legendas espalhados na net para que se interessem em fazê-las, pois são documentários que vale a pena assistir.

  3. Lívia Silva Santos disse:

    Sensacional! Ainda não tive oportunidade de assistir aos 3 documentários, mas já tinha lido algo sobre o indicado ao Oscar. Mas não conhecia a história completa.

    É realmente assustar ver como esses casos são arrastados por anos e anos, tendo influência do governo e da religião, e o pior, que eles façam o acordo se assumindo como culpados.

    Vou procurar os 3 agora! Ótimo texto! Parabéns!

    []s

    1. Iedo Junior disse:

      Que bom que apreciou o texto, Lívia. Acredito que vc vai gostar muito dos documentários. O acordo, para assumir a culpa, era a opção que tiveram de melhor. Era aceitar e sair livre, ou arriscar um novo julgamento, que apesar de ser tudo que eles queriam àquela altura, não havia garantia que ganhariam mesmo com todas as provas que conseguiram no decorrer de 18 anos de investigações. Apesar de tudo foi vantajoso para eles, e foi uma prova que o Estado considerava a inocência deles, ainda que por vias tortas.

  4. Caio disse:

    assisti a triologia Paradise Lost na HBO, acredito que o canal os exibiu por causa do burburinho cinéfilo que tava rolando pela indicação ao Oscar do terceiro filme. Eu mesmo nunca tinha ouvido falar dos West Memphis Three antes dessa indicação da academia.

    me chamou a atenção o Mark Byers acabar representando o homem americano comum entrando em choque com um mundo que não é um simples preto & branco. É exaustivo e comovente ver a dor dele ao tentar encaixar sua moral religiosa na realidade cinzenta que o confronta.

    1. Iedo Junior disse:

      Puxa vida Caio, vc falou uma verdade agora sobre Mark Byers, da tentativa de encaixar a moral religiosa dele com a realidade cinzenta confrontada. Olhando pelo prisma dele, diante de toda religiosidade dele, o crime satânico como era pintado se encaixava perfeitamente. Para ele era mais cômodo e natural se encaixar numa realidade assim, do que perceber a inocência dos 3 acusados. Coisa que ele só veio a fazer depois, mas com muito custo. Byers, é para mim o personagem coadjuvante principal. É através dele que vemos e analisamos como está o coração e os sentimentos dos familiares das vítimas, já que ele foi o único com coragem suficiente de estar sempre mostrando a face. Mesmo ao ter sido apontado como autor dos assassinatos, em nenhum momento ele “Fugiu da raia”, sempre esteve presente, principalmente nos dois primeiros filmes. Ótimo cometário. Obrigado Caio!!!

  5. Cara eu tenho de admitir que nunca tinha ouvido nem sequer falar nos documentarios, mas lendo a materia do colega Iêdo, passei a refletir sobre o quanto o ser humano pode ser poderoso em suas escolhas e como uma vida pode ser prejudicada por questionamentos de outrem. O quanto vale uma vida e o quanto esses caras perderam por se comportarem fora dos padrões…? Realmente muito bom o texto. vou baixar os documentarios e assistir…

  6. Cristhiane disse:

    Já os havia assistido pela HBO, e ao ler aqui essa matéria me surpreendi com a maneira com a qual vcs destacaram estas obras que ao meu parecer são de uma grandessíssima qualidade (e sim eu acho que documentário, seja ele verídico ou fantasioso, é um gênero cinematográfico)
    Parabéns a todos que colaboraram e escreveram esta matéria, instigaram a quem não assistiu a querer assistir e aos que já assistiram, como eu, a ver outra vez.
    Bjs a todos!!!

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