Sexismo e o real valor da mulher no documentário Miss Representation

” A forma mais comum das pessoas abdicarem de seu poder, é pensando que não tem nenhum” – Alice Walker

Com essa frase da premiada escritora, vencedora do prêmio Pulitzer e também ativista afro-americana (de A Cor Púrpura) começa o documentário Miss Representation, premiado no Festival De Sundance no ano passado, com direção de Jennifer Siebel Newson que saiu para TV fechada em 2011 e que questiona o como a sociedade atribui valor a mulher. Como assisti hoje, gostaria de compartilhar aqui algumas impressões com vocês caros leitores (as)

Não é raro a mulher atual se sentir incomodada com tantas cobranças e imposições da sociedade, dos homens, de outras mulheres, de suas famílias…

Muitas perguntas a afligem: “Estou bonita? Sou bem sucedida? Engordei? Estou velha para o mercado de trabalho atual? “ e tantas outras!

Como mulher, blogueira e como mãe que sou (de uma adolescente) tenho observado toda sorte de comportamento, no mundo virtual e real:

Homens que precisam se auto-afirmar falando dos atributos físicos das heroínas dos filmes de ação, outros que denigrem a imagem da mulher quando essa representa ou expõe uma ameaça mesmo que velada a sua virilidade, por assumir publicamente apreciar o sexo e fazê-lo sem culpa ou intenção de laços futuros.

Mulheres que atraem para si uma atenção (muitas vezes negativa, infelizmente) expondo sua vida íntima e pessoal para tantos desconhecidos, sem se preocupar como isso pode repercutir futuramente na vida pessoal e profissional.

A gente cresce, muda a maneira de pensar em relação a tanta coisa nessa vida!

Vivemos sob o peso de um padrão comportamental, isso é óbvio.

Hoje em dia, nos classificados de emprego dos jornais, já é proibido solicitar que só se apresentem ao cargo, os de boa aparência.

Nesse mercado competitivo todos sofrem uma ou outra decepção por saber que muitas vezes serão rejeitados mesmo sendo mais gabaritados do que aqueles que conseguem a vaga disponível na empresa.

Eu mesma tenho uma querida sobrinha, (acima do peso) que tão inteligente, comunicativa e bem formada como é, não consegue um bom emprego à altura de sua capacitação profissional!

E já chegaram ao cúmulo de ligar mais de uma vez da mesma empresa para ela, sendo que já lhe haviam dispensado anteriormente após breve triagem com muitos e efusivos (e hipócritas) elogios ao excelente currículo que ela possui.

Nesse documentário, várias atrizes, mulheres poderosas da política estadunidense, apresentadoras de telejornal americano e programas de televisão, jovens estudantes, cineastas, mulheres maduras e também donas de casa falam como se sentem com toda essa pressão injusta que a sociedade, a mídia enfim, que a vida traz para nós mulheres.

Quão emocionante e triste é o relato da adolescente que, em meio às lágrimas, assume o desespero por não saber como ajudar a irmã mais nova, tão frustrada por não ter uma aparência que condiz com o que ela vê na TV, nos clipes musicais, na escola e se corta às escondidas.

E que assustadoras são as imagens das pequenas misses? Tão maquiadas e oprimidas pelos pais e pela competitividade desses concursos insanos.

Como o cinema apresenta a mulher atualmente?

Ela, quando protagonista de filmes: Seja esses de ação, de mulher empreendedora como em Uma Secretária de Futuro, ou mesmo diversas histórias de pura aceitação pessoal como em Bridget Jones só para citar um exemplo, é necessário que haja um homem, um Sr. Darcy, esse príncipe encantado para que ela se aceite como é, liberta de qualquer estereótipo?

Em suma, um bom documentário que acredito deveria ser assistido por todos. Mas principalmente por homens de todas as idades, pois elucidaria várias dúvidas que os ajudaria a evitar várias afirmações equivocadas ou injustas como as que “a animação Brave não fez sucesso, pois os meninos não querem ir ao cinema ver uma protagonista, isso serve também para outras animações onde ocorre o mesmo “

As crianças absorvem e aceitam o que lhes é mostrado e falado no dia a dia como verdade absoluta. Resta a nós pais, irmãos, amigos e educadores ensinarmos que nem tudo que a mídia reproduz como certo e esperado é verdadeiro e merece ser imitado.

Boa reflexão meu amigo (a) e o link está aqui para que você conheça esse documentário.

Viste a página oficial aqui

IMDB

Rotten Tomatoes

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Masmorra Cast #38 Crying Freeman – O mangá, os ovas e (argh) o filme

freeman

Continuando nossos podcasts falando dos excelentes mangás roteirizados pelo mestre Kazuo Koike, falamos desta vez sobre Crying Freeman que conta com a arte de Ryoichi Ikegami. Uma obra excepcional com altas doses de violência e erotismo que conta a história do Sr. Yo, um jovem ceramista japonês que ao denunciar um assassinato, é recrutado à força pelos 108 Dragões, uma organização criminosa chinesa que, através de uma técnica de hipnose e acumpultura, o transforma em seu assassino principal e logo depois, em seu novo líder.

Devido a um efeito colateral de seu treinamento, Yo sempre derrama lágrimas após matar alguém, daí seu codinome “Crying” (chorando)

Esta série foi exibida no Japão de 1989 a 1992. Já em 1995, é produzido um filme para cinema, dirigido por Cristophe Gans.

Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram para conversar sobre a obra os amigos Eduardo Cosso do Internet Discada, Destino Poltrona e Dimensão Nerd,  Sr. Seu Panda do Cruzador Fantasma e do Pauta Livre News e André Faccas do Quadrim

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Citados:

Ovas de Crying Freeman (em inglês)

Trailer do filme

Masmorra Cast sobre: Lady SnowbloodLobo Solitário

Podecash falando de Avatar A Lenda de Aang

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Walter Khouri, O Mestre da Boca do Lixo.

 

 

Se existiu um cineasta inspirador para o movimento da “Boca do Lixo” – e todos os seus estilos – esse homem foi Walter Hugo Khouri. Nascido em São Paulo (1929), sua produção cinemátografica era O alvo, o modelo a ser seguido por aqueles que no futuro comporiam a turma do Honório Martins (o cara que alugava os equipamentos pra galera da boca).


O cinema de Walter Khouri começa junto com a história dos grandes estúdios, como assistente de produção de Lima Barreto em “O Cangaceiro” (1953), ainda trabalhando pela Vera Cruz.

Mas muito da admiração dos cineastas da boca vinha de sua primeira produção independente: “O Gigante de Pedra” (1953), que foi totalmente realizado e lançado sem o apoio de um grande estúdio, uma tarefa hercúlea nos idos de 53.

Não bastesse o esforço dos cineastas do cinema-novo em rotular o cinema de Khouri como “burguês e alienado”, o impressionante sucesso de Khouri nas bilheterias o consolidou como uma espécie de mestre jedi do “como-realizar”, para a grande maioria dos cineastas da boca.

Claro que o cinema de Khouri das decadas de 50-60, apesar de independente,  ainda não poderia ser considerado “boca do lixo”. Seus cortes – apesar de um pouco mais suaves – ainda podiam ser identificados como um cinema quasi-europeu, motivo pelo qual tornou-se um cineasta prêmiado, com os filmes “Na Garganta do Diabo” (1960) e “Noite Vazia” (1964), filme que foi exibido em Cannes (1965) e que é considerado o modelo do estilo de Khouri, por mais que a influência italiana em seus filmes fosse gritante.

 

O namoro de Khouri com a “boca do lixo” começa no final da década de 60 e inicio da década de 70, em obras como “O Corpo Ardente” (1965), seu episódio da série “As Cariocas” (1966), “As Amorosas” (1967) e por fim “O Palácio dos Anjos” (1970).

Sua filmografia a partir dos anos 70 dilui seu estilo europeu e abraça sem pudores a pornôchanchada, com tantos clássicos que seria difícil de listar tudo em um único post, bastando apenas citar que entre eles estão filmes imperdíveis como “Convite ao prazer” (1980), “Eu” (1986) e a melhor pornôchanchada já filmada: “Amor Estranho Amor” (1982).

 Tremyen participa também da The Dark One Podtrash

Resenha: O Sul (El Sur) Victor Erice – 1983

 

Memória do Afeto

O desaparecimento de um ente querido e o contato com as sequelas da guerra cria o tipo de caos emocional que dificilmente se cura, sobretudo quando se trata de uma criança lidando com a ausência de um pai ou de uma mãe; todo o natural processo de mitificação e posterior desilusão com as figuras dos genitores fica interrompido, criando um tufão de perguntas sem resposta e um vazio para a fantasia mágica da infância preencher com toda força.
Um tema assim, retratado no cinema, poderia receber tratamento com densas cenas dramáticas intercaladas por outras de teor fantástico ou onírico.

Não foi essa a escolha que o diretor e roteirista Victor Erice, o cinegrafista José Luis Alcaine e o montador Pablo G. del Amo fizeram ao recriar o conto da escritora Adelaida García Morales no, infelizmente, inacabado e ainda assim insuperável filme espanhol, O Sul (El Sur), de 1983.
A película foi lançada 10 anos depois do êxito anterior de Victor Erice, O Segredo da Colméia, que já havia se estabelecido como uma das melhores produções espanholas de todos os tempos.
As filmagens de O Sul , estavam programadas para ocorrerem ao longo de 81 dias e foram encerradas prematuramente no 48º dia, os trabalhos foram tumultuados e marcados por desentendimentos entre o diretor e os produtores Elías Querejeta e Primitivo Álvaro; problemas no orçamento e diferenças criativas abortaram a produção do que seria a segunda parte do longa.

A obra, devido a isso, ficou com um final em aberto que, apesar de tudo, foi apropriado e casou muito bem com o corpo da narrativa sugestiva e permeada de enigmas sem solução. O grande sucesso de público e crítica obtido pela versão não finalizada de O Sul foi o argumento final para os produtores considerarem o filme encerrado e manterem a decisão de não rodarem o restante do roteiro de mais de quatrocentas páginas que, nas palavras do cineasta Carlos Saura, era belíssimo e muito difícil de ser filmado.
Em O Sul estão outra vez presentes as marcas registradas do diretor Victor Erice em suas parcerias com José Luis Alcaine; o obsessivo rigor na composição de cada quadro para que o ponto de vista da câmera siga a visão subjetiva dos personagens e o uso controlado e intencional da cor e das sombras, sempre contribuindo para o entendimento das paixões que os atores vivem na tela de forma precisa e econômica.
O Sul recria a memória de alguns episódios da vida da menina Estrella, vividos nos anos cinquenta, na idade de 8 e 15 anos, e sua relação confusa com o pai, Agustín, personagem misterioso, praticante da radiestesia e atormentado pelos efeitos da guerra civil espanhola

O papel de Agustín é composto com perfeição pelo ator italiano Omero Antoniutti ( Pai Patrão e A Noite de São Lourenço dos irmãos Paolo e Vittorio Taviani) . Estrella é interpretada respectivamente pelas sensacionais atrizes mirins Sonsoles Aranguren ( hoje trabalhando nos feitos especiais de grandes produções espanholas) e Icíar Bollaín ( hoje atriz , roteirista, produtora e diretora de cinema de grande talento).
A forte carga de simbolismos do longa começa já no nome da protagonista, Estrella ou Estrellita, vários trechos têm início com trevas que vão aos poucos recebendo luminosidade e revelando a menina , como se ela fosse literalmente uma pequena estrela que se acende na tela, enquanto seu pai, que constantemente surge saído das sombras, tal qual uma figura decaída, parece buscar a luz e o calor que emanam do amor de sua filha.

A penumbra está muito presente no filme e é contrastada por uma luz que vai do amarelo ao laranja, criando uma oposição simbólica de quente e frio, vida e morte, esquecimento e memória sentimental. Em algumas sequências, ao contrário do que se costuma ver em paleta de cores no cinema, o azul é usado para atrair o olho do espectador.
Noutros três momentos, de brilhante uso da cor , objetos de cena são usados para revelar sentimentos ocultos dos personagens. Isso ocorre quando a menina Estrella está tomada por emoções fortes e contraditórias devido a atitudes de seu enigmático pai. Em uma dessas cenas, Estrella e sua mãe têm uma conversa tensa enquanto desenrolam um novelo de linha de um vermelho gritante.

Em outro momento, a menina, sem saber como lidar com as consequências da revelação de um certo segredo , tenta fugir de tudo escondendo-se embaixo de uma cama, ela está abraçada a um travesseiro do mesmo tom de vermelho

Essa cor surge novamente em um terceiro ponto no qual Estrella, já adolescente, tem um último e melancólico encontro com seu pai, ela segura uma rosa vermelha.

Merece destaque também a parte do filme na qual Estrella aguarda ansiosamente que seu pai, o qual intuímos ser contrário ao catolicismo, compareça à cerimônia de sua primeira comunhão. A sequência começa no interior da igreja, com planos fixos compostos com rigor geométrico e cores quentes,

é intermediada por uma cena em que Agustín surge da escuridão azulada do fundo da mesma igreja

 e termina na casa de Estrella, com a câmera sempre na altura da visão da menina, mostrando a mesa do almoço festivo e, em seguida, acompanhando os passos da dança de Estrella e seu pai, no único momento do filme que vemos o sisudo Agustín sorrir; um plano sequência de rara beleza que nos faz vivenciar toda intensidade do dia mais feliz da vida da pequena Estrellita.

Em certa altura da história, Estrella segue Agustín até um café no qual ele escreve uma carta para um antigo amor, Agustín percebe a presença da filha e sai para econtrá-la; nesse momento, Erice e Alcaine focalizam a divisão da janela do café separando Agustín e Estrella, mais abaixo seguindo a linha central da janela, vemos a mesa em que ele estava sentado e, sobre ela, a carta que marca a grande desilusão e o posterior afastamento entre pai e filha; uma única imagem funcionando como resumo perfeito de um complexo jogo de emoções.

As feridas abertas da guerra civil estão presentes como pano de fundo e causa invisível dos dramas familiares dos personagens, em uma curta e importante cena, cujo conteúdo não vou revelar aqui, outro objeto cênico, um fuzil, é usado como signo definitivo do espectro da guerra e da devastadora doença emocional que é sua herança.
Existem ainda muitos outros temas relacionados à forma como a història de O Sul foi contada que mereceriam ser comentados, isso tornaria a resenha extensa e cansativa demais, e claro, prejudicaria o grande prazer da descoberta dos mesmos, encerro o texto indicando com entusiasmo essa obra que, na filmografia de um país que tem Buñuel, Berlanga, Saura e Almodóvar, ainda conserva o brilho de uma estrela de primeira grandeza.

O Sul
(Sur, El, 1983)
Direção: Víctor Erice
Roteiro: Víctor Erice (escritor), Adelaida García Morales (romance)
Produção: Elías Querejeta
Fotografia: José Luis Alcaine
Montagem: Pablo G. del Amo
Gênero: Drama/Romance
Origem: Espanha
Duração: 95 minutos

IMDB  Rotten Tomatoes

Elenco:
Omero Antonutti – Agustín Arenas
Sonsoles Aranguren -Estrella, 8 anos
Icíar Bollaín -Estrella, 15 anos
Lola Cardona -Julia, a esposa de Agustín
Rafaela Aparicio -Milagros
Aurore Clément -Irene Ríos / Laura

Leitura do feedback e recados da Masmorra

Voltamos com a resposta aos ouvintes!

Angélica Hellish e Marcos Noriega respondem aos comentários dos podcasts Gen Pés Descalços, 3 Anos na Masmorra, Na Natureza Selvagem e Batendo Papo na Masmorra e dão alguns recados importantes para quem acompanha o trabalho aqui na Masmorra.

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Citados:

 

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Batendo Papo na Masmorra #29 O Palhaço, Viagens no Tempo, Teoria do Caos

Mais uma vez trazendo recomendações de filmes, séries e muito mais!

E nesse Batendo Papo na Masmorra,  Angélica Hellish convidou os amigos Marcos – O Gênio do Mal do Internet Discada, Edu Aurrai do Sexta Meia Noite, Tremyen do Podtrash e nosso colaborador Daniel Volponi

E você? O que andou assistindo? Comenta aí!

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Filmes / Séries citados:

O Palhaço

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Projeto Masters of Horror – O podcast feito pelos ouvintes!

Estamos de volta para falar do nosso projeto Masters of Horror!

Ele já foi citado em vários podcasts e existe já faz um bom tempo! É da época em que ainda éramos blogspot e Masmorra Erótica.

Você ouvinte/leitor que aprecia o gênero terror  conhece essa série?

Vamos disponibilizar alguns trailers para que possam conhecer trechos de alguns episódios, mas o interessante mesmo até para quando o projeto estiver concluído e ter se tornado um podcast, é que você assista a série pra entender o que está sendo dito.

Masters of Horror é a união de vários cineastas, mostrando todo o seu talento dentro gênero onde já são conhecidos: o terror. Então nada mais justo do que reunirmos seus fãs para relatar como foi a experiência de assistir o seu episódio favorito.

Você responderá:

Foi bom? Foi ruim? Por quê?

Temporadas / Trailers/Episódios / IMDB Diretores / Link para escolher o episódio:

1ª Temporada:

1×01 – Incident on and Off a Mountain Road (Don Coscarelli) –indisponível
1×02 – Dreams in the Witch House (Stuart Gordon) – indisponível
1×03 – Dance of the Dead (Tobe Hooper) – indisponível
1×04 –  Jenifer (Dario Argento) – indisponível
1×05 – Chocolate (Mick Garris) – indisponível
1×06 – Homecoming (Joe Dante) – indisponível
1×07 – Deer Woman (John Landis) – indisponível
1×08 – Cigarette Burns (John Carpenter) – indisponível
1×09 – The Fair-Haired Child (William Malone) – indisponível
1×10 – Sick Girl (Luck Mckee) – indisponível
1×11 – Pick Me Up (Larry Cohen) – indisponível
1×12 – Haeckel’s Tale (John Mcnaughton) – indisponível
1×13 – Imprint Takashi Miike) – indisponível

2ª Temporada:

2×01 – The Damned Thing (Tobe Hooper) – indisponível
2×02 – Family (John Landis) – eu escolhi esse
2×03 – The V Word (Ernest Dickerson) – eu escolhi esse
2×04 – Sounds Like (Brad Anderson) – eu escolhi esse
2×05 – Pro-Life  (John Carpenter) – indisponível
2×06 – Pelts (Dario Argento) – indisponível
2×07 – The Screwfly Solution (Joe Dante) – indisponível
2×08 – Valerie on the Stairs (Mick Garris) – eu escolhi esse
2×09 – Right to Die (Rob Schmidt) – eu escolhi esse
2×10 – We All Scream for Ice Cream (Tom Holland) – eu escolhi esse
2×11 – The Black Cat (Stuart Gordon) – indisponível
2×12 – The Washingtonians (Peter Medak) – eu escolhi esse
2×13 – Dream Cruise (Norio Tsuruta) – indisponível

“Como eu faço para colaborar?”

1º passo:

Escolher o episódio. Clique no link onde está escrito “eu escolhi esse” ao lado do título do episódio, ele direcionará para um formulário que você preencherá com suas informações (seu e-mail) e o episódio escolhido, que nós receberemos no nosso e-mail.

O episódio aparecerá indisponível para as outras pessoas , assim que soubermos que ele foi selecionado.

Importante: Você tem 5 dias para enviar o seu áudio, que deverá ter no máximo 4 minutos. Se você não enviar, ele ficará vago novamente.

2º passo:

Tente gravar seu áudio em boa qualidade. Baixe o Audacity grave sua voz e escute para saber como o seu microfone a está captando.

Essencial: A edição ajuda a melhorar mas não faz millagres. Então é importante você checar antes de começar a gravar para não se frustar.

3º passo:

Mande-nos seu áudio para contato@cinemasmorra.com.br deixando no campo assunto (em caixa alta) Exemplo: “PROJETO MASTERS OF HORROR – TEMP: 1 EP: 5 “CHOCOLATE”

Nós ouviremos o áudio e confirmaremos para você se está ok, para incluirmos no projeto.

Quando todos os episódios ou mesmo uma temporada estiver completa, lançaremos o podcast.

Esse projeto é feito pelo (e para) o ouvinte então todos precisam colaborar para que ele aconteça o mais rápido possível!

Ele precisa  sair ainda esse ano!

Força galera! Divulguem para os seus amigos!

Um grande abraço!

Equipe Cine Masmorra

 

Vinheta e banner por Daniel de Assis

* Um pouco sobre a produção de Masters of Horror (clique em mais)

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