O Som ao Redor – Kleber Mendonça Filho

 

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O noticiário choca. Choca, acima de tudo, a agressividade que as grandes metrópoles brasileiras impõem aos seus cidadãos diariamente – ciclistas brutalmente desfigurados e assassinados no trânsito, cidades mortas pelos grandes empreendimentos imobiliários e de infraestrutura de fachada, desalojamento de famílias para realização de eventos esportivos, egoísmo, impassibilidade… É com esse clima de pessimismo e claustrofobia que o crítico de cinema e cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho apresenta seu primeiro longa-metragem: O Som ao Redor (Brasil/2012).
Ao retomar situações, algumas idênticas, de outros filmes seus (como Recife Frio e Eletrodoméstica), Kleber observa com atenção, mas sempre mantendo uma certa distância, o comportamento de membros da classe média recifense. O foco é no bairro de Setúbal, reduto abastado que emula muito bem uma parcela proeminente da população brasileira, aquela apolitizada, fechada em seu pequeno mundo de grades e muros altos, e acima de tudo, calcada nas aparências.
Agraciado com o Troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio 2012, O Som ao Redor traça uma linha hereditária direta entre o senso patriarcal que outrora rondou as sociedades nordestinas e as atuais relações. Mas, ao fazer esse delineamento de maneira sutil, consegue abarcar e envolver qualquer um que observe diariamente a truculência e a exploração desenfreada que espaço urbano brasileiro vem sofrendo sob o olhar passivo e indiferente de uma população educada, porém ignorante.

Ou seja, a partir de um roteiro fatiado em pequenos episódios vão sendo destrinchados fatos que mutuamente se alimentam: indivíduos que prezam a casca, mas pouco se importam com o que de fato vale a pena, e como essas atitudes se consubstanciam em uma pólis “moderna” fria, solitária, e minada por atos talvez selvagens. Atos estes que podem muito bem ser uma reação, um pedido tímido de socorro, daqueles que não mais suportam a atmosfera de opressão que nos envolve.

Assim, apesar de tecnicamente não ser perfeito, e apresentar uma narrativa estranha ao frequentador de cinemas mediano, O Som ao Redor levanta dúvidas que deveriam ser atacadas o quanto antes, lançando perguntas que a maioria não quer nem mesmo escutar. Que tipo de sociedade queremos construir? Aglomerados urbanos inóspitos são a solução para um passado de investimento social inexistente? Vale a conferida.

Texto de Fábio Nazaré, colaborador do site O Gaveiro

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Masmorra Classic #5 – O Homem Que Queria Ser Rei

O Homem que queria ser rei

Mais um Masmorra Classic no ar!

E esse com um ar totalmente aventuresco!

Pois dessa vez vamos falar do filmaço de John Huston do ano de 1975 chamado “O Homem Que Queria ser Rei” , baseado no conto de Rudyard Kipling
Nos papéis principais Sean Connery, Michael Caine e Christopher Plummer.

E para falar desse filme divertidíssimo Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram o amigo Paulo Elache do PodEspecular Podcast

Assistam o filme antes se possível!

É muito mais divertido assim, e tem muitos spoilers no podcast.

Até mais aventureiros!

Nos encontramos no Kafiristão 😉
ASSISA ONLINE AQUI

* Edição: Pablo Grilo / Diego Pinto (valeu por tentar) e Angélica Hellish

* Banner: Bruno Gunter do Podtrash
* Clique aqui e saiba como ajudar a divulgar o Masmorra Cast, classificando o nosso podcast no Itunes.

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* Quer ler o conto na íntegra? Clique aqui

* Grupo no Facebook: Cinema Underground no Brasil e no Mundo

Citados durante o podcast:

THE MAN

The Way Back filme de Peter Weir

Sobre Daniel Dravot , W.G. Wells HQ The War of the Worlds , Scarlet Traces , Série Anno Dracula, Sobre o conto de Rudyard Kipling, Sobre a esposa de Michael Caine, Shakira Caine , The Storyteller DS9 S01E14, Citação do livro de Kipling no livro de H.G. Wells

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Desafio do Destino – Resenha de Iêdo Jr.

 

DESAFIO

Como reagem seus sentimentos perante certos filmes? Você seria daqueles que assistem as obras de forma impassível, sem transparecer as emoções? Ou costuma ter raiva, sorrir, chorar? Pois bem, alguns filmes mexem muito com meus sentimentos, e não sei quanto aos leitores, mas as películas bobas, simples e baratas costumam me despertar várias sensações. Sei que prezamos por belos filmes onde a arte cinematográfica de contar histórias é elevada a um grau de cultura, na maioria das vezes, superior. Todavia, resolvi falar de um singelo filme da Disney que me envolve emocionalmente todas as vezes que assisto: The Rookie (Desafio do Destino) – 2002.

Os caros leitores vão perceber que estou escrevendo sobre mais um filme de esporte, bem como ligado ao baseball. Na verdade, o baseball é um dos meus esportes favoritos, perdendo apenas para o futebol. Apesar de ser um jogo lento, de muito pouco contato e de difícil compreensão, é um esporte empolgante e cheio de suspense. Dependendo da situação, cada partida é como se fossem cobranças de penaltis, que podem levar o torcedor de uma situação de extremo nervosismo a de completo alívio e alegria. Ou seja, um jogo onde suas emoções podem ir de um extremo ao outro num arremesso ou numa rebatida de bola. Penso que foi essa a intenção deste filme, emocionar da mesma forma.

The Rookie conta a história de Jim Morris, um professor de química e técnico do time de baseball de uma escola do Texas. Amante do jogo desde muito jovem, Jim consegue inspirar seus jogadores fazendo-os ganhar um campeonato prometendo a eles que, mesmo com idade avançada, iria fazer testes para tentar entrar em alguma equipe profissional. No passado, o professor de química teve aspirações de se tornar jogador, mas um acidente o afastou deste sonho. Apesar da idade, percebeu que seus reflexos como arremessador estão melhores do que quando era mais jovem. Só que agora é um pai de família e muito velho para conseguir entrar na Liga. Uma história real, inspiradora e motivacional que nos emociona a cada barreira ultrapassada por Morris.

O filme é mais um dirigido por John Lee Hancock, que adora fazer filmes que se focam na superação de objetivos e realização de sonhos, cheios de carga dramática para mexer com os sentimentos do expectador. Estão no seu currículo, por exemplo, Um Sonho Possível de 2009 (filme que rendeu um Oscar para Sandra Bullock) e O Álamo de 2004. O roteiro ficou por conta de Mike Rich, também responsável pela história de outros filmes dramáticos como Secretariat – Uma História Possível (2010), Meu Nome é Radio (2003) e Encontrando Forrester (2000). Só a junção desses dois nomes já explica porque Desafio do Destino pode levar às lágrimas.

Jim Morris é interpretado por Dennis Quaid. O ator ficou ótimo no papel e convence com sua interpretação. Quaid transmite bem o conflito do personagem que busca um sonho mas que luta contra o preconceito por sua idade e o peso da responsabilidade de um pai de família. Além do mais, apesar de curta, foi muito boa sua interação com o ator Brian Cox, que faz o papel do pai de Morris, um homem rigoroso que não vê com bons olhos as aspirações pelo esporte do filho, criando um desgaste entre os dois e que explica porque o professor desistiu dos sonhos no passado. Enfim, o filme gira em torno do personagem de Quaid, então sua responsabilidade na atuação, para mim, num filme que tem o intuito de emocionar, é de fazer com que o público possa sentir o personagem, se identificar com ele e, a partir daí, receber a motivação necessária que sua história quer passar. Para mim, Quaid cumpriu esse objetivo.

The Rookie é, sem sombra de dúvidas, um bom filme para se sentir bem. Mesmo quem não entende nada do esporte vai compreender as dificuldades pelas quais passaram Jim Morris para realizar um sonho. A parte mais emocionante para mim, onde choro copiosamente, é justamente na parte final, na qual nos tornamos uma das pessoas próximas do personagem, cheios de orgulho por um pai, um marido ou um amigo próximo que conseguiu vencer um obstáculo.

Portanto amigos, sabemos que cada um tem uma história de vida. Cada um de nós enfrenta todos os dias suas dificuldades, perseguem seus sonhos e tentam ser melhores no que fazem. E ao vermos histórias como essa, nos permite perceber que o segredo não está em superar os outros, mas superar a si mesmo e nunca desistir.

Silêncio. Lucas Amura partiu.

lucas amura

No dia de hoje, o podcast brasileiro perde um dos seus maiores entusiastas, o amigo e colaborador Lucas Yassumura ou Lucas Amura.

Poliglota, fluente em Esperanto, fã incondicional de Doctor Who e Os Miseráveis. Homem educado e gentil que valorizava a vida, as boas amizades. Mesmo que virtuais.

Tinha um podcast maravilhoso, didático e muito divertido, chamado Português com Humor, onde junto com amigo Adriano Paciello que é professor de Português, explicava a boa utilização da língua.

Coisa que para quem acompanha as redes, sabe o quanto nossa língua é maltratada.

Muitos lamentos no twitter. Mas, humildemente, vou tentar colocar o que em 140 caracteres eu não conseguiria:

Explicar para você leitor e ouvinte a importância que Lucas teve em nossas vidas na Web e na mídia em que trabalhamos, o podcast.

Lucas Amura que muitos conhecem como “O Podcasteiro” do Radiofobia, ouvia, recomendava podcasts, dava dicas para quem estava começando, e acima de tudo, para quem teve a oportunidade de falar com ele “em off” como falamos ou fora das gravações, era uma pessoa gentil, bem humorada, inteligente, um excelente bate-papo.

Daquelas pessoas que você faz questão de falar ” Lucas mal posso esperar pra te conhecer pessoalmente!”

Lucas era assim. De uma simpatia que cativa aqueles que tem a sorte de falar com ele. E digo falar, pois eu nunca tive o privilégio de conhecê-lo.

Mas era alguém com quem compartilhava o bom gosto por cinema, e conversava sobre produções que abordam os costumes asiáticos. Filmes como Hanami – Cerejeiras em Flor ou o belo e emocional A Partida (só de pensar no filme e de nossas conversas à respeito, as lágrimas voltam) como ele se emocionava com os rituais realizados nesse filme.

Já comentei que existem pessoas cuja distância geográfica não nos impede de gostar e conversar como se conhecêssemos há muito tempo? Pois é.

Um amigo querido que (ainda) não conheço pessoalmente escreveu no twitter: ” A luz que brilha mais forte, brilha por menos tempo” É verdade.

Os podcasters sentiram o brilho dessa luz que Lucas emitia. Luz de amor, de paz, de sinceridade e de tanta, mas tanta generosidade!

Ele colaborou conosco sem titubear de algumas vinhetas.

Inclusive as da próxima temporada de Game of Thrones.

Série sobre a qual gravávamos um podcast semanal com toda a alegria, até que o tempo se reduziu e eis que o chamei novamente para explicar a dinâmica da nossa única gravação.

Não sinto mais vontade de falar da série. Perdemos o Lucas.

Mas seria um desrespeito com a sua memória se não utilizássemos os áudios que ele tão generosamente gravou, falando trechos relevantes do livro com a sua voz que de tanta beleza, silenciava à todos.

As pessoas queriam ouvi-lo no lugar de falar.

Afinal os demais pássaros se calam pra ouvir o canto do Rouxinol.

A internet perdeu uma pessoa admirável, que tinha muito pra ensinar.

Eu perdi um amigo que ainda não tinha tido o prazer de conhecer.

Somos melhores só ter falado com o Lucas Amura.

Fica a lembrança, a saudade e o silêncio… Lucas partiu.

Atualização em 24/08/2015:
Na migração de algumas postagens para esse endereço infelizmente se perderam algumas postagens e entre elas essa chamada que o Lucas gravou para a 3ª temporada do nosso podcast sobre Guerra dos Tronos.
Emtão estou disponibilizando aqui a postagem e o áudio do Lucas.
Um abraço
Angélica Hellish

Guerra dos Tronos 3ª temporada: Saiba como participar do podcast!

Resolvemos não deixar você ouvinte sem o nosso podcast de Game of Thrones!

Mas esse ano faremos algo diferente. Chamaremos você para participar conosco de nossa gravação!

Angélica Hellish convidou Lucas Amura (que se você não sabe é a voz oficial de nossas vinhetas de GoT) do podcast Português com Humor para explicar como será essa gravação e como você pode participar perguntando, dando o seu parecer sobre o episódio, enfim dando a você o direito e se expressar dentro de nosso podcast.

Faremos uma única gravação no final da temporada e escolheremos os melhores áudios de cada episódio.

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B.P.M. #32 – Série Policial da boa, Western, filme Noir e Fassbinder faz bem!

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Mais um Batendo Papo na Masmorra no ar!

E dessa vez, Angélica Hellish convidou Ivan PD do Tumblr Ou Não, o nosso colaborador Pablo Grilo do Gênese Fantástica e também do Vortex Cultural, Bruno Costa do site Os Cinéfilos e Cruzador Fantasma para falar o que tem assistido e recomendar para vocês!

Edição: Diego Pinto – Banner: Barão

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Nunca comemoramos o centésimo podcast e Feedback

Nunca comemoramos o centésimo podcast.

O Masmorra Cast existe faz mais de 3 anos, e a cada ano que passa criamos um ou dois projetos novos que começam do #1
E isso não vai parar.
Hoje começamos mais um projeto e esse se chama “Masmorra Maldita”, onde falaremos de cineastas considerados malditos e suas “malditas” produções.
A coragem dessa transgressão nos inspira, nos move.
É legal falar de cinema cult, cinema indie, cinema noir, cinema surrealista, cinema clássico … mas nada como falar dos rejeitados, dos odiados, dos ignorados e buscar dentro de suas obras a mensagem que esse diretor quis nos transmitir.
Nosso trabalho de pesquisa cinematográfica é repassado à você ouvinte.
Abrimos nosso coração, nossas idéias e sempre agregamos cinéfilos curiosos e corajosos para vir aqui em algum dos nossos projetos dar a sua opinião sobre a obra.
Tratamos o filme e os diretores com o respeito e a dignidade que todo filme e diretor merecem.
Isso não é fácil.
Nem todos vão se interessar em passear pelo mundo, e explorar tantas culturas, e tantas abordagens diferentes das usuais, como nós do Cine Masmorra já nos acostumamos.
Muitos deixarão de clicar em “download”, muitos sequer comentarão.
Mas o nosso trabalho de pesquisa não pára, e ele continuará até o momento em que ninguém tiver condições de editar, ou mesmo tempo para gravar um podcast.
Podcast é um trabalho de amor e dedicação, onde doamos um pouco de nosso parco tempo livre entre trabalho as muitas tarefas diárias para poder a apontar à você ouvinte/leitor: “Veja! Assista! Essa é uma boa produção” e nunca nos arrependemos disso.
Arrependimento haveria, se considerássemos a nossa gravação uma perda de tempo. E isso nunca aconteceu.
Nunca indicaremos um filme, um diretor, uma obscura produção que não mereça o seu olhar, a sua atenção.
Aqui, a nossa pauta de gravações do ano. Muito ambiciosa pra quem tem pouco tempo como nós.Mas tentaremos, e você é nosso convidado.

O cinema precisa de todos nós para agregar mais pessoas que queiram divulgá-lo.
Experimente. Eduque seu olhar. Vale a pena.
E quem sabe um dia comemoramos juntos o centésimo podcast.Quem sabe?

Um grande abraço

Angélica Hellish
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Quem disse que sumimos? Nós lemos o seu comentário!

Por isso, Angélica Hellish convidou os irmãos Fricke: Bruno Gunter e Douglas o Exumador do Podtrash para comentar o feedback de vários podcasts, já que nós estamos sempre atrasados com isso hahaha

MAS em compensação, faremos um sorteio de mais um livro na leitura de e-mails (sim, você tem que escutar pra saber como participar) e dessa vez sortearemos o livro de Isaac Marion “Sangue Quente” que nos foi fornecido pela Editora Leya.

Agradecimentos especiais ao Bruno Gunter e ao Douglas pela generosidade de terminar o podcast na ausência da editora.

No final uma humilde mensagem de agradecimento ao Lucas Amura. Saudades.

Abraços

Banner de Aline Rezenner (e estragado no paint por Angélica Hellish

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Masmorra Cast #42 Especial Dia Internacional Da Mulher: “A Fonte das Mulheres”

FONTE

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher resolvemos homenagear as guerreiras falando sobre um filme bem divertido e importante, que levanta muitos questionamentos sérios, mesmo com muita leveza.

Esse filme é “A Fonte das Mulheres” (La Source des Femmes) de 2011 dirigido por Radu Mihăileanu inspirado na peça de teatro grego de autoria de Aristófanes: Lisístrata: A Greve do Sexo (411 a.C) e para esse bate papo Angélica Hellish chamou as simpáticas podcasters Thata Poa do Na Calçada Podcast e Ira Croft do Mundo Freak e PussyCast.

Acompanhe conosco as desventuras de Leila, uma mulher que queria melhorar a situação das mulheres de seu vilarejo, de Velha Fuzil uma sábia senhora de palavras cortantes e verdadeiras.

E saiba que pode ser difícil (mas não impossível) dar um basta numa tradição tão arraigada. Alguém tem que começar.

E pode ser você mulher. Aproveite a metáfora e seja feliz.

Aqui o filme completo no Youtube. Mas recomendamos a versão com legendas pois tem a tradução das músicas cantadas durante o filme.

Youtube:

Banner: André Zuil do Spin off Podcast e Spoiler Cotidiano

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Atualização de 24/08/2015

Faz um tempão em 2010, eu gravava um podcast só com mulheres.

Falando de tudo, vida, política, direitos da mulher, beleza, saúde, sexo…

O projeto está parado (suspiro) quem sabe um dia volta?

Ainda tenho os podcasts e vou colar aqui pra vocês conhecerem a qualidade do bate papo e revitalizar o tema. Quem sabe consigo agregar novamente essas mulheres maravilhosas e outras mais e um dia esse podcast retorna?

O 1º podcast “Analisando o Dia Internacional da Mulher” não encontro de jeito nenhum, mas ainda estou procurando e se achar coloco aqui (se você baixou na época, nos avise e mande pra gente por favor) vou postar também os banners tão legais que o meu amigo Daniel Ruiz fazia e claro, o nome de todas as participantes do podcast.

Um grande abraço!

Angélica Hellish
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Neste podcast, Angélica Hellish (também do blog Masmorra Erótica), Aldre Lima (Vocalista da Banda Wicked Motor Band), Claudia França, Cafeína (do Bebendo Fumaça), e Polly Ana e Priscila Perez (do Mundo Rod) conversaram sobre a tão rígida Ditadura da Beleza, o perigo dos tratamentos de beleza e os anseios da mulherada sobre esse assunto.
Não perca 71 minutos de um debate preocupado sobre a erotização das meninas e as bizarrices do mundo da beleza e, no fim, os imperdíveis erros de gravação!

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Neste podcast, Angélica Hellish (também do blog Masmorra Erótica) e Polly Ana debatem, de forma desinibida, a Revolução Sexual Feminina (se é que houve alguma) por causa do mês de aniversário de 50 anos da pílula anticoncepcional.
Não perca 79 minutos de uma conversa muito louca sobre pornô feminista e máquinas de camisinha nas escolas!

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Mais uma vez a Mulherada se junta pra falar de um tema bem importante:
A insegurança masculina em relação ao tamanho do seu pênis.
O tamanho realmente vai definir uma relação sexual satisfatória?
O que pensamos sobre tudo isso?
Alguns relatos, dicas e muito bom humor!
Nesse podcast, estiveram presentes “B” do site e podcast A Vida Secreta, Cafeína do Bebendo, Daniela Monteiro do Dani Cast, Camis Barbieri e Érica Ribeiro do podcast Seriadores Anônimos e Angélica Hellish do Masmorra Cast.

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Masmorra Classic # 4 – “Johnny vai à guerra: Um libelo pacifista”

 

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Voltamos com mais um Masmorra Classic!

Um jovem clássico na verdade, de 1971.

Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram os amigos Douglas Fricke, o Exumador do Podtrash , Maurício Saldanha do Canal Cabine Celular, Juliano D’Angelo ambos colaboradores do podcast do Portal Cinema com Rapadura para falar dessa adaptação sensacional do livro de Dalton Trumbo: “Johnny Vai A Guerra” ele assina a direção também!

Venham conosco conhecer os verdadeiros resultados da guerra.

E entendam que o silêncio nem sempre significa concordância. Mas é melhor perguntar ao Johnny o que ele acha.

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This Must be the Place

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Finalmente consegui assistir ao filme… já tinha um bom tempo que queria muito ver esse filme, a principio pela própria metamorfose de Sean Penn.

Ta certo que nem é tanta coisa assim… apenas maquiagem, muita maquiagem.

O visual realmente causou grande impacto desde a primeira vez que vi o trailer… mas esse não é um filme fácil. Difere muito do trailer e se eu já não estivesse acostumado a assistir filmes com narrativas mais lentas, provavelmente teria desistido antes da primeira meia hora.

Ao acabar de ver o filme, fiquei tentando entender tudo o que tinha visto. Após chegar a minha conclusão fui buscar outras conclusões pela internet, como sempre gosto de fazer… e como sempre alguns odiaram e outros elogiaram. Essa é a maraviha de todos exercerem seu direito de opinião.

Sobre a sinopse, Sean Penn faz o papel de um ex-músico que vive recluso na Irlanda, que acaba por viajar aos EUA para visitar o pai que está muito doente. Logo ele assume a vingança do pai…

Basicamente é isso…

Mas não é apenas isso, ao meu ver tem muito mais coisas soltas… como o índio que pega carona com ele e não diz uma única palavra, apenas pede pra parar o carro em determinado momento e desce no meio do nada e segue aparentemente para lugar nenhum… seria essa uma pista de que as pessoas não tem o direito de dizer qual é o seu lugar no mundo, apenas você pode saber isso, e como a cena sugere, esse homem tenha percebido isso talvez já velho demais, mas não tão velho a ponto de retornar ao seu lugar.

Algo que achei bastante curioso é a cena do pistache gigante, quando é dito que naquela cidadezinha do Novo México existe o maior pistache do mundo, e que isso está até no Guinnes, a pergunta devolvida é, “e onde está o menor?”. Ao meu ver mostra bem como a ótica pela qual vemos as coisas diferem… enquanto muitos se importam com as coisas “grandes” da vida para outros as “menores” é que fazem a diferença.

Outras cenas curiosas como essa aparentemente desconexas (talvez?) é a garrafa gigante caída na estrada, o búfalo na janela, a sequência na casa com o ganso… todas cenas estranhas que aparentemente não dizem nada, mas estão ali… Pelo que li pela rede incomodou muita gente, gerou bastante mi-mi-mi… mas a mim não. Pra mim apenas deram um sabor um tanto diferente ao filme.

As sequências com o garoto, quando Cheyenne toca violão e o garoto canta são um destaque, bem como as cenas de Cheyenne e sua esposa Jane (Frances McDormand) e o desfecho com o velho nazista são bastante tocantes.

Curiosamente das resenhas que vi pela internet, ninguém as comentou, ao meu ver os expectadores optaram por reclamar da “fumaça negra” e deixar de observar “o lindo céu” que se estendia diante dos seus olhos.

Masmorra Entrevista #1: César Almeida – Autor de “Cemitério Perdido dos filmes B “

 

Começamos a nossa série de entrevistas convidando César Almeida que é autor do livro “Cemitério Perdido dos Filmes B” que é um excelente material de pesquisa para quem, como nós, é curioso de conhecer o cinema de baixo orçamento e grande criatividade e o melhor: muita liberdade!

Se ligue! Está pra sair o volume 2: Exploitation!

Banner de: Daniel de Assis

Contato para adquirir o livro através do e-mail:

sartanawest@ig.com.br
Assista a entrevista que César concedeu à TVE sobre o livro

Entre em contato com César Almeida via Facebook ou Twitter

Citados e recomendados:

B Movies Blues

Filmes Para Doidos

Canibuk Filmes

Canal da The Dark One Productions

Canal da Klafke Filmes

Porto dos Mortos

Guarujá: Tony Valente, dublê e ator.

Conheça o trailer do seu filme Sombra da Noite

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BPM / Hangout sobre feedback, produzir conteúdo, podcast no Brasil

 

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Batemos um papo na Masmorra com Anderson Meira (vulgo Perna) do Toscochanchada, Thiago Miro do Telhacast, Alexandre o Nerdmaster do Paranerdia, Flavio Vieira e Rafael Moreira do Vortex Cultural sobre nossas experiências como produtores de conteúdo na internet, como nos sentimos sobre o feedback dos ouvintes (ops assinantes rs) de podcast e como anda essa mídia no Brasil.

 

Mediadora: Angélica Hellish

Youtube:

* Escute no Youtube acima ou baixe “editado” e isso significando apenas sem o áudio de nossas tentativas anteriores até acertar a transmissão ao vivo. Está na íntegra. Só com trilha de fundo. Então sem reclamações ok?

Boa diversão e comente a sua opinião abaixo.

Citados durante a gravação:

Texto de Eddie Silva: Qual O Salário Pago Aos Podcasters?

No Telhacast: Como Ser Um Bom Ouvinte De Podcast?

Podcast de Lucas Amura: Português Com Humor (escutem gente… pra ontem! )

Escute: Na Porteira Cast – “Reflexões Sobre a Podosfera”

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Masmorra Cast #41 Filmografia Wong Kar Wai

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Finalmente voltamos com mais uma filmografia de diretor!

Angélica Hellish, Marcos Noriega e Daniel Volponi juntaram-se pra falar de bom cinema novamente!

E trouxemos para vocês os filmes de Wong Kar Wai por sugestão de Tiago Navarro que participou conosco também. O nosso amigo do Blog Tarantino Assistiria.

Conheçam nossas impressões sobre o trabalho desse interessante diretor, seus filmes com uma estética sublime encantam à todos.

Um grande abraço e até o próximo podcast!

Banner de: Aline Rezener

Edição de: Daniel Volponi

Filmes comentados (clique no nome p/ ver o trailer):

Wong gok ka moon – (As Tears Go By) 1988

A Fei jingjyuhn – (Days of Being Wild) 1990

Chung Hing sam lam – (ChungKing Express) 1994

Dung che sai duk – (Ashes of Time) 1994

Duo luo tian shi (Fallen Angels) 1995

Versão em cantonês de “Take My Breath Away”

Masmorra Cast 13 – Cinema e Gastronomia

PARTE 1

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PARTE 2

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Batendo Papo na Masmorra #31 – O Ultimão de 2012!

 

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Uhu galera!

Vamos lá pegar aquele champanhe ou uma gelada e comemorar!

Mais um ano se passou e tivemos a alegria de descobrir cada vez mais boas produções, muitos cineastas vieram aqui na Masmorra dar o ar da graça e muitos ainda virão em 2013.

Quanta gente boa também apareceu por aqui pra falar de cinema. E é claro que nós não fecharíamos o ano sem gravar mais um podcast falando sobre o que assistimos ultimamente!

Em saiba o que Angélica Hellish, Marcos Noriega, Bruno Gunter e Douglas Fricke do Podtrash, Bruno Costa dos Cinéfilos e Alexandre Mattos do Baderna Cast assistiram de mais legal recentemente, escute as nossas primeiras impressões sobre Holy Motors do diretor Leos Carax e no final divirta-se com uma dinâmica que fizemos (no pior estilo Marília Gabi Gabriela) passeando por diversos gêneros do cinema e falando de prontidão o que mais nos agradou.

Agradecemos à todos que prestigiaram nosso trabalho nesse ano de 2012.

Obrigado, muito obrigado.

E agora faremos uma breve pausa, juntaremos nossas forças pra voltar em Fevereiro com nossa garra característica.

Até lá!

* Promoção valendo um livro do Tarkovsky —> Clique aqui e conheçam os termos

Filmes citados durante o podcast (clique no filme p/ ver o trailer)

Las Colores de la Montaña – Carlos César Arbeláez (que nos fez citar os filmes Conflito das Águas , Pa negre , Maria Cheia de Graça , Pecados de mi padre )

On the Silver Globe – Andrej Zulawsky

Montanha dos Sete Abutres ( Ace in the Hole ) – Billy Wilder ( que nos fez citar o filme O Resgate de Jessica e o filme A Conquista da Honra )

Dredd – Pete Travis (citamos o filme de 1995 O Juiz ,The Raid Redemption )

Moonrise Kingdom – Wes Anderson ( Françoise Hardy soundtrack no filme Os Piratas do Rock )

Tatsumi – Eric Khoo (falamos de Osamu Tezuka , Gen Pés Descalços e assista aqui c/ legendas em inglês uma entrevista que Yoshihiro Tatsumi concedeu )

* Curtam a lista que o nosso amigo Rodrigo ( @Driego no Twitter ) faça a sua também aqui nos comentários!

1 – Holy Motors – Leos Carax

2 – Shame – Steve McQueen

3 – Perfect Sense – David Mackenzie

4 – Serban Maut (The Raid: Redemption) – Gareth Evans

5 – The Perks of Being a Wallflower – Stephen Chbosky

6 – Tinker Taylor Soldier Spy – Tomas Alfredson

7 – The Hobbit – Peter Jackson

8 – The Turin Horse – Bela Tarr

9 – Detachment – Tony Kaye

10- Amour – Michael Haneke

* Menções Honrosas

The Dark Night Rises – Christopher Nolan

Moonrise Kingdom – Wes Anderson

Hugo – Martin Scorsese

Weekend – Andrew Haigh

Skyfall – Sam Mendes

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O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas – Paulo Caldas e Marcelo Luna

 

Vejo com bastante cuidado as recentes notícias que a mídia mainstream adora veicular sobre a atual pujança econômica tupiniquim. Imunidade à crise internacional, índices de desenvolvimento humanos disfarçados, estrangeiros vindo ao país em busca de empregos, sétima economia do mundo… Tudo isso se dilui quando se dá uma volta pela periferia de qualquer grande cidade brasileira, em especial quando se está em uma capital nordestina.

O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas (Brasil/2000), documentário de Paulo Caldas e Marcelo Luna, mergulha fundo na realidade das periferias de uma das mais violentas cidades do Brasil – Recife – mas o que é mostrado poderia muito bem se aplicar a qualquer megalópole brasileira. Conhecemos a trajetória diametralmente oposta de Helinho e Garnizé; o primeiro, assassino confesso de mais de 3 dezenas de pessoas e condenado a 99 anos de prisão; o segundo, músico da banda pernambucana Faces do Subúrbio.

Helinho sente-se justiceiro. Segundo o próprio, todos os mortos eram bandidos ou facínoras, gente que não merecia permanecer viva. Já Garnizé, também residente do município de Camaragibe (localizado na Região Metropolitana do Recife), busca no rap e na percussão um caminho menos tortuoso, mais poderoso, e nada sangrento na busca por disseminar a expressão daquele ambiente.

Mas, é apenas na indignação onde se dá a linha que liga os polos, na forma como é encarada a ausência e omissão de um Estado e uma sociedade torpes. As maneiras de reagir são diferentes. A questão é, qual dos dois caminhos é o mais eficiente para que a voz daqueles cuja cidadania é apenas um conceito abstrato seja ouvida? Quantos de nós já não sentimos uma vontade imensa de buscar a justiça com as próprias mãos, fato que nos torna mais próximos dos anseios de Helinho? A manifestação cultural e intelectual – a música de Garnizé – de fato constitui um caminho mais difícil, mas é aquele que proporciona a libertação, que traz consigo a capacidade não de remediar, mas de instigar a mudança no meio por dentro, excitando uma mutação na forma de enxergar as coisas.

E é por isso que O Rap do Pequeno Príncipe permanece atual. O Brasil é muito, muito mais do que aquele que aparece nas novelas, dos engravatados da Av. Paulista, ou dos que disputam quem conseguirá pilhar primeiro os royalties do petróleo. Uma vez que o clamor das periferias seja conhecido se faz necessária a ação da sociedade, ou as almas sebosas serão sempre as mais baratas…

Fábio Nazaré que também colabora no Gaveteiro

Projeto Masters of Horror – 1ª parte

masters
Sejam bem vindos finalmente à 1ª parte do Projeto Masters of Horror!

O Cine Masmorra reuniu amigos podcasters, blogueiros, leitores, ouvintes e todos deram o seu parecer sobre um episódio da 1ª temporada de Mestres do Horror!

Curtam os trailers abaixo, e acessem esse link aqui da página oficial do projeto para saber mais detalhes.

E principalmente: Se puderem participem da 2ª temporada amigos!

Muito obrigada a todos que fizeram com que a 1ª parte desse projeto fosse concluída!

Super abraço para todos vocês!

Angélica Hellish

Arte do Banner: Barão – Red Baron Blues Blog

Efeitos e gravação de áudios com o auxílio dos amigos: Bruno Gunter do Podtrash e Gabriel Perboni do Visão Histórica.

Obrigada pela gentileza e paciência! 😀

Episódios / Participante / Blog:

1-Incident on and Off a Mountain Road – Bruno Gunter (@gunfree) – Podtrash

2- Dreams in the Witch House – Thiago Cabello – Papo na Estante

3 – Dance of the Dead – Anderson Castro

4 – Jenifer – Tiago Navarro – Tarantino Assistiria

5 – Chocolate – Priscila Ramos

6 – Homecoming – Edu Aurrai – Iluminerds – Sexta Meia Noite

7 – Deer Woman – Welligton Mac Garen – Clique aqui p/ ver as formas de contato.

8 – Cigarette Burns – Victor Rego – Café com Tripas

9 – The Fair-Haired Child – Emanuel, o Mano – Profundesenho

10-Sick Girl – Elisa Castro

11-Pick Me Up – Marlon Master – Sexta Meia Noite

12-Haeckel’s Tale – Evandro Sal – Sexta Meia Noite – Amigos da Sétima Arte

13- Imprint – Douglas Fricke (Exumador) – Anti-Oblívio – Podtrash

PARA FAZER DOWNLOAD, CLIQUE AQUI E SELECIONE SALVAR LINK COMO
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