Masmorra Classic # 6 – O Salário do Medo

O salario

Mais um Masmorra Classic no ar!

Resgatando os clássicos, pois grandes obras primas não podem ser esquecidas!

E que venha aos holofotes o magnífico filme de Henri-Georges ClouzotO Salário do Medo” (Le Salarie De La Peur – 1953) baseado no livro de Georges Arnaud.

Dessa vez trouxemos o Dr. Giovanni Alves que leciona na Unesp – Marília (SP) do site Tela Crítica, que bateu um papo muito esclarecedor com Angélica Hellish e Marcos Noriega.

Ainda fomos presenteados com a bela introdução ao podcast feita por  Sérgio Vieira do blog Impressões Digitais, compartilhando conosco a sua 1ª experiência com o filme.

Conheçam também nossas opiniões sobre “O Comboio do Medo” (Sorcerer – 1977)  remake dirigido por William Friedkin

Arte do banner de Daniel de Assis

Edição de Diego Pinto

Youtube:

 

Citados durante o podcast:

Projeto Tela Crítica

Coluna Latrina Trash

Análise do filme por Giovanni Alves no Tela Crítica

Resenha  por Cristine Tellier no Cine Masmorra

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6 pensamentos sobre “Masmorra Classic # 6 – O Salário do Medo

  1. Pessoal, parabéns, cada um de vocês merece o elogio, ao terminar de ouvir o episódio, senti vontade de aplaudi-los de pé.
    Mudaram até minha programação do que assistir hoje, verei O Salário do Medo, sem mais adiamentos, e certamente irei procurar outros filme deste diretor para apreciar, ao menos Les diaboliques com certeza.
    Obrigado.

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  2. Sou apaixonado por esse filme. Como deve ter sido incrível ver isso na tela gigante do cinema!
    Por incrível que pareça, gosto mais dele que qualquer outro filme do Hitchcock, justamente por essa carga existencial que vocês tão bem apontaram. A morte anunciada com um sopro no tabaco é de arrepiar, assim como o horror inesperado de um corpo destruído (em um filme de 53!). A última fala do moribundo, que mergulhado na falta de sentido diante da morte, só consegue lembrar de uma passagem aparentemente banal da sua juventude, mas que é uma metáfora poderosa para como a vida se apresenta diante dele. Lembro de todos os filmes clichê em que o moribundo lembra do ente querido ao qual ele vai se juntar, aqui temos o choque, o desamparo. Não vejo isso pelo caminho do pessimismo, mas no seu poder como tragédia, no sentido de nos tirar dos eixos da vida destituída de sentido, para um enfrentamento desta falta de sentido. Não há a recompensa depois do calvário dos personagens (aliás, a ideia cristã de sacrifício e recompensa não cabe neste filme!), isso seria um conforto (e um conformismo), ao contrário o filme nos propõe o desconforto nos pede uma atitude filosófica diante da vida.

    Lembrei agora do filme Das Boot, que tem um desfecho parecido. E voltando a fala do moribundo, lembrei do replicante de Blade Runner, que ao contrário do personagem de Clouzot, viu muita coisa além do muro (e ele não carregava a morte consigo, assim quem dirige um caminhão de explosivos?)

    Um abraço a todos, foi um cast perfeito e a escolha dos convidados não poderia ser mais acertada!

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  3. Enquanto assistia o filme lembrei de um filme que assisti no ano passado do diretor Andrei Tarkovsky, seu primeiro filme, na verdade, “Hoje não haverá saída livre” é um curta de 45 min, que fala sobre, o que parece, um silo de bombas encontrados no centro de uma cidade na Rússia, e alguns soldados terão que fazer a remoção para uma área segura.

    Recomendo muito que vejam, o filme é muito interessante por si mesmo, e não é preciso entender uma palavra dita para perceber o drama daquelas pessoas.

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  4. Simplesmente genial!
    Estou boquiaberto com a qualidade do episódio.
    Já conhecia o Comboio do Medo, mas nunca assisti a obra original. E pelo que me consta, o Friedkin quando se encontrou com Clouzot na França, pediu a ele se poderia fazer o remake, e o diretor francês autorizou sem problemas.
    Parabéns a todos pelo sensacional programa e obrigado Cinemasmorra por nos brindar com mais uma fantástica dica.
    É impossível ouvir e não ficar maluco para assistir ao filme.
    Espero que o Dr. Giovanni possa voltar para mais programas, pois sua presença acrescenta ainda mais conteúdo ao já rico conteúdo do podcast.
    Mais uma vez obrigado Angélica e Marcos e parabéns.

    Abraço a todos.

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  5. Adoro este filme e estou ansioso para ouvir o cast.
    Parabéns à equipe do masmorra pelas excelentes escolhas nos temas abordados e voltarei pra comentar assim que ouvir o programa.

    Forte abraço.

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