Masmorra Cast #46 – Halloween Italiano con Molto Terrore e Paura con la Salsa di Pomodoro!

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Horrore! Paura! Muito Pomodoroooo!

Esse é o Halloween italiano da Masmorra! E Angélica Macarrone Hellish e Marcos Fettuccine Noriega convidaram os amigos Bruno Popettone Gunter e Douglas Calzone Fricke do Podtrash para falar dos diretores de cinema de terror italiano cujo talento e amor pela paura, aterrorizam gerações!

Bravo! Bravo! Bravo!

Conheçam e amem o cinema de terror italiano!

E bora lá que a pizza tá esfriando!

 

Arte do banner de Valério Gamer do Randomcast

Youtube:

Edições anteriores: 

A festa é americana, mas o terror é asiático

Especial Halloween. Made in france com biquinho!

Dia de las brujas (con muy horror!)

Mencionados: (entre muitos outros)

Malabimba – Andrea Bianchi (1979)

L’altro Inferno – Bruno Mattei (1981)

Lisa e il Diavolo – Mario Bava (1973)

L’ Orribile segreto del Dr. Hichcock – Riccardo Freda (1962)

Nelle pieghe della carne – Sergio Bergonzelli (1970)

Buio Ômega – Joe D’Amato (1979)

La Chiesa – Michele Soavi (1989)

Dellamorte Dellamore – Michele Soavi (1994)

 

 

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Projeto Masters of Horror: Segunda Parte enfim!

 

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Finalmente!

Só precisou de alguns anos, muita persistência e (é claro!) de vocês amigos, colaboradores, ouvintes, leitores, enfim… amantes do terror, para sair a segunda parte do Projeto Masters of Horror. Essa série americana tão legal que saiu que canal Showtime com renomados diretores do cinema e da tv.

No clima desse mês de Halloween curtam aí a opinião da galera que topou a brincadeira de compartilhar com todos suas impressões  sobre um episódio da segunda temporada. E não esqueça de conferir aqui a primeira parte com a análise de cada episódio da temporada 1!

Bora lá! E que venha no próximo ano a série “Películas Para No Dormir”!

Abraços da Guardiã da Masmorra!

 

Arte do banner de Felipe de Oliveira do Pó de Estante

Tradução dos títulos de cada episódio de Bruno Gunter do Podtrash

Edição de Diego Pinto do Cine Desbravador e Angélica Hellish

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Lista do episódios – Colaborador – Blog

S2E02 – The Damned Thing (Tobe HooperMiguel Calil Neto do Terror no Sofá

S2E02 – Family (John Landis) Franz Lima do Apogeu do Abismo

S2E03- The V Word (Ernest Dickerson) Shinkoheo da Loja As Baratas!

S2E04- Sounds Like (Brad Anderson) Edu Aurrai do Sexta Meia Noite

S2E05- Pro-Life  (John Carpenter) “Dom”

s2e06- Pelts (Dario Argento) Vinícius do Velha Onda

S2E07-The Screwfly Solution (Joe Dante) Paulo Elache do Podespecular Podcast

S2E08- Valerie on the Stairs (Mick Garris) Kell Bonassoli do Intravenosa

S2E09-  Right to Die (Rob Schmidt) Almighty do Podtrash

S2E10- We All Scream for Ice Cream (Tom Holland) Dr Terror do Terrorama

S2E11- The Black Cat (Stuart Gordon)  Equipe Vulgo Cult  Thiago, J.Dragão e César

S2E12- The Washingtonians (Peter Medak) Lucas Lopes

S2E13- Dream Cruise (Norio Tsuruta) Ivan PD do  Sim ou Não

Oh meu Deus! Onde eu encontro essa série?

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A Mosca – David Cronenberg

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A Mosca (The Fly, EUA, 1986) foi a sina de muitos pais durante o final da década de 80 e início da década de 90, quando o filme teve as primeiras exibições na TV aberta. Apesar de sempre passar muito tarde, a criançada sempre arrumava um jeito de assistir, e claro, acabava dormindo muitas das noites seguintes na cama paterna. O interessante é que o filme de David Cronenberg não mira nos sustos e no medo do sobrenatural, mas sim no terror psicológico causado pela situação bizarra e angustiante que acomete o personagem principal.

A Mosca é a revisão de Cronenberg do clássico filme de 1958, A Mosca da Cabeça Branca, estrelado por Vincent Price. Seth Brundle, interpretado por Jeff Goldblum, é um pesquisador que trabalha num projeto audacioso: teletransporte. Brundle acaba se envolvendo com uma repórter de uma revista de divulgação científica, Verônica Quaife (Geena Davis). Verônica rapidamente percebe que o “telepod”, a máquina desenvolvida por Brundle, pode vir a ser a grande invenção da história, e passa a acompanhar o cientista em todos os passos que envolvem a edificação do estranho instrumento.

Ocorre que, numa ação impensada, o pesquisador decide servir como cobaia do próprio invento, e acaba negligenciando uma regra básica na condução de experimentos: estar ciente das variáveis que podem influenciar no resultado final do teste. Ele não percebe que junto com ele no “telepod” há uma simples mosca, fato este que engatilha uma sucessão de eventos ao mesmo tempo peculiares e aterrorizantes, como apenas David Cronenberg sabe fazer.

O diretor é fascinado pela estranheza que é causada por formas humanas deformadas, como bem mostrou em filmes como Crash – Estranhos Prazeres (1996) e eXistenZ (1999); porém, também foca uma boa parte de sua obsessão nas consequências psicológicas que tais deformações arrastam. Goldblum consegue transmitir com competência as mudanças de humor e a aflição atravessadas por Brundle em cada estágio da transformação do cientista no ser horrendo. De fato, a repulsa que o filme causa até hoje tem fundação na maneira como cada fase da alteração corporal do cientista é mostrada. Na caracterização crescente do monstrengo a equipe de maquiagem não poupou esforços. Não faltam feridas purulentas e regurgitações, efeitos até meio que datados e próximos do trash, mas empregados de forma interessante. Uma falta de cuidado na implementação da maquiagem, ao invés de causar voltas no estômago, tornaria o filme risível.

O clímax, apesar de ser atingido após o emprego de artifícios de roteiro que minam diretamente a suspensão da crença e atrapalham um pouco a imersão no universo claustrofóbico estabelecido, é chocante. A boa química entre Geena Davis e Jeff Goldblum contribui para que o espectador percorra o filme do começo ao fim num crescendo de tensão, repugnância e medo.

De qualquer forma, A Mosca não pretende estabelecer-se como uma referência sobre falta de ética e descuido no processo de fazer ciência e tecnologia. Funciona, antes de tudo, como um caminho para Cronenberg exercitar suas preferências e a maneira como enxerga o gênero terror. Neste caso, o que realmente faz este filme ser um marco do horror até hoje é a aptidão de fazer submergir paulatinamente qualquer vestígio de humanidade sob uma carcaça disforme e ulcerada. É aí que a experiência vicária entra em ação, e fisga até o mais viajado cinéfilo, seja o filme um drama, um suspense, ou um terror. Cinema de verdade é isso, embarcar com o protagonista e quase sentir na pele o que ele sente por mais inusitada que situação se mostre. Ponto para Cronenberg.

Texto originalmente postado no site Gaveteiro.com

Resenha: Abismo do Medo – de Neil Marshall

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Bons filmes de suspense/terror são tão raros atualmente que o mais simples fiapo de originalidade deve ser levado em conta quando se trata deste gênero. Um dos critérios que considero ser um dos mais eficientes para testar a qualidade de uma película de suspense é o nível de tensão gerado na plateia durante a projeção, e um lançamento mais ou menos recente, entretanto pouco comentado, consegue trazer altas doses de pânico para quem o assiste.

Abismo do Medo (The Descent, Reino Unido, 2005) é um filme que não deve ser visto por pessoas que sofrem de síndrome do pânico, em especial os claustrofóbicos. O mote é o seguinte: seis amigas se reúnem para realizar uma expedição num sistema de cavernas nos EUA, com o intuito de distrair uma delas que passou por uma situação traumática um ano antes. Como é de se esperar, muita coisa vai dar errado.

A obra do pouco conhecido diretor Neil Marshall (que também leva os créditos pelo roteiro) ganha de outro filme de temática semelhante, também de 2005, chamado A Caverna, por apelar para o terror puro e simples, como o medo de lugares apertados, bem como para os sustos elaborados. Se você pensa que já viu tantos filmes de terror que consegue antecipar os momentos em que sacos de pipoca vão voar para todos os lados Abismo do Medo te reserva boas surpresas. Além dos sustos, a película consegue atingir a meta que é transmitir à plateia uma sensação de angústia e aflição durante quase toda a projeção, um objetivo alcançado por exemplo pelo cineasta de origem indiana M. Night Shyamalan em Sinais (2002) e por William Friedkin, num momento de rara criatividade, no maior clássico do cinema de terror: O Exorcista (1973). Diretores famosos e escaldados já falharam nessa tarefa, como Steven Spielberg em Guerra dos Mundos (2005), que é uma boa ficção científica, no entanto não apresenta carga emocional suficiente para deixar o espectador atordoado.

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Como se não fossem suficientes os momentos angustiantes vividos pelas garotas perdidas num local escuro, apertado e desconhecido, Marshall ainda apimenta a trama com um elemento altamente eficaz: o medo de seres estranhos ou fantásticos. O sistema de cavernas é habitado por um grupo de predadores que inicia uma caça angustiante ao grupo de meninas, rendendo bons sustos e confirmando um trabalho competente da equipe de maquiagem na caracterização dos monstrengos. Uma decisão acertada foi não tentar explicar a origem de tais criaturas, deixando apenas a possibilidade de que estas têm um passado genético em comum com seres humanos. Ou seja, mais tempo para o que o filme faça o que realmente se propõe a fazer: agoniar e encher de tensão o espectador. O final pouco convencional para os filmes de terror que pretendem atingir grandes públicos também contribui para o gosto amargo que fica depois dos créditos finais.

Abismo do Medo é um bom filme de suspense e terror, um alívio para quem sentia falta de calafrios e adrenalina na telona; mas não tem cacife para se tornar um clássico. Porém, é diversão garantida para os amantes ou não do gênero. Uma ressalva: a quantidade de sangue mostrada em determinadas sequências é totalmente sem sentido, chega até a banalizar alguns momentos que poderiam ser mais aterrorizantes sem tanto plasma jorrando na tela.

Texto originalmente publicado no site Gaveteiro.com

Mês de Halloween! Bora lá assistir um documentário sobre o terror através dos tempos?

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Começamos falando do capeta, vai sair a 2ª parte do Projeto Masters of Horror, vai ter o podcast especial de Halloween no final do mês!

Então trouxemos mais um pouco sobre o cinema de terror, e dessa vez aproveitando o excelente post do Portal do Terror Clássico, um documentário de 27 minutos que passou no Telecine Cult sobre o terror através dos tempos!

Vale muito a pena, pois foi feita uma análise dos filmes antigos (e mais recentes também) fazendo um paralelo com a situação política e os medos mais profundos do seres humanos que viveram nessas épocas.

Uma salva de palmas pra galera do Portal do Terror Clássico que está aí alimentando nossos corações sangrentos!

Youtube:

 

Masmorra Cast #666 Como o Cinema tem Apresentado o Demônio?

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Beiçudo, Capiroto, o Difamado, Pé-de-Bode, o Tristonho, o Coisa Ruim, o Cabrunco… apelidos que a cultura popular arrumou para não falar dele. DELE!

O Anjo caído, o demônio! Mas nós nos reunimos na Masmorra depois da promessa de que se chegássemos aos #666 seguidores no nosso perfil oficial no Twitter: @Masmorra_Cast , falaríamos das melhores representações de Satanás no cinema.

E para esse divertido bate papo com cheiro de enxofre no ar, Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam os amigos Ivan Mizanzuk do Anticast Design, PimpMAL e Queirozzzz do Baderna Cast , Ivan PD do Sim ou Não para falar das melhores representações do dito-cujo no cinema!

http://www.youtube.com/watch?v=f-BBYsyOHU4

E aí? Qual é a sua? Comenta aí!

E não esqueça de dar sua nota ao podcast no Itunes!

 

Página oficial do Cine Masmorra no Facebook e nosso grupo de discussão sobre cinema: Cinema Underground no Brasil e no mundo.

Edição Diego Pinto – Arte do banner: Ivan Mizanzuk

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Youtube:
Algumas atuações mencionadas:

Na série Millenium: S02E21

Dave Grohl em Tenacius D

No filme Musallat de Alper Mestç 2007

O ator Michel Serrault no filme Assassins de Mathieu Kassowitz de 1997

Robert DeNiro no filme Coração Satânico de Alan Parker 1987

Al Pacino em Advogado do Diabo de Taylor Hackford de 1997

Viggo Mortensen no final de Anjos Rebeldes de Gregory Widen 1995

Peter Stormare no filme Constantine de Francis Lawrence 2005

Telly Savallas no filme de Mário Bava de 1973 Lisa e o Diabo

La Herencia Valdemar de José Luis Alemán de 2010

No filme Crossroads dirigido por Walter Hill 1986

Jack Nicholson no filme As Bruxas de Eastwick de George Miller 1987

Gabriel Byrne no filme Fim dos Dias de 1999 dirigido por Peter Hyams

Elisabeth Hurley no filme Endiabrado de Harold Ramis 2000

Roberto Benigni em O Pequeno Diabo de 1988

Youtube:

 

 

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