Feedback, recomendações de filmes e séries, música e o fim do nosso podcast.

The-EndFinalmente a resposta ao feedback dos ouvintes!

Nesse podcast Angélica Hellish, Marcos Noriega e Ivan PD comentam a opinião dos ouvintes sobre os podcasts gravados, recomendam bons filmes e séries para não perder a oportunidade e ainda escolhem uma música pra descontrair.

Afinal o assunto é sério: O fim do Masmorra Cast tem data marcada.

Email: contato@cinemasmorra.com.br

Twitter: @Masmorra_Cast – Facebook : Cine Masmorra

Lembrem-se de nos avaliar no iTunes!

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Recomendações e links logo abaixo.

Projetos e podcasts mencionados:

Debates em HistóriaPodcasteros Game of Thrones BRAnimecotecast

Ganhamos o selo de qualidade do Paranerdia!

* Recomendado no podcast sobre Todd Solondz:

Série Orphan Black

* Recomendado no podcast comemorativo de 4 Anos:

Filme Ravenous (Mortos de Fome) 1999 Dir. Antonia Bird

* Recomendado no B.P.M. #34 – Casa Cheia!

Série Utopia – Filme Nacional Trabalhar Cansa

* Recomendado no podcast Masmorra Cast 666 :

Texto do Tiago de Lima Castro sobre o filme Final Cut – Ladies and Gentleman

* Recomendado no podcast sobre o Projeto Masters of Horror 2ª parte:

Projeto 6 Películas no dormir – Animação Uma história de amor e fúria

* Recomendado no podcast de Halloween Italiano:

O estranho segredo do bosque dos sonhos – 1972 dir. Lucio Fulci

Dr. Fantástico – 1964 dir. Kubrick

The World’s End  (Heróis da Ressaca) – 2013 dir. Edgar Wright

* Recomendado no podcast sobre o Masmorra à Trois 4 – Trilogia da Guerra:

Danton – O Processo da Revolução 1982 – dir.  Andrzej Wajda

O Manuscrito de Saragoça 1965 – dir. Wojciech Has

* Recomendado no Masmorra Maldita #1 – Saló:

Filme Maladolescenza 1977  –  dir. Pier Giuseppe Murgia

Filme Ao Final Todos Mueren 2013 – dir.  Javier Botet, Javier Fesser, Roberto Pérez Toledo, David Galán Galindo, Pablo Vara.

* Recomendado no B.P.M. #35: 

Documentário The Act of Killing 2012 – Joshua Oppenheimer

* Recomendado no podcast sobre o filme A Rainha Bandida:

Dans La Maison 2012 – dir.  François Ozon

Jovem e Bela  2013 –  François Ozon

* Recomendado no podcast sobre a 1ª temporada da série Vikings:

Série inglesa In the Flesh 2013 /~2014 – dir. Jonny Campbell

* Recomendado no Masmorra Maldita #2 O Bandido da Luz Vermelha:

A Ópera dos 3 Vinténs 1931 – dir. Georg Wilhelm Pabst

 

 

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24 pensamentos sobre “Feedback, recomendações de filmes e séries, música e o fim do nosso podcast.

  1. Esse é um vazio que dificilmente será preenchido. Seria legal que outras pessoas pudessem dar continuidade ao projeto, mas o Marcos e a Angélica se tornaram como velhos amigos mesmo nunca tendo os conhecido pessoalmente. Vocês sabem, amigos são insubstituíveis.
    Estiveram nos meus ouvidos ao longo de muitas fases da minha vida e suas recomendações vêem influenciando minha visão de arte e do mundo como um todo. Eu vinha me consolando ouvindo eles no Podcasteros, mas parece que era um prenúncio, né? Tal qual personagens amados de uma saga, chega o momento deles nos deixarem.
    Mas eu não quero ser pessimista,. Acredito que ainda teremos um cliffhanger e essa dupla vai aparecer quem sabe em um novo Masmorra capitaneado por uma nova geração de podcasters ou como convidados de honra pela chamada podosfera. Seja como for, ficam com esses dois meus votos de felicidade e realização em tudo que se envolvam, bem como nas suas vidas pessoais.
    Grande abraço, amigos!

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    • Queridos amigos, vou comentar aqui no campo de respostas desse lindo comentário do Ricardo Cidade.
      Usar esse espaço para agradecer a ele e também a todos vocês pelas palavras de apoio, solidariedade, gentileza com as quais vocês tem nos agraciado por estes dias depois da publicação do nosso último podcast.
      Falo em meu nome e do meu companheiro e colaborador Marcos.

      Saiba que nos sentimos honrados por termos produzido nossos podcasts ao longo desses anos, mas saibam também que o fato de VOCÊ amigo, amiga ter confiado e ter dado o play fez toda a diferença.
      Você nos incentivou a continuar, mesmo quando parecia impossível publicar.
      Então o mérito é seu. Muito mais do que nosso.
      Você comentou e incentivou a discussão, você apresentou o podcast para outras pessoas e fez com que mais filmes e cineastas fossem conhecidos e merecidamente divulgados.
      Essa semente cresce e cresce dentro de ti. Nós somos e sempre seremos apenas instrumentos para propagar.
      Exatamente como você.
      Nós amamos muito saber que você tem prazer em nos ouvir.
      “Quem quer falar para uma sala vazia?” (Mau Saldanha)
      Que bom que a nossa sala tem pessoas tão legais, tão interessantes!
      Ainda haverão mais podcasts. Então puxa mais uma cadeira aí e sirva-se! O cinema está aí. Fica a vontade e pode pegar um pouquinho pra refletir conosco 🙂
      Você merece as palmas. Muito obrigada de todo o coração.
      Se houver qualquer possibilidade de permanência do projeto (por nossas mãos ou de outros) você será o primeiro a saber.
      Abraços e bons filmes!

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  2. Fala pessoal, estou comentando enquanto estou ouvindo.

    SObre o Villa Lobos, a história da fama por ter ido ao exterior, eu nunca li nada do tipo, acredito que sua evolução como músico conhecido tenha se dado gradativamente, claro que uma viagem ao exterior ajuda muito no curriculo, tanto que no Estado Novo de Vargas em 30, Villa Lobos estava lá trabalhando com o presidente.

    Sobre o fim.
    Tudo tem o seu inicio, meio e fim, quando Angélica disse que não estava triste pela escolha, então automaticamente não fiquei triste também, se é pra vocês terem mais saude na vida, mais tempo, e poderem realizar tudo que desejam, acho que é o melhor a ser feito sempre, a nossa vida em primeiro lugar.
    Não entendi bem se o site Cinemasmorra vai acabar também, bem, eu utilizo o podcast como um meio, então acho que devem sim dar um tempo, ou até pensarem mesmo em não voltar, mas se desejarem um dia gravar de novo, por que não? Até o Perboni está querendo voltar com o Visão Histórica, e gravar alguma coisa de novo, quem sabem essa vontade não bate em vocês no futuro? E afinal de contas vocês não vão sumir, estarão sempre por ai convidados e participando de alguns casts com certeza.

    Desejo a vocês muito sucesso nas novas empreitadas, e parabéns pelo trabalho que fizeram até hoje.

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    • Salve, Daniel.
      Fiz a observação apressadamente e de lembrança,então fiquei com um argumento meio solto.
      Mas o texto deste link http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/historia/cenasdoseculo/nacionais/villalobos.htm deve reforçar, ou esclarecer o que quis dizer.

      “Rio de Janeiro, 1915. O jovem compositor Heitor Villa-Lobos realiza uma série de concertos onde apresenta suas obras. Vaias e protestos. O público e a crítica reagem mal ao estilo inovador de Villa-Lobos. Começa aí a carreira de um dos compositores mais brilhantes da história da música brasileira.”
      “Em 1915, começa a apresentar suas composições em concertos mas não é bem aceito pelo público elitista e pela crítica conservadora, muito dependente de influências européias. Entretanto, na Europa o mundo da música erudita passava por mudanças. ”
      “No Brasil, essa valorização do folclore nacional ainda encontra resistências. Nomes como os de Alberto Nepomuceno e Ernesto Nazareth são discriminados por sua música de raízes populares”

      O texto continua falando de sua participação na semana de arte moderna e de sua viagem à Europa

      Outros links de referência.

      http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-93132003000100005&script=sci_arttext

      http://www.pucsp.br/cuca/download/HeitorVilla.pdf

      Valeu pelo comentário.

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      • Bacana o texto ele da uma boa resumida. Acredito na conjunção dos fatores, desde a semana da arte moderna, claro que a viagem ao exterior ajudou muito.
        Valeu Ivan, abraços

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      • Um contraponto interessante, que esqueci de mencionar nesse caso: Guerra Peixe, um grande compositor e pouco conhecido, muitas vezes esquecido, ele dizia que nunca viajou para fora do Brasi, a fama que conseguiu conquistar foi com muito trabalho, e mesmo assim hoje, quando se fala em compositor brasileiro, se esquece dele, do Santoro e outros.

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  3. Oi a todos, mais um belo podcast!

    Muito obrigado pela divulgação do meu texto, minha tentativa de resenha. Obrigado mesmo!

    Iria ser bem legal um BPM focado em diretoras, apoio totalmente essa ideia.

    No caso do Villa-Lobos citada, antes de ir a Europa ele já era até que bem conhecido no meio musical do Rio de Janeiro antes de ir a Europa. Porém, mesmo nos dias de hoje ele é pouquíssimo estudado profundamente em nosso país, mesmo sendo elogiado por compositores como Olivier Messiaen e Edgard Varèse, somente nos últimos anos tem sido estudado de maneira digna em nosso país graças ao Paulo de Tarso Salles e um ensaio do Willy Corrêa de Oliveira publicou no Estadão declarando em alto e bom tempo que sua geração criticava Villa-Lobos sem ao menos escutá-lo…

    No cinema nacional tem muito disso mesmo, desde o cinema marginal, o Mazzaropi, o Mário Peixoto… Fiz um curso de linguagem cinematográfica e o professor mostrou uma série de curtas, dos primeiros feitos no país que são pouquíssimos comentados em Universidades, sendo que na década de 10 já tinha filme no Brasil com câmera gravando carro em movimento e mesmo presa no carro em movimento…

    Um cineasta não muito conhecido que tenho gostado bastante é o Alexander Kluge, vale a pena conhecer a obra dele.

    Pessoalmente fiquei triste com a notícia, mas compreendo a necessidade de vocês pararem com o podcast por um tempo. A vida as vezes necessita que escolhamos concentrar-nos em outras atividades.

    De qualquer maneira, o trabalho de vocês é muito bem, sempre escuto o CineMasmorra e só não comento mais por falta do que dizer, mas vocês me trouxeram muito incentivo a buscar conhecer mais sobre cinema, digo que o episódio sobre o Carlos Saura está para frente no meu coração!

    Tudo de bom a vocês e muito obrigado por tudo que sempre trouxeram do cinema até nós!

    Tiago

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    • Isso mesmo, Tiago, vamos botar pilha em Lady Hellish para ela realizar esse BPM só com filmes dirigidos/produzidos por mulheres.
      E Valeu pelas referências que você deixou, vou pesquisar esses nomes que você citou.
      🙂

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  4. Apesar de que seria plena mentira dizer que não terei saudades de ouvir a voz de lady Hellish e lord Noriega discursando sobre o cinema que vale a pena, entendo perfeitamente o que querem dizer quando a questão é tempo, ou a falta deste, que já matou tantos projetos maravilhosos ao longo da história.

    Mas independente de se o Cine Masmorra seguirá em frente ou não, e espero que siga, encontrando novos integrantes tal qual uma nova frente de batalha, a verdade é que, durante o tempo em que existiu, sempre foi um marco a ser lembrado nas nossas almas e paixões pela sétima arte. E isso não pode ser derrubado com ou sem site.

    Abração a todos, vocês sempre foram e serão phoda, chefiando ou não este podcast. 8)

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  5. Eu queria complementar duas informações que esqueci de mencionar durante o Podcast.
    Quem assistiu, e gostou, de Filhos da Esperança (2006) http://www.imdb.com/title/tt0206634/ TEM que assistir a série que Marcos indicou,Utopia, é um complemento perfeito.
    E o outro é quando falamos de Trabalhar Cansa, eu queria ter lembrado de recomendar o episódio do Pó De Estante em que eles resenharam o filme, ficou bem bacana.
    http://www.podeestante.com.br/pde-005-trabalhar-cansa/

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  6. Olá Angélica e Marcos, tudo bem?

    Peço desculpa pela ausência em comentar os episódios, mas o tempo tem sido curto. Vocês sabem que mesmo sem comentar, sou ouvinte assíduo do Masmorra há muito tempo.
    O podcast desde sempre tem sido fonte de dicas de cinema e fico sinceramente muito triste que ele será descontinuado.
    É muito difícil encontrar algo desta qualidade sobre cinema alternativo na internet, ainda mais com todo o conhecimento e carisma de vocês.
    Entretanto, entendo os motivos que levaram a isso. Eu mesmo, tenho muita vontade de participar de podcasts, mas minha vida profissional não me permite. Cheguei a assistir o Masters of Horror pra enviar um comentário em áudio, mas não consegui…
    Entendo o que levou a essa decisão, mas espero não deixar de ouvi-los tão cedo. Após o fim, espero ouvir você e o Noriega em outros podcasts como o Podtrash ou outro, afinal suas vozes são parte da história da chamada “podosfera brasileira”.
    Quem sabe o Masmorra seja assumido por outro colaborador como o Ivan PD… Seria muito bom…

    Bom, pra terminar, quero que saibam que independente da decisão, torço pra ouvi-los novamente em algum futuro projeto, pois mais do que um leitor, assinante ou ouvinte, sou FÃ de todos vocês.

    Um abraço, e até logo.

    Ps.: Ainda estou no aguardo do masmorra sobre El Dia de La Bestia.

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  7. Olá!

    Confesso que fiquei surpresa ao ouvir meu nome no podcast. Estava tralhando e pá, “Lívia Silva Santos”. Foi legal!

    Eu sempre achei o trabalho de vocês muito relevante e importante. Fico triste em saber, entretanto, da dificuldade de se obter apoio. Outro pessoa que faz um trabalho lindo é Mau Saudanha, e torço muito por todos vocês.

    Apesar de não assistir filmes de terror, nem gore, adoro todas as outras dicas de vocês! 😀

    Lembro até hoje quando assisti Os duelistas, indicação de vocês, e que filme bom! Ás vezes a gente é engolido pela dificuldade de assistir filmes antigos ou fora de roteiro comercial, mas quando consegue, é muito bom. O melhor filme que assisti nos últimos tempos no cinema foi Pulp Fiction, nos Clássicos do Cinemark, dica também de vocês.

    Tento sempre estar aberta à novas artes, novos conceitos, novas ideias, novos cinemas, novos livros… Tento, pois às vezes falta o tempo. Por isso o trabalho de vocês é tão importante, e ao mesmo tempo, tão consumista de tempo para vocês.

    Fico feliz em saber como vocês estão lidando com o fim do podcast, que na verdade pode ser o fim da participação de vocês, mas uma oportunidade para novos aventureiros.

    Obrigada pelo excelente conteúdo de todos esses anos. Vocês são demais e farão falta, com certeza!

    Um grande beijo,
    Lívia (que sente muita saudade do Cine Posto 4, de Santos….)

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  8. Não fiquei triste com o futuro fim, pois as palavras de vocês, como sempre, me confortam. Mas dá um apertinho no coração. De qualquer forma, quanta sensibilidade e maturidade acerca desse desprendimento do projeto, “vocês querem que ele continua, então assuma” ( rs ) mas é difícil não associar o CineMasmorra, masmorracast com a querida Angelica e o sábio apaixonante Marcos Noriega.

    De qualquer forma, vocês fizeram muito mais por mim do que imaginam. Na minha infinita busca incontrolável por inspirações, vocês se apresentaram como, talvez, os mais palpáveis deles. Já falei tudo isso nas gravações das vidas, mas vale deixar registrado.

    Amo vocês, amo o masmorracast, bpm, tudo o que vocês criaram. Mas tenho certeza que em qualquer lugar que vocês estejam esse clima gentil, sensível e inteligentíssimo vai existir. Então fico muito feliz e desejo sorte nessa nova vida cheia de tarefas, mas que bom. Um dia ainda vou ai tomar um suco com vocês. 😀

    Abraço pessoal.

    Obs: Quanto ao cast sobre mulheres: dorota kedzierzawska é minha diretora favorita. Fala sobre a criança, solidão e amor, em filme como “Corvos”, “Eu existo”, “Nic”… Enfim, uma artista com um olhar incrível.

    Escrevi um pouco sobre aqui: http://supernovo.net/oscinefilos/critica-oscinefilos/eu-existo-jestem-2005-critica/

    A fia do Copolla eu gosto muito tbm. rs

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  9. Angelia e Marcos, preciso dizer publicamente:

    Obrigado pelo Mamsorra! Obrigado pela amizade! E obrigado pela cultura que vocês agregaram nesta minha cachola lixorenta 🙂

    Óbvio que não vou dizer que bate um poucod e tristeza, mas ao mesmo tempo fico feliz demais com as conquistas que vocês conseguiram em vossas vidas.

    Mas não vou escrever muito. Prometo que irei até SP em breve (e carregarei o Douglas) só para vê-los.

    Denovo: OBRIGADO!

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  10. Caramba, não acreditei quando lí o nome do podcast =(
    Acompanho vocês a alguns anos, e quantos podcasts maravilhosos e com ótimas indicações.
    Aqui é o lugar onde venho, quando quero assistir uma recomendação de bom filme.
    Obrigado por tudo e parabéns pelo trabalho.

    ps: no fundo, me sobra uma esperança de que tudo continuará

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  11. Agradeço muito pelo tempo e esforço dedicado à este excelente projeto e entendo as dificuldades de se manter um podcast e o tempo que isto exige.
    Felizmente ainda tenho vários episódios para ouvir, que estou deixando para escutar após ver os filmes comentados e outros que acabarei ouvindo outras vezes.

    Deixo meu muito obrigado e um abraço!

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  12. olá!

    Antes de escutar venho deixar o maior agradecimento em maior grau.

    Não lembro exatamente como tomei conhecimento do Cinemasmorra, mas provavelmente pelo Barão via FARRA. Naquela época ainda era o Masmorra Erótica, e me tornei um fã apaixonado tanto das postagens, quanto dos pod’s – sendo que o de distopias ainda é um dos melhores que ouvi. E depois veio o Cinemasmorra e uma dúzia de recomendações, todas fabulosas (uma pena que só temos uma vida, pois para a quantidade seriam necessárias outras três, três vidas prazerosas).

    Sinceramente, não lamento pois o trabalho de vocês foi incrível durante esses anos, um presente para esse nosso microverso (ainda não ouvi os motivos para o fim, mas tenho plena certeza de que devem ser os mais corretos e necessários).

    Me preparando para ouvir o f de feedback…

    Abraços meus amigos!

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  13. Olá pessoal do Masmorra. Acompanho o site desdo masmorra erótica, que era um nome sensacional. Me lembro bem de quando saiu o Podcast do Satoshi Kon e eu fiquei muito interessado na filmografia dele, assim como no lançamento do primeiro Masmorra a Trois sobre a Trilogia das cores. Certamente é por causa do podcast de vocês que o Kieslowsky e o meu diretor favorito até hoje (mesmo não tendo assistido tudo que ele dirigiu) e que eu me interessei por ler sobre cinema, ir atrás das filmografias e refletir sobre o que eu acabei de assistir, mesmo que o filme parecesse de alguma forma não seguir com exatamente uma história, fiz questão de continuar a ver exatamente esse filme até o final, e reve-lo também. Agradeço a vocês e ao Vortex Cultural por isso, não gostaria tanto de cinema se não fossem vocês.

    Durante muito tempo fiquei sem internet então automaticamente parei de ouvir podcast e me foquei em outras coisas. Quando li o anuncio de que havia data marcada para acabar fiquei assustado, porém nesse tempo que estive fora vocês também lançaram muitos podcasts. Dificilmente vou ouvir todos em duas semanas mas vou guardar cada um para ouvir no momento certo, já baixando aqui enquanto escrevo o comentário. Vocês tem o seu espaço como o melhor podcast que cinema que existiu no Brasil sem dúvida nenhuma, desda abertura tocando Tocatta e Fuga do Bach, até as piadinhas malandras do Marcos na abertura dos primeiros podcasts.

    Só gostaria de fazer esse pequeno agradecimento a toda equipe do site, e manterei essa boa lembrança que são vocês sempre. Fiquem bem na masmorra erótica de vocês!

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  14. Poxa, recentemente coloquei os casts em dia, também estive na correria e falta de tempo mas o Masmorra continua sendo o meu podcast favorito.

    Queridos amigos, sabem que podem continuar contando comigo com relação ao site ou se for preciso pensar em um jeito de continuar com o conteúdo online, pois existem muitas relíquias sonoras e textuais aqui que hospedagens gratuitas infelizmente não comportarão. Podemos juntos pensar em uma maneira de arrecadar fundos para a Masmorra permanecer aberta nem que seja no modo Catacumba. Mas na minha opinião não podemos perder essa preciosidade, pois na internet igual não há.

    Lamento muito pelo fim mas como muitos aqui ainda acredito em uma alternativa, afinal ainda resta algum tempo e muita coisa pode acontecer.

    Contem comigo.

    Abraços!

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  15. Angélica,
    Eu só ouvi agora este episódio. Não lido muito bem com o final de coisas úteis…

    Escrevo por dois motivos. O primeiro é de uma vaidade atroz: gostaria de agradecer pela leitura do meu comentário. É muito satisfatório constatar que meu pequeno raciocínio teve alguma serventia.

    No programa, você perguntou se eu tenho algo como um blog. Não sou um sujeito muito moderno, então o mais próximo disso é o http://filmow.com/usuario/andreluiz.scussiatofarias/

    O segundo motivo que me trouxe aqui é a necessidade de dizer o óbvio: com esses anos de treino, por assim dizer, vocês atingiram um nível de qualidade que demonstra quase academicamente o porquê da Internet estar se tornando o meio de comunicação mais inclusivo e mais sofisticado desde o livro.

    Alguns programas são verdadeiramente sublimes, pois conseguem fazer a difícil união entre consistência das informações e apreço pelo assunto abordado. Exemplos são o “Masmorra Cast # 28 – Alejandro Jodorowsky” e o “Masmorra Classic #3 – O homem que não vendeu sua alma”.

    Sendo assim, acho que a reação adequada à decisão de vocês é justamente fazer o mais piegas,que é louvar o trabalho soberbo, agradecer pela oportunidade de ter tido contato com esta bela iniciativa, e desejar o melhor aos seus criadores e entusiastas.

    Bom… era isso.

    Grande abraço!

    André

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  16. Pingback: Freddieback, de mudança e recomendações de podcasts | Cine Masmorra

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