Batendo Papo na Masmorra #42 Acessibilidade à Cultura

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Voltamos com mais um Batendo Papo na Masmorra e dessa vez falando sobre o direito que o ser humano tem de acesso à cultura, o entretenimento.

Falamos sobre as nossas experiências para possamos ir aos cinemas na região em que moramos, desigualdade social e a responsabilidade e o cuidado que todos nós precisamos ter com o que falamos nas gravações dos podcasts, nos textos que publicamos…

Para esse bate papo Angélica Hellish convidou Thiago Miani do Dimensão Nerd, Tiago de Lima Castro do Nerdópole, do Blog Pensamentos, Pesquisas e Reflexões e do extinto Randoncast , Emerson Teixeira do podcast Cronologia do Acaso e Cliff Rodrigo dos podcasts Trashcast e Tem Um Tigre no Cinema.

Esse podcast foi gerado devido ao texto polêmico escrito por Jurandir Filho do portal Cinema com Rapadura (ele escreveu um pedido de desculpas) sobre o problema de segurança que seria criado caso o ingresso de cinema tivesse um valor barato e acessível à todas as pessoas de diversas classes sociais.

Queremos deixar bem claro que apesar de não concordar com essa opinião, esse podcast não foi gravado para recriminar o autor do texto pelo ato falho ou alimentar a polêmica em torno de seu nome.

E sim para fazer uma reflexão do que pode nos levar a  escrever textos  nesse teor e como podemos e devemos mudar a nossa perspectiva sobre muitas coisas.

Na imagem do banner.

A foto de um projeto de ação social em Cabo Frio no Estado do Rio de Janeiro que levou várias pessoas em situação de rua ao Shopping para assistir o filme Vingadores. Um projeto que acontece periodicamente.

Humaniza Redes

Texto: O cinema como prática educativa não formal

Texto: Porque Cinema Barato é uma coisa boa

Texto: Um cinema para todos

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4 comentários Adicione o seu

  1. Infelizmente perdi a oportunidade de participar desse papo, apesar de ter sido o primeiro a levantar a mão! O papo foi excelente como sempre e na próxima vez que for convidado eu prometo que apareço! 😉

  2. Olá Angelica!venho deixar meus tostões neste debate. trabalhei por 13 anos em uma grande rede de cinemas(severiano ribeiro). e posso afirmar que,ao contrário do texto/pensamento do jurandir,os clientes mais “carne de pescoço” eram justamente os de classe A,B+. dando carteiradas e/ou contando com a falácia do cliente sempre tem razão,para causar atritos e vias de fato sem motivos para tanto!
    muitos deixando crianças menores ao bel-prazer do destino,apenas para fazer compras sem nenhum “estorvo” no shopping. ví guerras homéricas de pais que achavam um absurdo leis que visavam a proteção de seus filhos em detrimento as suas vãs vontades.
    ví bebês recém concebidos adentrarem em salas que a potência sonora ensurdeceria o mais preparado micareteiro. enfim,sei que nunca deixarão de existir pessoas assim mas,contamos com o fantástico e um dia pode mudar!

  3. Eu ouvi o pedido de desculpas do Jurandir em um rapaduracast recente e acho q foi sincero…todo mundo era e ser capaz de reconhecer e expor isso é o melhor a fazer

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