[Mês do Horror] Necronomicon com Liv Andrade

Olá ouvintes e leitores desta masmorra cinéfila! Hoje o tema é Lovecraftiano no Mês do Horror!

Angélica Hellish e Liv Andrade da nossa coluna Calabouço da Liv e também do site Sassenachs Brasil Podcast comentam algumas produções que apresentam o Necronomicon dentro da sua narrativa e podem trazer (ou não) muito humor.

Qual é o seu filme/Série favorito inspirado no universo de H.P. Lovecraft?

Mencionados: [Podcast] Ghost Writer – A Inominável obra de H.P. Lovecraft [Filmes / Séries] Trilogia Evil Dead (1981/1987/1992) – Série: Ash vs Evil Dead (2015-) – Necronomicon O Livro Proibido dos Mortos (1993) – The Haunted Palace (1963) – À Beira da Loucura (1994) – The Unnamable (1988) (Abominável Criatura) – Necronomicon – Geträumte Sünden (Succubus) (1968) [Texto] Mundo Tentacular: Verdades (e principalmente) Mentiras sobre o terrível Necronomicon

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[Mês do Horror] Calabouço da Liv #14 – “Sou uma donzela, estou indefesa, mas eu saio dessa.”

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O problema nunca foi a falta de presença feminina nos filmes de terror, mas sim a maneira como essa presença é representada. Antigamente era pior, com certeza, até mesmo pelo contexto histórico. Se as mulheres são oprimidas ainda hoje, imagina nos séculos passados. E como o cinema sempre foi um reflexo de sua sociedade atual não podia ser diferente: ou as personagens eram puritanas delicadas, precisando ser resgatadas pelo mocinho, ou elas eram sexualizadas e objetificadas ao extremo, normalmente colocadas como as vilãs ou párias.

Felizmente isso foi mudando de pouco a pouco, agora temos protagonistas muito mais complexas e diferentes, principalmente com a entrada de mais diretoras no gênero. É bem irônico algumas pessoas acharem que mulher não tem lugar no cinema de horror, sendo que uma das histórias mais famosas de horror foi escrita por uma mulher (sim, estou falando do Frankenstein de Mary Shelley).

Por essas e outras que hoje decidi fazer uma lista com algumas das melhores personagens femininas em filmes de terror/suspense/horror:

A Garota (Garota Sombria Caminha Pela Noite, A Girl Walks Home Alone At Night, 2014)

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Antes de tudo, preciso mencionar que nós discutimos bem esse filme (e outras personagens femininas incríveis) no lindo e cheiroso podcast Histórias de Vampiros, então clica aí e se divirta. Mas enfim, resumindo: o longa é sobre uma vampira justiceira (como eu gosto de chamar: a Batman iraniana), que anda pelas noites atacando homens misóginos e protegendo mulheres em perigo. A Garota (sim, nós não sabemos o nome dela) é interpretada belamente por Sheila Vand, que consegue passar muito sentimento com seus olhos expressivos. Essa inversão, onde a presa vira o predador, é maravilhosa. E a Garota não é apenas retratada como uma super-heroína, ela possui camadas que o filme explora muito bem, graças a diretora Ana Lily Amirpour.

Brigitte e Ginger (Possuída, Ginger Snaps, 2000)

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Também vale mencionar que já falei de Ginger Snaps no texto sobre A Licantropia e o Feminino, se você não leu, clica ali pra ler. Mas então, na verdade, Ginger Snaps é uma trilogia, em que a protagonista de fato é Brigitte (Emily Perkins), a irmã de Ginger (Katherine Isabelle). Pra quem não sabe, o filme conta a história de duas irmãs góticas diferentonas que acabam no meio de uma trama grotesca quando a irmã mais velha é mordida por um lobisomem. A relação das irmãs é muito forte e é retratada sem ser piegas. Vemos a lealdade delas sendo testada durante os filmes, e como elas mesmas resolvem seus problemas, juntas ou separadas. A melhor coisa é que o foco é nas mulheres, sem muito espaço para romance. Inclusive, no segundo filme, temos outra personagem feminina bem interessante, a Ghost, uma menininha sorrateira.

As bruxinhas supimpas (Jovens Bruxas, The Craft, 1996)

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Quem é dos anos 90 e 2000 certamente já viu esse filme na TV umas mil vezes. Ele não é bem de terror, mas tem um clima sinistrão em alguns momentos, sem contar a temática de magia. Bom, nós acompanhamos as quatro amigas adolescentes Nancy (Fairuza Balk), Sarah (Robin Tunney), Bonnie (Neve Campbell) e Rochelle (Rachel True), que praticam bruxaria – e diferente dos encantamentos que eu tentava fazer na minha pré-adolescência, os feitiços delas realmente dão certo. O bom desse filme é que todas as personagens são bem diferentes umas das outras, apesar do interesse em comum. É claro que ele tem um ar de filmão adolescente dos anos 90, mas mesmo assim não cai nos estereótipos femininos. Uma das maiores coisas do longa é que ele inspirou muitas garotas a se unirem para tentar magicar (tipo euzinha), e qualquer filme que ajuda a glorificar a amizade feminina vale a pena.

Sidney Prescott (Pânico, Scream, 1996)

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Olha a Neve Campbell aqui de novo! Com certeza a Sidney merece uma medalha da sobrevivência, porque olha… A pobre moça já se ferrou muito nos quatro filmes da franquia, mas sempre termina viva no final. Uma das coisas que eu gosto na personagem é que ela usa todo o seu trauma para ajudar outras pessoas, seja trabalhando na linha de auxílio à mulher, ou escrevendo suas experiências em livros. Desde o início, apesar de sempre estar no olho do furacão, Sidney consegue manter a sanidade e pensar em soluções para sair das armadilhas do Ghostface (que muda em cada filme, mas sempre está relacionado à Sidney).

Clarice Starling (Silêncio dos Inocentes, Silence of the Lambs, 1991)

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Personagem icônica que rendeu um Oscar à maravilhosa Jodie Foster. Quando as pessoas pensam em Silêncio dos Inocentes, o primeiro nome que surge é Hannibal Lecter, brilhantemente interpretado por Anthony Hopkins. Mas vamos deixar claro aqui, o filme é da Clarice. Apesar de ser novata, e menosprezada por alguns homens da equipe, ela é a mais corajosa, nunca desiste e se enfia aonde precisar para solucionar o caso. Isso não significa, é claro, que ela não tenha suas fraquezas e inseguranças, o que só acrescenta ainda mais profundidade nessa personagem incrível, que com certeza serviu de inspiração para muitas mulheres seguirem carreira na polícia ou como detetives.

Laurie Strode (Halloween, 1978)

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Outra final girl na lista. Jamie Lee Curtis participa da maioria dos filmes da franquia Halloween, que foi iniciada por John Carpenter. Olha, não é fácil derrotar Michael Myers, o bicho se recusa a morrer, mesmo sendo defenestrado, esfaqueado, atropelado, mutilado… Muita gente tentou, mas só uma conseguiu (opa, spoiler). Foi um longo caminho, mas quando Laurie finalmente consegue mandar o irmão para o quinto dos infernos é um suspiro de alívio, é aquele tapa de luva com espinhos na cara de todos os stalkers que ficam assediando meninas por aí. Laurie é bem esperta, e só vai ficando mais experiente com o passar dos filmes, deixando de cometer aquelas bobagens típicas de vítimas em slash movies.

Miss Giddens (Os Inocentes, The Innocents, 1961)

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Apesar de ter sido feito em uma época onde as mulheres tinham voz mínima, a protagonista deste clássico filme, interpretada pela maravilhosa Deborah Kerr, é bem independente, esperta e sagaz. Miss Giddens vai trabalhar como governanta de uma grandiosa casa vitoriana, sendo responsável por cuidar de duas crianças, aparentemente adoráveis. Só que ao passar dos dias ela vai notando um comportamento bizarro nelas, além de aparições assustadoras pela casa. Giddens não se acanha, mesmo com medo, ela enfrenta o que precisar para salvar as crianças. O final do filme é bem surpreendente, se você ainda não assistiu, assista pra ontem!

As aventureiras azaradas (Abismo do Medo, The Descent, 2005)

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Esse filme irlandês é inteiramente protagonizado por mulheres. Depois que Sarah (Shauna MacDonald) sofre um acidente terrível, suas amigas decidem animá-la, e a chamam para uma aventura nova: descer e explorar uma caverna bem profunda. Tudo está okay, até que um deslizamento de rochas acaba prendendo-as dentro do escuro local. O clima claustrofóbico e a necessidade de sobrevivência em si já são ótimos ingredientes para um suspense, mas acontece que essa caverna guarda mais segredos do que aparenta, e as meninas vão ter que literalmente lutar pelas suas vidas. Ótimo filme tenso e agoniante, onde as moças têm que se ajudar e ao mesmo tempo lidar com os próprios conflitos internos.

As irmãs problemáticas (O Mistério das Duas Irmãs, A Tale of Two Sisters, 2003)

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Eu estou falando do filme sul-coreano, e não do remake americano – que é até parecido. Uma jovem volta para casa depois de ter sido internada em um hospital psiquiátrico, e logo se estabelece de novo com sua irmã mais nova, de quem é muito próxima. O problema é que ela começa a ter visões sinistras relacionadas ao passado da família, e em especial a sua mãe falecida. A jovem então começa a suspeitar de todos, em especial de sua madrasta. Não posso dar mais detalhes, porque esse filme é bem surpreendente, mas vale mencionar a complexidade e as várias camadas das personagens principais.

Maddie (Hush, 2016)

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Um dos filmes mais subestimados de 2016. Utilizando basicamente apenas um cenário, ele é estrelado por Kate Siegal, que interpreta Maddie, uma escritora que perdeu sua audição quando era adolescente, e agora vive praticamente isolada em uma casa afastada. Sua vida calma vira um caos, porém, quando um serial killer mascarado invade sua casa, e ela precisa dar um jeito de sobreviver sozinha. Essa mulher tá de parabéns, sério. Se fugir de um psicopata já é difícil, imagina fazer isso tendo necessidades especiais. Mas ela se vira, faz coisas bem espertas e corajosas para contra-atacar o assassino. Até onde eu sei, o filme está disponível na Netflix, e com certeza é uma boa pedida!

Sally e Gillian Owens (Da Magia à Sedução, Practical Magic, 1998)

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Apesar do péssimo título em português, o filme vai muito além da magia (e da sedução, apesar de Sandra Bullock e Nicole Kidman serem lindíssimas). Ele acompanha a história de uma família matriarcal de bruxas, que sofre muito preconceito do povo na cidadezinha onde vivem. A irmã mais velha, Sally, tenta levar uma vida normal com suas duas filhas, afastando-se o máximo que pode da magia. Só que sua irmã, Gillian, acaba acidentalmente matando o seu abusivo namorado, e aí quando elas tentam ressuscitá-lo acabam piorando as coisas, já que o cara volta capirotado. O fato do filme lidar com mulheres poderosas derrubando um homem abusador já é incrível, e fica melhor ainda porque a sororidade ali é linda, apesar das ocasionais discussões, todas se dão super bem, se completam e estão lá uma pela a outra.

Amigas unidas (Terror na Ilha, Black Rock, 2012)

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Outro filme subestimado protagonizado por mulheres. Ele foi dirigido (e estrelado) por Katie Aselton e escrito por Mark Duplass. Três amigas de infância decidem passar o final de semana em uma ilha na costa do Maine para tentarem se reaproximar depois de alguns problemas em seus passados. Só que a ilha não está deserta, como elas pensaram, e depois que algo horrível acontece, elas têm que achar um jeito de sobreviver e sair da ilha. Não quero dar mais informações sobre o que acontece para o terror começar, mas é um assunto bem delicado, principalmente para mulheres. O que eu mais gosto é que apesar das desavenças elas dão um jeito de se organizarem e se prepararem para lidar com o problema, elas não ficam paradas. Por mais sinistra que seja a situação, elas não desistem, e acabam encontrado uma força em si mesmas que não sabiam que estava ali.

Amelia, a mãe paciente (O Babadook, The Babadook, 2014)

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Esse filme foi hit em 2015 aqui no Brasil, mesmo muita gente não entendendo o final ou achando chato. (Inclusive, vale mencionar que o Babadook virou um símbolo LGBT na internet, e aparentemente ele está em um relacionamento sério com o Pennywise) Mas enfim, o filme é dirigido por Jennifer Kent, e a personagem principal é Amelia (Essie Davis), uma enfermeira viúva depressiva que tem de lidar com seu filho problemático (que aparentemente é fofo, mas depois vira um bolo de irritação). O menino jura estar sendo perseguido por um monstro de seu livro de histórias, e essa paranoia dele acaba se refletindo nela. Só que, o que algumas pessoas não entenderam, é que o filme não é sobre um terror físico, não é sobre o monstro, mas sim um terror psicológico sobre uma mulher desgostosa da vida, lutando para dar amor ao filho e a si própria. Tentem ver o Babadook como uma metáfora para sentimentos ruins, como os Dementadores são para a J.K. Rowling, em Harry Potter. Aliás, esse filme já foi comentado em um podcast aqui do site, sobre terror australiano, ouça aqui.

Ellen Ripley (Alien, 1979)

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É claro que eu não podia esquecer da mulher mais badass de todas, a ícone feminista Ripley, interpretada pela linda e fofa e diva Sigourney Weaver. No primeiro filme, Ripley começa sem muito atenção, mas da metade para o final já se destaca por ser a única prudente do grupo, que depois acaba sendo a única sobrevivente (junto com o gato). No segundo filme esse status de heroína só se estabelece, porque ela vai bem melhor que os militares nas brigas contra os xenomorfos, e olha que ela era uma “caminhoneira espacial”. Outra coisa boa no segundo filme é que James Cameron adiciona mais uma camada à personagem: a de mãe. É uma pena que Ridley Scott tenha tomado decisões tão ruins na realização desses filmes novos, ele poderia ter feito algum tipo de continuação com a Sigourney Weaver, como tinha sido planejado. Mas enfim, Ripley maravilhosa sempre, independente da qualidade dos outros filmes!

Menções honrosas: Irena (Simone Simon), em Cat People (1942); Jane e Blanche (Bette Davis e Joan Crawford), em What Ever Happened to Baby Jane? (1962); Suzy Bannion (Jessica Harper), em Suspiria (1977); Anna (Isabelle Adjani), em Possession (1981); Nancy (Heather Langekamp), em Hora do Pesadelo (1984); Shideh (Narges Rashidi), em Under the Shadow (2016).

Além dessas citadas, quais outras personagens femininas em filmes sinistros vocês curtem? Quais são suas favoritas? Deixem suas considerações 😀

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[Mês do Horror] Antologias com Pensador Louco

All Hail! Voltamos com o nosso podcast do Mês Do Horror!

E desta vez, Angélica Hellish conversou com o Pensador Louco, do Teatro Escuro do Pensador Louco, para indicarmos algumas antologias de respeito!

Não deixem de conferir o blog e podcasts do nosso convidado!

Mencionados: Kwaidan, As Quatro Faces do Medo (1964), Dead of Night (1945), As Três Máscaras do Terror (1963), Peur(s) Du Noir (2007),Três Extremos (2004) e Três Extremos 2 (2002),  Histórias Extraordinárias (1968), Asylum (1972), V/H/S (2012), O Teatro do Bizarro (2011), Contos do Dia das Bruxas (2007) , XX (2017), ABCs da Morte (2012) 

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[Mês do Horror] Calabouço da Liv #13 – Clichês no Terror

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Na primeira parte do Calabouço especial Mês do Horror, eu falei sobre filmes com gêmeos do mal. Mas hoje eu decidi falar sobre um assunto mais divertido: aqueles clichês bem típicos de filmes de terror (em especial dos mais mainstream). Por favor, lembre-se que eu amo o cinema de horror e terror, e esse post não tem a intenção de menosprezar nada, só apontar para nossa diversão! E a verdade é que mesmo alguns desses clichês abaixo ainda me assustam dependendo de como são feitos! Então, vamos a eles:

O susto que não é susto

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Essa é uma moda até “recente” nos filmes de terror. Aquela cena tensa em que o personagem principal escuta algo ou vê alguma sombra, vai dar uma olhada no que é, e aí… Bang, é um gatinho! Ou é aquele amigo alívio cômico zoando com a sua cara. O pior é quando o falso susto é logo seguido do susto verdadeiro, sem dar tempo pra você respirar. Confesso que já fui pega desprevenida por esses, relaxei achando que só teria o susto fake, só que aí vem o bicho na minha cara cinco segundos depois! Tem também aquele susto não-susto em que nada acontece mesmo, por exemplo: o personagem abre a geladeira, aí toca aquela música sinistra, e você tem certeza que o fantasma vai aparecer quando ele fechar a porta de novo, mas não, nada aparece. Esses são mais frustrantes ainda!

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[Mês do Horror] DellaMorte DellaMore com Niia do 101 Horror Movies e Douglas Exumador do Podtrash

Olá ouvinte do Masmorra! O Mês do Horror continua e desta vez trouxemos para vocês o sensacional DellaMorte DellaMore de 1994, dirigido por Michele Soavi. Uma pequena mostra do que o cinema italiano é capaz de nos oferecer!

Angélica Hellish convidou Niia Silveira, colunista do 101 Horror Movies e Douglas Exumador Fricke do Podtrash para um bate papo cheio de excelentes reflexões e muito humor! Não deixem de acessar os blogs dos nossos amigos, fãs do que há de melhor no gênero.

[PODCAST] Halloween Italiano con Molto Terrore e Paura con La Salsa de Pomodoro!

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[Mês do Horror] Temática vampiresca sob a ótica feminista

Olá, amigos e amigas ouvintes e leitores do Masmorra!
Para dar continuidade ao nosso Mês do Horror trazemos para vocês um podcast sobre os nossos sanguessugas queridos, os vampiros! E além de comentarmos nossos filmes e personagens favoritos, também discutimos a representatividade feminina e a ótica feminista dentro de histórias vampirescas, assim como falamos de diretoras mulheres e sua importância para o gênero.
Para isso, Angélica Hellish chamou Liv Andrade, do Sassenachs Brasil Podcast, e Monique Monteiro e Rafaela Germano do Mulheres no Horror.
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Mencionados: Garota Sombria Caminha Pela Noite (2014), Deixa Ela Entrar (2008), What We Do in The Shadows (2014), Kiss of Damned (2012),  Drácula de Bram Stocker (1992), Bathory (2008)  Juraj JakubiskoThe Countess (2009) Julie Delpy, Entrevista com o Vampiro (1994) , America Mary (2012),  Orlando (1993) , Amantes Eternos (2013) , Byzantium (2014), Thirst (2009), Fome de Viver (1983), Kolchak – The Night Stalker (1972), Buffy A Caça Vampiros (1997-2003), Nosferatu (1922), A Sombra do Vampiro (2000), Vampyr (1932), Near Dark  (1987) 

[PODCAST]                Feito por Elas #09 Especial Dias das Bruxas

Masmorra Cast #52: Especial Halloween Australiano

[TEXTO]                      Precisamos Falar Sobre Tilda Swinton 

BRAM STOCKER       O trabalho da figurinista Eiko Ishioka

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[Mês do Horror] Calabouço da Liv #12 – Terror Em Dose Dupla

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Como vocês sabem, Outubro é o Mês do Horror aqui no Masmorra! Além dos diversos (e excelentes) podcasts sendo lançados, eu também farei alguns textos com essa temática. E para começar com pé direito (ou esquerdo?) eu decidi falar de filmes de terror/suspense com gêmeos sinistros.

Antes de tudo, quero deixar claro que não acho que gêmeos na vida real sejam sinistros! Mas já que o cinema de terror gosta de explorar esse tema eu vou aproveitar e listar 5 filmes assustadores com gêmeos bizarros!

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[Mês do Horror] A Ghost Story com Lorde Velho

Olá você, amigo ouvinte e leitor do Masmorra!

Inauguramos o Mês do Horror trazendo para vocês um podcast sobre o excelente filme lançado nesse ano de 2017 “A Ghost Story” do diretor David Lowery  com Casey Affleck e Rooney Mara, que vem causando entre os cinéfilos por sua abordagem interessante e criativa, mostrando que o gênero sempre se renova e fortalece! 

Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram para esse bate papo o querido Rodrigo do blog Reminiscências de Um Lorde Velho. Não deixe de compartilhar e comentar essa publicação!

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Mencionados: It Follows (2015), A Bruxa (2016), Ao Cair da Noite (2017), Personal Shopper (2016),  Tio Boonmee, Que Pode Recordar Vidas Passadas (2010)

[Quadrinho] Aqui de Richard McGuire

[Conto] A Estrada ao Luar – Ambrose Bierce

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