[Mês do Horror] Adaptações de Clive Barker com o Sexta Cast!

Chegando na reta final do Mês do Horror, Angélica Hellish convidou toda a galera do Sexta Cast para conversar sobre as adaptações para a telona da obra, cruel, sangrenta e altamente fetichista, do cultuado escritor e diretor inglês Clive Barker.

Escute as opiniões dos amigos Marlon Master, Evandro Sal e Dayana Sartorio, um papo muito divertido e imperdível!

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2 pensamentos sobre “[Mês do Horror] Adaptações de Clive Barker com o Sexta Cast!

  1. Olá amigos do Masmorra, que projeto importante para os amantes do terror no cinema, e foi muito bom poder participar desse evento. Como um integrante do sextacast fiquei pensando como é importante esse trabalho que vocês tiveram, de reunir todos estes participante durante esse periodo. estão de parabéns.
    Muito obrigado pelo convite.
    um grande Abraço do Evandro Saldanha lá do Sexta Meia Noite (sextacast)

    Curtido por 1 pessoa

  2. Agora fiquei morrendo de inveja: um calabouço escuro, úmido e umbroso povoado por integrantes de dois dos podcasts que mais admiro há mais tempo, falando de um tema que amo. Queria ter podido ser um esqueleto gordo carcomido pendurado nessas paredes.

    Angélica, Marlon, Dayana e Evandro, parabéns pelo episódio e conteúdo debatidos. Cliver Barker é meu top escritor de orrô há muito tempo. Conheci seu trabalho no início da vida adulta e não parei mais de ler e conhecer suas obras. Só discordo da afirmação que, ao contrário de King, seus personagens sejam mais duros ou sórdidos. A questão é que King foca todos os seus livros na construção e desenvolvimento dos personagens, e como tal a nostalgia da jornada de cada um (ou a afetividade, conforme mencionada no episódio) ressalta mais; já no caso de Barker, por mais que seus personagens sejam ótimos (e temos grandes heróis, romances, dramas e vivências entre eles) ele se centra mais na história e seu desfecho, o qual, se tratando de histórias nada felizes dito os temas aterrorizantes delas, acaba sobrepondo a afetividade deles. Não à toa, King tem muitas críticas quanto a desenvolver muito bem seus personagens, mas não obstante acabar seus livros de formas anti-climáticas, enquanto que um história de Barker tem toda uma conclusão apoteótica.

    Justamente por isso, temos (mesmo em seus livros infantis, como O Ladrão de Sempre), a visceralidade da história nos maltrata mais sem pena, pois nos apegamos aos personagens e meio que sofremos quando sabemos de seus fins. Até seus romances mais ligados em magia e fantasia, aos quais se dedicou quando deixou o terror meio de lado, são assim, como Imajica, Everville, Sacrament e Abarat.

    A título de complementar o que foi dito, o filme que Marlon mencionou é Lentes do Mal (Dread, de 2009), o qual é baseado no conto Pavor, da primeira edição de seus Livros de Sangue.

    Abração a todos e muito obrigado pelo episódio. 8)

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