Batendo Papo na Masmorra #55

 

Voltamos com o nosso formato em mais um B.P.M. recheado de recomendações, humor e bom papo! Angélica Hellish conversa com os amigos Alan Bispo e Cliff Rodrigo do Plano Nove  sobre quadrinhos, livros, filmes e séries que assistiram!

Mencionados: Livro: Conan, o Bárbaro – Filme: Blade of The Immortal (2017) – Anime: Devilman Crybaby (2018) – Filme: Atômica (2017) – Animação: Young Justice – Minissérie da BBC escrita e apresentada por Charlie Brooker (Black Mirror): How TV Ruined You Life (2001) LINK –  Filme: Com amor, Vincent (2017) – Filme: Kingsman- O Círculo Dourado (2017)  – Filme: A Forma da Água (2017) –  Filme: The Disaster Artist (2017) – Podcast: O que Assistir – Podcast: Confins do Universo – Podcast: Masmorra Cast #38 Crying Freeman

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O Cliff mandou as fotos do quadrinho e livro do Conan que ele mencionou!

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2 pensamentos sobre “Batendo Papo na Masmorra #55

  1. Oi a todos!

    Vou anotar as sugestões, mas queria comentar aqui sobre o “Forma da Água”.

    Só o Guillermo del Toro para dizer que quando assistia o “Monstro da Lagoa Negra” e ficava querendo que ambos ficassem juntos hahahah
    A mente dele é muito peculiar. Inclusive, ele tentou dirigir o remake do Monstro da Lagoa Negra, e a Universal rejeitou por querer fazê-lo pela ótica da criatura e ao final os dois ficarem juntos. De certa forma, ele fez uma outra continuação nesse filme.

    Além dos comentários da monstruosidade humana do preconceito e de pessoas que trabalham para o governo, e nisso o del Toro tem essa crítica pesada mesmo, achei interessante como ele faz um filme que questiona a história de cinema.

    Sem entrar em spoilers, na época do “Monstro da Lagoa Negra”, a divisão entre filmes A e B, em termos de valores da produção, lucro e cinemas exibidores era muito forte. Graças a isso, os filmes B, com seus monstros, terror, assassinatos, acabava discutindo elementos da psiquê e humana, explorando medos, desejos, e outros aspectos, enquanto os filmes A são mais lúdicos e românticos.
    O “Forma da Água” é praticamente um filme B com produção de A. Ele consegue, mesmo em menor intensidade que outros filmes do diretor, discutir o preconceito, a banalização do mal, a complexidade da psiquê humana neste filme. A própria presença da masturbação como algo natural, o que é bem difícil de ser mostrado dessa forma em cinema americano, já mostra a ligação estreita com os filmes B.
    Ao longo do filme, é como se o lúdico e o romantismo dos filmes A, só existissem em realidade na relação da personagem com a criatura, ou seja, uma muda e uma criatura não vista como humana – dois seres mal tratados e visto como inferiores -, uma bela metáfora de que o Amor ocorre entre os excluídos, os mal vistos por estarem fora das aparências padrões, com a bondade existindo somente entre os excluídos.
    Parece-me que ele ao recriar o romantismo dos filmes A em um filme B, sem perder o contato com o seu lado crítico, talvez seja uma crítica a estruturas presentes no cinema pipocão, usando de homenagens para criticá-la.

    É uma interpretação possível, acho eu, do filme.

    Tudo de bom a todos!

    Tiago de Lima Castro

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