Assistir: BBC A History of Horror with Mark Gatiss (PT-BR)

GATISS

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1 – Frankenstein Goes to Hollywood:

No primeiro de uma série de três partes, Mark Gatiss explora a idade de ouro do terror de Hollywood, que se estende desde seus primeiros dias no cinema mudo dos anos 20 até as clássicas imagens de monstros dos anos 30. O apoio da BBC permite-lhe um acesso notavelmente exclusivo, desde uma exploração de todo o conjunto muito bonito de O Fantasma da Ópera , de 1925 e ao kit de maquiagem da estrela do filme, Lon Chaney.

2- Home Counties Horror:

Tendo explorado a era dourada de terror dos anos 30 e 40 de Hollywood, Mark Gatiss volta para casa para mostrar como o Reino Unido cultivou sua própria obsessão com o macabro em meados dos anos 50.

Os filmes A Maldição de Frankenstein e Drácula criaram estrelas como Peter Cushing e Christopher Lee, e o uso escabroso da cor teria um profundo efeito sobre os cineastas dos Estados Unidos e da Europa. A influência de Hammer pode ser vista na onda de horror italiana provocada por Black Sunday , de Mario Bava , e nas clássicas adaptações de Poe, feitas por Roger Corman nos EUA.

3- The American Scream:

Atingido pelo sucesso do thriller de Hitchcock, Psycho, em 1960, a última parte da década viu um renascimento explosivo do gênero horror, graças em grande parte ao inovador A Noite dos Mortos Vivos , de baixo orçamento .

A terceira e última parte de A History Of Horror mostra o progresso desse gênero de renascimento, quando Mark Gatiss contrasta os caros e sobrenaturais filmes de Hollywood do final dos anos 60 e 70 (O Bebê de Rosemary, O Exorcista , A Profecia) contra o horror decididamente secular. de filmes independentes de baixo orçamento, como O Massacre da Serra Elétrica.

Extra: Horror Europa.

Escrito e apresentado por Mark Gatiss, o documentário viaja pela história do cinema de terror europeu: das visões de pesadelo do expressionismo alemão aos assassinos de luvas pretas dos filmes italianos de Giallo, das vampiras lésbicas na Bélgica aos fantasmas da Guerra Civil Espanhola. Visitando os principais locais de filmagem e conhecendo alguns dos melhores talentos do gênero, Horror Europa Com Mark Gatiss mostra em 90 minutos como o turbulento século 20 neste continente forjou uma extraordinária e diversificada tradição de horror.

Escute os podcasts que publicamos com referências aos temas!

(Horror BritânicoMasmorra Cast, Hora do Chá Com 2 Cubos de Sangue!

(Horror Europeu)

Masmorra Cast, Halloween Italiano con Molto Terrore e Paura con la Salsa di Pomodoro!

França: Masmorra Cast, Halloween Made in France (com biquinho)

Espanha: Masmorra Cast, Especial Dia de Las Brujas (con muy horror!)

Lobo Solitário e filhote: Os filmes estrelando Tomisaburô Wakayama.

 

 

Lobo Solitário e Filhote (em japonês – Kozure Okami) “Lone Wolf & Cub” em inglês, é um mangá que começou a ser publicado no ano de 1970 no Japão, com criação e roteiro de Kazuo Koike (nascido em 1936), também criador de Crying Freeman/Kuraingu Furiiman), e arte de Goseki Kojima (1928-2000).
Ainda hoje é considerado uma das obras primas do mangá, pelo excelente argumento e os belíssimos desenhos de Goseki Kojima, e inspirou várias adaptações para cinema nos anos 1980. (Os filmes baseados em Lobo Solitário e Filhote são conhecidos por sua fidelidade à história do mangá).

Além do Lobo Solitário, Kazuo Koike e Goseki Kojima criaram os mangás Kubikiri Asa (Samurai Executor), em 10 Volumes (1972-1976), e Hanzo no Mon (O Caminho do Assassino), em 15 Volumes (1978-1984), sendo que o primeiro foi publicado no Brasil pela Panini, e o segundo ainda é inédito no Brasil. Ambos são igualmente inspirados nos samurais do Período Edo.
Lady Snowblood (Yuki), escrito por Kazuo Koike, foi publicado no Brasil pela Conrad Editora.

Os Filmes:

Ogami Itto é interpretado pelo imensamente prolífico Tomisaburô Wakayama, uma estrela de artes marciais já estabelecida que – apesar de sua idade e peso – é um espadachim impressionante. Embora o desempenho de Wakayama seja a própria definição de estoico, ele realmente ganha vida quando sua espada é desembainhada. Akihiro Tomikawa, que não apareceria em nenhum outro filme fora desta série, interpreta o filho de Ogami, Daigoro, de três anos. Sua performance em cada capítulo de Lobo Solitário é impecável. Daigoro é tão comedido quanto o seu pai, com uma severidade centrada para além da sua idade, mas fica difícil evitar o fato de que ele também é dolorosamente adorável. Ogami é quase indestrutível, invencível – mas Daigoro fornece o tão necessário perigo e vulnerabilidade.

As histórias de Lobo Solitário e Filhote se passam no Período Edo da história do Japão. Os membros do clã Ogami eram destinados a se tornar os executores (kaishakunin), a única autoridade com permissão para matar um daimyo (senhor Feudal).
Mas a família Yagyu arquitetou um plano para que Itto fosse acusado de traição e condenado ao seppuku: executou todo o clã Ogami, exceto Itto e seu filho Daigoro, então recém-nascido; escondeu em seu templo pessoal uma tábua funerária com o símbolo do shogunato; e preparou uma falsa confissão zankanjo dizendo onde o objeto estaria escondido.
Uma confissão zankanjo era uma declaração de culpa assinada com o sangue de um samurai que se matava em seguida. Se o plano tivesse funcionado, o executor seria condenado, cometeria suicídio e deixaria seu posto vago. O clã Yagyu—que já tinha a função de assassinos secretos do shogun—passariam a ser também os kaishakunin. Eles já controlavam os shinobi Kurokuwa, a  polícia  do shogun.

Itto não se matou e escolheu trilhar a estrada do assassino (Meifumado). Na tentativa de impedir que Itto escapasse à sentença, o líder dos Yagyu lhe propõe um duelo. (pois o simples assassinato de Ogami consistiria num crime, porque ele ainda carregava a Rosa-Malva, um emblema oficial do shogunato). Num duelo de apenas um golpe, Itto mata seu oponente, demonstrando sua excepcional habilidade, mesmo em situação desvantajosa: Itto lutou carregando o filho nas costas e a luz do sol incidia em sua face. Esta frase de um dos Yagyu descreve bem a dificuldade que Itto enfrentou no duelo:

“Kurato luta com o sol poente nas costas… e Ogami está com o filho nas dele[…]Nenhum dos dois luta sozinho, mas o desfecho está claro!”

Após a recusa ao suicídio, Ogami Itto passa a andar pelo Japão como um assassino de aluguel, sendo contratado geralmente para matar alvos difíceis e pessoas influentes para concretizar a sua vingança.

Aqui no site nós produzimos alguns programas sobre os live actions de obras do Kazuo Koike! Não deixe de conferir!

MasmorraCast # 22 – Lobo Solitário e seu filhote, mangá e adaptações cinematográficas

Masmorra Cast #31 – Lady Snowblood, a Branca de Neve sangrenta!

Masmorra Cast #38 Crying Freeman – O mangá, os ovas e o filme!

 

ASSISTA ONLINE LEGENDADO NO NOSSO CANAL NO OK.RU!

LOBO SÓBIO E ESPADA DO VAGÃO DA VINGANÇA Pôster

1 – Lobo Solitário e Filhote – A Espada da Vingança

(Kozure ôkami: Ko wo kashi ude kashi tsukamatsuru)

Este primeiro filme da série Lobo Solitário, adaptado do mangá de Kazuo Koike, conta o início da história do samurai Ogami Itto e seu filho Daigoro. Vítima de uma conspiração do clã Yagyu, o samurai, executor oficial do Xogum, tem a esposa assassinada e cai em desgraça, acusado de traição. Ao lado do filho, ele sai em busca de vingança, tornando-se o mercenário Lobo Solitário.

Lone Wolf and Cub: Sword of Vengeance
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Tokio Oki (Retsudo Yagyü)
Duração: 83 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

 

solitário-lobo-e-filhote-de-carrinho-de-bebê-no-rio-styx

2 – Lobo Solitário – O Andarilho do Rio Sanzu

(Kozure Ôkami: Sanzu no kawa no ubaguruma )

No segundo filme da série, Ogami Itto luta contra um grupo de mulheres ninjas do Clã Yagyu e deve assassinar o traidor que planeja vender os segredos do clã para o Xogum, que é protegido pelos três “Deuses da Morte”

Lone Wolf and Cub: Baby Cart at the River Styx
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Kayo Matsuo (Sayaka Yagyü)
Duração: 81 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

 

carrinho de bebê para hades

3 – Lobo Solitário – Contra os Ventos da Morte

(Kozure Ôkami: Shinikazeni mukau ubaguruma)

No terceiro filme da série, Ogami Itto, ao perambular pelo interior, topa com três mercenários acompanhados pelo ronin Kanbei, que cometeram um crime brutal. Após matar os mercenários, Ogami recusa-se a combater o ronin e vai se refugiar numa cidade vizinha, onde encontra Toizo, uma yakuza, e é contratado para assassinar Gamba, um governador corrupto

Lone Wolf and Cub: Baby Cart to Hades
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Go Kato (Kanbei)
Duração: 89 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

 

CARRO DO BEBÊ NO PERIL

4 – O Lobo Solitário – O Samurai Assassino

(Kozure Ôkami: Oya no kokoro ko no kokoro)

Itto Ogami, o Lobo Solitário, é contratado para eliminar uma assassina tatuada, mas o trabalho não é tão fácil quanto parece. Enquanto isso, Gunbei Yagyu, que fora humilhado por Itto Ogami em um duelo perante o xogum, vê em Daigoro a sua chance de vingança. No final, Ogami terá de enfrentar um exército de samurais da família Yagyu, antes de enfrentar Retsudo Yagyu. Quarto filme da série.

Lone Wolf and Cub: Baby Cart in Peril
Diretor: Buichi Saito
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Tatsuo Endo (Retsudo Yagyü)
Duração: 81 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

 

Lobo-lobo-e-filhote-de-bebê-carrinho-na-terra-de-demônios

5 – Lobo Solitário – Na Terra dos Demônios

(Kozure Ôkami: Meifumadô)

No quinto filme da série, cinco guerreiros desafiam Ogami para duelos. Cada um tem uma quinta parte da informação necessária para Ogami completar sua missão. Sua missão é assassinar um Daimyo do mal antes que ele destrua seu clã.

Lone Wolf and Cub: Baby Cart in the Land of Demons
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Minoru Ohki (Retsudo Yagyü)
Duração: 89 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1973

 

solitário-lobo-e-filhote-branco-céu-no-inferno

6 – Lobo Solitário – Paraíso Branco no Inferno

(Kozure Ôkami: Jigoku e ikuzo! Daigorô)

No último filme da série acontece o confronto final entre Ogami e Retsudo. Com a maior parte de sua família morta pelas mãos de Ogami, Retsudo desenvolve um último plano para matá-lo, e quando este plano falha, desencadeia a fúria de todos os membros remanescentes do clã Yagyu.

Lone Wolf and Cub: White Heaven in Hell
Diretor: Yoshiyuki Kuroda
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), TMinoru Ohki (Retsudo Yagyü)
Duração: 83 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1974

Masmorra Cast #73 Teatro dos Contos de Fada


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Hoje celebramos a criança que existe dentro de nós recordando a querida e saudosa antologia Teatro dos Contos de Fada (Faerie Tale Theatre, 1982-1987) produzida pela atriz norte-americana Shelley Duvall.

Apresentação: Angélica Hellish e Marcos Noriega.

Assista todos os episódios dublados no Youtube acessando esse link aqui.

Episódio Grimm Party (completo, em inglês sem legendas)

Recomendados: Filme: The Fall (2015) e Jovem Andersen (2005)

Masmorra Cast #67 Ghost Stories for Christmas da BBC.


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No nosso especial de Natal trouxemos para vocês um bate papo sobre as adaptações para a televisão dos contos do escritor e medievalista Monthague Rhodes James, (ou M.R. James) uma tradição britânica dos anos de 1971 à 1978 e revivida nos anos 2000, a série Omnibus com o já clássico Whistle and I’ll Come to You, destacando a linda adaptação de Sheridan Le Fanu, Schalcken the Painter.

Os especiais também adaptaram um conto de Charles Dickens, The Signalman, e houveram dois episódios com roteiros originais de Clive Exton e John Bowes.

Angélica Hellish conversa com Rodrigo Emanoel Fernandes do Blog Reminiscências de Um Lorde Velho, que fez um trabalho excelente resgatando e legendando esse conteúdo para os amantes do gênero fantástico aqui no Brasil.

O Masmorra deseja um Feliz Natal para vocês!

Leitura de trechos dos contos feita por Marcos Noriega.

DICA: Acesse agora mesmo a postagem Ghost Stories for Christmas: A Tradição Natalina do Horror Gótico Britânico, no Reminiscências de Um Lorde Velho.

Acesse: Cineclube da Masmorra

Assista ao documentário produzido pela BBC em 2013 e apresentado por Mark Gatiss na página no Facebook do Reminiscências de Um Lorde Velho. Legendado PT-BR

Assistir: BBC A History of Horror with Mark Gatiss (PT-BR)

CLIQUE NO NOME PARA SER DIRECIONADO:

1 – Frankenstein Goes to Hollywood:

No primeiro de uma série de três partes, Mark Gatiss explora a idade de ouro do terror de Hollywood, que se estende desde seus primeiros dias no cinema mudo dos anos 20 até as clássicas imagens de monstros dos anos 30. O apoio da BBC permite-lhe um acesso notavelmente exclusivo, desde uma exploração de todo o conjunto muito bonito de O Fantasma da Ópera , de 1925 e ao kit de maquiagem da estrela do filme, Lon Chaney.

2- Home Counties Horror:

Tendo explorado a era dourada de terror dos anos 30 e 40 de Hollywood, Mark Gatiss volta para casa para mostrar como o Reino Unido cultivou sua própria obsessão com o macabro em meados dos anos 50.

Os filmes A Maldição de Frankenstein e Drácula criaram estrelas como Peter Cushing e Christopher Lee, e o uso escabroso da cor teria um profundo efeito sobre os cineastas dos Estados Unidos e da Europa. A influência de Hammer pode ser vista na onda de horror italiana provocada por Black Sunday , de Mario Bava , e nas clássicas adaptações de Poe, feitas por Roger Corman nos EUA.

3- The American Scream:

Atingido pelo sucesso do thriller de Hitchcock, Psycho, em 1960, a última parte da década viu um renascimento explosivo do gênero horror, graças em grande parte ao inovador A Noite dos Mortos Vivos , de baixo orçamento .

A terceira e última parte de A History Of Horror mostra o progresso desse gênero de renascimento, quando Mark Gatiss contrasta os caros e sobrenaturais filmes de Hollywood do final dos anos 60 e 70 (O Bebê de Rosemary, O Exorcista , A Profecia) contra o horror decididamente secular. de filmes independentes de baixo orçamento, como O Massacre da Serra Elétrica.

Extra: Horror Europa.

Escrito e apresentado por Mark Gatiss, o documentário viaja pela história do cinema de terror europeu: das visões de pesadelo do expressionismo alemão aos assassinos de luvas pretas dos filmes italianos de Giallo, das vampiras lésbicas na Bélgica aos fantasmas da Guerra Civil Espanhola. Visitando os principais locais de filmagem e conhecendo alguns dos melhores talentos do gênero, Horror Europa Com Mark Gatiss mostra em 90 minutos como o turbulento século 20 neste continente forjou uma extraordinária e diversificada tradição de horror.

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(Horror Britânico) Masmorra Cast, Hora do Chá Com 2 Cubos de Sangue!

(Horror Europeu)

Masmorra Cast, Halloween Italiano con Molto Terrore e Paura con la Salsa di Pomodoro!

França: Masmorra Cast, Halloween Made in France (com biquinho)

Espanha: Masmorra Cast, Especial Dia de Las Brujas (con muy horror!)

Três Extremos (2002) Segmento: Indo para Casa

O investigador Chan (Eric Tsang) e seu filho Cheung (Li Ting-Fung) mudam-se para um prédio degradado e ameaçado de demolição.
No condomínio do outro lado da rua residem Yu (Leon Lai) e sua esposa Hai’er (Eugenia Yuan), que está paralisada da cintura para baixo. Quase imediatamente após a chegada, o menino Cheung começa a ver e ouvir coisas estranhas, e com o seu pai no
trabalho, deve enfrentá-las sozinho. Logo depois de começar investigar o prédio, Cheung desaparece. Chan volta para casa e
começa a procurar freneticamente por seu filho perdido. Ele confronta Yu que nega qualquer conhecimento de seu filho. Não
acreditando em sua palavra, procura no apartamento e é preso quando Yu descobre.

02

Originalmente inserida na antologia asiática de horror de 2002, Three II (San Geng), de Peter Ho-Sun Chan, “Indo para Casa”
(Going Home) rapidamente se firmou como o segmento claramente superior desse lote. Depois de receber elogios da crítica e de
ser nomeado em 9 categorias no Festival de Cinema de Hong Kong de 2003, a Panorama Entertainment publicou uma edição com a
versão extendida do diretor.

03
Indo para casa é um exemplo surpreendente de narrativa e produção. Com seu tempo de execução relativamente curto, o filme
mede perfeitamente todos os aspectos cruciais da narrativa. Equilibra observações inteligentes sobre amor, perda, normas
sociais, e elas são importantes para a aparência e a normalidade do nosso cotidiano. Ele enfatiza o significado das memórias e fotografias como a única conexão real com os entes queridos perdidos pelo tempo, não importando o grau que tentemos
desesperadamente manter. É também um dos poucos filmes que usa as convenções mais “esparsas” e “Grand Guignol” para dar uma
perspectiva ainda de mais poder emocional e sofrimento real. As revelações e a conclusão são verdadeiramente profundas e muito
impressionantes. A história lhe dá as chaves para uma compreensão clara do subtexto.

04

A atuação é soberba. Eric Tsang como o pai de Cheung, Chan, dá ao personagem uma atmosfera universal e atraente que, mesmo em
uma situação difícil, coloca seu filho como prioridade. Leon Lai (cujo desempenho lhe rendeu um Cavalo Dourado Taiwanês de
2002) retrata Yu como um homem lógico e educado, cuja mente está nas trevas, e mesmo assim, tenta com intenso amor e
dedicação, derrotar um dos fatos mais contundentes da realidade. Eugenia Yuan como a esposa de Yu, Hai’er, embora faça
basicamente ter um monólogo no final, não deixa de ser igualmente excelente, ela ganhou a honra de Melhor Artista Novo no
Festival de Cinema de Hong Kong de 2003 por este filme. A direção de Peter Chan é direta e ganha ainda mais força, simplesmente não seria o mesmo com excessivos ângulos de câmera abstratos e flash desnecessário. O filme é discreto, A filtro verde é creditado ao diretor de fotografia Christopher Doyle e ao diretor de arte Hai Chung Man, fazendo um excelente trabalho de capturar a decadência urbana e perceber a essência do filme de melancolia monótona. A trilha de Cho Sung-Woo e Peter Kam, também é digna de nota devido ao uso de formas mais tradicionais de estilos musicais como a orquestração operística, que tecem delicados tentáculos de compaixão e apreensão nas imagens com pinceladas magistrais.

10

Conclusão:

Uma obra-prima da aplicação da temática padrão do Horror para colher sensibilidades profundas e tocantes comuns a todas as pessoas. Um filme que você precisa ver.

Dirigido por Peter Ho-Sun Chan https://www.imdb.com/title/tt0324242/

História de Matt Chow e Jojo Hui

2002, 61 minutos.

13
Estrelando:

Leon Lai

Eric Tsang

Li Ting-Fung

Eugenia Yuan

Disponibilizamos na nossa página no Facebook: Curta e compartilhe!

Escute o nosso programa sobre horror chinês onde é mencionado este segmento!

[Séries] O Poder da Arte (BBC The Power of Art 2006) de Simon Schama

O apresentador Simon Schama nos apresenta sua escolha de artistas e obras de arte e nos conta porque a arte é tão importante.
O poder da grande arte, é o poder de nos levar à revelação e nos resgatar do nosso modo padrão de ver. Depois de um encontro com tal força, não olhamos para um rosto, uma cor, um céu, um corpo, mais da mesma maneira. Somos ajustados ao novo olhar: Uma visão.
Visões da beleza ou um estremecer de prazer são parte desse processo, mas assim também podem ser o choque, a dor, o desejo, a piedade ou até mesmo a repugnância.
Esse tipo de arte parece revolver os nossos sentidos e passamos a entender o mundo de maneira diferente.
Disponibilizamos essa raridade aqui no site.
Clique no nome para baixar / assistir com legendas PT-BR:
Van Gogh (com o ator Andy Serkis)

Parágrafo 175: a perseguição aos homossexuais e a visão biológica nazista.

Parágrafo 175: a perseguição aos homossexuais e a visão biológica nazista.
IMDB  Ano 2000 Direção: Rob EpsteinJeffrey Friedman Roteiro: Sharon Wood

O documentário foi feito por Rob Epstein e Jeffrey Friedman (que também assinam o ótimo The Celluloid Closet, o outro lado de Hollywood, de 1995)

Parte de um estudo do historiador Klaus Müller, o filme lança luz sobre um tema pouco explorado: a perseguição nazista aos homossexuais. Os produtores expõem as histórias dos poucos sobreviventes homossexuais da Shoá que aceitaram dar suas declarações.
Por meio da intercalação de depoimentos dos sobreviventes com fatos históricos, mostra-se como eles desenvolveram sua sexualidade e como esta foi vivida durante o período de governo nazista.
Segundo dados oferecidos pelo filme, foram aprisionados cerca de 100 mil homens de famílias cristãs alemãs, além disso, entre dez e quinze mil foram mandados a campos de concentração. No ano 2000, quando o documentário foi feito, apenas dez homens dessa cifra continuavam vivos.
O nome Parágrafo 175 é uma referência a uma lei do Código Penal Alemão, feita em 1871. A descrição da lei, dada no filme, é a seguinte: “Um ato antinatural entre pessoas do sexo masculino, ou por humanos com animais, são puníveis com prisão e a perda dos direitos civis pode lhe ser imposta”, ou seja, a homossexualidade, naquela época, não era bem-vinda na Alemanha e, também, era digna de punição.
A importância do documentário é imensa, pois repara, em certa medida (ainda que não da forma necessária), a história das pessoas que sofreram com a perseguição nazista e ainda sofrem as consequências desse terrível período, dando-lhes o devido reconhecimento como vítimas do nazismo.
Dos sobreviventes, até o ano 2000, deram depoimento: Karl Gorath (ainda que muito pouco, devido a sua dificuldade em falar sobre o assunto), Pierre Seel, Heinz F., Annette Eick, Albrecht Becker, Gad Beck e Heinz Dörmer.
Os relatos começam com a felicidade da descoberta e vivência da sexualidade de forma plena em um momento em que não era necessário se esconder, ainda que a lei anti-homossexuais já estivesse em vigor. Muitos dos depoentes relembram com alegria os momentos de infância e adolescência onde não se preocupavam com a sua segurança.
Parágrafo 175 mostra com clareza esse período de liberdade e como foi a transição para um sistema de opressão. O documentário mostra como, nos anos 20, Berlim transformou-se no paraíso homossexual. Ignorava-se o parágrafo 175. Até mesmo criou-se um movimento para extinguir a lei. Tal movimento era liderado Hirschfeld, cientista pioneiro na investigação sexológica, além de socialista, judeu e homossexual.

Confira completo aqui, na no nosso canal no Youtube:

CineMasmorra repudia toda e qualquer forma de preconceito!

Esse documentário serve para que abramos os olhos e tomemos muito cuidado ao aceitar e difundir falas preconceituosas contra pessoas LGBT+ essas atitudes não podem e não devem ser naturalizadas.
O amor vencerá o ódio.
#LoveIsLove #HomofobiaNão

Este texto excelente é do site “Autorias” de Igor Fernandes. Acesse e prestigie!

Masmorra Play #2 – La Cabina

la-cabina-banner

Mais um Masmorra Play! E dessa vez Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram o amigo Douglas Fricke, o Exumador do Podtrash para juntos assistirem um curta!

Esse curta que nos foi apresentado por Carlos Larios do Larioscine em sua excelente postagem sobre cinema de horror espanhol, o La Cabina.

LACABINA

La Cabina é um média metragem dirigido por Antonio Mercero, com roteiro de Juan José Plans, José Luis Garci e também do próprio diretor. Foi exibido na TV espanhola em 13 de de Dezembro de 1972, a RTVE.

Projetado para ser um episódio da série “Trece Passos por Lo Insólito” (que acabou não sendo produzida) o diretor usou de seu prestígio pelo grande sucesso  da série “Crônicas de Un Pueblo” para insistir com a rede televisiva que acabou autorizando que se produzisse o média metragem..

– Quase barrada pela censura na época, essa obra com um viés bem kafkiano do diretor Antonio Mercero – que insistia que La Cabina era uma obra surrealista não se tratando de uma crítica ao governo fascista de Franco – Na época o diretor foi muito inteligente em negar, pois a crítica é visível nas entrelinhas do média metragem.

– O ator José Luis Lopéz Vasquez estava gravando na época o filme Pedro Lazaga El Vickingo, recebeu o roteiro e se apaixonou. Imediatamente pediu ao seu agente José Maria Gavillan para abrir espaço em sua agenda para que pudesse rodar o curta.

Youtube:
Prêmios e curiosidades:

– As filmagens iniciaram-se em  07/07/1972 e continuaram por todo mês de Agosto.

 As locações: Plaza de Arapiles, onde se inicia o curta, alguns subterrâneos, avenidas recém inauguradas de Madri, alguns locais em Portugal, na represa de Aldeavilla e no final angustiante do curta, o  terminal do aeroporto de Barajas.

– A cabine foi pintada de vermelho e os vidros foram substituídos por plásticos removíveis, devido ao calor.

– A trilha sonora teve papel importante durante o filme. Foi escolhida a melodia “O Triunfo de Afrodite” composta por Carl Orff que queixou-se do uso de sua música sem autorização.

– Exibições na TV:

13/12/72 – 24/11/73 – 20/12/92 – 27/11/98 e atualmente no site da RTVE encontra-se disponível para assistir com comentários do diretor.

– O média metragem foi bem recebido pela crítica. Entre seus inúmeros prêmios incluem o Quixote de Ouro, Melhor Diretor para do National Television Awards 1973 apara Antonio Mercero, o prêmio Ondas 1973 para Mercero, o Emmy 1973 de  Melhor Filme para TV, o melhor programa dramático Canal 47, em Nova York, em 1973, os críticos internacionais agraciaram com  Prêmio Montecarlo Festival de 1973,  Marconi Award MIFED Milan 1973 e em 1972 Plata Quadros melhor ator de TV para José Luis López Vázquez.

O público teve certa dificuldade em traduzir o significado da história e o média metragem  gerou pânico das cabines telefônicas as quais ninguém mais quis usar com as portas fechadas.

Assista aqui na íntegra e sem comentários

Edição do vídeo de Henrique Valério do Randomcast (vamos agradecer e visitá-los, pois tanto o site quanto os podcasts são incríveis! )

Arte das imagens exibidas no início de Daniel de Assis

Arte do banner de Mariana

Assista aqui o Masmorra Play #1 – Fotos Post Mortem e as curiosas maneiras de se lidar com o luto

 

Masmorra Play #1 – Fotos Post Mortem e as curiosas maneiras de se lidar com o luto

Masmorra-Play-1

Na estréia de nosso mais novo projeto o Masmorra Play , Angélica Hellish, Marcos Noriega e Douglas Fricke (o Exumador do Podtrash) conversaram  um pouco sobre as diferentes maneiras de diferentes épocas de se lidar com o luto.

Desde a era vitoriana, com suas amedrontadoras fotos post mortem, passando por costumes regionais como por exemplo, a festa mexicana de El Dia de Los Muertos citando inclusive  fotos atuais que chamam a atenção pela criatividade e caixões bem inusitados.

Memento Mori amigos!

Favorite nosso canal no Youtube! Vem muito mais por aí!

Arte do banner: Bruno Gunter do Podtrash

Edição de som e imagens: Angélica Hellish

* Filme Os Outros de Alejandro Amenábar

* Filme Dellamorte Dellamore de Michele Soavi

* Filme Post Mortem de Pablo Larraín

O Ossuário – Curta de Jan Svankmajer

Baixe AQUI para assistir em seu celular em formato MP4 320X240 (ou peça o seu formato favorito nos comentários)

Dica: Escute com fones de ouvido
Youtube:

Aviso: (+16) Esse conteúdo pode ser perturbador para algumas pessoas.

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