Masmorra Cast #63 Naves Espaciais

Olá ouvinte! Fizemos uma pequena pausa depois da correria do mês de Outubro. Mas cá estamos nós, para tratar sobre um tema super interessante onde desbravaremos obras cinematográficas, e para falar sobre NAVES ESPACIAIS!

As mais insólitas, de filmes que merecem e precisam de sua atenção.

Então vem conosco em nossa exploração conhecer o que Angélica Hellish, Marcos Noriega, Harald Stricker e Paulo Elache temos para recomendar!

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PodEspecular, disponível na Kombo Podcasts

Mencionamos: O Masmorra Classic sobre Silent Running

Alguns textos (em inglês) sobre naves espaciais: 10 Naves Espaciais Assustadoras, 15 Naves Espaciais mais excêntricas do Cinema.

Wiki sobre Starship Troopers

 

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Batendo Papo na Masmorra #42 Acessibilidade à Cultura

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Voltamos com mais um Batendo Papo na Masmorra e dessa vez falando sobre o direito que o ser humano tem de acesso à cultura, o entretenimento.

Falamos sobre as nossas experiências para possamos ir aos cinemas na região em que moramos, desigualdade social e a responsabilidade e o cuidado que todos nós precisamos ter com o que falamos nas gravações dos podcasts, nos textos que publicamos…

Para esse bate papo Angélica Hellish convidou Thiago Miani do Dimensão Nerd, Tiago de Lima Castro do Nerdópole, do Blog Pensamentos, Pesquisas e Reflexões e do extinto Randoncast , Emerson Teixeira do podcast Cronologia do Acaso e Cliff Rodrigo dos podcasts Trashcast e Tem Um Tigre no Cinema.

Esse podcast foi gerado devido ao texto polêmico escrito por Jurandir Filho do portal Cinema com Rapadura (ele escreveu um pedido de desculpas) sobre o problema de segurança que seria criado caso o ingresso de cinema tivesse um valor barato e acessível à todas as pessoas de diversas classes sociais.

Queremos deixar bem claro que apesar de não concordar com essa opinião, esse podcast não foi gravado para recriminar o autor do texto pelo ato falho ou alimentar a polêmica em torno de seu nome.

E sim para fazer uma reflexão do que pode nos levar a  escrever textos  nesse teor e como podemos e devemos mudar a nossa perspectiva sobre muitas coisas.

Na imagem do banner.

A foto de um projeto de ação social em Cabo Frio no Estado do Rio de Janeiro que levou várias pessoas em situação de rua ao Shopping para assistir o filme Vingadores. Um projeto que acontece periodicamente.

Humaniza Redes

Texto: O cinema como prática educativa não formal

Texto: Porque Cinema Barato é uma coisa boa

Texto: Um cinema para todos

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Youtube:

Batendo Papo na Masmorra #39

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Filmes! Filmes a dar com pau!

Voltamos com mais um B.P.M. O podcast sobre cinema com muitas recomendações de filmes para você que anda em dúvida sobre o que assistir no fim de semana.

Angélica Hellish convidou Bruno Gunter do Podtrash, Alan Bispo do Caralhinhos Voadores e também Daniel M.M. do Euterpe Despedaçada, Debate Histórico  ( também conhecido como Exumacast! ) para falar o que andamos assistindo.

Nossa opinião sobre o como se consome cinema ultimamente e, principalmente,  dar boas risadas!

Youtube:

Vulgar  sem ser sexy! Hammer não morreu, Valeska Popozula – Vida e Obra, Gêmeas do Mal e muito mais.

Comente, compartilhe, acesse os links e seja feliz.

Um grande abraço.

Banner de Barão do Red Baron Blues Blog

Confira também : O Anel dos Nibelungos – Parte IV, O Crepúsculo dos Deuses do Euterpe Despeçada     ( SAIU!!! o/ )

Filmes, Game, Livro e Série recomendada:

Ensaio de Orquestra (1978) – Fellini

Histórias Extraordinárias 1968 – Fellini, Malle e Roger Vadim

Livro: O Mito do Maestro de Norman Lebrechet

Sound of Noise 2010 – Ola Simonsson, Johannes Stjärne Nilsson

Hilary and Jackie  1998 – Anand Tucker

Deus e o Diabo na terra do sol  1964 – Glauber Rocha

Valiant Hearts – The Great War

Twins of Evil 1971 – John Hough

Os Duelistas 1977 – Ridley Scott

Johnny vai a guerra 1971 – Dalton Trumbo

The Quiet Ones 2014 – John Pogue

The Woman in Black 2012 – James Watkins e de 1989 do diretor Herbert Wise

Coherence 2013 – James Ward Byrkit

Snowpiercer 2013- Joon-ho Bong Assista também do mesmo diretor The Host 2006

Elizabeth I – The Virgin Queen 2005 – Coky Giedroyc

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Podcast Especial: 3 Anos na Masmorra!

3 Anos de conquistas e muitos projetos na cabeça!

Nossa lista de filmes para assistir só aumenta.

É essa troca com você caro leitor/ouvinte que faz o Cine Masmorra um projeto tão importante!

Então juntamos uma parte da nossa equipe: Angélica Hellish, Marcos Noriega, Eduardo Cosso (que também colabora no Destino Poltrona , Internet Discada e Dimensão Nerd) nossos escribas: Iêdo Júnior do Eita Preula Campina e Fábio Nazaré que participa de O Gaveteiro pra bater um papo sobre cinema, internet, o destino do nosso podcast da série Game Of Thrones

Então pega um pedaço de bolo, aperta o play e divirta-se conosco em mais essa  troca de idéias bem descontraída na Masmorra!

Agradecemos aos nossos colabores: Pablo GriloCristine Tellier, Rafhael Bass, Barão, Daniel de Assis e Luana Oliveira que gentilmente enviaram uma mensagem muito emocionante!

Vocês tornam o Cine Masmorra possível!

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Morrendo Pela Arte.

 

Pois é galera, a pedidos da amiga Angélica, agora escreverei aqui no Cine Masmorra sobre cinema nacional, mais especificamente sobre o movimento das pornôs chanchadas.

Dito isso, resolvi trazer para esse espaço um filme que anda bastante esquecido do público brasileiro, mas que na década de setenta foi uma das maiores bilheterias do cinema nacional, uma obra que conseguiu criar polêmica mesmo nos tão liberais anos do sexo, drogas e rock´n´roll.

Antes de falarmos do filme, cabe uma explicação do que é um filme snuff.

Muito antes de “A Serbian Film” (2010) estourar a cabeça do público e da critica, este movimento iniciado no final dos anos setenta começou com uma lenda urbana: um suposto filme pornográfico masoquista italiano que teria – acidentalmente – gravado sem o uso de efeitos especiais a morte de uma de suas atrizes. A partir desse momento, tanto a indústria europeia como a indústria americana começaram a criar filmes extremos, carregados de mau gosto e de cenas fortes onde as pessoas – alegadamente – morriam de verdade. Referências a este tipo de cinema podem ser encontradas em algumas pérolas do bizarro, como “Emanuelle in America” (1976) e “Last House on Dead End Street” (1977). Este subgênero culmina em filmes chamados “Documentários Mundo”, conhecidos nos EUA como “mockumentary”, sendo os maiores expoentes do gênero o mais que famosos “Faces da Morte” (1978) e o italiano “Cannibal Holocaust” (1980), onde o seu diretor – Ruggero Deodato – ficou detido até provar que os atores do filme estavam vivos.

Claudio Cunha – que bebia descaradamente de fontes italianas – pega carona nessa moda mundial e oportunisticamente lança uma pornochanchada, e a vende como “o primeiro filme snuff brasileiro”, uma jogada de mestre do grande canalha, uma vez que “Snuff, Vitimas do prazer” não tem absolutamente nada de snuff, como a divulgação e o título sugeriam. A divulgação foi tão enganosa que no lançamento do filme, a manchete do caderno de cinema do jornal Notícias Populares era: “Estreia hoje o filme que mata!”.

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Weekend: no abismo dos relacionamentos

 

 

Bem, você sabe como é quando você dorme com alguém desconhecido pela primeira vez. […] Você se torna uma tela branca, e então se apresenta a oportunidade de você projetar nessa tela branca quem você quer ser. Isso é interessante porque todo mundo faz isso. […] O que acontece é que enquanto você projeta quem você quer ser… uma lacuna se abre entre esse ser e aquele que você realmente é. E nessa lacuna aparece o que impede você ser quem você quer ser.

Glen

Fim de Semana já está rolando pelas bocas como “o possível melhor filme gay de 2012”, e por aí vai perdendo a sua verdadeira importância. A mania do rótulo tem sido grande inimiga dos filmes fora do ambiente “Pipoca, Coca-Cola & Michael Bay” (lembrando que isso também é um rótulo, porém, muito consumido e popular), mania de espectadores e críticos de adequarem um filme a um  grupo específico, gerando, a partir daí, um nicho de consumo e interesses. Os rótulos artísticos podem até funcionar na maioria de suas aplicações, mas deixa passar muitas “exceções à regra” e particularidades, como é o caso de Fim de Semana, segundo filme de Andrew Haigh. Bem longe de se enquadrar num termo reducionista, o longa se apresenta como um reflexo dos relacionamentos, vida e amores dos jovens adultos em nosso século.

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Horror e Medo com o fim do Mundo?

Como é sabido por todos, existem rumores que o mundo explodirá ao término deste ano. Ao menos é o que os Maias escreveram numas pedras por aí e uma galera esquisitona comprou e está revendendo para a humanidade. E muitos trouxas – no sentido Harry Potter de ser – acreditaram e estão esperando que o Reagan e Gorbachev reencarnem num duelo mortal com invasões de plantas carnívoras, regado com terremotos e algumas bombinhas nucleares.

E como a The Dark One Productions adota o improvável ridículo como filosofia de entretenimento – afinal falamos de filmes trash, melhor nós os executamos –  resolvemos compilar para vocês os 5 filmes mais bizarros sobre o fim do Mundo. Então botem para tocar o vídeo do REM e leiam a lista:
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Amores Brutos

O filme Amores brutos (2000), dirigido pelo mexicano Alejandro Gonzáles Iñárritu, é um visão sofrida e decadente sobre relacionamentos. São três histórias paralelas que se cruzam em um acidente de carro.

A primeira história é sobre Octavio e Susana (Gael García Bernal e Vanessa Bauche). Susana é casada com o irmão de Octavio, e tem um filho com ele, mas Octavio nutre uma paixão por Susana. Continuar lendo

Sob o Domínio do Medo

Uma boa hora para rever o filme “Sob o domínio do medo”, do diretor Sam Peckinpah, é agora, pois já existe um remake marcado para estréia este ano.

O filme original, de 1971, fala sobre um jovem matemático americano, David, interpretado por Dustin Hoffman, que na época mostrava porque seria reconhecido mundialmente pelo seu talento, e sua linda esposa inglesa, Amy, também interpretada com muito esforço pela atriz Susan George, os dois vão para a cidade natal de Amy, ficar na casa de seu falecido pai, em um pequeno vilarejo inglês, onde David quer se ausentar da correria urbana da América para estudar os seus números binários com mais tranquilidade.

David é um homem muito civilizado, que tentar sempre manter uma boa relação com os outros, já no começo do filme vemos um grupo de indivíduos que claramente mostram interesse em Amy, pois já a conheciam, porém David reage com maturidade ao fingir ignorar esses homens e inclusive convidá-los para consertar a casa de seu falecido sogro enquanto ele trabalha com suas equações matemáticas.

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Masmorra Classic #01 – O Imperador do Norte

Finalmente, nossa estréia em novo projeto!

O Masmorra Classic falará sempre de clássicos pouco comentados do Cinema. Mande-nos um e-mail para contato@cinemasmorra.com.br e sugira e seu clássico favorito! Começamos com Robert Aldrich, diretor de filmes como “O Vôo da Fênix”, “O Que Terá Acontecido a Baby Jane”

Angélica Hellish, Marcos Noriega Barão e Daniel Volponi, se reuniram para trocar impressões e curiosidades sobre esse interessante filme, que retrata de maneira espetacular os efeitos da grande depressão americana de 1929.

Grandes atuações de Lee Marvin, Keith Carradine e Ernest Borgnine!

Agradecemos aos amigos  Gabriel Perboni do Visão Histórica , Pablo Lopes do Bardo Nerd e ao Lucas Yassumura pelo desenvolvimento da vinheta desse podcast

>>> Comentado na leitura de e-mails:

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Des hommes et des dieux

O filme Homens e Deuses discute de maneira elegante e sensível um assunto que sempre foi complexo de debater, o conflito de religiões. A história é inspirada em fatos reais, sobre um grupo de monges que foram assassinados em 1996, na Argélia.

O que mais me chamou atenção no filme é como o diretor francês, Xavier Beauvois, nos apresenta, sem pressa, todos os padres que habitam o monastério onde quase todo filme se passa, ele nos conduz com uma simplicidade quase gentil, ao focar nas tarefas do cotidiano daqueles homens de fé.

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Masmorracast # 26 – Quadro a Quadro – O Cinema apresenta as Artes

Neste Podcast, Angélica Hellish, Marcos Noriega, Polliana (do Blog Trindade Ovulante), Rod Reis (do Mundo Rod podcast e podcast Papo de Artista) e sua adorável esposa, Priscila Perez, conversaram sobre a diversidade das relações entre o cinema e as artes, bem como a representação cinematográfica dos(as) artistas, de seus olhares tão peculiares quanto à realidade e seus conflitos. Claro que não há como citar todos os filmes sobre artistas, por isso, não percam a segunda parte dessa conversa no Papo de Artista em breve!

* Post atualizado! Clique aqui pra ouvir a continuação do podcast no Papo de Artista!

 

Filmes citados neste podcast (clique nos títulos para assistir os/as trailler/cenas)

Os fantasmas de Goya (2006)

 

O mistério de Picasso (1956)

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MasmorraCast # 22 – Lobo Solitário e seu filhote,mangá e adaptações cinematográficas

 

Neste podcast  Angélica HellishMarcos Noriega e Lúcio Luiz do podcast Papo de Gordo conversaram sobre o mangá Lobo Solitário e seu filhote,as seis adaptações feitas para o cinema(ver ficha e trailers abaixo)e as séries realizadas.

 

 

Espada de aluguel, filho de aluguel:

Lobo Solitário e Filhote (em japonês – Kozure Ookami) (“Lone Wolf & Cub” em inglês) é um mangá que começou a ser publicado no ano de 1970 no Japão, com criação e roteiro de Kazuo Koike (nascido em 1936), também criador de Crying Freeman), e arte de Goseki Kojima (1928-2000).
Ainda hoje é considerado uma das obras primas do mangá, pelo excelente argumento e os belíssimos desenhos de Goseki Kojima, e inspirou várias adaptações para cinema nos anos 1980. (Os filmes baseados em Lobo Solitário e Filhote são conhecidos por sua fidelidade à história do mangá).
Além do Lobo Solitário, Kazuo Koike e Goseki Kojima criaram os mangás Kubikiri Asa (Samurai Executor), em 10 Volumes (1972-1976), e Hanzo no Mon (O Caminho do Assassino), em 15 Volumes (1978-1984), sendo que o primeiro foi publicado no Brasil pela Panini, e o segundo ainda é inédito no Brasil. Ambos são igualmente inspirados nos samurais do Período Edo.
Lady Snowblood (Yuki), escrito por Kazuo Koike, foi publicado no Brasil pela Conrad Editora.

As histórias de Lobo Solitário e Filhote se passam no Período Edo da história do Japão. Os personagens principais são Itto Ogami e seu filho Daigoro.

Os membros do clã Ogami eram destinados a se tornar os executores (kaishakunin), a única autoridade com permissão para matar um daimyo (senhor Feudal).
Mas a família Yagyu arquitetou uma farsa para que Itto fosse acusado de traição e condenado ao seppuku: executou todo o clã Ogami, exceto Itto e seu filho Daigoro, então recém-nascido; escondeu em seu templo pessoal uma tábua funerária com o símbolo do shogunato; e preparou uma falsa confissão zankanjo dizendo onde o objeto estaria escondido.
Uma confissão zankanjo era uma declaração de culpa assinada com o sangue de um samurai que se matava em seguida. Se o plano tivesse funcionado, o executor seria condenado, cometeria suicídio e deixaria seu posto vago. O clã Yagyu—que já tinha a função de assassinos secretos do shogun—passariam a ser também os kaishakunin. Eles já controlavam os shinobi Kurokuwa, a terceira polícia política do shogun.

Itto não se matou e escolheu trilhar a estrada do assassino (Meifumado). Na tentativa de impedir que Itto escapasse à sentença, o líder dos Yagyu propôs-lhe um duelo. (O simples assassinato do Ogami consistiria de um crime, porque ele ainda carregava a Rosa-malva, um emblema oficial do shogunato). Num duelo de apenas um golpe, Itto matou seu oponente, demonstrando sua excepcional habilidade, mesmo em situações desvantajosas: Itto lutou carregando o filho nas costas e com a luz do sol incidindo em seu rosto. Esta frase de um dos Yagyu descreve bem a dificuldade que Itto enfrentou no duelo:

“Kurato luta com o sol poente nas costas… e Ogami está com o filho nas dele[…]Nenhum dos dois luta sozinho, mas o desfecho está claro!”

Após a recusa ao suicídio, Ogami Itto passa a andar pelo Japão como um assassino de aluguel, sendo contratado geralmente para matar alvos difíceis e pessoas influentes.

 

Daigoro

O filho de Itto é uma criança prodígio. Aparenta não ter mais de quatro anos, mas foi educado na ética inflexível do pai. Quando Itto decidiu tornar-se um assassino, ele era apenas um bebê. Seu pai lhe ofereceu uma bola e uma espada e caso a criança escolhesse a bola, ele a mataria:

“Daigoro! Você deve achar seu próprio caminho! Escolha a dotanuki e junte-se ao seu pai na estrada do assassino. Escolha a temari(bola) e eu te mandarei para junto de sua mãe em yomi, a terra dos espíritos.”

O pai de Daigoro não tem receio em usar o filho como isca. Numa história ele fez com que o filho urinasse num nobre para ter um pretexto para exigir um duelo. Em outra ele chega ao ponto de abandonar o filho num rio para matar o homem que vem salvá-lo. No fim da mesma história, ele torna a usar o filho de isca para atingir seu verdadeiro alvo, e justifica o risco a que expõe a criança, alegando uma espécie de empatia:

Um pai conhece o coração do filho, como só o filho conhece o do pai. Um estranho não entenderia.”
Fonte: Wikipedia

Filmes/Ficha/Trailers:

1 –Lone Wolf and Cub: Sword of Vengeance
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Tokio Oki (Retsudo Yagyü)
Duração: 83 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

2 –Lone Wolf and Cub: Baby Cart at the River Styx
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Kayo Matsuo (Sayaka Yagyü)
Duração: 81 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

3 –Lone Wolf and Cub: Baby Cart to Hades
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Go Kato (Kanbei)
Duração: 89 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

4 –Lone Wolf and Cub: Baby Cart in Peril
Diretor: Buichi Saito
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Tatsuo Endo (Retsudo Yagyü)
Duração: 81 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1972

5 –Lone Wolf and Cub: Baby Cart in the Land of Demons
Diretor: Kenji Misumi
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), Minoru Ohki (Retsudo Yagyü)
Duração: 89 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1973

6 –Lone Wolf and Cub: White Heaven in Hell
Diretor: Yoshiyuki Kuroda
Elenco: Tomisaburo Wakayama (Itto Ogami), Akihiro Tomikawa (Daigoro), TMinoru Ohki (Retsudo Yagyü)
Duração: 83 minutos
Gênero: Ação
Ano: 1974

Citados no podcast:
Lady Snowblood
Crying Freeman
Anime Crying Freeman
Abertura da série de 1973 e o duelo final
Lobo Solitário no desenho Samurai Jack
Lobo Solitário de 1993,com cara de bom moço.

Curiosidades:

Tributo à Tomisaburo Wakayama
Contagem de mortos dos filmes do Lobo Solitário
Tomisaburo Wakayama,no filme americano Chuva Negra
Daigoro se perde de seu pai.

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Masmorracast # 14 – Cinema e Literatura

Nesta edição do Masmorracast, Angélica Hellish,Marcos Noriega,Daniel Ruiz e Ock Tock do podcast Máquina do Tempo, falam de alguns livros que foram importantes em suas vidas,e alguns livros que gostaríamos que fossem parar na telona.

Da página para a tela:

No final do século XIX, a atividade de registrar a vida humana com uma câmera de cinema era essencialmente contemplativa.

O cineasta (um misto de cientista, artista e mago) posicionava seu aparelho mágico diante, por exemplo, dos portões de uma estação ferroviária e capturava os movimentos da multidão que acabara de sair do trem e se dirigia para a rua; ainda não tínhamos a banda sonora para eternizar as conversas daqueles cidadãos de fim de século que interpretavam a si mesmos nos primeiros filmes.

Quase paralelamente ao surgimento do cinema documental, surgiu a idéia de usar a película para narrar enredos fantasiosos; a imaginação, a literatura e as apresentações teatrais forneciam temas para as primeiras obras totalmente ficcionais do cinema.

As trucagens e a linguagem narrativa começaram um rápido desenvolvimento. O primeiro filme de ficção científica, Viagem à Lua, foi inspirado em um livro de Júlio Verne. Um dos primeiros filmes de terror, Frankenstein, dos Estúdios Edison, era adaptação de uma peça de teatro inspirada no livro de Mary Shelley.
Nos anos vinte do século passado, quando o cinema de ficção já estava devidamente estabelecido como produto de entretenimento, vários fimes importantes possuíam roteiros adaptados de clássicos do romance, da novela ou da dramaturgia. As obras eram bastante simplificadas e, quase sempre, o número de personagens era reduzido; não devemos esquecer que ainda estávamos na época do cinema mudo, as estórias precisavam ser contadas de forma basicamente visual. Ao longo da trajetória do cinema no século vinte, a evolução tecnológica trouxe o som, a cor e um novo repertório de técnicas dramáticas e narrativas, as adaptações de obras literárias ganharam mais profundidade com a chegada da palavra falada ao cinema.
Shakespeare, Homero, Charles Dickens, Richard Matheson, Sade, Victor Hugo, Stephen King, Franz Kafka, Joseph Conrad, Thomas Mann, Michael Crichton…É interminável a lista de grandes escritores que forneceram o material para filmes cultuados pelo público e a crítica.
Nos dias de hoje, o sucesso de vendas de um livro abre quase automaticamente o caminho para uma versão em película ou,quem sabe,em vídeo digital .

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Masmorracast # 13 Cinema e Gastronomia

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Comida e relações humanas são dois elementos que estão sempre envolvidos, quer na vida real ou no cinema. Fazem parte de preocupações tão universais que podem ser entendidos em qualquer lugar do planeta.
A culinária, os alimentos utilizados e a maneira como essa comida é degustada variam de país para país, de povo para povo, mas existe uma estreita ligação entre comida, sexo e – por que não? – magia, na nossa cultura, a qual não podemos ignorar.
Alguns filmes conseguem mostrar com muita habilidade essa relação, com histórias que estão direta ou indiretamente relacionadas aos prazeres de uma boa refeição.
Para quem já está ficando com fome, basta apenas escolher o seu lugar preferido, aproveitar o podcast e bom apetite!

Alguns filmes que tratam do tema:
:. A Comilança
:. A Conspiração
:. A Festa de Babette
:. A Fantástica Fábrica de Chocolate
:. A Grande Noite
:. A Marvada Carne
:. Bagdá Café
:. Banquete De Casamento
:. Casamento Grego
:. Cheiro de Papaia Verde
:. Chocolate
:. Comer, Beber, Viver
:. Como Água Para Chocolate
:. Delicatessen
:. Jantar entre Amigos
:. Minha casa em Umbria
:. O Amor Está Na Mesa
:. O Casamento Do Meu Melhor Amigo
:. O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante
:. O filho da noiva
:. O Jantar
:. O Último Jantar
:. Os cinco sentidos
:. Outono em Nova York
:. Sabor da Paixão
:. Simplesmente Irresistível
:. Bella Marta
:. Sob o sol de Toscana
:. Sideways
:. Tampopo – Os Brutos também comem spaghetti
:. Temperos da Vida
:. Tomates Verdes Fritos
:. Um casamento à Indiana
:. Vatel – Um banquete para o rei
:. Nação Fast Food
:. Estômago
:. Preciosa Iguaria

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