Garth Marenghi’s Darkplace – Comédia inglesa de humor negro

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Uma paródia de horror/comédia dos anos 80, produção de baixo orçamento, diálogos terríveis e violência hilariante. A série se passa em um hospital em Romford, que está situado nos portões do inferno. Em 1980 o escritor de horror Garth Marenghi escreveu, produziu, dirigiu e estrelou Darkplace, uma série inovadora ambientada em um hospital e explorando as profundezas da imaginação do autor. Pelo menos isso é o que Marenghi e seu agente/co-protagonista, “Dean Learnes”, alegaram em entrevistas nos dia de hoje. Na verdade é uma série barata e clichê. Garth Marenghi, é uma criação do comediante Matthew Holness, que ganhou um prêmio Perrier com o personagem no festival de Edimburgo de 2001.

Com o Richard Ayoade e Matt Berry de The IT Crowd! Acesse e se divirta

Links para download legendado PT-BR

EP01 – Once Upon A Beginning http://bit.ly/2pxV1K4
EP02 – Hell Hath Fury http://bit.ly/2Ds14K6
EP03 – Skipper The Eyechild http://bit.ly/2O50iH0
EP04 – The Apes Of Wrath http://bit.ly/2DDtLUD
EP05 – Scotch Mist http://bit.ly/2QVSUvZ
EP06 – The Creeping Moss From The Shores Of Shuggoth http://bit.ly/2DtTgYb

FARRAZINE 22 – Zumbis, Furry e Muito mais

Voltamos com a edição #22 repleta de matérias e novos colaboradores!

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Desta vez, entrevistamos o André Dahmer (na verdade, o mini-dahmer) e ainda conversamos com o Leo, autor de uma das bedês mais aclamadas na Europa (Aldébaran), e falamos sobre ditadura, quadrinhos, política e etc…

Conheça um pouquinho do Estúdio Vejo em Cores de Bianca e Adam num bate-papo bem pessoal e delicie-se com a HQ Furry dos nossos novos companheiros Guilherme de Sousa e Thaís Leal!

Temos ainda a volta de Nano Falcão com matérias bombásticas, a coluna do Filipêra (Nerds Somos Nozes), um conto com a personagem Garen de Rita Maria Félix da Silva,  terceiro e quarto capítulos da HQ Cidade Nua de Snuckbinks e Rafael Camargo (Que ainda assina Aulas de Roteiro), música com Red Baron e Fernando Schittini e contos escritos pelo sempre sagaz Hiro.

E nossa amiga Paloma Diniz trouxe uma superentrevista com o desenhista David Lloyd, além de duas matérias sobre os quadrinhos nacionais!

Bom, já falamos demais, não é?

Então baixe ou leia on-line mesmo nos links abaixo:

–  VERSÃO .RAR – MEGAUPLOAD  –  66,6 Mb

VERSÃO .RAR – 4SHARED  –  66,6 Mb

–  VERSÃO .PDF – MEGAUPLOAD  –  87 Mb

–  VERSÃO .PDF 4SHARED  –  87 Mb

–  VERSÃO .PDF SIMPLES (SEM HIPERLINKS) – MEGAUPLOAD  –  32,9 Mb

–  VERSÃO .PDF SIMPLES (SEM HIPERLINKS) – 4SHARED  –  32,9 Mb

–  FARRAZINE NO ORKUT

–  FARRAZINE NO ISSUU

Lançamento: 20.06.2011 – 86 páginas

Saiu o FARRAZINE 21

A novidade é que acaba de sair a edição 21 do Farrazine repleta de personalidades do universo das HQ’s! 

 

Como a internet faz o mundo ficar pequeno fomos a Austrália perguntar umas coisinhas ao Ben Templesmith, de 30 dias de noite e WormWood… Logo no melhor estilo a volta ao mundo em alguns emails, trocamos idéias com o Alberto Montt do Chile, autor das Dosis Diarias.
Não cansados da viagem decidimos perambular com nossas perguntas em território tupiniquim também. Estivemos em Minas Gerais e tivemos uma conversa super agradável com a menina mais simpática dos quadrinhos nacionais (Além de uma excelente e sensível desenhista!), Luciana Caffagi, autora da tirinha Los Pantozelos. Logo, não podiamos esquecer de passar em Sampa e falar com o cartunista Rock’n’Roll e sangue “bão”, Márcio Baraldi!
Há bastante convidados?
Não!
Ainda trouxemos o “irmão gêmeo” da nossa querida Paloma Diniz, o desenhista Jack Herbert, em um bate-papo entre família. E não resistindo ao talento de Geraldo Borges, fizemos uma matéria com um dos figurões de nosso boom nacional de desenhistas no mercado americano.
E como presente especial a nossos colaboradores podcasters, trocamos altos papos com a galera gente boa do Arg!Cast e uma matéria cheia de sinceridade! Falamos até mal do Batman nela… Mas calma, calma foi com carinho…
Também com exclusividade temos a HQ Cidade Nua, com roteiro de Rafael Camargo e arte de Snuckbinks e uma fanart do Justiceiro escrita por Brenno Dias e desenhada por Vinicius Cruz
E ainda há mais contos, resenhas, a coluna Riteando de Rita Maria Félix da Silva, tirinhas, nosso Ombudsman, Bráulio Taumaturgo, criticando tudo e todos e muito, muito mais!
Baixe agora mesmo a edição clicando abaixo:

No dia do 122° do aniversário de Charles Chaplin, sua filmografia



Charles Chaplin, O gênio da comédia.

Sir Charles Spencer Chaplin Jr., KBE (Londres, 16 de Abril de 1889 — Corsier-sur-Veve, 25 de Dezembro de 1977), mais conhecido como Charlie Chaplin, foi um ator, diretor, produtor, dançarino, roteirista e músico britânico.
Chaplin foi um dos atores mais famosos do período conhecido como Era de Ouro do cinema dos Estados Unidos.
Além de atuar, Chaplin dirigiu, escreveu, produziu e eventualmente compôs a trilha sonora de seus próprios filmes, tornando-se uma das personalidades mais criativas e influentes da era do cinema mudo.
Chaplin foi fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem ele dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade.
Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin co-fundou a United Artists em 1919.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: “Chaplin não foi apenas ‘grande’, ele foi gigantesco.
Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam.”
Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d ‘Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
Seu principal e mais conhecido personagem é conhecido como Charlot, na França, e como Carlitos ou também “O Vagabundo” (The Tramp) no Brasil, um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro (gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e – sua marca pessoal – um pequeno bigode.
Chaplin foi uma das personalidades mais criativas que atravessou a era do cinema mudo; atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes. Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.

Hoje é Dia do Jornalista!

 

Como o cinema tem representado a categoria?
Vejam alguns exemplos:
(E não fique falando que seu diploma serve pra embrulhar peixe, rapá!)

– A Montanha dos Sete Abutres ( Ace in The Hole ) 1951 – Dir. Billy Wilder

A Montanha dos Sete Abutres (1951) é o longa que Billy Wilder realizou logo após seu maior e mais celebrado clássico, Crepúsculo dos Deuses. A acidez do filme anterior continua na história de um jornalista inescrupuloso que faz de tudo para voltar a ter prestígio, retardando o salvamento de um mineiro que está preso nos escombros para se alimentar da comoção da população da pequena cidade em que foi trabalhar.
Assista!

– A Embriaguez do Sucesso (Sweet Smell of Success)1957 – Dir. Alexander Mackendrick


A Embriaguez do Sucesso, de 1957, é o primeiro filme de Alexander Mackendrick (Quinteto de Morte) nos EUA. Burt Lancaster (O Leopardo) é o colunista de fofocas inescrupuloso que encontra em Tony Curtis (Quanto Mais Quente Melhor) um jovem ambicioso para ficar à sua sombra. É uma das críticas mais cruéis ao sistema, e uma das grandes atuações de Lancaster para o cinema.
Assista!

– A Doce Vida ( La Dolce Vita ) 1960 – Dir. Federico Fellini

Federico Fellini (Oito e Meio) realizou em A Doce Vida, um afresco romano sobre o desejo pela celebridade. Um jornalista de origem humilde enfrenta uma crise de consciência por estar sempre atrás de fofocas da alta sociedade, usando-as como fonte para seus artigos. Entre seu trabalho superficial e seus problemas pessoais (como a tentativa de suicídio da namorada), é mostrada uma sociedade decadendente e hedonista.
Assista!

– A Primeira Página (The Front Page) 1974 – Dir. Billy Wilder

A Primeira Página é a refilmagem da peça de Ben Hecht e Charles MacArthur que já havia sido realizada por Howard Hawks (Jejum de Amor) e Lewis Milestone (Sem Novidades no Front). O diretor é o mesmo Billy Wilder de A Montanha dos Sete Abutres e os atores que fazem os jornalistas são os impagáveis Walter Matthau e Jack Lemmon, que já formavam uma dupla de sucesso em filmes como Um Estranho Casal, e na década de 90 reviveram a parceria em Dois Velhos Rabugentos.
Assista!

– Rede de Intrigas (Network) 1976 – Dir. Sidney Lumet

Dirigido por Sidney Lumet (Um Dia de Cão), Rede de Intrigas (1976) é a história do âncora de um telejornal (Peter Finch, de Horizonte Perdido) que, ao receber a notícia de que seria demitido, declara a intenção de se suicidar no ar. Como a audiência sobe, a diretora decide mantê-lo no cargo. Mais uma crítica aos meios de comunicação e à busca pela audiência a qualquer custo. Peter Finch já havia morrido quando foi indicado ao Oscar de melhor ator pelo papel do âncora. Ele foi o primeiro a ser premiado postumanente pela academia na categoria.
Assista!

– Todos os Homens do Presidente (All the President’s Men) 1976 – Dir. Alan Pakula


Baseado em fatos reais, Todos os Homens do Presidente (1976) reconstitui o caso Watergate. A história começa com a prisão de quatro pessoas assaltando um dos escritórios do edifício Watergate. O que parecia mais uma prisão foi o início de um grande escândalo que resultou na queda do presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon. O filme acompanha dois repórteres que descobrem a trama bombástica por trás dessa prisão. É o melhor filme do irregular diretor Alan J. Pakula (O Dossiê Pelicano), e conta com Dustin Hoffman (Rain Man) e Robert Redford (Leões e Cordeiros, filme que também dirigiu).
Assista!

– O Informante (The Insider) 1999 – Dir. Michael Mann

O Informante (1999) traz uma história baseada em fatos reais sobre a vida de Jeffrey Wigand (Russell Crowe, de O Gladiador), cientista da companhia de cigarros Brown & Williamson, que resolve denunciar a empresa quebrando um contrato de sigilo. Ele tem a ajuda de Lowee Bergman (Al Pacino, da saga O Poderoso Chefão), investigador e produtor do programa 60 Minutes.
Assista!

– Quase Famosos (Almost Famous) 2000 – Dir. Cameron Crowe

Um roqueiro consegue uma oportunidade na conceituada revista Rolling Stone. Seu primeiro trabalho é acompanhar um show da banda Stillwater, mas sua paixão pelo rock e por uma groupie afastam-no da objetividade jornalística necessária para o trabalho. Cameron Crowe (Tudo Acontece em Elizabethtown) dirige um relato meio autobiográfico em Quase Famosos (2000). Ele mesmo foi um jovem repórter da Rolling Stone, e a banda que ele acompanhou em turnê foi The Allman Brothers. No elenco estão Billy Crudup (O Bom Pastor), Kate Hudson (A Chave Mestra) e Philip Seymour Hoffman (Dúvida).
Assista!

– O Preço de Uma Verdade (Shattered Glass) 2003 – Dir. Billy Ray

O Preço de Uma Verdade (2003) é a estréia do talentoso Billy Ray (Quebra de Confiança). Baseado em fatos reais, o filme conta a história do jornalista Stephen Glass (Hayden Christensen, de Jumper). Ainda jovem, conseguiu entrar no primeiro time do respeitado jornal The New Republic, de Washington, entre 1995 e 1998. Mas, dos 41 textos publicados, 27 eram total ou parcialmente inventados e copiados. Quando a farsa vem à tona desenvolve-se uma interessante discussão sobre a ética no jornalismo, e sobre até que ponto um editor deve ir para defender seu redator.
Assista!

– Boa Noite e Boa Sorte (Good Night, and Good Luck) 2005 – George Clooney

Boa Noite e Boa Sorte (2005) é o segundo filme dirigido por George Clooney, cujo terceiro trabalho por trás das câmeras.David Strathairn, que havia desempenhado um papel importante em O Rio Selvagem, de Curtis Hanson, tem uma atuação elogiadíssima como o âncora de TV que pretende desmascarar as falcatruas políticas do senador norte-americano Joseph McCarthy. Rodado em preto e branco, retrata à perfeição o cotidiano de uma redação de TV.
Assista!

A contracultura do cinema nos Midnight Movies


O termo “midnight movie”, nos anos 50, se referia aos filmes, de qualidade questionável e temática inadequada para os padrões sociais, que iam ao ar na televisão americana a partir da meia noite. Nos anos 70, esteve associado a filmes alternativos, que não entravam no circuito comercial dos cinemas americanos e eram exibidos na sessão da meia noite, mais notoriamente, em Nova York. Atualmente, o termo é usado principalmente para pré-estréias que ocorrem à meia noite.

Os três adjetivos mais apropriados para discutir a cultura dos midnight movies são trash, que simboliza o custo baixo da produção e má qualidade geral, de edição, atuação, roteiro, exploitation, que sinaliza a exploração exagerada de determinado fator visando a um sensacionalismo e camp, termo ligado à ironia e ao mau gosto, buscando o precário de forma intencional.

Uma série de eventos trágicos, como os assassinatos de John Kennedy e Martin Luther King, a falência do movimento hippie e a manutenção da guerra no Vietnã, nos anos 60, colaboraram para que surgisse um público disposto a consumir obras ácidas que incluíssem esses elementos nos anos 70.

Com essa atmosfera, aumentou o consumo de obras niilistas, cínicas, experimentais, transgressoras e sem censura. Esse público buscava algo completamente fora do sistema, que chocasse, divertisse e inovasse. O cinema foi uma das maiores válvulas de escape para aqueles que se sentiam impotentes diante da situação política e social do país. Assim, nasceu o midnight movie, gênero no qual os criadores podiam realizar algo autêntico, sem hesitar. No entanto, segundo John Waters – diretor de “Pink Flamingos” e uma das figuras mais admiradas na contracultura cinematográfica – a maior parte da sociedade ainda odiava esses filmes, já que iam contra seus valores.

Há divergências sobre qual teria sido o primeiro midnight movie. Certos registros apontam que cinemas itinerantes nos anos trinta já exibiam filmes dessa linha em sessões à meia noite. Em 1957 ocorreu uma série destas exibições para o filme “Curse Of Frankenstein”, de Terence Fisher, e, em 1968, para “Messages, Messages”, de Steven Arnold. E é possível apontar Warhol e Buñuel como diretores que abriram passagem para a existência desse tipo de circuito.

“El Topo”, do chileno Alejandro Jodorowsky, é aceito, em geral, como referência inicial de midnight movie, principalmente, pelo êxito comercial diante de uma proposta tão árida. A estréia, em 1970, sem nenhuma publicidade a respeito, conseguiu lotação máxima em todas as sessões da meia noite por nove meses seguidos. Um fenômeno atrelado ao “boca a boca” de um público latente de cinema alternativo. Quando John Lennon comprou o filme, em 1971, e o colocou em circuito, o filme não durou três dias, sendo um fracasso total de público. Sem o horário específico e seu caráter de evento, o filme parecia perder sua aura.

“Noite Dos Mortos Vivos”, de George Romero (1968) tornou-se o grande sucessor de “El Topo”. Inicialmente, o filme estreou em drive-ins, “grindhouses” e salas menores. As críticas, que, a princípio foram péssimas, aos poucos foram se tornando positivas, conforme o filme era digerido além de sua superfície grotesca. Em 1971, o filme, exibido à meia noite, alçava vôo para se tornar o maior êxito comercial em termos de custo-benefício da história, só superado em 1999, por “A Bruxa de Blair”, de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez.

“Noite” se diferenciava pela sua capacidade política e social, o que era rarefeito nos filmes de terror da época. Romero salienta que, principalmente nos anos 50, o terror pregava o medo da ciência, sem um contexto moral ou político por trás. Neste filme, o debate está em torno do realismo nas intervenções do telejornal, da natureza dessa sociedade de zumbis, que revolucionaram o mundo, do significado da intervenção do exército e da cena final do assassinato do protagonista negro – no mesmo ano do assassinato de Luther King. J. Hoberman, um dos autores do livro “Midnight Movies”, descreve este período da história americana, como o mais violento desde a Guerra Civil, e Romero parece ter a mesma ótica.

Praticamente na mesma época, foi lançado “Ensina-me a viver”, de Hal Ashby, que teve bastante sucesso no circuito de arte brasileiro e chegou a ser adaptado para o teatro. Além da questão da liberação sexual, o filme contém pertinentes críticas ao militarismo através do tio de Harold, um saudosista veterano de guerra.

“The Harder They Come”, de Perry Henzell, conseguiu inovar ainda mais, já que foi o primeiro midnight movie de blaxploitation, apenas com atores negros, o primeiro filme jamaicano da história e o primeiro filme com trilha sonora de Reggae – que introduziu o gênero no exterior e o levou para o mainstream americano. O filme só deu certo nos Estados Unidos em sessões da meia noite e ficou, em cartaz, por seis anos, no Orson Welles Cinema, em Massachussets.

O maior sucesso comercial de um midnight movie foi o musical “The Rocky Horror Picture Show”, de Jim Sharman, de 1975, que, após as sessões da meia noite, conquistou até mesmo o público médio. Seu culto se tornou colossal e era comum que os fãs fossem vestidos como os personagens e cantassem durante o filme. O enredo, baseado numa peça homônima, conta a chegada de um casal ao castelo de um travesti gótico, no dia em que ele cria sua criatura, o ariano musculoso Rocky. O filme ficou no circuito da meia noite por mais de dez anos, sendo exibido diariamente. Até 2006, ainda podia ser visto, semanalmente, em 23 salas dos Estados Unidos.

“Eraserhead”, de 1977, primeiro longa de David Lynch, foi o único que não lotava as sessões. Por mais que o filme tivesse a mesma aura surreal, original e self-made, não é cômico, não tem uma trilha sonora agitada, não inspira coletividades festivas e, definitivamente, não é imediato. Ele é letárgico, solitário, introspectivo e hermético, como uma premissa do cinema autoral de Lynch.

O mercado das sessões da meia noite começou a se esgotar e muitos cinemas alternativos foram fechando. Em meio a essa crise, Liquid Sky, de Slava Tsukerman, de 1982, foi, talvez, o último midnight movie, em que alienígenas extraem das pessoas a substância que secretam durante o orgasmo ou o consumo de heroína. Outros filmes importantes da época, que abarcavam essa estética, já eram feitos por grandes estúdios e para o circuito normal, como “The Warriors”, de Walter Hill, “The Evil Dead”, de Sam Raimi, “Heavy Metal”, de Gerald Potterton, e “The Wall”, de Alan Parker.

A decadência do movimento ocorreu na medida em que o culto estagnou em torno de determinados filmes e os espectadores começaram a assimilar o estilo, já que podiam assistir os filmes estranhos em horários diferentes. Além da popularização do VHS, que permitia a sessão privativa do filme, e o crescimento da televisão a cabo.

A partir da segunda metade dos anos 80, o estilo midnight movie só aparecia em tom de homenagem, como no caso do Festival Internacional de Cinema de Toronto, que realiza a “Midnight Madness” desde 1988, ou o Festival do Rio, que criou também uma sessão chamada midnight movies, para filmes experimentais e inovadores de sua seleção. O Sesc Tijuca tem o cineclube Phobus, com seleção baseada em filmes do gênero.

Os midnight movies foram uma importante manifestação da contracultura setentista, que se tornou tão relevante e divertida que foi assimilada pelo público, alterando o curso do próprio cinema hollywoodiano ao se tornar uma parcela significativa de qualquer seleção comercial.

Muitas obras ainda permanecem com a estética superficial dos midnight movies. Mas o discurso crítico se atenuou, dando mais lugar para o humor, o que não deve ser visto como uma derrota. Pelo contrário, é o maior testemunho sobre a importância que os filmes da meia noite tiveram para alterar o curso da cultura pop.
Por Christian Costa do site da Faculdade Casper Líbero.

A obsessão pela honra levada às últimas consequências em: Os Duelistas


Os Duelistas, 1977, primeiro filme de Ridley Scott ( Blade Runner, Thelma e Louise), uma produção caprichada de David Puttnam. Fotografia, direção de arte, música, tudo é de tamanho bom gosto e requinte que resultam numa obra de arte, esteticamente falando, do cinema. Uma das maneiras de observar a beleza deste filme pode ser conseguida utilizando a tecla “pause” do controle remoto: cada cena de Os Duelistas, parada, lembra um quadro impressionista dos mais belos.
Mas toda esta beleza não é “sem sentido”. É apenas uma conseqüência de uma reconstituição de época perfeita. O primeiro longa-metragem de Scott passa-se nos bucólicos campos rurais da França do fim do século XVIII e início do século XIX, que corresponde justamente ao início, apogeu e declínio da vida política de Napoleão Bonaparte.
Era tempos de esplendor da natureza – que ainda não sofria, pelo mesmo não de maneira drástica, pela ação do homem – e de soldados trajando belos uniformes de seus respectivos regimentos. Portanto, o visual absolutamente encantador não é apenas um recurso estético, mas sim, uma correta contextualização ao tempo enfocado, o que torna o filme admirável também por historiadores, que apreciarão, e muito, a tanto cuidado na retratação de todo um ambiente de quase duzentos anos atrás.


É claro que nem da bela fotografia vive este filme excepcional, a disposição nas locadoras. Há um roteiro singular, baseado num conto de Joseph Conrad (de Nostromo e O Coração das Trevas, entre outros), chamado The Duel (em português, O Duelo). De enredo aparentemente simples, até prosaico, ele possibilita que o filme proporcione uma abordagem brilhantes de diversos temas invulgares, através da união entre diálogos e imagens. A honra, o absurdo, a obsessão, o sentimento de “vazio” que a vida, às vezes, nos provoca e a impotência e incapacidade do homem em tentar escapar e fugir de situações marcantes do passado nunca foram exibidos no cinema com tamanha força.

Trata da história de uma “questão” entre dois arrogantes e orgulhosos soldados franceses do exército de Napoleão. Para resolvê-la, os dois travam, no decorrer do filme, diversos duelos, prática bastante comum nos tempos medievais e que ainda era praticada na segunda metade do século XVIII em algumas partes do mundo. O motivo dos duelos ninguém sabe explicar muito bem o porquê, de tão superficial: o então tenente Armand D’Hubert (Keith Carradine, de Amantes de Maria, o irmão do astro de Kung-Fu, David Carradine, fazendo com certeza o seu melhor papel no cinema) tem a incumbência de localizar o orgulhoso e teimoso tenente Gabriel Feraud (Harvey Keitel, de O Piano e Os Bons Companheiros, admirável), para que este seja preso no quartel do exército por ter duelado e ferido gravemente o sobrinho do perfeito de Strasburgo. D’Hubert o localiza num bordel e conta-lhe o motivo de sua presença.
Feraud encara a atitude de D’Hubert um insulto, uma humilhação perante os outros soldados presentes no local e exige retratar-se através de um duelo com D’Hubert. Este, a princípio contrariado, acaba aceitando em nome de um sentimento e valor de época: a honra.

A partir daí, durante mais de 20 anos, os dois passaram a duelar, com pausas periódicas de alguns anos, sempre pondo em risco suas vidas em cada duelo. A iniciativa sempre é de Feraud. Apesar de pertencerem a regimentos diferentes do exército, os dois acabam se encontrando em épocas de batalhas. Isto para desespero de D’Hubert, o mais lógico e aparentemente “sensato” dos dois, que acha tudo um absurdo, mas que não foge do duelo em nome da honra.
Os Duelistas não é um filme de luta e pancadaria.
Ele possui vários temas. A honra, talvez, seja o seu principal.
Na época retratada do filme, era um valor, um sentimento que se levava em conta na hora de tomar decisões. No filme, D’Hubert parece odiar os duelos com Feraud. Ambicioso e com fervorosa obediência e interesse aos objetivos do imperador Bonaparte, por diversas vezes D’Hubert demonstra claramente que a idéia de colocar sua vida cheia de perspectivas em risco por causa de um questão absurda o desagrada.

Conforme os duelos vão se sucedendo, D’Hubert escala postos no exército, tornando-se cada vez mais respeitado. Alcança o posto de general (coisa que Feraud também conseguira). Cada vez mais, fugir de um duelo seria o seu fracasso, a sua desonra, embora seus próprios superiores no exército vejam os duelos como uma “tolice”, o único senão no “currículo” de D’Hubert. Mas, para D’Hubert, a imagem que os outros companheiros de caserna tem de sua pessoa é muito importante. No decorrer do filme, percebe-se que para D’Hubert a honra é mais importante que romances, mais forte que a comodidade de uma vida segura e que a liberdade do ser humano em recusar aquilo que não gostaria de realizar.
Em certa momento do filme, é pedido a D’Hubert a definição de “honra”. Segundo o próprio soldado, numa cena que ganha ares cômicos que só quem assiste o filme entende, a honra é “indescritível”.

Há ainda outros temas, exibidos na tela com singular habilidade: o absurdo que cerca D’Hubert, preso num ideal de valores que o tira a liberdade de pensar e agir diante de Feraud. Os duelos acontecem por um motivo absurdo, superficial, mas que impede D’Hubert de negá-lo, mesmo tendo consciência disto.
Este tema lembra, particularmente, alguns livros de Albert Camus, em especial O Estrangeiro, que conta a história de um sujeito aparentemente normal que mata uma pessoa por causa do “calor”. Outro ponto forte do filme é como ele enfoca o sentimento de obsessão, no caso, obsessão que toma a cabeça de Feraud, para quem a participação dos duelos é o motor da sua vida, o sentido desta, o ar que respira. Sem os duelos, tudo para Feraud parece ser vazio.

Os duelos proporcionam cenas belíssimas. O duelo a cavalos, por exemplo, é um momento grandioso, de rara beleza estética no cinema, que desperta muito ansiedade a cada passo que os cavalos dão, um ao encontro do outro. Durante esta passagem, todos os duelos até então realizados passam na mente de D’Hubert, a poucos instantes dele se defrontar com a morte.
Outro duelo que merece destaque acontece durante a ocupação dos exércitos napolêonicos na Rússia. É um momento antológico do filme. A ocupação ocorre na época do rigorosíssimo inverno russo. O impacto das cenas de seres humanos sofrendo diante do frio é grande . Fiéis a obediência servil a um líder, que, até então, empolgava os franceses, os soldados tentam sobreviver e, dois deles, ainda encontram motivação para duelar.
O elenco secundário de Os Duelistas também está perfeito. Ele é composto, principalmente, por atores de teatro ingleses, como Edward Fox (de O Dia do Chacal) e Albert Finney (de Assassinato no Expresso Oriente e A Sombra do Vulcão). O figurino é de primeira linha, assim como a montagem.
Enfim, é um filme perfeito. Pode-se discutir uma certa frieza de algumas cenas. É que muito dos sentimentos da cada personagem são exibidos sutilmente, através de interpretação contidas, porém perfeitas. Mas, mesmo a frieza vira qualidade numa obra tão soberba. Pouco conhecido, o filme é admirado por poucos cinéfilos. Estes costumam acha-lo o melhor de Scott, diretor de obras importantes do cinema moderno, como Blade Runner. Os Duelistas, porém, é mais do que o melhor de Scott. Descobri-lo é dever dos apreciadores do cinema.

ESCUTE O MASMORRA CLASSIC SOBRE O FILME OS DUELISTAS AQUI

MahaBharata: O modo de vida


O Mahabharata é talvez o maior épico já escrito. Seu original chega a cem mil versos em sânscrito. Nele está contido famoso diálogo entre Krishna e Arjuna que se destabou como uma obra em separado, chamada Bhagavad-Gita.

Uma das maiores narrativas já concebidas pelo homem, o Mahabharata conta sob o ponto de vista do hinduísmo uma história poética da humanidade, desde sua origem até a grande guerra que por fim a definiu.
Quinze vezes maior do que a Bíblia, o Mahabharata é um épico composto de dezenas de histórias e centenas de personagens, supostamente escrito há 3 mil anos pelo poeta Vyasa, e anotado pela divindade Ganesha. A questão da origem do texto, como se pode imaginar, é mais do que confusa, e não há consenso de que ele foi todo escrito na mesma época e pela mesma pessoa, nem se foi anotado pelo mesmo elefante. É possível depreender do texto acontecimentos históricos da Índia, como grandes batalhas, genealogias de famílias reais, a origem das castas, de cidades e tanto mais. Além disso, as histórias contadas no Mahabharata têm aventura, drama, comédia, lances inusitados, traições. Não é de se estranhar que a primeira adaptação para o cinema, segundo o Imdb, tenha sido rodada já em 1920, sem som.

A versão escolhida para lhes apresentar o MahaBharata, é a que foi dirigida para a televisão francesa por Peter Brook. Com texto de Jean-Claude Carrière (renomado roteirista de, entre outros, A bela da tarde, A insustentável leveza do ser, Brincando nos campos do senhor e do recente Os fantasmas de Goya), o Mahabharata de Brook chegou a ser exibido no cinema, ainda que em um corte bem menor do que o da televisão. É possível encontrar essa versão reduzida em VHS, embora a série integral, de cinco horas e meia de duração, só exista em um DVD inédito por aqui. Pode parecer longa, mas nem de perto dá conta de todas as tramas e subtramas do texto original. Para se ter idéia, o seriado indiano do Mahabharata (1988-90), que pretendia contar a história toda, tem mais de setenta horas de duração.

Peter Brook e Jean-Claude Carrière adaptaram o Mahabharata primeiro para o teatro. A peça, que tinha cerca de nove horas de duração, era falada em francês e depois foi traduzida pelo próprio Carrièrre para o inglês. Deste texto, os dois criaram a minissérie que estreou na televisão francesa e na BBC em 1989.

O Mahabharata narra a guerra entre duas famílias de semideuses, os Kaurava e os Pandava, pelo controle de um reino ancestral. É também um relato minucioso de todos os pequenos e grandes eventos que, ao longo de séculos, culminaram nessa guerra. São dezenas de mitos da mais variada espécie, que vão se entrelaçando aos poucos para mostrar de onde surgiram as duas famílias, na verdade dois ramos de uma mesma família, e como eles se tornaram rivais.
O rei no momento é o cego Dhritarashtra, patriarca dos Kaurava. Seu irmão, Pandu, morreu vítima de uma maldição terrível, que não o permitia tocar, quanto mais agarrar, como ele tentou, as mulheres.
A linhagem de Pandu, os Pandava, ficou sob o cuidado de Dhritarashtra e sua prole, mas desde o início os primos todos não se deram bem. Porém, mesmo relegados pelo tio a uma região infecta do reino, os Pandava prosperaram, o que despertou inveja e outros sentimentos mesquinhos nos primos monarcas. Sabendo que Yudhishthira, líder dos Pandava, é apaixonado pelos dados, e que ele joga mal, os Kaurava armam uma partida. Rodada após rodada, Yudhishthira perde suas jóias, seus castelos, os exércitos, as jóias e os castelos dos irmãos.
Ele então perde o reino, a si mesmo e a esposa, Draupadi.

Mas há um problema, e, portanto, uma breve lenda para explicá-lo. Quem ganhou Draupadi numa competição foi Arjuna, irmão mais novo de Yudhishthira. Ele teria o direito de casamento, se não tivesse chegado em casa e dito: “Olha só o que eu trouxe, mãe!”. Isso porque a mãe, antes de olhar o que se tratava, respondeu: “Seja o que for, divida com seus irmãos”. E ela nunca pode voltar atrás no que fala, o que é uma espécie de costume dos semideuses hindus mais ortodoxos. Então Draupadi se torna esposa dos cinco Pandava, e não só de Yudhishthira. E além do mais, ela foi apostada depois de ele ter perdido a si mesmo no jogo de dados, o que suscita todo o tipo de questão quanto à legitimidade da aposta. Novos arranjos são discutidos e os Pandava acabam no exílio. Eles devem permanecer 13 anos na floresta, o último deles sem serem encontrados pelos Kaurava de maneira alguma, sob pena de morte. Depois do período, eles poderiam voltar à capital reclamar o trono.

A batalha:
Os irmãos Pandava não acreditam nas promessas de Dhritarashtra, e passam os próximos 13 anos conquistando aliados e se preparando para a guerra. A batalha entre as famílias é o ponto central da narrativa, e ocupa as duas horas finais da fita.
De um lado, os Kaurava contam com Bishma e Drona.
O primeiro é tio de Dhritarashtra, um guerreiro mitológico que recebeu dos deuses o direito de escolher a hora de sua morte. As duas famílias cresceram na companhia de Bishma, que bem preferia lutar ao lado dos Pandava, mas uma combinação de maldições e promessas faz com que ele seja obrigado a liderar os Kaurava no campo de batalha. Drona é outro grande guerreiro, na verdade quem treinou todos os primos para guerra, e ele é leal ao rei.

Do lado dos Pandava está Krishna, a encarnação do deus Vishnu na Terra. Krishna é uma espécie de conselheiro das duas famílias, mas antes da batalha ele oferece a Arjuna uma escolha. Arjuna e os Pandava podem contar com todos os exércitos de Krishna, que não são poucos, mas para isso teriam de abdicar de seus conselhos para os Kaurava. Ou, se preferissem, poderiam ter os conselhos de Krishna, mas o exército ficaria com os rivais. Arjuna escolhe a companhia de Krishna, e os dois sentam-se no campo de batalha, pouco antes de o conflito começar.
Essa conversa entre Arjuna e Krishna constitui o Bagavhat-Gita, livro sagrado do hinduísmo. Krishna então conduz a carruagem de Arjuna para as fileiras inimigas, e a guerra começa. Nos dezoito dias seguintes, enquanto milhões de soldados se digladiam, as tramas paralelas vão se fechando e os personagens acertam as contas e cumprem as dezenas de vinganças e maldições que trocaram nas décadas anteriores.

Para Peter Brook, o Mahabharata é uma história universal, que fala a todas as culturas, e por isso, assim como na peça, o elenco é internacional são italianos, franceses, ingleses, egípcios, senegaleses, etc. Embora não seja exatamente uma versão filmada da peça, a fita empresta do teatro o andamento, os cenários simples e a ênfase colocada toda nos atores e no texto. O filme traz para o ocidente uma amostra bem traduzida e bem contada do que são essas grandes narrativas de fora da nossa tradição literária, sobre as quais mal ouvimos falar. E, se às vezes você se sente um indiano assistindo a Os dez mandamentos, tentando entender quem é quem e o que está acontecendo, no geral a história não é totalmente distante da cultura ocidental, e tem a peculiaridade de contar ainda com inúmeras passagens cômicas, o que não parece ser a especialidade da Bíblia.
Fonte: Omelete por André Conti
TRAILER

ELENCO:
Robert Langton Lloyd,
Erika Alexander,
Maurice Bénichou,
Amba Bihler,
Lou Bihler,
Urs Bihler,
Ryszard Cieslak,
Georges Corraface.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Peter Brook
Produção: Michel Propper
Duração: 171 min.
Ano: 1989
País: Reino Unido/ França
Gênero: Drama

Masmoscar 2011 – Nossa conversa durante a transmissão da cerimônia mais sonolenta que há

Pra você amante podcasts muito bem editados e cheio de firulas… ( nós gostamos também, viu?) saiba que esse podcast específico não foi feito pra você, que está a fim de ter osgasmos com uma bela edição.
Se quiser um podcast editadinho com a nossa equipe baixe um Masmorra Cast ou mesmo o nosso já querido Batendo Papo na Masmorra.
Esse é um podcast para quem já nos conhece de podcasts anteriores, e vai curtir simplesmente a nossa conversa paralela, assistindo a 83ª cerimônia do Oscar neste ano de 2011.
Tem de tudo: Perguntas não respondidas, humor duvidoso, silêncio frustrado, streaming maldito…
E sabe o que tem mais? Algumas recomendações de boas produções que nem sempre foram lembradas pelo Oscar.
É isso aí! Estão avisados.Escutem por sua conta e risco.
Corajosos presentes aqui: Angélica Hellish, NoriegaMarcos, Júnior do Baú Pirata e Diário de Bordo , Edu Cosso do Destino Poltrona, Almighty do Bermuda Cast e Free Talk, Daniel Volponi editor do B.P.M., Shana Shanshada colunista de cinema do Blog Vaca Preta, João Paulo nosso colaborador.
Abraços à todos que acompanharam o papo pelo Tinychat!
Vamos conferir quem conseguiu fazer a maior quantidade acertos na promoção Taverna do Ogro Encantado e Masmorra Cast e publicaremos o vencedor aqui no blog.

Loja virtual da taverna do Ogro Encantado
Nosso email: contato.cinemasmorra@gmail.com
Skype: masmorracast

Para ouvir aqui no blog (seu maluco!) clique no player abaixo:
Se quiser fazer o download e escutar em seu player favorito(e, quem sabe assistindo e re-exibição do Oscar?) clique aqui Parte 1 Parte 2

Tempo: 02:28h

Tempo: 01:32h

LISTA DOS INDICADOS E VENCEDORES:

Melhor filme

Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor diretor

Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei – VENCEDOR
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei – VENCEDOR
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Melhor atriz

Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro – VENCEDORA
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – O Vencedor – VENCEDOR
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai

Melhor atriz coadjuvante

Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor – VENCEDORA
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita

Melhor longa animado

Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor filme em lingua estrangeira

Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor – VENCEDOR

Melhor direção de arte

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita

Melhor fotografia

Cisne Negro
A Origem – VENCEDOR
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Melhor figurino

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita

Melhor montagem

Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas

Melhor documentário

Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno – VENCEDOR
Gasland
Restrepo

Melhor documentário em curta-metragem

Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More – VENCEDOR
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social – VENCEDORES
Hans Zimmer – A Origem

Melhor canção original

“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor Maquiagem

O Lobisomem – VENCEDOR
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor

Melhor Curta-metragem de animação

Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing – VENCEDOR
Madagascar, Carnet de Voyage

Melhor Curta-metragem

The Confession
The Crush
God of Love – VENCEDOR
Na Wewe
Wish 143

Melhor Edição de som

A Origem – VENCEDOR
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável

Melhor Mixagem de som

A Origem – VENCEDOR
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt

Melhor Efeitos especiais

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem – VENCEDOR
Homem de Ferro 2

Melhor Roteiro adaptado

A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor Roteiro original

Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
O Vencedor
Another Year

[Séries] Walking Dead # 05 – Wilfire


E aí galera!
Temporada ( curtinha ) de The Walking Dead chegando ao fim.
E mais uma vez Angélica Hellish Marcos NoriegaMau Faccio do Site do Mau e do Radiofobia, Toopera do Visão Histórica se juntaram à Pablo Lopes do Bar do Nerd ( a grande estrela desse podcast – reparem o momento em que ele direciona os “holofotes” para ele…)
Conversamos sobre o episódio em si, sobre nossas espectativas em relação a série, demissão dos roteiristas, qual personagem deveria morrer ou não…
E você o que achou desse episódio? Comenta aí!
Um abraço e até a season finale!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

Twitter: @Masmorra_Cast

Links interessantes:

Imagens super legais, criadas pelo Ricardo Ferro.Valeu querido!
Tumblr Fuck Yeah – sobre a série
Walkers Brasil – todas as informações sobre a série, visitem!
Imagem final desse episódio ( que virou meu wallpaper…hehe )
Twitter do Robert Kirkman

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[Séries] The Walking Dead # 04 – Vatos

Galera reunida mais uma vez pra falar do episódio 04, cujo título: “Vatos” deixou muita gente com uma interrogação na cabeça…
A direção dessa vez foi de Johan Renck e roteiro do próprio Robert Kirkman

E aqui na Masmorra Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam Mau Faccio do Site do Mau e do Radiofobia, Toopera do Visão Histórica, que trouxe seu colaborador Pablito Lopes do Bar do Nerd e nossa amiga Thata Poa que fizeram suas especulações e nos passaram suas impressões sobre ese episódio emocionante!
Abraços e nosso agradecimento ao Barão que fez essa bela arte do banner pra gente!

E você ouvinte, o que achou de “Vatos” ?
Comenta aí!
Abraços e até o próximo episódio!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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Links interessantes:

Tumblr Fuck yeah – sobre The Walking Dead
Walkers Brasil – Entrevistas, notícias tudo sobre a série visitem, é bem legal!
Sneack Peek do próximo episódio, legendado.

Filminho criado por uma ouvinte nossa, baseado na minha idéia maluca da música ” Fome Come” do Palavra Cantada :

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[Séries]The Walking Dead # 03 Fale isso paras as rãs…

Mais uma vez nos reunimos pra falar da série The Walking Dead, dar nossa opinião sobre o terceiro episódio que tem a direção de Gwyneth Horder-Payton e roteirizado por Frank Darabont, Charles H. Eglee, Jack LoGiudice.
Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam na Masmorra:  Touroman Toscochanchada, Jerimum Beta e Pauta Livre News e Noise, Rod Reis dos podcasts Papo de Artista e Mundo Rod, Camis Barbieri do Seriadores Anônimos, Pablo Lopes o “Orfão” do Visão Histórica e do Bar do Nerd e Hugo Soares do Capas Customizadas.
E você o que achou desse episódio?
Houve queda em qualidade? Explique!
Faça sua pergunta nos comentários direcionada à uma pessoa específica do podcast ( quem sabe assim esse pessoal responde,né?)
Abraços e até o próximo episódio!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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Links interessantes:

Olhem só que divertidas as imagens que o Ricardo Ferro enviou pra gente!
Valeu Ricardo!

– Sobre a exibição com cortes da FOX (a AMC exibiu sem cortes)
– O delivery para zumbis:
– Sobre a trairagem do colega policial

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[Séries] Podcast The Walking Dead # 02 Triiipas!!!

” No Guts. No Glory!”

Episódio 2 da série The Walking Dead assistido!Quadrinhos conferidos!
Então Angélica Hellish, Sr. Seu Panda, Touroman, Barão e Marcos Noriega juntaram-se para trocar suas impressões e especulações sobre a série e esse episódio cheio de ação e gore!
Comente!
Nós responderemos na própria seção de comentários.
Só não será respondido quem comentar como anônimo! Identifique-se zombie!

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!

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[Séries] The Walking Dead #01

Pois é.

Não aguentamos e gravamos o nosso podcast sobre a série americana da AMC The Walking Dead dirigida por Frank Darabount.Angélica Hellish e Marcos Noriega junto com os amigos Carlos Tourinho e Hugo Soares do Filmes com Legenda e o Sr. Seu Panda do Diecast Connection e Pauta Livre News, conversaram sobre o pré air dessa série fantástica (que será lançada hoje à noite nos EUA) fizeram comparações com o HQ de Robert Kirman e comentaram suas impressões e espectativas sobre o que está por vir.
Não esqueça de comentar!
Arte do banner do amigo Barão.

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!



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