2 Anos na Masmorra!

Vai um pedaço de bolo aí? hahaha

Carcereiros comemorando seus 2 aninhos de existência!

Angélica Hellish, Marcos Noriega, Eduardo Cosso juntaram-se para falar da produção do Masmorra Cast, como pesquisar conteúdo na internet, quais são seus blogs e sites favoritos, o que procuram em um podcast e muito mais!

Nossos agradecimentos a você que está aqui nos acompanhando, e que venha muito mais pela frente!

E a todos os nossos amigos e ouvintes que enviaram áudios com uma mensagem para a nossa equipe, muito obrigado!

Wellington McGaren/Clarin Diário Gabriel Perboni/Visão HistóricaPablo Lopes/Bar do NerdMarcos “O Gênio do Mal” /Discada PodcastKio Caio César/FarrazineLucas Amura/Site pessoal de Lucas AmuraAndressa (@andy_wwf)@Ivan_pdRicardo Ferro (@RicFerroDesign)PodtrashMarlon Master e Evandro Sal os Seres da Meia Noite do SextaCast

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Batendo Papo na Masmorra Especial Dia das Mães


Neste dia tão especial, Angélica Hellish e Marcos Noriega recebem na Masmorra Barão membro da nossa equipe, e colaborador do Farrazine e o amigo Emerson do podcast Cultural NOT.

Recomendamos alguns excelentes filmes que tem como personagem, a mãe.
De vários tipos, maneiras e motivações.

Curtam o podcast e comentem!
Um abraço e Feliz Dia das Mães


Arte do banner: Barão


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Filmes citados nesse podcast:
Mother (Madeo) 2009 – Dir. Joon-ho Bong
O Garoto de Liverpool (Nowhere Boy) 2009 – Dir. Sam Taylor Wood
Incendios (Incendies)2010 – Dir. Denis Villeneuve
O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby) 1968 – Dir. Roman Polanski
Jogue A Mamãe Do Trem (Throw Momma from the Train) 1987 – Dir. Danny DeVito
A Noite do Demônio ( Night of Demon) 1957 – Dir. Jacques Tourneur
Não me Abandone Jamais (Never Let me go)- Dir. Mark Romanek
Uma Prova de Amor (My Sister’s Keeper) 2009 – Dir. Nick Cassavettes
Aliens, o Resgate 1986 – Dir. James Cameron

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Hoje é Dia do Jornalista!

 

Como o cinema tem representado a categoria?
Vejam alguns exemplos:
(E não fique falando que seu diploma serve pra embrulhar peixe, rapá!)

– A Montanha dos Sete Abutres ( Ace in The Hole ) 1951 – Dir. Billy Wilder

A Montanha dos Sete Abutres (1951) é o longa que Billy Wilder realizou logo após seu maior e mais celebrado clássico, Crepúsculo dos Deuses. A acidez do filme anterior continua na história de um jornalista inescrupuloso que faz de tudo para voltar a ter prestígio, retardando o salvamento de um mineiro que está preso nos escombros para se alimentar da comoção da população da pequena cidade em que foi trabalhar.
Assista!

– A Embriaguez do Sucesso (Sweet Smell of Success)1957 – Dir. Alexander Mackendrick


A Embriaguez do Sucesso, de 1957, é o primeiro filme de Alexander Mackendrick (Quinteto de Morte) nos EUA. Burt Lancaster (O Leopardo) é o colunista de fofocas inescrupuloso que encontra em Tony Curtis (Quanto Mais Quente Melhor) um jovem ambicioso para ficar à sua sombra. É uma das críticas mais cruéis ao sistema, e uma das grandes atuações de Lancaster para o cinema.
Assista!

– A Doce Vida ( La Dolce Vita ) 1960 – Dir. Federico Fellini

Federico Fellini (Oito e Meio) realizou em A Doce Vida, um afresco romano sobre o desejo pela celebridade. Um jornalista de origem humilde enfrenta uma crise de consciência por estar sempre atrás de fofocas da alta sociedade, usando-as como fonte para seus artigos. Entre seu trabalho superficial e seus problemas pessoais (como a tentativa de suicídio da namorada), é mostrada uma sociedade decadendente e hedonista.
Assista!

– A Primeira Página (The Front Page) 1974 – Dir. Billy Wilder

A Primeira Página é a refilmagem da peça de Ben Hecht e Charles MacArthur que já havia sido realizada por Howard Hawks (Jejum de Amor) e Lewis Milestone (Sem Novidades no Front). O diretor é o mesmo Billy Wilder de A Montanha dos Sete Abutres e os atores que fazem os jornalistas são os impagáveis Walter Matthau e Jack Lemmon, que já formavam uma dupla de sucesso em filmes como Um Estranho Casal, e na década de 90 reviveram a parceria em Dois Velhos Rabugentos.
Assista!

– Rede de Intrigas (Network) 1976 – Dir. Sidney Lumet

Dirigido por Sidney Lumet (Um Dia de Cão), Rede de Intrigas (1976) é a história do âncora de um telejornal (Peter Finch, de Horizonte Perdido) que, ao receber a notícia de que seria demitido, declara a intenção de se suicidar no ar. Como a audiência sobe, a diretora decide mantê-lo no cargo. Mais uma crítica aos meios de comunicação e à busca pela audiência a qualquer custo. Peter Finch já havia morrido quando foi indicado ao Oscar de melhor ator pelo papel do âncora. Ele foi o primeiro a ser premiado postumanente pela academia na categoria.
Assista!

– Todos os Homens do Presidente (All the President’s Men) 1976 – Dir. Alan Pakula


Baseado em fatos reais, Todos os Homens do Presidente (1976) reconstitui o caso Watergate. A história começa com a prisão de quatro pessoas assaltando um dos escritórios do edifício Watergate. O que parecia mais uma prisão foi o início de um grande escândalo que resultou na queda do presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon. O filme acompanha dois repórteres que descobrem a trama bombástica por trás dessa prisão. É o melhor filme do irregular diretor Alan J. Pakula (O Dossiê Pelicano), e conta com Dustin Hoffman (Rain Man) e Robert Redford (Leões e Cordeiros, filme que também dirigiu).
Assista!

– O Informante (The Insider) 1999 – Dir. Michael Mann

O Informante (1999) traz uma história baseada em fatos reais sobre a vida de Jeffrey Wigand (Russell Crowe, de O Gladiador), cientista da companhia de cigarros Brown & Williamson, que resolve denunciar a empresa quebrando um contrato de sigilo. Ele tem a ajuda de Lowee Bergman (Al Pacino, da saga O Poderoso Chefão), investigador e produtor do programa 60 Minutes.
Assista!

– Quase Famosos (Almost Famous) 2000 – Dir. Cameron Crowe

Um roqueiro consegue uma oportunidade na conceituada revista Rolling Stone. Seu primeiro trabalho é acompanhar um show da banda Stillwater, mas sua paixão pelo rock e por uma groupie afastam-no da objetividade jornalística necessária para o trabalho. Cameron Crowe (Tudo Acontece em Elizabethtown) dirige um relato meio autobiográfico em Quase Famosos (2000). Ele mesmo foi um jovem repórter da Rolling Stone, e a banda que ele acompanhou em turnê foi The Allman Brothers. No elenco estão Billy Crudup (O Bom Pastor), Kate Hudson (A Chave Mestra) e Philip Seymour Hoffman (Dúvida).
Assista!

– O Preço de Uma Verdade (Shattered Glass) 2003 – Dir. Billy Ray

O Preço de Uma Verdade (2003) é a estréia do talentoso Billy Ray (Quebra de Confiança). Baseado em fatos reais, o filme conta a história do jornalista Stephen Glass (Hayden Christensen, de Jumper). Ainda jovem, conseguiu entrar no primeiro time do respeitado jornal The New Republic, de Washington, entre 1995 e 1998. Mas, dos 41 textos publicados, 27 eram total ou parcialmente inventados e copiados. Quando a farsa vem à tona desenvolve-se uma interessante discussão sobre a ética no jornalismo, e sobre até que ponto um editor deve ir para defender seu redator.
Assista!

– Boa Noite e Boa Sorte (Good Night, and Good Luck) 2005 – George Clooney

Boa Noite e Boa Sorte (2005) é o segundo filme dirigido por George Clooney, cujo terceiro trabalho por trás das câmeras.David Strathairn, que havia desempenhado um papel importante em O Rio Selvagem, de Curtis Hanson, tem uma atuação elogiadíssima como o âncora de TV que pretende desmascarar as falcatruas políticas do senador norte-americano Joseph McCarthy. Rodado em preto e branco, retrata à perfeição o cotidiano de uma redação de TV.
Assista!

A contracultura do cinema nos Midnight Movies


O termo “midnight movie”, nos anos 50, se referia aos filmes, de qualidade questionável e temática inadequada para os padrões sociais, que iam ao ar na televisão americana a partir da meia noite. Nos anos 70, esteve associado a filmes alternativos, que não entravam no circuito comercial dos cinemas americanos e eram exibidos na sessão da meia noite, mais notoriamente, em Nova York. Atualmente, o termo é usado principalmente para pré-estréias que ocorrem à meia noite.

Os três adjetivos mais apropriados para discutir a cultura dos midnight movies são trash, que simboliza o custo baixo da produção e má qualidade geral, de edição, atuação, roteiro, exploitation, que sinaliza a exploração exagerada de determinado fator visando a um sensacionalismo e camp, termo ligado à ironia e ao mau gosto, buscando o precário de forma intencional.

Uma série de eventos trágicos, como os assassinatos de John Kennedy e Martin Luther King, a falência do movimento hippie e a manutenção da guerra no Vietnã, nos anos 60, colaboraram para que surgisse um público disposto a consumir obras ácidas que incluíssem esses elementos nos anos 70.

Com essa atmosfera, aumentou o consumo de obras niilistas, cínicas, experimentais, transgressoras e sem censura. Esse público buscava algo completamente fora do sistema, que chocasse, divertisse e inovasse. O cinema foi uma das maiores válvulas de escape para aqueles que se sentiam impotentes diante da situação política e social do país. Assim, nasceu o midnight movie, gênero no qual os criadores podiam realizar algo autêntico, sem hesitar. No entanto, segundo John Waters – diretor de “Pink Flamingos” e uma das figuras mais admiradas na contracultura cinematográfica – a maior parte da sociedade ainda odiava esses filmes, já que iam contra seus valores.

Há divergências sobre qual teria sido o primeiro midnight movie. Certos registros apontam que cinemas itinerantes nos anos trinta já exibiam filmes dessa linha em sessões à meia noite. Em 1957 ocorreu uma série destas exibições para o filme “Curse Of Frankenstein”, de Terence Fisher, e, em 1968, para “Messages, Messages”, de Steven Arnold. E é possível apontar Warhol e Buñuel como diretores que abriram passagem para a existência desse tipo de circuito.

“El Topo”, do chileno Alejandro Jodorowsky, é aceito, em geral, como referência inicial de midnight movie, principalmente, pelo êxito comercial diante de uma proposta tão árida. A estréia, em 1970, sem nenhuma publicidade a respeito, conseguiu lotação máxima em todas as sessões da meia noite por nove meses seguidos. Um fenômeno atrelado ao “boca a boca” de um público latente de cinema alternativo. Quando John Lennon comprou o filme, em 1971, e o colocou em circuito, o filme não durou três dias, sendo um fracasso total de público. Sem o horário específico e seu caráter de evento, o filme parecia perder sua aura.

“Noite Dos Mortos Vivos”, de George Romero (1968) tornou-se o grande sucessor de “El Topo”. Inicialmente, o filme estreou em drive-ins, “grindhouses” e salas menores. As críticas, que, a princípio foram péssimas, aos poucos foram se tornando positivas, conforme o filme era digerido além de sua superfície grotesca. Em 1971, o filme, exibido à meia noite, alçava vôo para se tornar o maior êxito comercial em termos de custo-benefício da história, só superado em 1999, por “A Bruxa de Blair”, de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez.

“Noite” se diferenciava pela sua capacidade política e social, o que era rarefeito nos filmes de terror da época. Romero salienta que, principalmente nos anos 50, o terror pregava o medo da ciência, sem um contexto moral ou político por trás. Neste filme, o debate está em torno do realismo nas intervenções do telejornal, da natureza dessa sociedade de zumbis, que revolucionaram o mundo, do significado da intervenção do exército e da cena final do assassinato do protagonista negro – no mesmo ano do assassinato de Luther King. J. Hoberman, um dos autores do livro “Midnight Movies”, descreve este período da história americana, como o mais violento desde a Guerra Civil, e Romero parece ter a mesma ótica.

Praticamente na mesma época, foi lançado “Ensina-me a viver”, de Hal Ashby, que teve bastante sucesso no circuito de arte brasileiro e chegou a ser adaptado para o teatro. Além da questão da liberação sexual, o filme contém pertinentes críticas ao militarismo através do tio de Harold, um saudosista veterano de guerra.

“The Harder They Come”, de Perry Henzell, conseguiu inovar ainda mais, já que foi o primeiro midnight movie de blaxploitation, apenas com atores negros, o primeiro filme jamaicano da história e o primeiro filme com trilha sonora de Reggae – que introduziu o gênero no exterior e o levou para o mainstream americano. O filme só deu certo nos Estados Unidos em sessões da meia noite e ficou, em cartaz, por seis anos, no Orson Welles Cinema, em Massachussets.

O maior sucesso comercial de um midnight movie foi o musical “The Rocky Horror Picture Show”, de Jim Sharman, de 1975, que, após as sessões da meia noite, conquistou até mesmo o público médio. Seu culto se tornou colossal e era comum que os fãs fossem vestidos como os personagens e cantassem durante o filme. O enredo, baseado numa peça homônima, conta a chegada de um casal ao castelo de um travesti gótico, no dia em que ele cria sua criatura, o ariano musculoso Rocky. O filme ficou no circuito da meia noite por mais de dez anos, sendo exibido diariamente. Até 2006, ainda podia ser visto, semanalmente, em 23 salas dos Estados Unidos.

“Eraserhead”, de 1977, primeiro longa de David Lynch, foi o único que não lotava as sessões. Por mais que o filme tivesse a mesma aura surreal, original e self-made, não é cômico, não tem uma trilha sonora agitada, não inspira coletividades festivas e, definitivamente, não é imediato. Ele é letárgico, solitário, introspectivo e hermético, como uma premissa do cinema autoral de Lynch.

O mercado das sessões da meia noite começou a se esgotar e muitos cinemas alternativos foram fechando. Em meio a essa crise, Liquid Sky, de Slava Tsukerman, de 1982, foi, talvez, o último midnight movie, em que alienígenas extraem das pessoas a substância que secretam durante o orgasmo ou o consumo de heroína. Outros filmes importantes da época, que abarcavam essa estética, já eram feitos por grandes estúdios e para o circuito normal, como “The Warriors”, de Walter Hill, “The Evil Dead”, de Sam Raimi, “Heavy Metal”, de Gerald Potterton, e “The Wall”, de Alan Parker.

A decadência do movimento ocorreu na medida em que o culto estagnou em torno de determinados filmes e os espectadores começaram a assimilar o estilo, já que podiam assistir os filmes estranhos em horários diferentes. Além da popularização do VHS, que permitia a sessão privativa do filme, e o crescimento da televisão a cabo.

A partir da segunda metade dos anos 80, o estilo midnight movie só aparecia em tom de homenagem, como no caso do Festival Internacional de Cinema de Toronto, que realiza a “Midnight Madness” desde 1988, ou o Festival do Rio, que criou também uma sessão chamada midnight movies, para filmes experimentais e inovadores de sua seleção. O Sesc Tijuca tem o cineclube Phobus, com seleção baseada em filmes do gênero.

Os midnight movies foram uma importante manifestação da contracultura setentista, que se tornou tão relevante e divertida que foi assimilada pelo público, alterando o curso do próprio cinema hollywoodiano ao se tornar uma parcela significativa de qualquer seleção comercial.

Muitas obras ainda permanecem com a estética superficial dos midnight movies. Mas o discurso crítico se atenuou, dando mais lugar para o humor, o que não deve ser visto como uma derrota. Pelo contrário, é o maior testemunho sobre a importância que os filmes da meia noite tiveram para alterar o curso da cultura pop.
Por Christian Costa do site da Faculdade Casper Líbero.

Masmoscar 2011 – Nossa conversa durante a transmissão da cerimônia mais sonolenta que há

Pra você amante podcasts muito bem editados e cheio de firulas… ( nós gostamos também, viu?) saiba que esse podcast específico não foi feito pra você, que está a fim de ter osgasmos com uma bela edição.
Se quiser um podcast editadinho com a nossa equipe baixe um Masmorra Cast ou mesmo o nosso já querido Batendo Papo na Masmorra.
Esse é um podcast para quem já nos conhece de podcasts anteriores, e vai curtir simplesmente a nossa conversa paralela, assistindo a 83ª cerimônia do Oscar neste ano de 2011.
Tem de tudo: Perguntas não respondidas, humor duvidoso, silêncio frustrado, streaming maldito…
E sabe o que tem mais? Algumas recomendações de boas produções que nem sempre foram lembradas pelo Oscar.
É isso aí! Estão avisados.Escutem por sua conta e risco.
Corajosos presentes aqui: Angélica Hellish, NoriegaMarcos, Júnior do Baú Pirata e Diário de Bordo , Edu Cosso do Destino Poltrona, Almighty do Bermuda Cast e Free Talk, Daniel Volponi editor do B.P.M., Shana Shanshada colunista de cinema do Blog Vaca Preta, João Paulo nosso colaborador.
Abraços à todos que acompanharam o papo pelo Tinychat!
Vamos conferir quem conseguiu fazer a maior quantidade acertos na promoção Taverna do Ogro Encantado e Masmorra Cast e publicaremos o vencedor aqui no blog.

Loja virtual da taverna do Ogro Encantado
Nosso email: contato.cinemasmorra@gmail.com
Skype: masmorracast

Para ouvir aqui no blog (seu maluco!) clique no player abaixo:
Se quiser fazer o download e escutar em seu player favorito(e, quem sabe assistindo e re-exibição do Oscar?) clique aqui Parte 1 Parte 2

Tempo: 02:28h

Tempo: 01:32h

LISTA DOS INDICADOS E VENCEDORES:

Melhor filme

Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor diretor

Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei – VENCEDOR
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei – VENCEDOR
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Melhor atriz

Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro – VENCEDORA
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – O Vencedor – VENCEDOR
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai

Melhor atriz coadjuvante

Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor – VENCEDORA
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita

Melhor longa animado

Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor filme em lingua estrangeira

Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor – VENCEDOR

Melhor direção de arte

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita

Melhor fotografia

Cisne Negro
A Origem – VENCEDOR
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Melhor figurino

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita

Melhor montagem

Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas

Melhor documentário

Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno – VENCEDOR
Gasland
Restrepo

Melhor documentário em curta-metragem

Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More – VENCEDOR
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social – VENCEDORES
Hans Zimmer – A Origem

Melhor canção original

“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor Maquiagem

O Lobisomem – VENCEDOR
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor

Melhor Curta-metragem de animação

Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing – VENCEDOR
Madagascar, Carnet de Voyage

Melhor Curta-metragem

The Confession
The Crush
God of Love – VENCEDOR
Na Wewe
Wish 143

Melhor Edição de som

A Origem – VENCEDOR
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável

Melhor Mixagem de som

A Origem – VENCEDOR
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt

Melhor Efeitos especiais

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem – VENCEDOR
Homem de Ferro 2

Melhor Roteiro adaptado

A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor Roteiro original

Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
O Vencedor
Another Year

Masmora Cast # 30 – David Bowie, um camaleão no Cinema

A influência de David Bowie é imensa, musical e socialmente.
Suas canções e as apresentações inovadoras trouxeram uma nova dimensão para a música popular do começo da década de 70, influenciando fortemente tanto suas formas imediatas como seu desenvolvimento posterior.
O biógrafo David Buckley escreve: “A essência da contribuição de Bowie à música popular se deve por sua notável capacidade de analisar e selecionar as idéias que estão de fora do mainstream—da arte, literatura, teatro e cinema—e trazê-los para dentro, de modo que o pop é constantemente alterado.”
A carreira de Bowie tem sido marcada por vários papéis em produções de cinema e teatro, o que valeu prestígio e independência como ator e alguns elogios por suas atuações.
Nesse podcast, Angélica Hellish e Marcos Noriega recebem na Masmorra o Júnior do Baú Pirata e Piracast, para conversar sobre algumas produções que contam com a participação do sempre camaleão David Bowie.
Seus sucessos e fracassos, conheça um pouco mais da carreira desse interessante cantor.

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Filmes, trailers

Ziggy Stardust and The Spiders From Mars – show/documentário
O Homem que Caiu na Terra
Apenas um Gigolô
Fome de Viver
Furyo – Em Nome da Honra (Merry Christmas Mr. Lawrence)
Absolute Beginners.
Into the Night – Um Romance Muito Perigoso
Labirinto – A Magia do Tempo
When the Wind Blows
A Última Tentação de Cristo
Cena com David Bowie em Twin Peaks
The Linguini Incident
The Buddha of Suburbia trilha sonora.
Basquiat
Inspirations – Documentário
Cena com david Bowie em B.U.S.T.E.D.
Il Mio West – Duelo de Forasteiros
Mr Rice Secret – Marcas da Violência
O Grande Truque – The Prestige
Bastardos Inglórios Trilha – Cat People
MOON – o primeiro filme de Duncan Jones, filho de David Bowie

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Masmorra Cast Especial Halloween! A festa é americana, mas o terror é asiático!

Aí galera!
Como somos grandes fãs de cinema asiático, não poderíamos deixar de fazer algumas indicações de alguns filmes bem sinistros pra vocês!
Neste podcast,eu Angélica Hellish e Marcos Noriega conversamos sobre grandes clássicos do terror japonês, coreano e tailandês que vocês conhecem talvez somente a versão hollywoodyana.Corram atrás!
Normalmente o original dá de dez a zero!
Os caras sabem fazer terror como poucos.

Essa arte linda aí do banner, é do amigo e colaborador Barão.

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Citados:

  • Kwaidan – As Quatro Faces do Medo
  • Medo
  • Hansel e Gretel – João e Maria
  • Audition – Ôdishon
  • The Eye – A Herança
  • Ju on – O Grito
  • Série Master of Horror
  • Espíritos – A morte está ao seu lado
  • Red Shoes
  • The Doll Master – O Mestre dos Bonecos
  • Jigoku – Inferno
  • Sede de Sangue
  • Into the Mirrors  (O original do Espelhos do Medo)
  • A Arte do Demônio
  • The Wig – A Peruca
  • 3…extremos
  • O Terror da Premonição
  • Dark Water ( original japonês)
  • The Unborn  AKA  The Mother
  • Ringu – O Chamado ( original japonês)

É isso aí, curtam, divirtam-se e não esqueçam de deixar o seu comentário e aqui na postagem.
Abraços da Masmorra!

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Masmorra Cast # 28 – Alejandro Jodorowsky – Anarquia e Alquimia!

 

Neste podcast Angélica Hellish e Marcos Noriega falaram sobre o cineasta Alejandro Jodorowsky. Suas peças de teatro, filmes , quadrinhos ,inspirações, curiosidades.
A saga desse homem incrível, exemplo de vida e perseverança para todos nós.

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Podcasts que participamos recentemente:
Angélica no Rock 30 Dia da Independência com Ivan Motoserra,Guilherme Grangier e Carlos Tourinho do Filmes com Legenda
Angélica e Eduardo Cosso, dois bicões no Radiofobia # 38 – Fala Seu Texugo! com Léo Lopes,Marcos Lauro,Mau Faccio e Quessa Valeu gente!
Marcos e Angélica no Bermudacast, sobre Mídias Independentes com Almighty Pro e Kio Caio César
Marcos e Angélica no podcast Cadeia de Eventos # 23 sobre Filmes de difícil compreensão com Diogo Scooby e Karen Abraham
Eduardo Cosso no Dimensão nerd # 104 Chupagli
Máquina do Tempo – Na sua centésima viagem! Angélica e Marcos passaram lá, pra pedir uma musiquinha e parabenizar Ock Tock e Leandro Bulkool

Falando sobre o diretor:
Alejandro Jodorowsky é um dos artistas precursores do que hoje se conhece como “multimídia”: Um homem de inúmeras facetas que desafia e extrapola todos os limites do espiritual na arte.

Diretor de cinema e teatro, ator, produtor, compositor, escritor, autor teatral, filósofo, humorista, especialista em tarô e reconhecido mestre dos quadrinhos; enfim, um personagem errante em busca da “iluminação terrestre”. Flertou com Bufiuel e após encontros com André Breton, escritor e principal teórico do movimento, passou a investir mais na potencialidade onírica da linguagem. No teatro, dirigiu peças de autores como Beckett, lonesco e Strindberg.
Em 1970 roda El Topo no México, um faroeste metafisico que causou furor na cena underground, se tornando um verdadeiro cult. A Montanha Sagrada (1973), a obra sobre a busca alquímica da Imortalidade. Condenado ao limbo durante anos, o filme voltou à tona mais tarde pela “descoberta” do cantor pop Marilyn Manson, que utilizou fragmentos da Montanha em seu video The Dop Show (1988) e aderiu, inclusive, aos principios da Psicomagia. Os estudos místicos de Jodorowsky o transformaram numa referência internacional, sobretudo a partir da reconstrução do Tarô de Marselha em 1998, juntamente com o mestre das cartas Philippe Camoin.

Sinopses de seus filmes, trailers e links para download:

 

A Gravata (La Cravate) Trailer
[Filme inédito no Brasil] França, 1957

Em 1957, Jodorowsky fez suas primeiras experiências no mundo das imagens em movimento filmando em Paris uma versão muda de um conto de Thomas Mann, sobre uma garota que vende cabeças. O filme, considerado perdido, foi recentemente encontrado na Alemanha.
Direção Alejandro Jodorowsky
Roteiro Jean Cocteau e Alejandro Jodorowsky Produção Denise Brosseau e Saül Gilbert
Elenco Raymond Devos, Marthe Mercure, Jean-Marie Proslier Duração 21minutos

 

Fando e Lis Trailer
México, 1968

Poesia lírica e imagens de beleza magnética são as constantes de uma história sobre o não-amor da humanidade, que se oculta mascarado atrás dos vincos doentios da hipocrisia. Banido no México, a carreira única de Alejandro Jodorowsky começa com esta bizarra história de inocência corrompida, amor sadomasoquista e paraíso inatingível. Criada a partir de memórias dispersas de uma peça de Fernando Arrabal, a alucinação sublime de Alejandro mostra o impotente Fando e sua namorada paralítica em busca da cidade encantada de Tar, onde o êxtase espiritual reside. A incrível viagem leva o casal ao caos urbano, desertos escaldantes, montanhas traiçoeiras; suas próprias lembranças e tudo que há de mais característico na obra autoral, provocativa e incendiária de Jodorowsky no início de carreira.
Direção Alejandro Jodorowsky Roteiro Fernando Arrabal e Alejandro Jodorowsky
Produção Juan López Moctezuma e Roberto Viskin
Elenco Sergio Klainer, Diana Mariscal, María Teresa Rivas
Duração 93 minutos

 

El Topo Trailer
México, 1970.

Envolto numa roupagem alegórica e repleto de cifrados simbolismos, o filme narra as andanças de um pistoleiro místico (EI Topo), interpretado pelo próprio Alejandro Jodorowsky, através do deserto do distante Oeste, numa epopéia surrealista na qual se superará em duelos para conseguir atribuir-se o êxito de ser a pistola mais rápida do Oeste. Um encontro cósmico profundamente influenciado pelas “obras pânicas”, este filme significou o tiro de saída ao circuito alternativo das Sessões Malditas propulsado pelo distribuidor Bem Barenholtz.
Direção e roteiro Alejandro Jodorowsky
Produção Juan López Moctezuma, Moshe Rosemberg e Roberto Viskin Elenco Alejandro Jodorowsky, Brontis Jodorowsky, Alfonso Arau, Mara Lorenzio
Duração 124 minutos

 

A Montanha Sagrada (The Holy Montain) Trailer
México, 1973

Jodorowsky interpreta o papel do “alquimista”, que reúne um grupo de pessoas que representam os planetas do Sistema Solar. Sua intenção é submeter o grupo a uma série de ritos de natureza mística para que se desprendam de sua bagagem “mundana” antes de embarcar numa viagem em direção à misteriosa Ilha de Loto. Uma vez na insula iniciam a ascensão à Montanha Sagrada para substituir os deuses imortais que em segredo dominam o mundo.
Direção e roteiro Alejandro Jodorowsky
Produção Alejandro Jodorowsky, Allen Klein, Robert Taicher, Roberto Viskin
Elenco Alejandro Jodorowsky, Horacio Salinas, Zamira Saunders,
Juan Ferrara
Duração 113 minutos

 

Tusk Trailer
França, 1980

(Filme inédito no Brasil)
A história se desenvolve na índia colonial, no seio de rica família inglesa. Ao mesmo tempo, nascem um elefante e uma menina. Entre ambos, se estabelecerá uma singular e misteriosa relação empática na qual nada nem ninguém nunca poderá interferir.
Direção Alejandro Jodorowsky
Roteiro Reginald Campbelly Alejandro Jodorowsky Produção Jean-Jacques Fourgeaud, Éric Rochaty Sylvio Tabet Elenco Cyrielle Claire, Anton Driffing, Serge Merlin, Christopher Mitchum, Michel Peyrelon
Duração 119 minutos

 

Santa Sangre Trailer
Itália/México, 1989

Fênix é um pobre moribundo que é internado em uma instituição mental. Através de flashbacks conheceremos o seu passado traumático marcado pela amputação dos braços de sua mãe, fanática religiosa e adoradora da seita da “Santa Sangre”. Fênix conseguirá fugir do hospital psiquiátrico e voltará a buscar a sua mãe, e começará uma sangrenta espiral de vingança.
Direção Alejandro Jodorowsky
Roteiro Roberto Leoni, Claudio Argento e Alejandro Jodorowsky
Produção Claudio Argento
Elenco Axel Jodorowsky, Slanca Guerra, Guy Stockwell
Duração 117 minutos

 

O Ladrão do Arco-Íris (The Rainbow Thief) Trailer
Inglaterra, 1990

(Filme inédito no Brasil)
Último filme de Alejandro Jodorowsky, é a história de Dima (Omar Sharif) e do Príncipe Meleagre (Peter O’Toole), dois personagens marginais que vivem nos esgotos, debaixo das ruas da cidade e que buscam o mítico pote mágico do final do arco-íris.
Direção Alejandro Jodorowsky Roteiro Berta Domínguez
Produção Johannes Weineck, Vincent Winter, Alexander Salkind y Pierre Spengler
Elenco Peter O’Toole, Omar Sharif, Christopher Lee, Francesco Romano, Jude Alderson, Brigitte Barclay Duração 90 minutos

Links interessantes:
Programa Massaroca sobre Jodorowsky
Programa Metrópolis – Tv Cultura
Sobre a peça de teatro “as 3 Velhas”
Pensamento vivo de Jodorowsky
Entrevista
Falando sobre direitos do ser humano
Curta Psico Taxi
Algumas imagens registradas da peça Fando e Lis, de Arrabal
A Casta dos Metabarões, clique aqui, para ver alguns scans.
Série Os Borgia, com Milo Manara
HQ Incal, com Moebius
Os olhos do gato, Jodorowsky, Moebius

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Masmorra Cast Especial 1 Ano!

Neste podcast Angélica Hellish Marcos NoriegaEduardo Cosso, do Destino PoltronaAlexandre Landucci,do blog Fotograma Digital e Barão do Red Baron Blues Blog e do Farrazine conversaram sobre o Masmorra Cast sua trajetória,os erros e acertos do início, revelaram muitos segredos e principalmente agradeceram à todos que participaram desse projeto onde nos doamos por inteiro.
Todos juntos, só um coração e mente.
Comente,participe! Qual o seu podcast preferido?


Alguns podcasts que participamos:

Angélica e Marcos Agenda Cultural #16 – Religião Política e… Hello Kitty?
Angélica (arroz de festa do Hell…haha) participou de:
Sexta Cast : Especial Sexta Feira 13 Parte 1
Rock 30 # 52 – O Retorno

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Nosso Blog e Podcast completam seu primeiro aninho!

Mande pra gente,um audio(no máximo 3 minutos)falando sobre suas impressões sobre o Blog Masmorra Erótica e o nosso podcast.Você já assistiu um filme que foi indicação nossa?
O nosso podcast é importante na podosfera?
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Todas as mensagem enviadas serão colocadas em um podcast comemorativo,e comentadas pela nossa equipe.
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Masmorracast # 27 – Neil Jordan: Sucessos e Bombas!



NEIL JORDAN

Neste Podcast Angélica Hellish, Marcos Noriega, Polliana (Trindade Ovulante), Shana Shanshada (CineShanshada e Ay gente) e Barão (Red Baron Blues Blog) tentaram desvendar os segredos da mente bipolar de Neil Jordan. Afinal, não é todo dia que encontramos alguém que vê o mundo em extremos: ora há obras cinematográficas inigualáveis, ora filmes que nem mereciam ser citados. Não perca também o porquê de Stephen Rea estar em todos (ou quase todos) os filmes de Neil Jordan. Escutem e saboreiem a diversidade desse diretor.

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Filmes citados neste podcast (clique nos títulos para assistir os/as trailler/cenas)

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Masmorracast # 25 – Gaspar Noé…Sozinho Contra Todos é Irreversível !


GASPAR NOE


Neste Podcast Angélica Hellish, Marcos Noriega tiveram um bate papo muito interessante com Maurício Saldanha do Cabine Celular, do Mau Blogando (seu blog pessoal) e do Rapaduracast, podcast de cinema do site Cinema com Rapadura. Eles discutiram sobre a vida, sobre cinema alternativo e, principalmente, alucinaram  com os filmes do diretor polêmico Franco-argentino Gaspar Noé. A conversa rendeu tanto que o podcast teve de ser divididos em duas partes. Não percam nenhum minuto e escute agora!

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ACESSEM TAMBÉM:

 

Um pouco mais sobre Gaspar Noé (1963)
Em seus filmes o cineasta aborda sexo, violência e vingança.
 
Ficou conhecido no Festival de Cannes (1991) com o sucesso de seu curta-metragem “Carne” (1991), que não é seu primeiro filme, sendo na verdade o curta “Tintarella Di Luna” (1985).
 
Após esses curtas, Noé ficou amplamente conhecido com seu longa  “Irreversível” (2002), que conta com uma cena de estupro de aproximadamente nove minutos, que chocou muitos espectadores pela veracidade e crueldade da cena.
 
Porém, o filme que melhor representa a crueldade filosófica de Noé é “Sozinho contra todos” (I stand alone, em inglês). Pessimismo aliado à crueldade.
O açougueiro, protagonista do filme, e que tem o início de sua história narrado no antecessor “Carne”, é um sujeito com uma lucidez seca e anti-dramática, e com uma carga tão alta de agressividade que só podemos pensar que irá explodir a qualquer momento.
O filme é quase um monólogo da filosofia do Noé recitada pela boca de seu cruel açougueiro.
Ele não poupa o espectador de pensar sobre coisas embaraçosas, como a terrível falta de conexão entre as pessoas.
“Por que, afinal, os filhos mostram amor pelos pais?”, “Pode um pai ser amante de sua filha?”, “O único sentido da vida é foder”, lamenta o açougueiro considerando-se numa fase em que a realização do sexo é cada vez mais difícil.
Estes são os pensamentos centrais desse filme indigesto e imperdível!
Enfim, curtam o que Noé propõe!
Filmografia do Autor (clique nos títulos para assistir os/as trailler/cenas)
Longas

 

Curtas

Clipes de Músicas

 

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Masmorracast Especial Dia dos Namorados

Neste Podcast Angélica HellishMarcos Noriega tiveram um bate papo bem legal com Vana Medeiros do Spin-Off Blog e Podcast de Séries e Ock Tock do Podcast Máquina do Tempo e Tockaí falaram sobre amor,relacionamento e déram umas dicas de filmes pra assistir juntinho, porque ninguém é de ferro.

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Alguns filmes citados nesse podcast:
(Clique no nome para ver o trailer)


Last Chance Harvey – 2008(Tinha que ser você)
The Story of Us – 1999 (A História de Nós Dois)
White Palace – 1990 (Loucos de Paixão)
Tootsie – 1982 (Tootsie)
Hitch – 2005 (Hitch – Conselheiro Amoroso)
Before Sunrise – 1999 (Antes do Amanhecer)
Before Sunset – 2004 ( Antes do Pôr do Sol)
Closer – 2004 (Closer-Perto Demais)
The English Patient – 1996 (O Paciente Inglês)
Carne Trémula – 1997 (Carne Trêmula)
The Unbearable Lightness of Being – 1988 (A Insustentável Leveza do Ser)
The End of the Affair – 1999 (Fim de Caso)
My Blueberry Nights – 2007 ( Um Beijo Roubado)
Secretary – 2002 (Secretária)
Up In The Air – 2010 (Amor Sem Escalas)
Mostly Martha – 2001 (Bela Martha)

https://www.youtube.com/watch?v=5kwyakTPolk

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Masmorracast # 24 – Comédias…Sempre!

 

Neste podcast Angélica HellishMarcos NoriegaEduardo Cosso do Destino Poltrona e um dos podcasters mais famosos da podosfera, Eduardo Sales do podcast Papo de Gordo, conversaram sobre esse gênero cinematográfico muito apreciado, revisitaram grandes comédias dos anos 80 e 90 e o mais importante: deram muita risada.

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Clique nos nomes e vejam alguns trailers de filmes nesse podcast:
Jovem Frankeinstein,Monty Phyton-O Cálice Sagrado,O Sentido da Vida,A Vida de Brian,Bruno,Kung Fusão,Pork’s,Picardias Estudantis,Elvira,A Rainha das Trevas,Clube dos Pervertidos,Pink Flamingos,Série Pantera Cor de Rosa,Os Picaretas,Harry & Sally,Feitos um para o outro.,A Regra do Jogo,Todo Mundo Quase Morto,Chumbo Grosso,Primavera para Hitler,O Cangaceiro Trapalhão,Uma Noite Alucinante 3,Black Dinamite,Tampopo-Os Brutos Também Comem Espaguette,Mandando Bala,Big Man Japan,El Dia de La Bestia,O Crime Ferpeito,20 Centímetros


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Um pouco sobre a história do gênero comédia no cinema:
O filme cômico, que se caracteriza pela inclusão de gags, pilhérias ou brincadeiras, tanto visuais como verbais, começou sua existência praticamente no início desta arte. L’arroseur arrosé (O Regador Regado), de 1896, filme francês dos irmãos Lumière, é considerada a primeira comédia da história do cinema. Desde o começo, criaram-se filmes em que se mostravam imagens que alegravam ou faziam rir o espectador, ainda que fosse sem o acompanhamento do som. Nestas comédias, quase em sua totalidade americanas, utilizavam-se das perseguições, dos golpes, das quedas, das surpresas dos personagens, para conseguir a hilaridade do público. Era um cinema cheio de golpes com tortas, choques de automóveis, velozes perseguições policiais e inúmeras situações mais ou menos insólitas. Observam-se ali os protótipos do que sería o cinema de comédia.

A comédia muda teve origem no vaudeville, no café concerto, no music-hall e no circo. Os fatores externos, e não propriamente a personagem, eram os desencadeadores das situações inusitadas e sem sentido, dando graça aos instantes, sem qualquer preocupação, na época, com a continuidade narrativa.
Foi nos EUA, porém, que a comédia muda alcançou seu campo mais produtivo, haja vista o país estar passando, então, por um período de mudanças, pós-guerra civil, a caminho da democracia. As comédias abordavam temas rapidamente absorvidos pelo público, tais como a crítica às instituições convencionais: casamento, escola, ordem pública, numa forma de “criticar a si mesmos”. As comédias mostravam, portanto, roubos grotescos, flertes com a mulher do amigo, mentiras, marcando o surgimento do gênero nonsense.

Em 1909, Mack Sennett entra para a Biograph, companhia de David Griffith, atuando, no ano seguinte, em The Curtain Pole, inaugurando o slapstick (Pastelão) no cinema americano.
Em 1912, Sennett funda a Keystone, passando a produzir suas próprias comédias, criando sua marca registrada: as Bathing Beautes (em desconcertantes trajes de banho), que saltitavam em torno dos Keystone Copes (grupo de policiais). Criava-se, assim, o caos social no cinema.

Com o surgimento de Charles Chaplin, há uma grande mudança no cinema cômico. Inicialmente seu personagem ainda tinha a brutalidade dos personagens da Keystone, mas já com a sensibilidade proveniente da cultura inglesa, com um refinamento interpretativo que aos poucos vai se delineando até compor o personagem eternizado do vagabundo. O primeiro filme de Chaplin, para a Keystone, foi Making a Living (“Carlitos Repórter”), em 1914, mostrava-o com cartola, sobrecasaca e monóculo, numa cena mais lírica, beijando gentilmente a mão da atriz Virgínia Kirtley, mas ainda havia as cenas de perseguição, típicas da Keystone. Apenas em 1915, com os dois filmes feitos para a Cia. Essanay, The Tramp (“O Vagabundo”), e The Bank (“O Banco”/ “Ordenança de Banco”), Chaplin consegue delinear seu personagem. A triste alegria cômica seria marcante na arte de Chaplin, culminando em 3 grandes filmes: The Kid (“O Garoto”), de 1920, The Gold Rush (“Em Busca do Ouro”), de 1925, e City Lights (“Luzes da Cidade”), de 1931.

Surgem posteriormente 3 grandes cômicos do cinema mudo: Buster Keaton, Harold Lloyd e Harry Langdon.

Langdon retira de Chaplin a maneira de se vestir, mas apresenta maior suavidade na tela. Sob a direção de Frank Capra, produz seus próprios filmes: Tramp, Tramp, Tramp (1927), The Strong Man (“Um Homem Forte”) (1926), e Long Pants (“O Pinto Calçudo”) (1927).

Harold Lloyd era impulsivo, nervoso e arguto, compôs o personagem com ar inocente, óculos de aro de tartaruga, atraído pelo perigo. Não aceitava doublê para as cenas de perigo. Alguns exemplos são Safety Last (“O Homem Mosca”), de 1923, onde mostra sua habilidade em construir gags e o seu amor pelo perigo, e The Fresh Man (“O Calouro”), de 1925.

Buster Keaton, por sua vez, tinha o ar impassível e movimentos delicados. Estreou no cinema em 1916, fazendo pequenas comédias com Roscoe “Fatty” Arbuckle (“Chico Bóia”), e em 1920 começou a produzir seus próprios filmes. Entre seus filmes mais conhecidos estão Sherlock Jr (“Bancando o Águia”), de 1924, The Navigator (“Marinheiro por Descuido”), de 1924, e The General (“O General”), de 1926, quando utiliza a mecanização como forma de expressão.

Com o surgimento do som, poucos foram os cômicos do cinema mudo que sobreviveram. Chaplin tentou se adaptar com The Great Dictator (“O Grande Ditador”), em 1940, seu primeiro filme sonoro, mas após tal filme sua receptividade já não foi a mesma. Somente Stan Laurel e Oliver Hardy, em parceria desde 1927, ultrapassarm com sucesso a barreira do som.

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Masmorracast Especial Ronnie James Dio – Playlist

Neste podcast Angélica HellishAldre Lima vocalista da banda Wicked Motor BandTouroman dos podcasts Pauta Livre News e FCL e Flávio Vieira do site Vortex Cultural/Podcast Agenda Cultural prestaram suas homenagens ao ícone do metal Ronnie James Dio.O lendário vocalista de bandas como ELF,RAINBOW,BLACK SABBATH e HEAVEN AND HELL.
Cantor excepcional,conhecido também por sua educação e cavalheirismo,gentileza com os fãs…
Enfim, faltam adjetivos suficientes para descrever esse grande artista que perdemos neste Domingo dia 16/05/2010 cuja personalidade única de insubstituível já nos deixa com muita saudade.
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Dio no South Park
Dio no filme Tenacius D – “Kickapoo”
Queensriche ao vivo com Dio
Dio no projeto Hear n’Aid We’re Stars LINDO!
Animação The Butterfly Ball and the Grasshopper’s Feast- “Love is All” com música cantada por Dio,muito legal!

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Ronnie James Dio, nome artístico de Ronald James Padavona (Portsmouth, 10 de julho de 1942 — Houston, 16 de maio de 2010)

foi um vocalista de heavy metal. Ficou famoso por cantar em bandas como Rainbow e Black Sabbath.
Ronnie adotou o sobrenome “Dio” em homenagem a um mafioso italiano, Johhny Dio. Ainda na escola, formou com colegas a banda Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes (sendo chamada de Ronnie and the Rumbles, Ronnie and the Redcaps, Ronnie Dio and the Prophets, The Eletric Elves e The Elves), finalmente tornou-se conhecida como ELF.

Em meados dos anos 70 foi chamado para cantar no Rainbow de Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple), onde gravou quatro álbuns. Após deixar o Rainbow, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1983.

No mesmo ano, lança um álbum solo, Holy Diver. Nele estão Vinny Appice, que também tinha saído do Sabbath e acompanhou Dio, seu antigo companheiro de Rainbow Jimmy Bain e o guitarrista Vivian Campbell (atual Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa-título, “Stand Up and Shout”, “Don’t Talk to Strangers” e a mais famosa “Rainbow in the Dark”.

Embalado com o sucesso, Dio solta mais um álbum em 1984 chamado The Last in Line. Também muito bem aceito pelo público e pela crítica, trazia a mesma fórmula de Holy Diver. Foi este álbum que levou a banda a uma enorme turnê mundial seguida do seu primeiro vídeo oficial. Os músicos são os mesmos do trabalho anterior, com adição do tecladista chamado Claude Schenell.

Em 1985 lança Sacred Heart , cuja turnê rendeu um vídeo ao vivo, Sacred Heart Live.

Em 1986 sai um EP ao vivo chamado Intermission com seis músicas onde as que se destacam são “King of Rock and Roll”, “We Rock” e “Rainbow in the Dark” e uma faixa inédita de estúdio “Time To Burn” apresentando o novo guitarrista Craig Goldie que substituiu Vivian Campbell durante a turnê de Sacred Heart.

Em 1987 é lançado Dream Evil, e Dio só volta a aparecer em 1990 com Lock up the Wolves. A formação da banda é totalmente diferente das passadas. Os músicos são Rowan Robertson (guitarra), Simon Wright (bateria), Teddy Cook (baixo) e Jens Johansson (teclados).

Em 1992 Dio volta ao Black Sabbath e grava mais um álbum chamado Dehumanizer. Neste mesmo ano sai uma coletânea intitulada Diamonds The Best Of com vários clássicos da banda Dio.

No ano seguinte, Dio lança Strange Highways, seguindo a mesma linha de Dehumanizer. Em 1996 sai Angry Machines, com uma banda composta por Tracy G (guitarra), Jeff Pilson (baixo) e Vinny Appice (bateria).

Vieram ao Brasil para tocar junto com Bruce Dickinson, Jason Bonham Band e Scorpions no final de 1997. Neste mesmo ano saiu uma coletânea chamada Anthology. Em 1998 sai um CD duplo ao vivo chamado Dio’s Inferno – The Last in Live, que traz clássicos como, “Holy Diver”, “Don’t Talk to Strangers”, “The Last in Line”, e “The Mob Rules” (homônima do disco do Black Sabbath), “Mistreated” (do Deep Purple) e “Catch the Rainbow” (do Rainbow) entre outras. Algo relativo à volta do Rainbow havia sido mencionado mas com a morte do baterista Cozy Powell, a notícia permaneceu apenas como boato.

Em 2000 lança Magica, um álbum conceitual que traz de volta o estilo clássico de Dio de compor, com letras sobre magia, dragões e bruxas. Sua banda contou com a volta do magnífico Craig Goldie (guitarra), o seu fiel escudeiro Jimmy Bain (baixo), Simon Wright (bateria) e Scott Waren (teclados). No final de 2001 Goldy decide deixar a banda alegando problemas familiares e para seu lugar é recrutado o guitarrista Doug Aldrich. Com novo line up, Dio entra em estúdio e em 2002 sai Killing the Dragon que procurou repetir a mesma forma do anterior porém com um pouco mais de rapidez e peso.

Em 2003 sai seu primeiro DVD oficial, Evil or Divine
e, em 2004, o último trabalho de estúdio, Master Of The Moon, que contou com o seguinte line-up: Ronnie James Dio no vocal, Craig Goldy na guitarra, Jeff Pilson no baixo, Simon Wright na bateria e Scott Warren nos teclados; porém, quem ocupou o posto de baixista na turnê foi Rudy Sarzo.

Em 15 de julho de 2006 Dio voltou ao Brasil, desta vez trazendo a tour Holy Diver Live em comemoração aos 23 anos de lançamento do clássico disco Holy Diver. U

Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção do álbum Black Sabbath – The Dio Years. Neste álbum estão grandes clássicos como “Neon Knights”, “Die Young”, “Falling Off The Edge Of The World”, “The Mob Rules” e três músicas novas compostas especialmente para este disco: “The Devil Cried”, “Ear in the Wall” e “Shadow of the Wind”.

Esse é o ingresso que a Angélica guardou do show do Black Sabbath com Dio no vocal

Dio também ajudou a criar uma das maiores tradições do heavy metal. No documentário Metal – A Headbanger’s Journey
ele é citado como um dos inventores do “chifrinho” feito com as mãos, imitado por fãs do gênero no mundo inteiro. Segundo ele, o símbolo era usado por sua avó italiana, e servia para afastar (ou provocar) o “mau olhado”.

Para promoverem a coletânea os quatro se reuniram sob o nome Heaven and Hell para uma turnê mundial de um ano. Um dos shows em Nova Iorque da turnê é gravado e lançado sob o nome de Live From Radio City Music Hall, dando uma “geral” em toda a discografia de Dio com o Black Sabbath. Em 2008, é lançado um box set com toda a discografia de Dio à frente do Black Sabbath, chamado The Rules Of Hell, e os músicos anunciam que entrariam em estúdio para gravarem um novo álbum, batizado de The Devil You Know, lançado em abril de 2009.

Doença e morte:
Em 25 de novembro de 2009, Wendy, sua esposa e empresária, anunciou que ele havia sido diagnosticado com câncer de estômago.
Dio iniciou o tratamento com a doença ainda no estágio inicial e havia diminuído o número de show nos últimos meses.

Em 4 de maio de 2010, o Heaven and Hell anunciou que eles estavam cancelando todas as apresentações que ocorreriam no verão por causa da condição de saúde de Dio.

Dio morreu às 7:45 da manhã (horário local) de 16 de maio de 2010, de acordo com as fontes oficiais.

Wendy disse no site oficial de Dio:

“Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e o apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos dêem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre”
—Wendy

Fonte: Wikipedia

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Masmorracast – Assistindo o Oscar na Masmorra

Assistimos os Oscar 2010 juntos!(grande merda,né? rsrs)Bom,mas se você tiver curiosidade para saber o que Angélica Hellish,Marcos Noriega,Daniel Ruiz,João Paulo,Eduardo Cosso comentaram assistindo essa grande festa(?)do cinema,escuta aí.Por sua conta e risco…

(Atualizando…)

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