Calabouço da Liv #11 – Precisamos falar sobre Michael Pitt

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No primeiro post da série “Precisamos falar sobre…” (que eu decidi virar uma série agora) eu falei sobre a maravilhosa Tilda Swinton, você pode conferir AQUI. Hoje eu decidi falar de outro ator alternativo, que apesar de ter feito alguns blockbusters, prefere se aventurar pelo cinema independente e cult. Assim como fiz no texto sobre a Tilda, falarei sobre sua carreira, citarei seus trabalhos e no final escolherei dois filmes para uma análise mais detalhada.

Michael Carmen Pitt nasceu em New Jersey, EUA. Agora com 36 anos, ele começou a carreira bem novinho. Foi sozinho para New York aos 16 anos, sem dinheiro, sem emprego e sem lugar para ficar. Depois de conseguir um trabalho como mensageiro de bicicleta, ele frequentou a Academia Americana de Artes Dramáticas, mas não ficou lá por muito tempo. Não desistiu de seguir a carreira, porém, e foi por estrear em uma peça pequena de teatro que um agente o descobriu e o sugeriu para tentar um lugar na série Dawson’s Creek, que fez muito sucesso nos anos 90 e 2000. Além de atuar, ele também canta e toca guitarra. Aliás, tem uma banda chamada Pagoda.

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Violência gratuita

Produção norte-americana de 2008. Direção e roteiro de Michael Haneke. Com Naomi Watts, Tim Roth, Brady Corbet, Devon Gearhart, Michael Pitt.

O filme é uma refilmagem praticamente quadro a quadro de uma produção austríaca, de 1997, também dirigida por Haneke. Não só as cenas foram refilmadas de modo idêntico, as falas também não sofreram modificação. Foram usados os mesmos objetos de cena do filme original. E o cenário construído, a casa de campo, tem as mesmas proporções da utilizada no original. E não se deve desprezar a importância de que a refilmagem tenha sido feita por Haneke. Certamente a essência do filme teria se perdido caso outro diretor mais “comercial” tivesse assumido a direção.

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