Cantores atuando na Sétima Arte

Sim caríssimos!

Há muito o The Dark One Podtrash devia um texto pra coluna “Latrina” do Cinemasmorra! Finalmente, ei-lo!

Trata-se de reflexões retiradas de uma típica e proveitosa conversa de bar, e os bebuns de plantão certamente concordarão que se discute absolutamente sobre tudo nas fundamentais mesas de boteco, seja o infeliz autoritarismo segregacionista dos shopping centers contra a garotada mais pobre, aos filmes do Woody Allen, cada vez mais parecidos a cada ano que passa. Como não poderia deixar de ser, o assunto desse texto é tão ou mais  importante: simbora debater sobre alguns cantores de sucesso que resolveram atuar no cinema!

E não estamos falando de musicais simplesmente, embora alguns dos filmes que serão citados possam conter números de canto e dança – não, não falarei do inacreditável “Cinderela Baiana”, estrelado por Carla Perez, uma vez que ela não seria necessariamente classificada como uma cantora, mas como uma bunda, nem tampouco da Paris Hilton, porque apesar dela ter participado daquele remake horrendo do clássico do terror estrelado por Vincent Price (“A Casa de Cera”), é sacanagem considerar canto aquela sobrecarga malfeita de autotunes! Para os de coração forte e masoquistas de plantão, link abaixo pro filme da Carlinha, dona do  discurso mais bisonho da história do cinema nacional!!

Se os caríssimos ainda não infartaram, segue uma pequena lista de cantores ruins/atores piores ainda!

– Xuxa Meneguel: como atuação trash mais abominável, é difícil escolher entre tanta coisa horrível, mas fiquemos com “Super Xuxa Contra o Baixo Astral”.

– Debbie Gibson: a ninfetinha do sucesso das rádios “Electric Youth”  aparece brigando com uma tal de Tyfanny em “Megapython vs. Gatoroid” do infame estúdio Asylum. Ela também deu o ar da graça em “Megashark versus Giant Octopus”.

– Vanilla Ice: o projeto de rapper cometeu “Cool as Ice” lá pelos anos 90, e não tenho mais nada a declarar sobre o assunto.

Mas e quando o talento musical é reconhecido mundialmente? O nível da atuação aumenta? Bem, nem sempre… Seja azarando garotas no Havaí ao som de chacoalhar o esqueleto ou virando uma nave espacial Transformer horrorosa que metralha sequestradores de criancinhas, Elvis Presley (que estrelou umas trinta produções idênticas em apenas doze anos!), ex-sogro póstumo do Michael Jackson, e o próprio, por exemplo, faziam filmes entupidos de músicas conhecidas para alavancar suas imagens já ultrafamosas para todo o mundo.

E o que dizer de Dolly Parton, senhora da música caipira dos States? Recentemente, irreconhecível debaixo de tanta plástica, ela teve peito (?!) de cometer com a Queen Latifah o tenebroso “Canção do Coração”, mas o seu real pecado reside nos anos oitenta, pois foi responsável  por um dos duetos mais atrozes da história do cinema: ela canta junto com o Stallone em “Rhinestone: Um Brilho Na Noite”!! Cuidado ao clicar, porque isso pode provocar a abertura dos Sete Selos dos portais do Inferno!

O horror… o horror… Nesse clima apocalíptico, será que existe arrebatamento para os cantores/atores? Claro que sim! Para tanto, cito rapidinho algumas menções honrosas dignas de aplauso: Cher (“Feitiço da Lua”), Roger Daltrey (“Tommy”, “Lisztomania”), Joan Jett (“Luz da Fama”), Ringo Starr (“Um Beatle no Paraíso”), Björk (“Dançando no Escuro”), Tom Waits (“”Down By Law”). E, pra não perder o costume, algumas menções honrosas trash imperdíveis de divertidas: Meatloaf (“Rocky Horror Picture Show”), os roqueiros japoneses do Guitar Wolf estraçalhando zumbis no malucaço “Wild Zero” (trailer logo abaixo) e Sting (“Duna”!).

Mas o real objetivo desse texto é falar de três fenomenais músicos, únicos na música… e no cinema! Sem a atuação genial deles, os filmes a seguir não seriam a mesma coisa! Quem são? Ora, estamos falando de Art Garfunkel, Mick Jagger e David Bowie!! E o engraçado é que todos os três tiveram suas melhores interpretações, na minha opinião, sendo dirigidos pelo diretor Nicolas Roeg (do genial “Inverno de Sangue em Veneza”). Por quê? O próprio diretor costuma dizer que “as estrelas do rock tem uma habilidade maior em iluminar a tela do que atores normais”, e como isso é verdade no caso dos três!

No caso de Mick Jagger, a sua performance inesquecível é… em “Performance”! Um filme loucaço, lisérgico e psicodélico, do final dos anos 60, que mistura gângsteres e roqueiros trancados num apê onde tudo vai rolar! A edição frenética do começo do filme, a violência dos bandidos, os exageros e excessos das drogas, do sexo e do roquenrrou, tudo o que os caríssimos podem imaginar se encontra aqui em “Performance”, filme que captou com perfeição aquela década insana. E a presença megalômana tão estelar quanto andrógina do ícone Mick Jagger é essencial para o clima decadente e surreal desse que eu considero o “Persona” do Ingmar Bergman, só que com drogas, cogumelos, lésbicas e rock! Confiram o trailer:

E o que dizer de Art Garfunkel? Músico talentosíssimo vítima recorrente da depressão (“Hello darkness my old friend”), emprestou essas características à insólita história de obsessão, sexo, amor e morte de “Bad Timing”. Nessa obra esquecida, mas tão tensa e carregada quanto excelente, Garfunkel, acadêmico psiquiatra ciumento e paranóico, se apaixona por uma belíssima estudante maluquete, e acompanhamos todo o romance furioso de forma não linear, entrecortando momentos sensuais com investigação criminal sobre a suposta tentativa de suicídio da garota. E caríssimos, tem até sexo selvagem intercalado por uma traqueostomia! Mais uma coisa: meses antes do lançamento do filme, a namorada da vida real do Garfunkel se suicidou no apartamento deles, e ele ficou vários anos fora do meio artístico. Sinistro… O trailer segue logo abaixo:

Por fim, David Bowie, o camaleão, um par de anos depois de ter criado e interpretado magistralmente nos palcos a sua icônica persona glam-rock do E.T. Ziggy Stardust, em “Starman”, dá vida num longa a Thomas Jerome Newton, o incrível alienígena que se mistura à cultura norte-americana no épico “O Homem Que Caiu na Terra”. A trajetória não linear do personagem cadavérico, misterioso, ruivo e andrógino de Bowie, que veio à Terra atrás de água pra resolver o problema da seca do sertão de seu planeta natal, é avassalada por sexo, abuso de drogas e a busca desenfreada pelo sucesso financeiro, numa parábola perfeita ao modo de vida dos States. A aura de ser do outro mundo do carismático David Bowie é fundamental nas longas cenas transgressoras de sexo com a terráquea Marilú; o filme não se prende a convenções narrativas e é uma jornada visceral de sensações e emoções e tudo é mais bizarro ainda pela presença espectral de um dos melhores atores/músicos da história do cinema. Assistam o trailer abaixo, imperdível:

E como nem tudo são flores, é preciso ser justo: nem sempre esses três grandes músicos/atores mereceram o título! Mick Jagger pagou mico como o assassino mercenário do mal de jaqueta de couro e capacete de “Freejack”, em que o piloto de corrida Emilio Stevez vai parar no distante e violento futuro de 2009, cujo corpo deve servir de hospedeiro a um magnata corrupto, o filme parece um cruzamento incestuoso e vagabundo de “Blade Runner” com “Vingador do Futuro”! Art Garfunkel não se sai melhor, pois apesar de só fazer uma ponta em outra história de amor e obsessão que leva à ruína dos personagens, como em “Bad Timing”, é aquela velha história do Titanic: se o barco afunda, afunda todo mundo! O filme? “Encaixotando Helena”, bomba divertidíssima dirigida pela filha do David Lynch, sobre o sujeito que tranca a amada e vai amputando os membros dela pra que ela não fuja fede totalmente aos anos noventa ! E pra encerrar com chave de ouro de pagação de micossauro, David Bowie reina mais uma vez! Ele é nada mais nada menos que o Rei dos Goblins Jareth, sequestrador de bebês de “Labirinto, a Magia do Tempo”! Como esquecer um dos personagens mais bizarros do cinema infantil? Mister Bowie nada mais é que um molestador pedófilo de jovenzinhas de quatorze anos vestindo blusa bufante, bota da Xuxa, calça de bailarino que deiza o Ziggy Stardust à mostra e uma das perucas da Tina Turner!

Horror eterno e até a próxima, caríssimos!

 

Um abraço, Exumador.

Repúdio aos vampiros de araque

Horror eterno!

Tem mais ou menos um mês que nós do Podtrash decidimos aceitar o desafio de nossos ouvintes e resolvemos fazer um Podcast sobre o filme baseado no primeiro livro do Crepúsculo. E com isso fui reinserido neste mundo jovial e inocente… Mas esperem, de inocente este mundo não tem nada. É na verdade uma jogada de Marketing tacanha para alavancar uma escritora não talentosa ao estrelato e é claro criar mais uma “onda” de controle aproveitando o meio jovem… A Internet. Pois ao criarem um filme ruim, muito ruim como este é óbvio que existirão pessoas sensatas que acham esta obra um desperdício total de rolos de filme e tempo. E fazendo uso da coerência de pessoas com um mínimo de bagagem cultural, alguns trolls de internet resolveram criar fóruns e fanpages em rede sociais para inflamar o ódio de meninas inocentes, que não possuem critérios e talvez vivência para entender que este tipo de obra é um controle comportamental disfarçado.

Continuar lendo

Walter Khouri, O Mestre da Boca do Lixo.

 

 

Se existiu um cineasta inspirador para o movimento da “Boca do Lixo” – e todos os seus estilos – esse homem foi Walter Hugo Khouri. Nascido em São Paulo (1929), sua produção cinemátografica era O alvo, o modelo a ser seguido por aqueles que no futuro comporiam a turma do Honório Martins (o cara que alugava os equipamentos pra galera da boca).


O cinema de Walter Khouri começa junto com a história dos grandes estúdios, como assistente de produção de Lima Barreto em “O Cangaceiro” (1953), ainda trabalhando pela Vera Cruz.

Mas muito da admiração dos cineastas da boca vinha de sua primeira produção independente: “O Gigante de Pedra” (1953), que foi totalmente realizado e lançado sem o apoio de um grande estúdio, uma tarefa hercúlea nos idos de 53.

Não bastasse o esforço dos cineastas do cinema-novo em rotular o cinema de Khouri como “burguês e alienado”, o impressionante sucesso de Khouri nas bilheterias o consolidou como uma espécie de mestre jedi do “como-realizar”, para a grande maioria dos cineastas da boca.

Claro que o cinema de Khouri das decadas de 50-60, apesar de independente,  ainda não poderia ser considerado “boca do lixo”. Seus cortes – apesar de um pouco mais suaves – ainda podiam ser identificados como um cinema quasi-europeu, motivo pelo qual tornou-se um cineasta prêmiado, com os filmes “Na Garganta do Diabo” (1960) e “Noite Vazia” (1964), filme que foi exibido em Cannes (1965) e que é considerado o modelo do estilo de Khouri, por mais que a influência italiana em seus filmes fosse gritante.

 

O namoro de Khouri com a “boca do lixo” começa no final da década de 60 e inicio da década de 70, em obras como “O Corpo Ardente” (1965), seu episódio da série “As Cariocas” (1966), “As Amorosas” (1967) e por fim “O Palácio dos Anjos” (1970).

Sua filmografia a partir dos anos 70 dilui seu estilo europeu e abraça sem pudores a pornôchanchada, com tantos clássicos que seria difícil de listar tudo em um único post, bastando apenas citar que entre eles estão filmes imperdíveis como “Convite ao prazer” (1980), “Eu” (1986) e a melhor pornôchanchada já filmada: “Amor Estranho Amor” (1982).

 Tremyen participa também da The Dark One Podtrash

E o Johnny voltou da guerra – pelo menos os seus dentes não doem mais!

“Johnny vai à Guerra” (“Johnny got his gun”) é um filme americano de 1971, lançado no auge dos protestos contra a Guerra do Vietnã, dirigido e roteirizado por Dalton Trumbo, baseado no livro homônimo de 1939 (o início da Segunda Guerra Mundial!) de sua própria autoria, estrelando Timothy Bottoms como Johnny, Jason Robards como o pai do Johnny, e Donald Sutherland como Jesus Cristo!  O livro e o filme contam a história de Joe, um jovem comum do interior dos States que abandona família e namorada para defender essa tal da democracia lutando nas trincheiras européias da Primeira Guerra Mundial.  Atingido por uma granada inimiga, ele é mutilado horrivelmente e retorna à patria natal.  Devido à gravidade dos ferimentos, Johnny nunca mais verá sua família e seu primeiro amor, pois foi devidamente escondido num quarto escuro de um hospital militar.  Johnny perdeu os braços, as pernas, os olhos, o nariz, a boca e os ouvidos.  Passa a respirar, comer e fazer suas necessidades fisiológicas por meio de tubos.  Apesar de acharem que ele tem morte cerebral, os médicos das Forças Armadas o mantiveram vivo para estudos científicos.  Os espasmos desesperados de Johnny não são considerados conscientes pelos doutores do mundo exterior, são apenas espasmos musculares de uma massa de carne mutilada e disforme que deve ser apropriadamente sedada. No caso do filme, a partir desse momento acompanhamos a mente dopada do soldado destruído tentando entender a sua situação (com direito a flashbacks surreais) e a sua luta para se comunicar com o mundo exterior.
Continuar lendo

O cão glutão, o coelho carnívoro, o pombo obeso e a chuva de rãs

O diretor Sylvain Chomet é responsável por animações capazes de deixar o camundongo dos Estúdios Walt Disney se roendo de inveja.

Em sua estréia com um longa animado, chegou até a concorrer a Oscar em pé de igualdade com Walt Disney! Como? Com o espetacular “As Bicicletas de Belleville”, de 2003, de estilo visual tão esquisito quanto atraente e que conta com uma das trilhas sonoras mais grudentas da história do cinema! As músicas e as imagens suprem genialmente a ausência de diálogos na hora de contar a história da Senhora Souza, velhinha portuguesa excêntrica que parte numa jornada épica até a cidade de Belleville em busca do seu querido netinho ciclista, um ser atlético/esquelético deformado que foi raptado pela máfia.

Continuar lendo

Morrendo Pela Arte.

 

Pois é galera, a pedidos da amiga Angélica, agora escreverei aqui no Cine Masmorra sobre cinema nacional, mais especificamente sobre o movimento das pornôs chanchadas.

Dito isso, resolvi trazer para esse espaço um filme que anda bastante esquecido do público brasileiro, mas que na década de setenta foi uma das maiores bilheterias do cinema nacional, uma obra que conseguiu criar polêmica mesmo nos tão liberais anos do sexo, drogas e rock´n´roll.

Antes de falarmos do filme, cabe uma explicação do que é um filme snuff.

Muito antes de “A Serbian Film” (2010) estourar a cabeça do público e da critica, este movimento iniciado no final dos anos setenta começou com uma lenda urbana: um suposto filme pornográfico masoquista italiano que teria – acidentalmente – gravado sem o uso de efeitos especiais a morte de uma de suas atrizes. A partir desse momento, tanto a indústria europeia como a indústria americana começaram a criar filmes extremos, carregados de mau gosto e de cenas fortes onde as pessoas – alegadamente – morriam de verdade. Referências a este tipo de cinema podem ser encontradas em algumas pérolas do bizarro, como “Emanuelle in America” (1976) e “Last House on Dead End Street” (1977). Este subgênero culmina em filmes chamados “Documentários Mundo”, conhecidos nos EUA como “mockumentary”, sendo os maiores expoentes do gênero o mais que famosos “Faces da Morte” (1978) e o italiano “Cannibal Holocaust” (1980), onde o seu diretor – Ruggero Deodato – ficou detido até provar que os atores do filme estavam vivos.

Claudio Cunha – que bebia descaradamente de fontes italianas – pega carona nessa moda mundial e oportunisticamente lança uma pornochanchada, e a vende como “o primeiro filme snuff brasileiro”, uma jogada de mestre do grande canalha, uma vez que “Snuff, Vitimas do prazer” não tem absolutamente nada de snuff, como a divulgação e o título sugeriam. A divulgação foi tão enganosa que no lançamento do filme, a manchete do caderno de cinema do jornal Notícias Populares era: “Estreia hoje o filme que mata!”.

Continuar lendo

Horror e Medo com o fim do Mundo?

Como é sabido por todos, existem rumores que o mundo explodirá ao término deste ano. Ao menos é o que os Maias escreveram numas pedras por aí e uma galera esquisitona comprou e está revendendo para a humanidade. E muitos trouxas – no sentido Harry Potter de ser – acreditaram e estão esperando que o Reagan e Gorbachev reencarnem num duelo mortal com invasões de plantas carnívoras, regado com terremotos e algumas bombinhas nucleares.

E como a The Dark One Productions adota o improvável ridículo como filosofia de entretenimento – afinal falamos de filmes trash, melhor nós os executamos –  resolvemos compilar para vocês os 5 filmes mais bizarros sobre o fim do Mundo. Então botem para tocar o vídeo do REM e leiam a lista:
Continuar lendo

O Abominável Dr. Phibes

Horror! Medo! Desespero! Pragas Bíblicas!

Todos já ouviram falar de Vincent Price. Mas nem todos conhecem o mais carismático personagem interpretado pelo mestre: Dr. Anton Phibes.

O caríssimo Anton Phibes é  PhD em Música e Teologia; porém sua genialidade é incrível capacidade de construir seres cibernéticos – Andróides para os chatos de plantão.

Dr. Phibes foi reverenciado por músicos e foi considerado o maior organista de todos os tempos.

Continuar lendo

Coluna do Exumador: Latrina Trash em forma de boneco

Horror! Medo! Desespero!

O dia das crianças passou para a grande maioria das pessoas. Mas para outros, o terror está presente sempre. Principalmente para os espectadores de cinema podreira onde o enredo se desenrola a partir de sangue, bonecos e facas.

E a tosquice mais famosa de todas é o Child’s Play, conhecido aqui no Brasil como Brinquedo Assassino do brilhante diretor Tom Holland (A Hora do Espanto). E neste filme de terror – se é que um boneco “good guy” aterroriza alguém – temos um assassino que faz uso de seus conhecimentos arcanos de Magia Negra para transferir sua alma para um boneco e se salvar de um tiro mortal. Mas mesmo em corpo de boneco, o assassino resolve manter seu bodycount de assassinatos. E não se esqueçam, don’t fuck with the Chuck!

Continuar lendo

Latrina Trash #01

Olá leitores, bem vindos a esse canto escuro da masmorra, o lugar perfeito para o cinema de qualidade onde o sangue falso jorra e os erros de continuidade, os defeitos especiais e a canastrice dos atores abundam! A galera dona das chaves cedeu gentilmente este espaço pros seres insanos de The Dark One Podtrash. Sim! Vamos falar sobre os filmes trash. que tanto amamos odiar! É com orgulho que aceitamos este convite do Cinemasmorra para falar sobre o cinema podreira.

Mas “Cinema Trash” é um conceito muito amplo. Nem mesmo a equipe do Podtrash chegou a um consenso – e talvez seja essa a magia do negócio todo. A seguir vamos falar sobre algumas idéias e definições sobre esses filmes tão deliciosamente toscos.

Continuar lendo