Nada se cria,tudo se copia.E é claro, muitas vezes sem dar-se os devidos créditos…

Final do filme Logan’s Run – Fuga do Século 23 de 1976 – Diretor: Michael Anderson

Final do Filme The Island – A Ilha de 2005 – Diretor Michael Bay

Hehe…
O filme de Michael(câmera rodando)Bay apesar de abortar temas mais atuais como clonagem, tem outro ponto em comum com Fuga do Século 23.Como por exemplo:
Em “A Ilha” os habitantes são enganados com uma espécie de loteria,no qual iriam para uma ilha paradisíaca poder usufruir de liberdade e prazeres longe dali.
Em “Fuga do Século 23” as pessoas vão para um “Carroussel” quando atingissem a idade de 30 anos e seriam “renovados”,numa cena curiosa de alegria histérica quase religiosa.
A diferença é Esse filme tem uma abordagem menos bombástica e bem mais psicanalítica.
No mais,assistam Fuga do Século 23 e tirem suas próprias conclusões.
Qual Michael merece sua atenção?

Um Rapaz e o Seu Cão – A Boy and his Dog – 1975



Interessantíssima ficção científica protagonizada por Don Johnson.

Vemos sucessivos vídeos de explosões atômicas. Subitamente, um letreiro diz: “A 4ª Guerra Mundial durou cinco dias. Os políticos haviam finalmente resolvido o problema da decadência urbana”. É dessa forma seca e fria que começa o épico B de ficção-científica “Crepúsculo do Ano 2024 – O Menino e Seu Cachorro”, de L. Q. Jones.

Em sua bizarra trama, somos apresentados a um rapaz, chamado Vic (Don Johnson), que só pensa em sexo e que se comunica telepaticamente com seu cão super-inteligente, Blood (voz de Tim McIntire) vagando pelo mundo, transformado em um gigantesco deserto depois do apocalispe nuclear resultado da 4ª Guerra Mundial. Neste novo e hostil mundo, os poucos sobreviventes sobrevivem formando grupos de saqueadores e se alimentando de alimentos enlatados, enterrados no solo árido, bem como os poucos vestígios da civilização de outrora. Eis que um dia, Vic consegue restagar uma jovem mulher, chamada Quilla, que estava sendo atacada por Screammers, seres canibais mutantes e noturnos, e ela promete fazer sexo com Vic, poupando Vic do esforço de ter de estupra-la, ação corriqueira do rapaz em situações semelhantes. Quilla então convence Vic a deixar Blood para trás e se unir a ela em “Topeka”, uma sociedade puritana que vive nos subterrâneos e que ainda conserva a estrutura social e os hábitos de antes da guerra, com a excessão de que em Topeka, todos os habitantes usam maquiagem de palhaço e são eternamente vigiados. Ao chegar lá, Vic descobre que Quilla é filha de um dos líderes daquela civilização e que eles possuem outros planos para o rapaz.

Título Original: A Boy And His Dog
Título no Brasil: Crepúsculo do Ano 2024 – O Menino e Seu Cachorro
Gênero: Ficção-Cientifica
País: EUA
Ano de Lançamento: 1975
Duração: 91 min.
Direção: L.Q. Jones
Produção: Tom Connors, L.Q. Jones e Alvy Moore
Roteiro: L.Q. Jones, baseado na obra de Harlan Ellison.
Música: Tim McIntire
Desenho de Produção: Ray Boyle
Montagem: Scott Conrad
Efeitos Especiais: Frank Rowe

Masmorracast # 00 – Do que se trata nosso podcast


Angélica Hellish, Daniel Ruiz, Marcos Noriega e Mariana Bonfim do Blog de Cinema Moyieyou conversam sobre a importância da mídia podcast enquanto difusora democrática de conhecimento e esclarecem o propósito do Masmorracast como espaço para a divulgação do cinema autoral e alternativo.

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Filme Agora com Rachel Weisz é boa reflexão sobre intolerância religiosa

Alejandro Amenábar poderá ser um nome desconhecido para muitos. Porém, este realizador de filmes tão aclamados como “The Others” ou “The Sea Inside”, é sem dúvida alguma um valor seguro na sétima arte. Acima de tudo, Amenábar é um realizador sóbrio, competente e muito ambicioso. “Agora”, a sua mais recente obra, é a prova irrefutável de tais fatos. Estamos perante um filme visualmente opulento, uma obra que não olhou a despesas para recriar a antiga cidade egípcia de Alexandria, o que lhe confere uma autenticidade louvável e o carimbo de um dos melhores épicos dos últimos anos. Mas mais do que visualmente fantástico, “Agora” afirma-se como uma obra audio visual de extrema coragem e exímio valor moral e artístico. Ou não fosse o filme refletir arduamente sobre o tema menos tolerante e mais nocivo de todos: A religião.
Alexandria, ano 391 D.C. Hypatia (Weisz) é uma jovem e brilhante filósofa. Determinada, sincera, pura de espírito e de coração, Hypatia passa os dias na monumental Biblioteca da cidade. É lá que ela tenta incumbir nos seus alunos um espírito crítico e reflexivo que apela à lógica e retrai a impulsiva emoção. Pois estes são tempos difíceis. Tempos em que o Império Romano vive em declínio e os outrora proscritos e amaldiçoados Cristãos espalham a sua fé livremente nas ruas, calcando e cuspindo sobre os Deuses “pagãos” egípcios. Assim vive um povo, étnica e religiosamente mesclado, lançando no ar um perigoso sentimento de confronto iminente de crenças e religiões diferentes que depressa espalharão o sangue dos inocentes pelas ruas poeirentas. E como mulher detentora de genialidade incontrolável e livre pensamento, Hypatia corre o primitivo risco de ver a sua vida ameaçada por um bando de brutos estúpidos e ignorantes que se auto-proclamam “santos” e espalham apenas a miséria (física e mental) por todo o lado, como se de famintas formigas irrefletidas se tratassem.
Dou os meus parabéns a Amenábar. É preciso muita coragem para atacar a religião de forma tão direta e aberta. Pois esse é o principal propósito deste filme. Mostrar como qualquer religião e fanatismo se opõem à inteligência, à evolução de pensamento e, em última análise, à paz e prosperidade entre os homens. Ainda há pouco tempo tivemos o nosso Nobel da literatura a dizer o seguinte: “a Bíblia é um manual de maus costumes”. “Agora” comprova e defende a veracidade de tal argumento. Uns dirão que a religião é o altar da paz e da moral. Outros que a religião fomenta a guerra e o ódio animalesco. Que a religião ignora a tolerância que os Cristãos tanto defendem. Que a religião torna as pessoas cegas e brutas, estando disposta a abalroar tudo e todos para atingir os seus próprios fins. Uma coisa é certa: a religião é historicamente responsável pela morte de milhões de pessoas puras e inocentes, bem como pela destruição de tanto e tão venerável conhecimento ardido nas chamas de uma intolerância ignorante e ignóbil.
“Agora” é um testamento apaixonado de todos estes fatos historicamente comprovados. Rachel Weisz interpreta na perfeição uma pobre mulher que não compreende a origem de tanta raiva entre os homens e simplesmente tenta canalizar as suas energias para algo de bem. O pensamento de Hypatia estava, de fato, muito para além do seu tempo. O argumento bem estruturado e equilibrado capta a atenção do espectador do início ao fim, e a delicada câmara de Amenábar foca todos os planos com uma maestria bela e excelsa. “Agora” tem o mérito de ser um dos mais corajosos e ambiciosos filmes dos últimos anos, pegando pelos “cornos” num assunto que irradia a mais fria e cuidadosa delicadeza. Fantástica a forma como capta a mais vil intolerância e opressão. Abismal a forma como denuncia o desprezo do Cristianismo pela condição feminina (o que me deixa ainda mais incrédulo com o simples fato de haver mulheres que conseguem ser cristãs na atualidade).
Que mais dizer? Nada para além de jurar a pés juntos que “Agora” é uma das obras mais perspicazes, colossais e dignas de todos os tempos! Preparem-se para a polêmica! E já agora, esperemos que Alejandro Amenábar não seja apedrejado pela sua ousadia.
Autor: Rui Madureira
Filme: “Agora” (2009)
Diretor: Alejandro Amenabar
Roteiro: Mateo Gil, Alejandro Amenabar.
Estrelando: Rachel Weisz, Max Minghella, Oscar Isaac, Ashraf Barhom, Michael Lonsdale, Rupert Evans, Homayoun Ershadi.

Curta-metragem A Grande Jogada de Marcelo Tavares

Curta-metragem A Grande Jogada from Marcelo Tavares on Vimeo.

Roteiro e Direção: Marcelo Tavares
Sinopse: Quando criança Gabriel queria ser jogador de basquete, porém sua realidade é outra e atualmente ele precisa agüentar um chefe exigente. Ao lembrar do passado, ele consegue superar um fracasso e então é reconhecido pelo seu trabalho, o que o faz sonhar com uma glória que nunca teve.

Masmorracast # 18 Tudo Sobre Almodovar

Nesta edição, Angélica Hellish , Daniel Ruiz, Marcos Noriega e  João Paulo do Blog de cinema Central,comentaram a trajetória e a filmografia do diretor espanhol Pedro Almodovar; uma carreira de mais de três décadas dirigindo curtas e longas metragens que, desde seu início escrachado e muito transgressor, até a consagração internacional com comédias sofisticadas e dramas densos muito bem realizados, sempre foi marcada pela polêmica.
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Um pouco sobre a biografia de Almodovar:

Pedro Almodovar é um diretor e roterista espanhol.
Sua trajetória cinematográfica atrás das câmeras se inicou ainda no mundo dos curta-metragens, no final dos anos 70Almodovar é o cineasta espanhol com maior fama fora de seu país natal, já tendo sido premiado nos mais importantes festivais de cinema do mundo. Até 2008, ele possuía dois Oscars.

Almodovar nasceu em 24 de setembro de 1951, em Calzada de Calatrava, uma pequena localidade na provínvia da Cidade real. Sua família era humilde. Como o próprio Almodovar conta, viveu toda a sua infância rodeado por mulheres, algo que ficou claro em Volver. Aos 16 anos, Almodovar se mudou para Madri, com o propósito de estudar cinema mesmo sem dinheiro.
Ao final dos anos 70 escreveu e colaborou com revistas de contra-cultura como Star, Vibora e Vibraciones. Nesta mesma época, Pedro Almodóvar começou a rodar seus primeiros curtas em Super 8, e os levava para serem exibidos em Madri e Barcelona. Publicou uma novela curta, chamada Fuego em lãs entrañas, e algumas fotonovelas pornográficas. Entretanto, o primeiro filme de longa-metragem de Pedro Almodóvar foi feito em 1980 e se chamou Pepi, Luci, Bom y otras chicas Del Montón. Este filme foi feito com um orçamento de cerca de R$ 8 mil.
Almodóvar continuou a sua produção cinematográfica, mas, como forma de driblar as dificuldades de financiamento para as suas obras, criou em 1985, junto com o seu irmão, a produtora “El Deseo”. Atualmente, além de produzir os filmes de Almodovar, a produtora produz filmes de outros diretores, como Alex de la Iglesia e Guillermo Del Toro.
Sua primeira indicação a um prêmio de cinema aconteceu em 1988, quando o filme Mujeres al borde de um ataque de Nervios, foi indicado ao BAFTA (uma premiação britânica). Desde então, até 2007 Pedro Almodóvar já tinha recebido, entre indicações e premiações, 40 menções em grandes festivais, o que faz dele o maior cineasta espanhol.
Com a morte de sua mãe, Almodovar fez um filme de reconciliação e de volta às origens, com Volver, de 2006. Este filme teve grande reconhecimento nacional e internacional.Á última produção de Almodóvar chama-se Abrazos Rotos, que contou novamente com Penélope Cruz.

Filmografia de Almodovar
Clique no título para ver o trailer/trecho do filme:
1974 Dos putas, o historia de amor que termina en boda*
1974 Film político*
1975 Blancor*
1975 El Sueño, o la estrella*
1975 Homenaje*
1975 La Caída de Sódoma*
1976 Muerte en la carretera*
1976 Sea caritativo*
1977 Sexo va, sexo viene*
1978 Folle… folle… fólleme Tim!
1978 Salomé – Salomé *
1980 Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón – Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão
1982 Laberinto de pasiones – Labirinto de Paixões
1983 Entre tinieblas – Maus Hábitos
1984 ¿Qué he hecho yo para merecer esto? – Que Fiz para Merecer Isto?
1985 Tráiler para amantes de lo prohibido
1986 Matador – Matador
1987 La ley del deseo – A Lei do Desejo
1988 Mujeres al borde de un ataque de nervios – Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos
1990 ¡Átame! – Ata-me!
1991 Tacones lejanos – De Salto Alto
1993 Kika – Kika
1995 La flor de mi secreto – A Flor do Meu Segredo
1997 Carne trémula – Carne Trêmula
1999 Todo sobre mi madre – Tudo Sobre a Minha Mãe
2002 Hable con ella – Fale com Ela
2004 La mala educación – Má Educação
2006 Volver – Volver
2009 La Concejala Antopófaga – A vereadora antropófaga *
2009 Los abrazos rotos Os Abraços Partidos
(*) curtas-metragens
Dubladores de Almodovar falam sobre seu trabalho com muito amor Clique aqui

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Conheça os indicados ao Oscar 2010


A indústria passa por uma fase de transição, que se revela na qualidade dos filmes. Mas, “curiosamente”, isso não afetou as bilheterias. Ao contrário, este ano marcou novos recordes, com vários sucessos como “A proposta”, “Harry Pottter e o enigma do príncipe”, “Transformers – A vingança dos derrotados”, “Ser beber não case” e, neste fim de ano, com os êxitos de “Sherlock Holmes” (que já passou de US$ 165 milhões), “Alvin e os esquilos 2” (US$ 178 milhões), “The blind side” (US$ 219 milhões) e principalmente “Avatar” , que já arrecadou aproximadamente US$ 429 milhões nos Estados Unidos e mais de US$ 1,19 bilhão internacionalmente.
Ampliar para dez os indicados a melhor filme é garantia de que os blockbusters deste ano não fiquem de fora, como aconteceu no ano passado com “Batman – O cavaleiro das trevas”, cuja ausência foi lamentada e criticada por muitos.
Desde 1943 a lista não era formada por tantas produções. Sobrou espaço até para Distrito 9 e a animação Up – Altas Aventuras.
Os comediantes Steve Martin e Alec Baldwin serão os anfitriões do Oscar 2010, que acontecerá no dia 7 de março.

Melhor Ator

Jeff Bridges – Crazy Heart
George Clooney – Amor Sem Escalas
Colin Firth – Direito de Amar
Morgan Freeman – Invictus
Jeremy Renner – Guerra ao Terror

Melhor Diretor

James Cameron – Avatar
Kathryn Bigelow – Guerra ao Terror
Quentin Tarantino – Bastardos Inglórios
Lee Daniels – Preciosa – Uma História de Esperança
Jason Reitman – Amor Sem Escalas

Melhor Roteiro Adaptado

Distrito 9
Educação
In The Loop
Preciosa – Uma História de Esperança
Amor Sem Escalas

Melhor Roteiro Original

Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
O Mensageiro
Um Homem Sério
Up – Altas Aventuras

Ator Coadjuvante

Matt Damon – Invictus
Woody Harrelson – O Mensageiro
Christopher Plummer – The Last Station
Stanley Tucci – Um Olhar do Paraíso
Christoph Waltz – Bastardos Inglórios

Melhor Atriz

Sandra Bullock – Um Sonho Possível
Helen Mirren – The Last Station
Carey Mulligan – Educação
Gabourey Sidibe – Preciosa – Uma História de Esperança
Meryl Streep – Julie e Julia

Melhor Atriz Coadjuvante

Penelope Cruz – Nine
Vera Farmiga – Amor Sem Escalas
Maggie Gyllenhaal – Crazy Heart
Anna Kendrick – Amor Sem Escalas
Mo’Nique – Preciosa

Melhor Animação Longa-Metragem

Coraline
O Fantástico Sr. Raposo
A Princesa e o Sapo
The Secret of Kells
Up – Altas Aventuras

Melhor Filme

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Um Sonho Possível
Distrito 9
Educação
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa – Uma História de Esperança
Um Homem Sério
Up – Altas Aventuras
Amor Sem Escalas

Melhor Direção de Arte

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O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
The Young Victoria

Melhor Fotografia

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
A Fita Branca

Melhor Figurino

Brilho de Uma Paixão
Coco Antes de Chanel
O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Nine
The Young Victoria

Melhor Montagem

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Distrito 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa – Uma História de Esperança

Melhor Filme Estrangeiro

Ajami (Israel)
El Secreto de Sus Ojos (Argentino)
A Teta Assustada (Peru)
Un Prophète (França)
A Fita Branca

Melhor Trilha Sonora Original

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O Fantástico Sr. Raposo
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes
Up – Altas Aventuras

Melhor Canção Original

“Almost There” – A Princesa e o Sapo
“Down in New Orleans” – A Princesa e o Sapo
“Loin De Paname” – Paris 36
“Take it All” – Nine
“The Weary Kind” – Crazy Heart

Melhor Edição de Som

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Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Up – Altas Aventuras

Melhor Mixagem de Som

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Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers: A Vingança dos Derrotados

Melhores Efeitos Especiais

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Distrito 9
Star Trek

Melhor Maquiagem

Il Divo
Star Trek
The Young Victoria

Melhor Documentário Longa-Metragem

Burma Vj
The Cove
Food Inc.
The Most Dangerous Man In America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers
Which Way Home

Melhor Documentário Curta-Metragem

Province
The Last Campaign of Governos Booth Gardner
The Last Truck: Closing of a GM Plant
Music by Prudence
Rabbit à la Berlin

Melhor Animação Curta-Metragem

French Roast
Granny O´Grimn´s Sleeping Beauty
The Lady and the Reaper (La Dama e la Muerte)
Logorama
A Matter of Loaf and Death

Melhor Curta-Metragem

The Door
Instead of Abracadabra
Kavi
Miracle Fish
The New Tenants