Masmorra Cast #59 The Mist ou como tem coisas do Stephen King que não são legais!

Voltamos com o Masmorra Cast! E ele tá com jeitão de Sessão Descarrego hahaha

Angélica Hellish convidou as amigas Erika Ribeiro do Seriadores Anônimos e Niia Silveira colunista do 101 Horror Movies para bater um papo sobre algumas adaptações do Mestre King que nós gostamos e, pensando na estréia da série The Mist, do que não gostamos. Um papo super leve e divertido onde os livros também são abordados!


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Leia o texto da Niia Silveira sobre a série The Mist  no 101 Horror Movies!

Escute os podcasts do Projeto Stephen King lá no Stephen King Brasil! O projeto voltou, então fiquem de olho.

Black Butterfly que quer ser Misery

Masmorra Cast #58 The Void

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Voltamos com o Masmorra Cast! Dessa vez falamos sobre um filme que foi uma das surpresas deste ano, The Void, produção canadense escrita e dirigida por Jeremy Gillespie, Steven Kostanski. Os recursos para o filme foram obtidos através de financiamento coletivo. O longa tem recebido elogios dos fãs de cinema de gênero e traz referências à literatura de H.P. Lovecraft, Clive Barker e muito mais!

Angélica Hellish e Marcos Noriega convidaram o escritor e professor Fábio Fernandes do Canal Terra Incógnita, Douglas Fricke do Podtrash e Tauami Sales de Paula colunista do 101 Horror Movies para conversar sobre o sinistro universo apresentado nessa obra!

Assista o filme completo no Cine Nina!


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Mencionados: “Nightmare Logic” The Making of The Void (BTS featurette)

John Dies at the End, Absentia, Hellraiser, The Mist, The Fog, Silent HillAssault on Precinct 13 , La Herencia ValdemarNecronomiconRe-AnimatorFrom Beyond, Dagon. MartyrsRabid,  Harbinger Down, …E tu vivrai nel terrore! L’aldilà, Gyo, Altered States, The Call of Cutlhu

Dos diretores:  Inferno of the Dead,  Father’s  Day , ManborgInsanopheniaInsanopheniaThe Editor

Livros: Lovecraft Country (notícias sobre a série)

Texto do Tauami sobre The Void no 101 Horror Movies

Quadrinho:

Sessão Descarrego #01 -Que Live Action é esse?! #DiaDoPodcast #podcastfriday

sessao-descarrego-01

Projeto novo no ar gente! Para comemorar o #DiaDoPodcast !

Compartilhe, divulgue e não esqueça de indicar um podcast da sua preferência para os seus amigos ok? Combinado! 🙂

Na Sessão Descarrego de hoje, Angélica Hellish chamou os amigos Evilásio do YOpinando e Animecote Cast e Alan Bispo para falar de live actions que não deram lá muito certo…

Mas calma, não paramos por aí. Falamos de adaptações para o cinema que curtimos e analisamos esse monstro chamado expectativa. O que faz você gostar de uma adaptação?

Comente conosco! E bom podcast.

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Recomendamos: Podcasts sobre Lobo Solitário, Lady Snowblood e Crying Freeman!

Masmorra Classic #10 Moby Dick

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Masmorra Classic à vista!

Angélica gripada  Hellish, Marcos Noriega, Paulo Elache do Podespecular e Marcos O Gênio do Mal do Nerdópole embarcam no baleeiro Pequod e se unem ao insano Capitão Ahab em sua busca por vingança contra a gigantesca fera do mar Moby Dick, o Leviatã que destrói navios e devora as vidas e as almas dos intrépidos marujos que ousam caçá-la!

Afiem seus arpões, agucem seus sentidos e venham conosco para conhecer essa bela adaptação para cinema da obra literária de Herman Melville, capitaneada por John Huston e com roteiro de Ray Bradbury, Moby Dick filme de 1956.

Assista Moby Dick de 1956 online no Memocine.

Série animada Moby Dick

Série Moby Dick de 1998 com Patrick Stewart

201o: Moby Dick

Moby Dick de 2011 do diretor Trey Stokes

Vale conferir também:

O Mestre dos Mares direção de Peter Weir

Trailer do filme O Coração do Mar de 2015

Pó de Estante – Mary and Max

Agradecimentos ao amigo Diego Pinto!

Youtube:

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Resenha de livro: Sonhos de Alyson Nöel

sonhos

Pesadelo Literário

Vou iniciar este comentário sobre o livro Sonhos, da escritora americana Alyson Noël , dando um justo desconto, a obra foi escrita obviamente visando as meninas adolescentes e pré adolescentes; eu, por outro lado, sou um homem na faixa dos quarenta anos e, portanto, com um perfil muito distante do público alvo do livro, cuja leitura considerei uma verdadeira sessão de tortura chinesa.
Sonhos, que pretende ser o primeiro de uma série de livros intitulada “The Soul Keepers”, narra as aventuras da jovem Daire Santos, garota de dezesseis anos, filha de Jennika, uma maquiadora que trabalha em produções de cinema ao redor do mundo. Devido ao trabalho de sua mãe, Daire viaja bastante, conhece os novos garotos estrelas de Hollywood e tem eventuais namoricos com eles.
A vida da garota começa a se complicar quando ela é acometida dos primeiros delírios envolvendo corvos, entes fantasmagóricos e pessoas esquartejadas; durante essas visões, Daire entra em transe e apresenta um comportamento descontrolado e violento.
A mãe encaminha a mocinha para tratamento psiquiátrico e a leva para passar uns tempos com a avó Paloma, uma conhecida curandeira, no Novo México, lá ela ficará sabendo que, na verdade, pertence à antiga linhagem de praticantes do xamanismo chamados Buscadores de Almas e que as visões têm relação com o florescimento de seus poderes sobrenaturais.
Em seu desenvolvimento a história de Sonhos usa principalmente elementos de terror, aventura e romance, repetindo a fórmula da famigerada Saga Crepúsculo, tenta, assim, criar um produto semelhante e de resultado igualmente ruim. O principal problema da obra talvez esteja justamente na protagonista, Daire Santos é uma adolescente mal humorada e irritante, sem traços de personalidade bem definidos, um ser humano quase vazio com o qual é praticamente impossível desenvolver empatia ou identificação.
Os outros personagens de destaque também são construídos de forma preguiçosa e apelando pra lugares comuns.A avó xamã , Paloma, é a típica senhora sábia, bondosa e corajosa que irá guiar a mocinha ao longo de sua jornada heróica; o vilão, Leandro, patriarca do clã maligno dos Richter, é retratado como um autêntico gênio do mal de histórias em quadrinhos, é associado às forças das trevas, caricato até a raiz do cabelo, e, claro, pretende dominar o mundo(!)

O antagonista acima citado tem dois filhos que a autora, num arroubo de imaginação criativa, batizou Cade e Dace, Cade é o malvadão e Dace é o bonzinho com o qual a heroína Daire irá viver uma paixão proibida que servirá para a autora introduzir incontáveis cenas forçadas e descaradas de tensão sexual para tentar manter o interesse do público.
Apesar de não ter apreciado o livro em sua quase totalidade, devo admitir que Alyson Nöel demonstra habilidade pelo menos nas eficientes descrições das cenas de tensão, terror e sangue, eu estava quase me empolgando com a leitura quando a heroína, que consegue projetar a alma pra dentro dos corpos de animais, resolve possuir o corpo de uma barata para investigar a casa noturna que seve de quartel general dos vilões da história, a narrativa, nesse ponto, chega a um insuportável nível de ridículo e tudo que deveria ser suspense, drama e horror vira humor involuntário.
O livro termina muito mal, com um mais do que óbvio final feliz e o inevitável gancho para o segundo volume que promete amplificar em tudo o desastre do primeiro tomo.

Título: Sonhos (Fated), primeiro volume da série “The Soul Keepers”.
Autor: Alyson Nöel
Tradução: Marcia Blasques
Páginas: 318
Editora: Leya

Resenha de livro: Jogador Número 1 por Marcos Noriega

Salada Bem Temperada

O romance Jogador Nº 1 foi meu único contato com o trabalho do escritor e roteirista Ernest Cline até agora. Não me interessei em assistir ao filme que ele roteirizou, o tal “Fanboys”. A história de um bando de fanáticos por Guerra nas Estrelas numa epopéia para encontrar George Lucas em seu rancho e ver, antes de todo mundo, o episódio 1 da então nova e chata trilogia Star Wars, definitivamente não é para mim.


Minhas expectativas em relação ao livro do senhor Cline não eram nada boas. Apesar da falta de entusiasmo inicial, devo dizer que acabei sendo presenteado com algumas horas repletas diversão e de um forte sentimento de nostalgia.
O livro parece, a princípio, uma simples mistura de aventura e ficção científica, no entanto, a leitura revela ambições um pouco maiores por parte do autor.

A trama de Jogador Nº 1 é abarrotada de referências a todo tipo de entretimento criado nos últimos vinte e cinco anos do saudoso século vinte. Ao longo de suas quase quinhentas páginas, acompanhamos a evolução dos videogames e computadores, somos apresentados aos conceitos centrais dos jogos de tabuleiro, fazemos memorialismo dos sucessos da música pop oitentista, reencontramos de forma inusitada os simpáticos personagens dos filmes de John Hughes, damos de cara com Ultraman e os Vingadores do Espaço e muito mais.


A trama se passa em um futuro próximo e distópico, com os velhos elementos de caos social gerado pelo aumento exponencial da pobreza, poluição e violência, tudo mal gerido por um governo corrupto que é manipulado por corporações empresariais diabólicas.
Ernest Cline usa esse quadro sombrio do porvir para fazer uma interessante e um pouco ingênua crítica ao poder que o avanço desenferado da tecnologia, associado ao capitalismo predatório, tem de degenerar completamente a vida em sociedade. Os pobres vivem segregados em guetos formados por amontoados de velhos trailers ou qualquer outro tipo de moradia improvisada. Há pouca comida, as fontes de energia são escassas, a água e os empregos estão em falta e não há quase nenhuma esperança além daquela proporcionada pela imersão no ambiente virtual chamado OASIS.


O OASIS foi criado um certo James Halliday, inicialmente para ser um jogo e, posteriormente, aprimorado e expandido para se tornar um intrincado universo que emula, de forma seletiva e aperfeiçoada, o mundo real e recria quase todos os mundos fictícios que a imaginação e a cultura humanas já conceberam.

Milhões de pessoas passam boa parte de seu tempo fugindo de suas vidas horríveis conectadas ao OASIS e, através de avatares personalizados, podem viver aventuras intergaláticas, fazer negócios, frequentar escolas sem bullying , consumir pornografia virtual hiper realista ou acessar milhões de jogos de todas as plataformas, além de livros, filmes, programas de tv e tudo mais que se possa querer com gráficos em três dimensões e possibilidade de simulação de todas as sensações físicas, através de roupas de imersão especiais.

Se algo assim existisse no mundo atual e não fosse muito caro, as pessoas não sairiam mais de casa para nada e a economia de vários países simplesmente pararia .

A descrição de tudo isso é feita de forma muito imaginativa e abundante em referências, o que deve ter requerido bastante pesquisa.
Muitos dos usuários do OASIS estão participando de uma busca a um tesouro chamado o Easter Egg, ou ovo, de Halliday, o qual só poderá ser encontrado através de um teste de conhecimento e habilidade que demanda a solução de vários enigmas e a superação de sucessivos desafios cada vez mais difíceis, estabelecidos pelo próprio James Halliday.

Para isso é necessário um profundo conhecimento do assunto preferido do criador do OASIS, a cultura pop dos anos 80 e 90. Assim, chegamos ao protagonista, Wade Watts e seu avatar Parzival. Wade é um rapaz de uns 17 anos, pobre, nerd e geek até a raiz dos cabelos, misantropo e um pesquisador fanático de absolutamente tudo que é necessário saber para ter chance de ganhar a disputa e, assim, levar o grande prêmio destinado ao vencedor, nada mais, nada menos, que uma fortuna de duas centenas de bilhões e o controle administrativo do OASIS.


Além de correr contra os outros incontáveis caçadores solitários ou reunidos em clãs, Wade tem de enfrentar os chamados 6. Um exército de milhares de mercenários com recursos ilimitados e espírito esportivo inexistente, eles fazem parte do quadro de funcionários da gigantesca e mafiosa empresa de telecomunicações I.O.I., cujos diretores estão dispostos a cometer qualquer atrocidade no mundo virtual e no real , inclusive assassinato em massa. O rapaz , ao longo da disputa, faz amizade com quatro outros jogadores que se tornam ao mesmo tempo seus aliados e adversários.

Ernest Cline usa de habilidade e detalhismo para caracterizar seus personagens e dotá-los de sentimentos e motivações humanas reconhecíveis, a única exceção, talvez, seja o principal antagonista, Sorrento, comandante dos 6, que é formatado como um vilão bem unidimensional e desumanizado, provavelmente, isso foi feito de propósito pelo autor.
Outra qualidade da prosa de Cline é seu sentido de estrutura, o enredo vai ganhando complexidade aos poucos e na cadência apropriada; as porções de drama, suspense, romance, e batalhas épicas são colocadas nos momentos certos e são bem dosadas.

O autor usa a história para mostrar sua visão crítica do mundo tecnofágico, competitivo e cheio de auto imposta solidão no qual vivemos. Há ecos de Phillip K. Dick William Gibson em todo o discurso de Jogador Nº 1.

Muitos leitores reclamaram da tradução de Carolina Caires Coelho, a editora Leya fez uma nova revisão e retificou erros na versão para o português de certos nomes e termos mais técnicos, eu li a tradução revisada e achei muito satisfatória.

No final das contas, Jogador Nº 1 foi, para mim, uma ótima experiência e um saboroso entretenimento literário, creio que sua leitura deve agradar principalmente aos maiores de trinta anos que poderão apreciar mais completamente o recheio de citações deste romance que consegue ser, ao mesmo tempo, um exercício de antecipação das possibilidades infinitas do avanço tecnológico e uma declaração de amor aos prazeres nerd do século passado.

Título: Jogador Nº 1 ( Ready Player One)
Autor: Ernest Cline
Editora: Leya
Tradução: Carolina Caires Coelho
Número de páginas: 462

Resenha de livro: Sonhos de Alyson Nöel

Pesadelo Literário

Vou iniciar este comentário sobre o livro Sonhos, da escritora americana Alyson Noël , dando um justo desconto, a obra foi escrita obviamente visando as meninas adolescentes e pré adolescentes; eu, por outro lado, sou um homem na faixa dos quarenta anos e, portanto, com um perfil muito distante do público alvo do livro, cuja leitura considerei uma verdadeira sessão de tortura chinesa.
Sonhos, que pretende ser o primeiro de uma série de livros intitulada “The Soul Keepers”, narra as aventuras da jovem Daire Santos, garota de dezesseis anos, filha de Jennika, uma maquiadora que trabalha em produções de cinema ao redor do mundo. Devido ao trabalho de sua mãe, Daire viaja bastante, conhece os novos garotos estrelas de Hollywood e tem eventuais namoricos com eles.
A vida da garota começa a se complicar quando ela é acometida dos primeiros delírios envolvendo corvos, entes fantasmagóricos e pessoas esquartejadas; durante essas visões, Daire entra em transe e apresenta um comportamento descontrolado e violento.
A mãe encaminha a mocinha para tratamento psiquiátrico e a leva para passar uns tempos com a avó Paloma, uma conhecida curandeira, no Novo México, lá ela ficará sabendo que, na verdade, pertence à antiga linhagem de praticantes do xamanismo chamados Buscadores de Almas e que as visões têm relação com o florescimento de seus poderes sobrenaturais.
Em seu desenvolvimento a história de Sonhos usa principalmente elementos de terror, aventura e romance, repetindo a fórmula da famigerada Saga Crepúsculo, tenta, assim, criar um produto semelhante e de resultado igualmente ruim. O principal problema da obra talvez esteja justamente na protagonista, Daire Santos é uma adolescente mal humorada e irritante, sem traços de personalidade bem definidos, um ser humano quase vazio com o qual é praticamente impossível desenvolver empatia ou identificação.
Os outros personagens de destaque também são construídos de forma preguiçosa e apelando pra lugares comuns.A avó xamã , Paloma, é a típica senhora sábia, bondosa e corajosa que irá guiar a mocinha ao longo de sua jornada heróica; o vilão, Leandro, patriarca do clã maligno dos Richter, é retratado como um autêntico gênio do mal de histórias em quadrinhos, é associado às forças das trevas, caricato até a raiz do cabelo, e, claro, pretende dominar o mundo(!)

O antagonista acima citado tem dois filhos que a autora, num arroubo de imaginação criativa, batizou Cade e Dace, Cade é o malvadão e Dace é o bonzinho com o qual a heroína Daire irá viver uma paixão proibida que servirá para a autora introduzir incontáveis cenas forçadas e descaradas de tensão sexual para tentar manter o interesse do público.
Apesar de não ter apreciado o livro em sua quase totalidade, devo admitir que Alyson Nöel demonstra habilidade pelo menos nas eficientes descrições das cenas de tensão, terror e sangue, eu estava quase me empolgando com a leitura quando a heroína, que consegue projetar a alma pra dentro dos corpos de animais, resolve possuir o corpo de uma barata para investigar a casa noturna que seve de quartel general dos vilões da história, a narrativa, nesse ponto, chega a um insuportável nível de ridículo e tudo que deveria ser suspense, drama e horror vira humor involuntário.
O livro termina muito mal, com um mais do que óbvio final feliz e o inevitável gancho para o segundo volume que promete amplificar em tudo o desastre do primeiro tomo.

Título: Sonhos (Fated), primeiro volume da série “The Soul Keepers”.
Autor: Alyson Nöel
Tradução: Marcia Blasques
Páginas: 318
Editora: Leya

 

FARRAZINE 27

E já é agosto, então… PARA TUDO!

Pois esse mês é especial pra quem produz e curte quadrinho nacional. Nós mais uma vez decidimos apoiar a iniciativa.

Nas próximas páginas vocês encontrarão amostras dos envolvidos no projeto deste ano. Preparamos entrevistas, onde cada envolvido dá o seu ponto de vista sobre o mercado nacional de quadrinhos, falam de seus projetos.

Entrevistas com Leonardo Santana, Fábio Biondo, Deuslir Cabral, Wanderline Freitas, Antoni Wroblewski, Paloma Diniz, Felipe Assumpção, Marcos Garcia, Enéas Ribeiro, Wanderley Felipe, Beto Potyguara e Nina Hellena.

 

A capa de Joaquim Monteiro, com lindas ilustrações inspiradas no folclore do Piauí!

Convidamos vocês a nos acompanhar nessa aventura!

Links diretos: Versão pdf | Versão cbr | Versão On-line

Nova série: Não tenho grana. Mas compenso em imaginação #1 Sandy Collora

“Gente, eu também sei dirigir pô!”

Depois de muita demora e enrolação assisti finalmente um filme recomendado pelo Marcos Noriega em um dos nossos B.P.M.s (não me pergunte qual) o Hunter Prey de 2010.

Realizado por Sandy Collora um designer e escultor, que eu só conhecia de um curta /fan film de 2003 sobre a morte do Batman e que chama a atenção pelo visual muito bem feito dos personagens (Alien, Predador, Coringa) o ritmo legal e eletrizante, o desfecho que você assiste e pensa: ” Pô, ferrou morcego! ”

Como eu dizia, lá vou assistir Hunter Prey sem lá grandes expectativas e sem saber muito do enredo (eu gosto de ser surpreendida) e me deparo com um filme divertido,  interessante, com um ar simpático de baixo orçamento, boas atuações, figurinos criativos (os alienígenas reptilianos são sensacionais!) uma estória que é contada sem pressa, com várias reviravoltas. Enfim, muito divertido!

Não vou nem  falar do quanto eu vibrei quanto apareceram referências óbvias de um filme dos anos 80 que eu simplesmente adoro do cineasta Wolfgang  Petersen, um spin off desse filme com certeza!

A sinopse de Hunter Prey é a seguinte:

Uma nave chamada Prometheus (oh my god!) cai em um planeta desconhecido (essa queda quase não aparece meu filho, tem dinheiro não!) e no ambiente desértico desse planeta logo de cara vemos um tiroteio de 3 soldados contra um exímio atirador. A coisa tá feia e através de seus diálogos ficamos sabendo que estão em perseguição de um fugitivo e que este ocasionou a queda da nave. Ele precisa ser capturado vivo.

Os soldados só tem como suporte a tecnologia de uma inteligencia artificial chamada Clea que dá todas as coordenadas( e uma sacaneada volta e meia) algum armamento e suas roupas de motocross adaptadas!

Nesse planeta o dia dura 33 horas e cada noite dura 5 horas!

Pra piorar o fugitivo não é brinquedo não, ele é esperto e vai fazer os soldados suarem bastante nesse calor de 42 graus, a perseguição vai ser acirrada e muitas vezes parece que vai ser o dia da caça!

Não vou contar muito, acho que o espectador deve tirar suas conclusões a partir daí.

O filme tem uns ângulos muito legais do deserto, um roteiro que deixa vontade de ver outras estórias dos personagens e o diretor faz uma ponta divertidíssima!

Pesquisando mais, fiquei sabendo que ele tem mais um fan trailer chamado World’s Finest de 2004 baseado no quadrinho Batman e Super Homen Os Melhores do Mundo de 1991 da DC Comics.

A aparência de Superman do ator saradão Michael O’Learn remete bastante aos desenhos que Alex Ross fez do homem de aço na maravilhosa hq Paz na Terra cujo roteiro é de Paul Dini.

” Mamãe, o que é aquilo no céu? “

 

Só me resta finalizar o texto aqui dizendo que já sinto uma saudade danada de Sandy Collora e seus projetos pra lá de imaginativos e recomendar pra vocês que assistam sem falta Hunter Prey  pois além de divertido é daquelas produções que  nos fazem lembrar da garra de vários cineastas em começo de carreira que tem muito a dizer e pouca grana pra gastar. Eles devem ter saudade (ou não hahaha)

Enquanto isso, Sandy trabalha em seu estúdio criando bastante e (quem sabe) sonhando em dirigir. Estamos na torcida!

Obrigada ao Marcos por mais essa excelente recomendação e que venha mais!

IMDB

Rotten Tomatoes

 

Farrazine #26

É isso aí, senhoras e senhores, estamos de volta!! E cheio de novidades…

Lembra de quando as revistas em quadrinhos eram feitas em formatinho? Pois é nosso farrazine agora vem nesse formato, o que muda pra você? Absolutamente nada! É apenas mais um modo que encontramos pra homenagear os velhos tempos.
Falando em velhos tempos, após um looooongo hiato, estamos de volta com nossa querida revista, agradecemos a todos os leitores e amigos ( e inimigos também), muitos ficaram na torcida na expectativa, querendo saber o que tinha acontecido com o Farrazine. Pois aqui está ele!

Com essa capa maravilhosa desenhada pela Paloma Diniz (ela merece ou não parabéns) ao meu ver é uma das capas mais bonitas que o farrazine já teve.

Nesta esperada edição de outono, temos: Direto do Quadrinhos na Sargeta: Silêncio Inumano; O Rafael Páros entrou na briga para saber Quem vence: O Reino do Amanhã Contra Terra X ; Os amigos Felipe Moreno e Herick Zerunian trazem pra gente a hq Fossa das Almas.

Nesta edição nós homenageamos o Millôr Fernandes e o Al Rio… a Paloma esteve no evento Gibi Mais, e trouxe suas impressões pra gente.

E ainda, mantendo a tradição, entrevistamos o desenhista Brão Barbosa. Você vai poder conferir a continuação de “Buraco Negro” de Pablo Grilo.

E muitas outras novidades!

Não perca tempo e acesse o Farrazine clicando aqui!

 

Fahrenheit 451

 

Produção inglesa, de 1966, baseada em livro homônimo de Ray Bradbury. Direção de François Truffaut, roteiro dele e de Jean-Louis Richard. Com Julie Christie, Oskar Werner, Cyrill Cusack, Anton Diffring.

Num futuro distópico, um governo totalitário proíbe ler e manter livros, sob o pretexto de que tornam as pessoas infelizes. Bombeiros, então desnecessários para contenção de incêndios, são os responsáveis pelo controle e incineração de qualquer exemplar impresso encontrado. Além de atear fogo aos livros, os bombeiros são também responsáveis por encontrar, perseguir e deter aqueles encontrados mantendo-os e lendo-os. Tal qual uma polícia “especial”, uma Gestapo bibliófoba.

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AS AVENTURAS DA BRIGADA RIFLE

We Gon’ Roll by Dirty Dozen Brass Band on Grooveshark

Há de se guerrear, mas sem perder a ternura jamais. A Segunda Guerra de Garth Ennis foi uma aventura despirocada. Anos antes de Tarantino fritar a alta cúpula nazista em rolos de nitrato com seus bastardos, Ennis colocou os subordinados do Capitão Darcy atrás das linhas inimigas no front europeu e africano.

Imagine o cruzamento entre Os Doze Condenados e O Resgate do Soldado Ryan escrito, dirigido e estrelado pelos malucos do Monty Python. Pois é…talvez Garth Ennis, o escritor-criador dessa bagunça, conseguiu ir bem além disso. Para ele não há assunto sagrado, na verdade, lendo suas obras percebe-se quanto mais sagrado o assunto melhor será para demoli-lo centímetro por centímetro. Acho que essa é a quintessência de sua obra: desacralizar qualquer instituição, fato ou pessoa socialmente aceita e provocar o leitor aos limites e ver até onde ele aguenta ser levado. Assim, aloprar com o mais devastador conflito armado da História humana é um caminho natural. Desrespeito com os que morreram por conta do conflito? Uma homenagem bem humorada além de um memorial para que o conflito, suas causas e consequências, não sejam esquecidos pelas novas gerações? Foda-se, a caricatura tem valor por si só.

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Farrazine #24

Sim, senhoras e senhores, SIM!

Voltamos com a edição #24 do Farrazine!

Estamos repletos de conteúdo para todos os gostos e desgostos! Temos a volta triunfal de Leo Vidal (Invinoveritas) depois de ganhar o Prêmio HQ Mix deste ano e muito mais novidades tais como: A Balada de Johnny Furacão por Manassés Filho; a última parte da Aula de Roteiro de Rafael Oliveira; o Filipêra do Nerd Somos Nozes dissertando sobre Arte X Entretenimento; além de uma matéria pra lá de carinhosa da Paloma Diniz sobre o mestre Laerte.

Também dilaceramos o poder escravizador de Iron Maiden com Fernando Schittini e mais uma participação do nosso camaradaço Marcio Baraldi, com o lançamento do seu livro RAP DEZ! Estamos cheios de “contos para contar” da parte de Rita Maria Felix da Silva, Ramón Delton, Marcelo Soares e Pablo Grilo, além das tirinhas bacanudas da Raquel Gompy e do Guilherme de Sousa.

As entrevistas desta edição estão geniais, com as participações da editora da revista “Nosso Amiguinho“, Sueli F. de Oliveira; dos ilustradores Allan Jeff, Daniel HDR e Flávio Luiz; e uma surpresa com Invinoveritas questionando Leonardo Poglia Vidal!

Trazemos mais um capítulo de “Cidade Nua” e uma nova série especialíssima chamada “Bengala Boys“!

Bom, pra terminar esta é a primeira edição a ultrapassar o número de 100 páginas desde nosso surgimento, em 2007!

Então, aproveitem e desfrutem as 108 páginas do zine mais “descolado” do Brasil nos links abaixo:

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ORKUT

ISSUU

O Extremista

Fetiche, fantasias. Sinônimos? O fetiche das fantasias. Há heroísmo sem fantasia? Os heróis de quadrinhos estão entre os maiores fetiches do século XX.

Em sua estória, Peter Milligan trata principalmente de três personagens: o casal Judy e Jack Tanner e seu vizinho Tony Murphy… ah! claro, há um quanto elemento, Patrick que desempenha a contento seu papel mefistotélico atraindo os três para o êxtase e finalmente à ruína. Os três vão vestir o traje do Extremista, e o que é o Extremista? É Poder. Poder ser e fazer o que quase ninguém, em suas vidas suburbanas, pode. Poder excita e por isso ninguém resiste (muito) a idéia de ser Extremista.

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FARRAZINE 23

Atenção respeitável público! A mais nova edição do Farrazine está no ar!

E dessa vez a edição sai do forno junto com o projeto “AGOSTO PRA TUDO” da República dos Quadrinhos do nosso companheiro Beto Potyguara!
Esta iniciativa já está no ar e você pode ler mais detalhes nas páginas do Farrazine.

Uma visão divertida do reboot da DC feito por Ed Palhares e MauMoraes. Temos também a participação de Doug Lira e seu “Traço a Traço”, além de uma linda tirinha de Alberto Pessoa e dos Quadrinhos Gonzo, de Jussara Nunes!

Pablo Grilo estreia com o conto “Andanças por um Local Distante”, e temos também “Vicent & Van Gogh” de Manassés Filho.

Continuamos com uma supermatéria sobre Graphic Novels autobiográficas assinada por Rafael Martins; Nano Falcão analisando os filmes da Marvel e DC no cinema; Fernando Schittini esquadrinhando Dream Theatre; além das participações habituais de Rita Maria Felix da Silva, Rafael “Hiro” Machado Costa, Brenno Dias, Rafael Oliveira, Red Baron Blues, Bráulio Taumaturgo e etc…

E para não perder o hábito das entrevistas, trazemos uma bacanuda com a galera do “Pipoca e Nanquim”.

Farrazine 23

Chega de detalhes agora, não é? Vai, clica aí embaixo e leia o Farrazine #23!!!

Publicado em 20.08.11. 86 páginas.

http://migre.me/5wuBO