The Walking Dead #01 – Podcast

Pois é.

Não aguentamos e gravamos o nosso podcast sobre a série americana da AMC The Walking Dead dirigida por Frank Darabount.Angélica Hellish e Marcos Noriega junto com os amigos Carlos Tourinho e Hugo Soares do Filmes com Legenda e o Sr. Seu Panda do Diecast Connection e Pauta Livre News, conversaram sobre o pré air dessa série fantástica (que será lançada hoje à noite nos EUA) fizeram comparações com o HQ de Robert Kirman e comentaram suas impressões e espectativas sobre o que está por vir.
Não esqueça de comentar!
Arte do banner do amigo Barão.

ATENÇÃO!CONTÉM SPOILERS! Assista e episódio e leia o quadrinho antes de escutar o podcast!



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Masmorra Cast Especial Halloween! A festa é americana, mas o terror é asiático!

Aí galera!
Como somos grandes fãs de cinema asiático, não poderíamos deixar de fazer algumas indicações de alguns filmes bem sinistros pra vocês!
Neste podcast,eu Angélica Hellish e Marcos Noriega conversamos sobre grandes clássicos do terror japonês, coreano e tailandês que vocês conhecem talvez somente a versão hollywoodyana.Corram atrás!
Normalmente o original dá de dez a zero!
Os caras sabem fazer terror como poucos.

Essa arte linda aí do banner, é do amigo e colaborador Barão.

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Citados:

  • Kwaidan – As Quatro Faces do Medo
  • Medo
  • Hansel e Gretel – João e Maria
  • Audition – Ôdishon
  • The Eye – A Herança
  • Ju on – O Grito
  • Série Master of Horror
  • Espíritos – A morte está ao seu lado
  • Red Shoes
  • The Doll Master – O Mestre dos Bonecos
  • Jigoku – Inferno
  • Sede de Sangue
  • Into the Mirrors  (O original do Espelhos do Medo)
  • A Arte do Demônio
  • The Wig – A Peruca
  • 3…extremos
  • O Terror da Premonição
  • Dark Water ( original japonês)
  • The Unborn  AKA  The Mother
  • Ringu – O Chamado ( original japonês)

É isso aí, curtam, divirtam-se e não esqueçam de deixar o seu comentário e aqui na postagem.
Abraços da Masmorra!

 

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Batendo papo na Masmorra # 11 – O que assistimos ultimamente…

Dessa vez Angélica Hellish e Marcos Noriega recebem na Masmorra os convidados Touroman do Toscochanchada, Jerimum Beta e Pauta Livre News e Noise, Edu Cosso do Destino Poltrona pra falar sobre filmes como: A Lenda dos Guardiões, Resident Evil After life, Hunter Prey, Inimigo Meu, Equilibrium, O Operário, Farenheit 451, e séries como: Boardwak Empire e Shogun.
E mais: HQ do Machete, as promoções hilárias do Filmes com Legenda, Christian Bale e suas caras e bocas, Gun Kata…
Escute até o final, pois haverá cantoria!

E VOCÊ, O QUE TEM ASSISTIDO ULTIMAMENTE?
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Angélica Hellish participou do podcast Faca no Bucho # 03 – O podcast de Dexter no Brasil, com a galera do Filmes com Legenda!

 

Lista de músicas tocadas neste episódio:

The face of Love – Nusrah Fateh Ali Khan e Eddie Vedder
Innuendo – Queen
Mother Goose – Jethro Tull
Cosmic Dancer – The Who
You’ve got the ride your Love away – Beatles por Eddie Vedder
Martha’s Song – Deep Forest
Into the night – Santana e Chad Kroeger
Spanish flea – Herb Alpert & Tijuana Brass
Down in Mexico – The Coasters
Righ here, righ now – Jesus Jones
After Dark – Tito & Tarantula
Mack the knife – Santo & Johnny
Life is Life – Laibach
Abigail – King Diamond
Roadhouse blues – The Doors
Come out – The Offspring
Remedy – Black Crowes
Toch and go – Emerson, Lake and Powell
White Room – Helloween
Imigrant Song – Led Zeppelin
Behind Blue Eyes – The Who
Indian – The Cult
Violet Hill – Coldplay
Miles from nowhere – Cat Stevens
All the yound dudes – Bruce Dickinson
Moonlight Shadow – Mike Oldfield nos extras

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I´m Here

Esse é um curta do mesmo diretor de “Onde vivem os monstros”, e foi citado no “batendo papo na masmorra #0007”. 

Acontece que apenas ler ou escrever sobre o filme,é pouco, pois a trama pode parecer “boba” ou “simplezinha” demais.

A história contada por Spike Jonze, precisa, além de assistida, ser sentida. O curta transborda sentimentos, e isso nos é passado através de personagens que, em suma, são máquinas (ou deveriam ser) mas que expressam muito mais emoções dos que os humanos que aparecem na trama.
Acompanhamos alguns dias da vida do robô bibliotecário Sheldon, que vive sua rotina diária casa-trabalho-casa, no entanto, ele vive tentando quebrar essa rotina, até que um dia ele conhece Meredith, outra robô por que logo se apaixona, e de uma forma muito particular ele nos mostra o que é estar apaixonado e realmente amar alguém.


E é só isso, falar além disse é estragar o resto do filme.

Você pode ainda ver o curta completo no site oficial

Se você é cinéfilo e nunca assistiu “Vá e Veja” (Idi i Smotri, URSS, 1985) Você precisa assistir!


 

Você pode ser um cinéfilo experiente e acreditar que já viu de tudo, dentro do gênero “filme de guerra”. Pois não viu. Pelo menos até encarar de frente a obra-prima russa “Vá e Veja” (Idi i Smotri, URSS, 1985).

Relato duro, seco e impassível do ataque nazista à União Soviética, em 1943, o longa-metragem transpõe para celulóide as terríveis memórias de infância do cineasta bielo-russo Elem Klimov, que sentiu na pele a violência da guerra. Graças a uma ousada tour-de-force de edição de som e operação de câmera, Klimov foi capaz de alcançar e manter, do início ao fim do espetáculo cinematográfico, um impressionante rigor formal, mesclado com altíssimo nível de emoção. Ele produziu, assim, um dos espetáculos mais brutais e desconcertantes já exibidos em uma tela de cinema. É um filme que atinge o espectador direto no estômago, com a força de um soco. Um filme que desorienta.


Antes de morrer, em 2003, Elem Klimov explicou que o objetivo de “Vá e Veja” não era contar uma história, mas mergulhar nas memórias de infância e tentar comunicar à platéia a assombrosa confusão de sentimentos – pânico, fúria, tristeza, medo, horror – que experimentou, enquanto a família tentava escapar da ofensiva alemã na Bielo-Rússia (país a oeste da Rússia), em 1941. O objetivo, ambicioso para qualquer criador, foi plenamente alcançado. De fato, Klimov não se preocupa em contar uma história. Pelo menos não da maneira clássica, com começo, meio e fim, em que o protagonista atravessa uma jornada de dificuldades e sai transformado. A câmera de Klimov, ao mesmo tempo brutal e elegante, rústica e sofisticada, apenas acompanha as experiências vividas pelo jovem camponês Florya (Alexei Kravchenko), em um par de dias, na fase mais crítica da invasão nazista à região.

Para reconstituir as lembranças da guerra com a maior fidelidade possível, Klimov não poupou esforços. Conseguiu verdadeiros uniformes militares nazistas, usou munição de verdade nas cenas de tiroteios e recusou a facilidade de filmar em estúdios, preferindo a imprevisibilidade das locações reais. Ele optou por filmar tudo em tomadas longas, que freqüentemente ultrapassam três ou quatro minutos, sem cortes. O extraordinário uso da steadycam (equipamento especial que dá estabilidade às imagens captadas por uma câmera fixa nos ombros de um operador), aliado à execução perfeita de intrincadas coreografias, com a movimentação simultânea de centenas de figurantes, deveria ser estudado em escolas de cinema, tamanha a perfeição. Enquanto a câmera passeia pelo meio de multidões de camponeses aterrorizados e soldados enlouquecidos, temos a sensação de estar bem no meio da guerra, vivenciando tudo aquilo.

Este envolvimento emocional é amplificado por uma engenhosa edição de som, que vai além do realismo puro e simples. Quando uma bomba explode ao lado de Florya, ele passa a ouvir um zumbido alto e insistente, que abafa quase completamente os sons naturais. As pessoas gritam bem ao lado dele, que não ouve. Steven Spielberg copiou esta técnica em na abertura de “O Resgate do Soldado Ryan”, mas não teve coragem de levá-la ao extremo, como faz Klimov. O diretor bielo-russo mantém o zumbido em primeiro plano por cerca de 20 minutos, em que o espectador compartilha da desorientação e do terror que o rapaz sente. Diálogos e sons ambientes podem ser ouvidos, mas muito ao longe, bem atrás de uma parede sólida de ruídos. O zumbido vai cedendo lentamente, como aconteceria na vida real. Além disso, o cineasta teve a grande sacada de mixar ao zumbido, de forma quase imperceptível, trechos distorcidos de melodias de Mozart. A música é praticamente inaudível, mas atinge com força o subconsciente e contribui para elevar a experiência sensorial da guerra a um nível de horror puramente emocional, como pouquíssimos filmes já ousaram fazer.

Ao conjunto dessas técnicas, todas maravilhosamente executadas, deve-se agregar ainda a atuação absolutamente sobrenatural do jovem ator Alexei Kravchenko, cuja expressão petrificada, de olhos esbugalhados, parece conter toda a dor do mundo. Em algumas cenas, ele foi hipnotizado para que o diretor conseguisse extrair dele reações de puro terror. Além disso, o elenco de anônimos, com rostos duros e vincados, expressões sofridas e o olhar permanente de quem está encarando a morte sem esperanças, também brilha intensamente. Os atores e figurantes desconhecidos emprestam dignidade e verdade a seqüências que parecem encapsular toda a insanidade e a violência da mais estúpida e genocida de todas as guerras registradas pela História humana.

– Vá e Veja ((Idi i Smotri, URSS, 1985) Trailer
Direção: Elem Klimov
Elenco: Alexei Kravchenko, Olga Mironova, Liubomiras Lauciavicius, Vladas Bagdonas
Duração: 142 minutos

Batendo Papo na Masmorra # 10 – O que assistimos ultimamente…


Estamos de volta!
Dessa vez Angélica Hellish recebe na Masmorra os convidados Touroman do  Toscochanchada, Jerimum Beta e Pauta Livre News e Noise, Hugo Soares do site Capas Customizadas, Maicon Geissler( também conhecido como Shana Shanshada ) do Blog da Vaca Preta vencedor da Toy Art promoção Taverna do Ogro Encantado , Edu Cosso do Destino Poltrona, Farofa de Ovo do Blog A Privada Cult e na metade do podcast ( depois de alguns problemas técnicos  Kio Caio César do Farrazine, numa conversa muito insana falaram de filmes como: A Baronesa Transviada, Exorcista ( +18 versão xxx ), Superman & Batman Apocalipse , Planet Hulk, Machete (Uhu!),Mongol, Alatriste, Hedwig and the Angry Inch , 30 Dias de Noite – Dark days, Os Famosos e os Duendes da Morte e séries como: Bordwalk Empire e o novo filme de Hutger Hauer Hobo With a Shotgun.
E mais: Muita risada, humor pra lá de duvidoso, correspontes da Bósnia, lavação de roupa suja nos extras, revelações sobre o quão gostosa éra a Dercy Gonçalves… ( medo )

É isso aí.

E você, o que tem assistido ultimamente?

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Links interessantes:

Podcast Faca no Bucho
Camiseta do filme Machete
Camiseta do filme Holy Montain do diretor Alejandro Jodorowsky

Músicas tocadas durante o podcast:
Perry Mason – Ozzy Osbourne
Rock you like Hurricane – Scorpions
No Vacancy – Fight
Sunshine Of Your Love – Cream
Forrowest – Forro in The Dark
Secret Agent Man – Johnny Rivers
Soul Crusher – White Zombie
Electric Head – White Zombie
Free Bird – Lynyrd Skynyrd
Right Now – Van Halen
Killer Queen – Queen
Last in line – Dio
Hero Of The Day – Metallica
B.Y.O.B. – System Of A Dawn
Metal Farofation – Massacration
Cum On Fell the Noise – Quiot Riot ( Nos Extras )

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Batendo papo na Masmorra # 09 – O que assistimos ultimamente…

 

Atrasos. Atrasos malignos!
Antes tarde do que nunca, visitantes da Masmorra!
E neste podcast, Angélica Hellish e Marcos Noriega receberam Alexandre Landucci do Blog de Cinema Fotograma Digital, Touroman do Filmes com Legenda, Toscochanchada, Jerimum Beta e Pauta Livre News e Noise, Pablo Lopes do Visão Histórica( Site e Podcast ) e do Bar do Nerd e Edu Cosso do Destino Poltrona falaram sobre filmes como Mr. Nobody, Street Fighter de 1974 com Sonny Chiba, Tommy – A Ópera Rock, Filmes baseados nos mangás do Lobo Solitário, Lady Snowblood, Big Man Japan, The Devils e séries como Boardwalk Empire e The Big “C”.
E mais: Desconcentração dos participantes (devido à tecladas “XXX”), séries que aguardamos com ansiedade, quadrinhos muito fodões, scans (nossos amigos), a bagunça está armada!
E VOCÊ, O QUE TEM ASSISTIDO ULTIMAMENTE?
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Lista de músicas tocadas neste episódio:
T.N.T. – AC/DC
I Love to Boogie – T-Rex
London calling – The Clash
Crinson and Clover – Tommy James & The Shondells
Trouble – Cat Stevens
Jimi Hendrix – Voodoo Child
Mother Goose – Jethro Tull
Killer Of Giants – Ozzy Osbourne
Luck Man – Emerson, Lake and Palmer
Hocus Pocus – Focus
Barracuda – Heart
Chan chan – Buena Vista Social Club
Can the can – Susy Quatro
Devil in Desguise – Elvis Presley
Sylvia – Focus
Smells Like Teen Spirit – Patty Smith
Busy Child – The Cristal Method
Goldmember Suite – Austin Powers OST
Bandera – Control Machete
New Noise – Refused
Stayin’ Alive – The Sleeping
Amerika – Rammestein
Baba O’Riley – The Who
Knocking At Your Back Door – Deep Purple
The Riverboat Song – Ocean Colour Scene
Cosmic Dancer – The Who
Ain’t Talkin’ Bout Love – Van Halen

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Hana-Bi – Fogos de Artifício (Hana-Bi), de Takeshi Kitano (Japão, 1997)


Nishi (Kitano) é um polícial encurralado pelo sofrimento daqueles que o rodeiam; um colega que ficou paraplégico, uma jovem viúva atravessando grandes dificuldades, mas principalmente a doença da sua esposa, Miyuki (Kishimoto).
Motivado à ajudar todos, Nishi vai ser um meio dos outros atingirem a felicidade ou ultrapassarem uma barreira vital. O envolvimento com a Yakuza vai salpicar de sangue as paisagens floridas dos campos Japoneses.

“Hanabi” significa “fogo de artifício” em japonês, mas dividindo-se a palavra com o hífen obtém-se dois significados distintos, que marcam profundamente e bipolarizam o filme. “Hana” – “flores”; “bi” – “fogo”. As flores são um recurso visual, marcante não somente na incursão de Nishi e da mulher pelo campo, numa espécie de segunda lua de mel, mas também nas pinturas de Horibe (executadas pelo próprio Kitano). A beleza das plantas esconde o que vai no íntimo dos personagens, tornando-se numa espécie de porta camuflada para a psique de Nishi.

Nas diferentes pinturas e desenhos, a flor ocupa o lugar da cabeça (mente) das criaturas desenhadas. A beleza da flor é também a calma contemplativa do olhar. O fogo, claro, é a outra face da moeda. É o libertar da fúria, a explosão de raiva que mais não se pode conter, e que se consubstancia na morte e mutilação de alguns gangsters.

O realizador também escreve o argumento e monta o filme. A montagem dá particular destaque às alterações de tom (flores/fogo), passando do click de uma arma para a conclusão de um quadro, ou de um olhar para um salpicar violento de sangue. Nishi, sozinho, carrega todo o fardo e é interessante constatar que o seu percurso não é imaculado, livre de erros (não faz o que está “certo”).
E não constitui sacrifício ou redenção Hollywoodianos, por falhas do passado, como seria mais fácil e como nos deixaria mais bem dispostos no fim, em que se apresentaria um pôr do sol sobre música melosa, temperado por mais um triunfo moral. Kitano preocupa-se mais com o alívio do sofrimento (concreto, terrestre) do que na redenção (religioso, celeste), que normalmente constitui uma oposição, isto é, ganhar o “perdão” pelo sacrifício físico.

«Hana-Bi» é também um desejo de contrariar o conceito de família tradicional, feliz e unida, aconteça o que acontecer, que nem sempre representa a família “real”. As famílias que se nos apresentam são famílias destroçadas pela morte, pela doença ou por outros fatores. A família que fica ao lado de alguém que sofre um grave acidente não tem lugar aqui. O fogo de artifício é também uma manifestação da felicidade familiar que poderia ter existido ou que se recorda como algo que já não pode voltar. Essa imagem poderá ter significado, presente e futuro, para vários personagens, mas talvez não para Nishi.

Kitano filma muito pouco quando está “em forma”. Visualiza o que precisa filmar na noite anterior e depois limita-se a juntar as cenas, sem material supérfluo a cair no chão da sala de montagem. Nem sempre se dá por satisfeito, e aceita que as suas ideias não se concretizem plenamente, como no plano em que o gangster esmurra (será preciso acrescentar “violentamente”?) Nishi no centro comercial, já que contratou um boxer profissional para aquele papel, apenas para executar o modo como tinha concebido a cena.
É curioso como Kitano Takeshi consegue executar uma obra tão bela e contemplativa, com espasmos de hiper-violência que despontam sem nos avisar. «Hana-Bi» é, antes de mais, um excelente filme, e vale a pena ser conhecido do grande público.

Texto: Cinedie Ásia

Download – Fogo de Artifício/Hana-Bi (Blog A Privada Cul) Trailer
花火
Realizado por Kitano Takeshi
Japão, 1997 Cor – 103 min.
Com: Beat Takeshi, Kishimoto Kayoko, Osugi Ren, Terajima Susumu, Watanabe Tetsu, Yakushiji Yasuei, Istumi Taro, Yajima Kenichi, Ashikawa Makoto, Daike Yuko

Batendo papo na Masmorra # 08 – O que assistimos ultimamente…



Ué, mais já tem podcast novamente?
Sim ouvinte! Estamos atrasados e resolvemos tomar vergonha na cara e colocar os podcasts em dia.
Neste podcast Angélica Hellish e Marcos Noriega, tiveram a companhia agradável de Luiz e Ana do Senpuu Cast – Podcast especializado em Tokusatsu, Pablo do Visão Histórica Podcast (Orfão) e do Bar do Nerd, Edu Cosso nosso parceirasso do Destino Poltrona
Falamos entre outras coisas de filmes como A Origem (Inception), King Of Fighters – Live Action, Tekken – Live Action, Halo Wars (Animação), Karatê Kid, Dante 01 – Clique aqui para ver on line (não localizei torrent), Onde Os Fracos Não Tem Vez, Os Senhores da Guerra, Distrito 13
E mais: Tatuagem do Wolverine, 3D (again), Tokusatsu Pornô-Gore logo mais, a aguardada minissérie do Sandman, silencios que devem irritar o ouvinte e bagaça de sempre!
E VOCÊ, O QUE TEM ASSISTIDO?
Manda email, comente aqui, a leitura será feita no próximo podcast.

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Batendo papo na Masmorra # 07 – O que assistimos ultimamente…

Mais um papo informal! Dessa vez Angélica Hellish, Marcos Noriega e o Barão do Red Baron Blues Blog conversaram sobre filmes como : I’m Here (Curta de Spike Jonzie), The Last House on Left ( Filme de 1972 de Wes Craven ) , Angst ( Filme de 1983 de Gerald Kargl ), Infernal Affairs ( Wu jian dao de 2002 direção de Lau Wai Keung ), The Chaser e séries como Dead Set, e Sons Of Anarchy (e na seca pra assistir Walking Dead)
E mais: Revolta contra as cadeias de cinema, ameaças à gerente de cinema, a zumbizada com a corda toda … por aí.
(Sem edição e não encham meu saco!  Leiam o banner)

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