Calabouço da Liv #09 – Aquela que tarda, mas não falha

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As pessoas dizem que existe apenas uma certeza nessa vida: a morte. É verdade. Cedo ou tarde ela vai te encontrar. Mas ok, eu não estou aqui pra desanimar ninguém. A verdade é que podemos olhar a morte de uma forma positiva também, afinal, nós sabemos sabe que ela está por aí, então temos que fazer o máximo que pudermos com o tempo que temos, não é mesmo?

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Calabouço da Liv #08 – O que é que a Nova Zelândia tem?

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A maioria das pessoas conhece a Nova Zelândia por ser o cenário das trilogias da Terra Média, com suas montanhas esplendorosas e os infinitos campos verdes. Realmente, o país já foi local de diversos filmes e séries devido a sua beleza natural. Xena – A Princesa Guerreira, Avatar, O Último Samurai e Spartacus são apenas algumas das obras que foram gravadas por lá. Peter Jackson e Jane Campion são dois diretores neozelandeses muito famosos internacionalmente, ambos já ganharam Oscars, e gostam muito de explorar as paisagens locais em seus filmes. Se eu fosse uma diretora lá também exploraria, afinal, o país é lindíssimo mesmo, e a sua aura etérea é intemporal.

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Calabouço da Liv #07 – A Licantropia e o Feminino

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Mitos e lendas são extremamente importantes, não só para refletirem uma época e uma cultura, mas para servirem de metáfora. Os mitos de lobisomens estão entre os mais comuns, contados pelo mundo inteiro, seja no interior de Minas ou numa cidadezinha da Polônia. Algumas pessoas realmente acreditam terem visto o bicho perambulando nas matas ao redor de sua casa, e quem sou eu para desrespeitar ou descreditar tais crenças.

O mito do lobisomem já foi utilizado de mil jeitos diferentes no cinema, na maioria das vezes de forma literal: uma pessoa desafortunada que acaba sendo mordida e sai matando todo mundo que cruzar seu caminho. É a maneira mais simples e talvez a que atraia mais público, afinal, quem não gosta de um gore supernatural? Como exemplos famosos temos Um Lobisomem Americano em Londres (An American Werewolf in London, 1981), Cães de Caça (Dog Soldiers, 2002), Grito de Horror (The Howling, 1981) e O Lobisomem (The Wolfman, 2010). Porém, o papo aqui é outro, então vou deixar esses filmes de lado.

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Calabouço da Liv #06 – Mais do que piratas

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Nós estamos vivendo um momento muito bonito em relação às séries de TV (ou por streaming). Produções grandiosas, com efeitos dignos de blockbusters, atores de cinema famosos e roteiros bem criativos. É tanta série nova que fica difícil acompanhar, e por isso algumas acabam ficando escondidas e esquecidas pela maioria do público. Hoje eu escolhi falar de uma dessas criações maravilhosas, uma das minhas séries favoritas de todos os tempos, que, infelizmente, é negligenciada tanto pelo público quanto pelas premiações: Black Sails.

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Calabouço da Liv #05 – Quem nunca teve Um Dia de Cão?

 

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Filmes baseados em ‘fatos reais’ são bem frequentes no cinema. Afinal, a vida é bem maluca sem precisar de ajuda, e certos acontecimentos cotidianos parecem já terem saído da mente de algum roteirista criativo. O filme que escolhi para falar hoje é uma dessas histórias bizarras que tinham de virar filmes pelo simples fator absurdo que elas têm.

Em agosto de 1972, John Wojtowicz e Sal Naturale assaltaram o Chase Manhattan Bank, e o que tinha tudo para ser só mais um ato criminoso foi na verdade um acontecimento pra lá de incomum. Tão incomum que a revista Life escreveu um artigo sobre o caso intitulado “The Boys in the Bank” (Os Garotos no Banco), e é a partir deste artigo que o filme Um Dia de Cão (Dog Day Afternoon, 1975) foi feito.

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Calabouço da Liv #04 – Gritos no Espaço

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“No espaço, ninguém pode ouvir você gritar.” 

Quem não conhece essa famosa (e apavorante) frase que serviu na divulgação de Alien – O Oitavo Passageiro (Alien, 1979), dirigido por Ridley Scott, e que inspirou tantos outros cineastas a trabalharem com o gênero de terror/suspense espacial? É sobre isso que falarei hoje. Afinal, há algo mais assustador do que estar confinado em um espaço limitado no meio de um ambiente estranho e saber que existe algo com você que não deveria estar ali? E quando o confinamento é demais para a cabeça dos tripulantes? E se algo na missão não ocorrer como planejado? E o que será que é aquele sinal pedindo ajuda? Estes são apenas alguns dos temas que estão nos filmes que comentarei hoje.

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Calabouço da Liv #03 – Precisamos falar sobre Tilda Swinton

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Katherine Mathilda Swinton, nascida em Londres, mas criada em uma cidadezinha na Escócia (onde ainda vive) é uma atriz Oscarizada super talentosa, conhecida pela sua androginia brilhante, tanto que já atuou como homem e mulher. Além de atuar, ela também é reconhecida por ser ativista em diversas causas. Em 2013, arriscou ser presa ao levantar a bandeira LGBT+ na frente do Kremlin, na Rússia, onde a “propaganda gay” é proibida. Além disso, passou dois anos na África fazendo trabalho voluntário em uma escola local. Também promoveu seu próprio festival de filmes independentes na Escócia, onde mostrou diversos longas dos mais variados países ao redor do mundo.

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Calabouço da Liv #02 – As belezas e horrores do Found Footage

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Afinal, o que seria o found footage? A maioria das pessoas já ouviu esse termo antes e eu arrisco dizer que já assistiu filmes nesse estilo também. O termo found footage, em uma tradução literal, quer dizer “filmagem encontrada”, ou seja, seria aquele vídeo filmado amadoramente (na maior parte das vezes, pelo menos) que foi achado em algum lugar depois de algo – geralmente ruim – ter acontecido. Essa técnica é usada, principalmente, em filmes de terror e suspense, pois ela te passa um ar de claustrofobia e te coloca no ponto de vista dos personagens, o que te faz sentir uma conexão bem maior com eles, além de muito medo (ok, ás vezes não).

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Calabouço da Liv #01 – Dicas Independentes: Capitão Fantástico e O Universo no Olhar

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[Não contém spoilers]

Alguns filmes são lançados de forma tão tímida que se você não for atento acaba perdendo. É o caso da maioria dos filmes de baixo orçamento, os independentes. Mas vocês já sabem disso. O que eu quero fazer aqui de tempos em tempos é indicar alguns filmes que passam despercebidos pelo grande público, mas que apesar de serem pequenos em produção são grandes em significado e fazem bons sucessos em festivais. Nesse primeiro post vou começar por dois filmes, de certa forma, recentes: Capitão Fantástico e O Universo no Olhar. Os dois longas me emocionaram bastante por razões diferentes, mas ambos focam na complexidade das relações humanas.

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